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Ivan Lucas

Ivan Lucas

 Jornalista/Radialista

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CRAVINHOS/SP - Dois homens foram presos em flagrante na terça-feira (11) pelo transporte de cerca de 300 pássaros silvestres no porta-malas do carro. A dupla foi abordada pela Polícia Militar Rodoviária na Rodovia Anhanguera, em Cravinhos, interior de São Paulo. Um dos homens tinha passagem por roubo.

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A equipe do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR), do 3° Batalhão de Polícia Militar Rodoviária (BPRv) de Ribeirão Preto, estava em policiamento pela região quando solicitou que o carro parasse.

Durante as buscas, os policiais encontraram nove gaiolas com aproximadamente 300 aves das espécies Pássaro Preto e Jandaia.

A Polícia Militar Ambiental foi chamada ao local e levou os animais para a Delegacia de Polícia de Cravinhos. A dupla presa foi encaminhada ao mesmo Distrito Policial.

 

 

Por Pietra Lima

Valor arrecadado será utilizado para compra de alimentos, produtos de higiene, fraldas e pagamento de oxigênio pela instituição filantrópica que fornece assistência multidisciplinar integral a pacientes com paralisia cerebral

 

RIBEIRÃO PRETO/SP - Durante dois meses, o Grupo Robusti promoveu um bazar com descontos de até 70% nos objetos decorativos, tapetes, lustres e mobiliário, com parte da renda destinada à instituição Cantinho do Céu Hospital de Retaguarda de Ribeirão Preto. O grupo tem como um de seus pilares ser socialmente responsável e consciente, promovendo o desenvolvimento da comunidade em que está inserido. “Acreditamos na parceria empresa-comunidade e, por isso, desenvolvemos ações que realmente possam contribuir”, comenta Maura Robusti, diretora do grupo. 

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O valor arrecadado com a ação solidária foi revertido para o Cantinho do Céu, instituição de Ribeirão Preto que fornece assistência multidisciplinar integral (24h por dia) a pacientes com paralisia cerebral, com sequelas severas, múltiplas e irreversíveis, decorrentes principalmente de anoxia neonatal. “A campanha do Grupo Robusti foi de grande importância para nossa instituição, pois nos auxilia nas despesas como compra de fralda, dieta, pagamento do oxigênio e compra de alimentação para nossas crianças. Além de ajudar muito, empresas respeitadas realizando ações como estas, inspiram outras pessoas a se mobilizarem para contribuir”, conclui Benedita Sônia da Silva Ponciano, fundadora e provedora do Cantinho do Céu.

EUA - A inflação acumulada em 12 meses nos Estados Unidos caiu mais do que o esperado em maio, a 3,3%, frente a 3,4% no mês anterior, um alívio após a recuperação do início do ano, segundo o índice de preços ao consumidor (IPC) publicado nesta quarta-feira (12).

Os dados do Departamento do Trabalho mostram que na comparação mensal, em maio os preços se mantiveram estáveis em relação ao mês anterior, frente ao avanço de 0,3% registrado de abril sobre março.

O relatório é melhor do que o esperado pelos analistas, que estimavam 0,1% de inflação mensal e 3,4% de aumento nos preços em relação ao mesmo período do ano passado, segundo um consenso reunido pelo Market Watch.

Os preços da energia caíram, sobretudo o da gasolina. Mas os da habitação e dos restaurantes continuaram subindo.

A inflação subjacente, que exclui os dados mais voláteis de alimentação e energia, também se comportou melhor do que o esperado, chegando a 0,2% na medição mensal, em relação a 0,3% de abril sobre março. Mais importante ainda, chegou a  3,4% em 12 meses em maio, em comparação com os 3,7% interanuais em abril.

Os resultados também são melhores que o estimado pelo mercado, que esperava dados de 0,3% e 3,5% respectivamente.

Em abril, a inflação mudou de tendência, com viés de baixa, pela primeira vez desde janeiro.

"As pressões sobre os preços permanecem elevadas, mas mostraram uma moderação bem-vinda no mês passado", resumiu Rubeela Farooqi, economista-chefe da High Frequency Economics.

Wall Street reagiu positivamente aos dados da inflação, abrindo em forte alta nesta quarta e fechando com recordes no caso do Nasdaq e S&P 500.

O índice Dow Jones fechou em baixa de 0,09%. Já o tecnológico Nasdaq subiu 1,53% e o S&P 500, 0,85%.

"Os preços ainda estão muito altos, mas o relatório publicado hoje mostra progressos encorajadores na redução da inflação", comemorou o presidente Joe Biden, que busca a reeleição em novembro, em um comunicado.

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- A decisão do Fed -

O dado não foi suficiente para que o Federal Reserve (Fed, banco central americano) mudasse seu discurso de cautela perante a inflação.

