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Redação

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 Jornalista/Radialista

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EUA - Em menos de um ano, o Los Angeles Lakers passou por duas negociações que movimentaram bilhões de dólares. Mark Walter comprou o time por US$ 10 bilhões no fim de outubro do ano passado, mas, segundo a ESPN americana, a equipe californiana está prestes a ser revendida por maior valor já pago por uma franquia esportiva na América do Norte. Josh Kushner e Bob Iger fizeram oferta de cerca de US$ 12,5 bilhões, aproximadamente R$ 64,7 bilhões, e devem virar os novos donos do time.

- Como torcedores de NBA a vida inteira, estamos profundamente honrados com a oportunidade de nos tornarmos guardiões do Los Angeles Lakers - disseram os compradores em comunicado.

Segundo apuração da ESPN, Josh e Bob não estavam atrás dos Lakers, os dois disputavam o direito de criar uma franquia do zero, mas acabaram propondo uma oferta à franquia. Pelo valor recorde de mais de US$ 12 bilhões, a equipe californiana deve ser vendida para os americanos. Mark Walter é o proprietário majoritário dos Lakers desde outubro passado, quando sua proposta foi aprovada por unanimidade pela NBA.

- Ser dono do Los Angeles Lakers foi uma das maiores honras da minha vida, um investimento extraordinário, mas o que levarei comigo é a comunidade, os torcedores e uma cidade que trata este time como família. Sou grato a Jeanie Buss, à família Buss, aos jogadores e à equipe por me acolherem neste capítulo. Os Lakers pertencem a Los Angeles, e tenho plena confiança de que o melhor ainda está por vir - disse Walter em um comunicado.

Apesar de as conversas já estarem avançadas, nada está concluído ainda, já que a venda de uma franquia depende da aprovação do Conselho de Governadores da NBA. O processo do próprio Mark Walter levou cerca de quatro meses entre o acordo e o fechamento. Também não foi divulgado o percentual exato que mudará de mãos. Não está claro se Mark deixará completamente a franquia ou manterá alguma participação.

 

Quem são os novos compradores?

Bob Iger comandou a Disney por quase duas décadas e voltou ao cargo de CEO em 2022, período marcado pela aquisição de empresas como Pixar, Marvel, Lucasfilm e Fox e pela transição da ESPN para o streaming. Josh Kushner é fundador da Thrive Capital, gestora de investimentos em tecnologia de Nova York.

 

 

Por Redação do ge

ALEMANHA - A Anthropic anunciou que passará a incluir identificadores em textos e imagens criados pelo Claude, sua ferramenta de inteligência artificial. A iniciativa faz parte da adaptação da empresa às novas exigências de transparência previstas no Regulamento Europeu da Inteligência Artificial, conhecido como AI Act.

A implementação não será imediata para todos os produtos já disponíveis. A companhia assumiu o compromisso de adotar o recurso dentro do prazo estabelecido pela União Europeia, enquanto os próximos modelos lançados para o Claude já deverão chegar com os mecanismos de identificação incorporados.

A legislação europeia entrou em vigor em 2 de agosto e prevê um período de quatro meses para que ferramentas de inteligência artificial já existentes se adequem às regras relacionadas à identificação de conteúdo gerado por IA.

Segundo informações divulgadas pela Anthropic, textos produzidos pelo Claude terão identificadores integrados ao próprio conteúdo. Já arquivos gerados pela ferramenta poderão incluir metadados de origem acompanhados de assinatura digital, desde que o formato utilizado seja compatível.

“O texto gerado [com Inteligência Artificial] conterá identificadores incorporados e os ficheiros gerados incluirão metadados de origem com assinatura digital, quando compatíveis”, informa a página de suporte do Claude.

A empresa explica ainda que o identificador poderá acompanhar o conteúdo mesmo quando o usuário copiar e colar o texto em outra plataforma. De acordo com a Anthropic, a marca também poderá permanecer detectável após determinados tipos de edição.