Como era esperado, o Fed manteve suas taxas de juros de referência na faixa de 5,25% a 5,50%, e seus diretores sinalizam para um único corte nas taxas de juros este ano.

Ao final de sua reunião de dois dias, o Comitê de Política Monetária (FOMC) também revisou para cima sua previsão de inflação nos Estados Unidos tanto para 2024 quanto para 2025, para 2,6% e 2,3% respectivamente, e deu conta de "progressos adicionais modestos" rumo à sua meta de inflação de 2% a longo prazo.

Os membros do organismo votaram por unanimidade pela manutenção das taxas de juros em seus níveis mais altos em mais de duas décadas.

As autoridades do FOMC esperam um único corte nas taxas de juros, de apenas 0,25 ponto percentual, até o fim do ano.

Antes da reunião, os operadores apontavam majoritariamente para duas reduções dos juros em 2024, segundo previsões do CME Group.

O Fed aumentou as taxas de juros para combater a inflação: ao elevá-las, o crédito fica mais caro e isso desestimula o consumo e o investimento, arrefece a economia e limita as pressões sobre os preços.

O presidente do Fed, Jerome Powell, disse que a instituição está preparada para manter suas taxas de juros altas até que a inflação se modere por vários meses.

A meta do Fed é de uma inflação de 2% ao ano no longo prazo, um nível considerável sadio para a economia.

O índice de inflação PCE, o mais seguido pelo Fed, permaneceu estável na medição de 12 meses em abril, em 2,7%.

Os dados de maio serão divulgados no final de junho.

 

 

AFP

EUA - Grupos que atuam pelos direitos dos imigrantes nos Estados Unidos processaram o governo Joe Biden na quarta-feira (12) devido à imposição de um decreto, assinado pelo presidente no começo do mês, para limitar a entrada de pessoas em situação irregular pela fronteira com o México.

Os grupos, liderados pela organização American Civil Liberties Union, argumentaram que as restrições violam a lei de asilo dos EUA e que Biden não seguiu o procedimento regulatório adequado. A ação foi protocolada em um tribunal federal na cidade de Washington.

Mais de mil migrantes fazem fila para passar por um centro de processamento da patrulha de fronteira dos EUA em Eagle Pass, Biden, que tentará a reeleição em 5 de novembro, lida com a entrada de milhões de migrantes em situação irregular pela fronteira com o México todos os anos. O tema tem sido explorado pelo adversário do democrata na corrida à Casa Branca, o republicano Donald Trump, que prometeu reprimir de forma mais agressiva quem se arrisca nas travessias.

O atual presidente também vem endurecendo o seu posicionamento contra a entrada de pessoas em situação irregular. A cinco meses da eleição, Biden assinou no último dia 4 uma ordem executiva para permitir que, grosso modo, a fronteira seja fechada para solicitantes de asilo caso a média diária de chegada de imigrantes supere 2.500 em um intervalo de sete dias. O limite é muito inferior à média recente -em abril, por exemplo, foram 4.300 travessias por dia.

A fronteira voltaria a abrir duas semanas após o número de chegadas cair abaixo de uma média diária de 1.500 por sete dias. Exceções estão previstas para crianças desacompanhadas e vítimas de tráfico de pessoas, entre outras situações de caráter humanitário. As restrições não se aplicam a pessoas que possuem visto americano.

Lee Gelernt, vice-diretor do Projeto de Direitos dos Imigrantes da União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU, na sigla em inglês), disse que o governo Biden "não tem autoridade unilateral" para anular as leis criadas pelo Congresso, mencionando decisões legais anteriores relacionadas às políticas da era Trump.

Na ação, os grupos de direitos dos imigrantes pontuam que os migrantes recém-chegados aos EUA "podem estar famintos, exaustos, doentes ou traumatizados depois de fugir da perseguição em seus países de origem e do perigo no México". O decreto assinado por Biden, por sua vez, também possibilita a deportação mais rápida das pessoas flagradas atravessando a fronteira de forma ilegal.

Angelo Fernandez Hernandez, porta-voz da Casa Branca, defendeu a proibição de asilo, dizendo que a medida era necessária porque "os encontros na fronteira continuam muito altos" e os legisladores republicanos bloquearam as propostas legislativas apoiadas por Biden.

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O número de migrantes capturados cruzando ilegalmente a fronteira caiu 20% no final da semana passada, o que, segundo uma autoridade sênior da fronteira dos EUA, sinaliza yn "possível sucesso inicial" na dissuasão da imigração ilegal.

Uma pesquisa Gallup divulgada no final de abril mostra que imigração se manteve pelo terceiro mês consecutivo como o maior problema enfrentado pelos EUA na visão dos americanos. Quase 3 em cada 10 (27%) apontam a questão como central, muito acima dos 18% e 17% que apontam governo e economia, respectivamente, como maiores problemas.

 

 

 POR FOLHAPRESS

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