Anthropic prepara sistema para detectar conteúdo criado pelo Claude

Além de inserir os identificadores, a Anthropic trabalha em ferramentas que permitam aos próprios usuários e a terceiros verificar se determinado conteúdo foi produzido pelo Claude.

A empresa ainda não detalhou como esse sistema de detecção funcionará. As especificações técnicas deverão ser apresentadas futuramente em documentação própria.

A iniciativa acompanha as novas regras da União Europeia para ampliar a transparência sobre o uso de inteligência artificial e facilitar a identificação de conteúdos produzidos ou modificados por sistemas de IA.

 

 

por Notícias ao Minuto

BANCOC - Um adolescente tailandês matou pelo menos seis pessoas e cometeu suicídio em uma escola nos arredores de Bancoc após matar a tiros seus avós, informou a polícia local. Este foi o pior massacre ocorrido na nação do Sudeste Asiático desde 2022.

A escola fica na região de Nonthaburi, vizinha à capital. Entre os mortos estão três alunos e três professores, além dos dois avós. A polícia ainda informou que ao menos 23 pessoas ficaram feridas no incidente.

O autor do tiroteio foi identificado como um aluno adolescente de 14 anos que estuava da instituição. Ele matou os próprios avós antes de seguir para a escola, onde ele teria disparado pelo menos 26 vezes com uma arma que pertencia ao seu avô. Outras 34 munições foram encontradas no local, segundo a polícia.

"É um incidente terrível. Nunca deveria ter acontecido. Como isso pôde acontecer em nosso país?", declarou o primeiro-ministro Anutin Charnvirakul a jornalistas na sede do governo, em Bancoc. "Sinto tristeza por aqueles que morreram e por ver algo assim acontecer em nosso país."

Após a tragédia, os pais correram até o local para buscar os filhos, enquanto alunos e funcionários consolavam uns aos outros do lado de fora.

"Ouvi muitos tiros, muito altos, porque parecia que o atirador estava no andar logo acima. Eu conseguia até ouvir os cartuchos atingindo o chão e o barulho do metal", declarou a estudante Pawarisa Maylissa. "Não conheço o suspeito, mas sei que ele é um pouco mais novo do que eu. Não consigo acreditar que um garoto como ele tenha tido acesso a uma arma."

A Tailândia tem uma das maiores taxas de posse de armas de fogo da região, com uma estimativa de cerca de 10 milhões de armas em circulação, ou seja, uma para cada sete habitantes. Promessas anteriores de endurecer as leis sobre armas não impediram que tiroteios continuassem ocorrendo com frequência.

Este é o segundo ataque a tiros em escolas na Tailândia este ano; em fevereiro, um professor morreu e dois alunos ficaram feridos em um incidente no sul do país. Naquele caso, a polícia tailandesa baleou e deteve o adolescente, que usou a arma de um policial no tiroteio.

Anos antes, em 2022, um ex-policial armado com uma pistola e uma faca invadiu uma creche no norte do país e matou 24 crianças e 12 adultos, em um dos massacres mais terríveis da Tailândia.

No caso desta sexta, o socorrista Kiatikhun Verapongpradith, 47, descreveu ter chegado ao local enquanto o ataque ainda ocorria. Segundo ele, sua equipe atendeu alunos com ferimentos nas costas, no peito e nos braços. Eles encontraram um professor morto em um andar superior da escola e, em outra sala, uma professora com ferimentos no peito e no braço.

Ele relatou ter sido chamado para atender o adolescente atirador após ouvir um último disparo. "Corremos para o local e descobrimos que o autor havia atirado na própria cabeça, do lado direito, e caído. Ao chegarmos, verificamos o pulso dele; ainda havia batimentos, então iniciamos a RCP."

No ano letivo de 2025, a escola contava com cerca de 3.100 alunos e 147 professores, segundo autoridades do distrito.

 

 

 por Folhapress

EUA - Donald Trump indicou que, neste momento, prefere manter o Irã sob forte pressão econômica a ordenar uma nova rodada de ataques militares. A sinalização marca uma mudança de tom em relação à semana anterior, quando o presidente dos Estados Unidos voltou a ameaçar Teerã diante do impasse sobre o Estreito de Ormuz.

Em entrevista por telefone ao site Axios, Trump afirmou que Washington está reduzindo o ritmo da escalada direta e observando os efeitos do isolamento econômico sobre o país. Segundo ele, a situação financeira iraniana é grave, com inflação elevada e perda de capacidade econômica. O republicano não apresentou novas ameaças militares durante a conversa.

A estratégia americana, portanto, passa a combinar negociação limitada com manutenção do cerco econômico e militar. O bloqueio naval imposto pelos Estados Unidos continua em vigor e é tratado por integrantes da administração Trump como uma das principais formas de pressionar Teerã sem ampliar imediatamente os combates.

Irã impõe condições para reabrir o Estreito de Ormuz
O principal obstáculo para um acordo permanece no Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte global de petróleo. O governo iraniano apresentou novas exigências a Washington e afirmou que a passagem continuará fechada enquanto os Estados Unidos não alterarem sua política em relação ao país.

Mohammad Bagher Zolghadr, então secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, exigiu o fim do bloqueio marítimo, a retirada de forças navais e aéreas americanas da região, a suspensão das sanções e a liberação de ativos iranianos congelados. Teerã também reivindica compensação integral pelos danos provocados pelas guerras contra o país.

"O Estreito de Ormuz não será aberto até que os Estados Unidos corrijam seu comportamento", afirmou Zolghadr em comunicado divulgado pela agência estatal IRNA.

As condições apresentadas complicam as negociações conduzidas com participação de Omã. Um entendimento para regulamentar o tráfego marítimo na região vinha sendo discutido entre iranianos, americanos e omanenses, mas ainda não havia sido implementado.

Trump havia considerado retomar operações militares

A decisão de dar mais tempo à pressão econômica ocorre poucos dias depois de uma nova possibilidade de escalada militar. Segundo autoridades americanas ouvidas pelo Axios, Trump chegou a considerar o retorno a operações de grande porte contra o Irã, mas acabou convencido a reduzir a ofensiva no curto prazo.

O presidente já havia adotado movimento semelhante no fim de julho, quando suspendeu ataques americanos contra posições iranianas na região do Estreito de Ormuz após recomendações de comandantes militares dos Estados Unidos. À época, avaliações internas apontavam que os bombardeios estavam perdendo eficácia e aumentavam os riscos para as forças americanas e seus aliados.

Apesar da mudança de postura, Washington mantém disponíveis instrumentos diplomáticos, econômicos e militares. O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, afirmou que a disputa com o Irã ainda está em uma fase intermediária e que o governo continuará utilizando diferentes formas de pressão para obter um acordo considerado favorável aos interesses americanos.

Estreito de Ormuz segue no centro da disputa entre EUA e Irã

A crise voltou a se intensificar depois que o Irã fechou novamente o Estreito de Ormuz em julho. A passagem marítima é uma das rotas energéticas mais importantes do mundo e sua interrupção tem impacto direto sobre o transporte internacional de petróleo e sobre os preços da commodity.

O novo fechamento também comprometeu o memorando de entendimento firmado entre Estados Unidos e Irã em 17 de junho. O documento previa o fim das hostilidades, a reabertura segura de Ormuz e a suspensão do bloqueio naval americano durante um período de negociações para um acordo definitivo.

Com o acordo ainda paralisado, Trump aposta agora no enfraquecimento econômico de Teerã para tentar destravar as negociações. O governo iraniano, no entanto, indica que não pretende reabrir a rota enquanto suas exigências sobre sanções, bloqueio naval, ativos congelados e reparações não forem atendidas.

 

 

 

por Notícias ao Minuto

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