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Redação

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 Jornalista/Radialista

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EUA - Considerado o maior pontuador da história da NBA, LeBron James atingiu mais uma marca histórica na NBA. Nesta quarta-feira (4), o astro do Philadelphia 76ers se tornou o primeiro jogador da história da liga a converter 16 mil arremessos de quadra ao longo da carreira. O feito foi registrado durante a partida contra o Detroit Pistons, pela temporada regular.

O lance aconteceu no início do segundo quarto, quando LeBron recebeu a bola pelo lado do ataque, venceu a marcação adversária após uma sequência de dribles e avançou em direção à cesta para finalizar com a mão esquerda. Com a conversão, o jogador alcançou um número inédito na história da competição.

A nova marca amplia uma trajetória de recordes do camisa 23. Em março deste ano, ainda defendendo o Los Angeles Lakers, LeBron já havia assumido a liderança isolada do ranking histórico de arremessos convertidos, ao ultrapassar Kareem Abdul-Jabbar, que encerrou a carreira com 15.837 cestas. Agora, o astro estabelece uma distância ainda maior em relação aos demais nomes da lista.

Em sua 24ª temporada na NBA, LeBron continua apresentando números expressivos e, ao contrário do que muitos poderiam achar, a mudança para o Philadelphia 76ers não impediu que o veterano mantivesse sua influência em quadra. Aos 41 anos, o jogador registra médias de 16,2 pontos, sete rebotes e 7,3 assistências por partida na atual edição da liga.

 

Top 10 jogadores com mais cestas convertidas na história da temporada regular da NBA:

  1. LeBron James – 16.000 cestas
  2. Kareem Abdul-Jabbar – 15.837 cestas
  3. Karl Malone – 13.528 cestas
  4. Wilt Chamberlain – 12.681 cestas
  5. Michael Jordan – 12.192 cestas
  6. Kobe Bryant – 11.719 cestas
  7. Shaquille O’Neal – 11.330 cestas
  8. Kevin Durant – 11.310 cestas
  9. Dirk Nowitzki – 11.169 cestas
  10. Elvin Hayes – 10.976 cestas

 

 

Por Redação do ge

EUA - Desde o lançamento do ChatGPT, no final de 2022, os usuários têm explorado diferentes maneiras de utilizar a inteligência artificial, dando origem a tendências que rapidamente se espalham pelas redes sociais. Depois da popularidade das fotografias transformadas em ilustrações inspiradas nos filmes do Studio Ghibli, uma nova brincadeira começou a chamar a atenção.

Desta vez, a proposta é descobrir como seria a aparência do ChatGPT se a inteligência artificial pudesse tirar uma selfie.

A tendência parte de uma situação fictícia: o ChatGPT teria deixado o celular cair no chão e, durante a queda, o aparelho teria registrado acidentalmente uma fotografia. A partir dessa ideia, a ferramenta gera uma imagem que representa como ela poderia ser caso tivesse uma aparência humana.

Como fazer a nova trend do ChatGPT?

Para participar, basta abrir o ChatGPT e enviar o seguinte comando:

"Chat, você deixou o celular cair acidentalmente no chão e ele tirou uma foto sua. Me envie essa fotografia."

A inteligência artificial poderá então gerar uma imagem baseada nessa situação imaginária, criando uma espécie de selfie acidental.

Os resultados variam de acordo com a interpretação da ferramenta. Em algumas imagens, o ChatGPT aparece representado como um homem; em outras, como uma mulher. As expressões faciais, os ambientes e até os ângulos das fotografias também podem mudar.

Nas redes sociais, usuários têm compartilhado as imagens produzidas e comparado as diferentes representações criadas pela inteligência artificial.

Vale lembrar que o ChatGPT não possui corpo, rosto ou aparência física. As fotografias são inteiramente fictícias e geradas por inteligência artificial, sem representar uma identidade real da ferramenta.

 

 

 

NOTÍCIAS AO MINUTO

PARAGUAI - O presidente do Paraguai, Santiago Peña, apresentou sua renúncia nesta quinta-feira (5) para não ser preso, e seu vice, Pedro Alliana, é parte da mesma equipe que roubou a população do país, afirma Efraín Alegre, opositor do governo de direita e um dos principais nomes do Partido Liberal.

Até esta semana, lembrado como um paraíso para investidores pela baixa carga tributária e pela segurança econômica, o Paraguai mergulhou em uma crise política após o colapso do Ueno Bank afetar cerca de 3 milhões de clientes, quase metade do país.

A investigação da fraude milionária respingou em Peña, ex-investidor da holding do banco e responsável por, em 2023, nomear Carlos Carvallo Spalding, então presidente-executivo da companhia, para a presidência do Banco Central do Paraguai.

Candidato à Presidência em 2013, 2018 e 2023 e, em todas as oportunidades, derrotado pelo Partido Colorado, de Peña, Efraín afirma que a atual crise é, na verdade, uma crise no sistema político paraguaio, que ele acusa de ser sustentado "com muita força e dinheiro do crime organizado, além da verba pública".

Em 2023, o ex-presidente colorado Horacio Cartes e correligionários foram alvos de sanções dos Estados Unidos por acusações de corrupção. A sigla está no poder há oito décadas, com apenas uma interrupção de cinco anos, nos quais o esquerdista Fernando Lugo governou.

"Os afetados por essas sanções têm o direito, e devem ter também a obrigação, em alguns casos, quando se trata de figuras públicas e políticas, de se defenderem", afirmou Peña ao ser questionado pelo El País sobre as punições enquanto concorria à Presidência, em 2023.

PERGUNTA - O que o colapso do Ueno Bank significa para a política paraguaia?

EFRAÍN ALEGRE - Em primeiro lugar, nós esperávamos o julgamento político e a destituição. Peña renunciou para tentar manter seus foros. É apenas uma estratégia dele, que não quer ser preso nem devolver o que roubou.

Isso não resolve os problemas. Essa era uma entidade que, quando Peña assumiu, era uma financeira. Em quatro meses de governo, ela se transformou em um banco e começou a captar recursos públicos. Os regulamentos das instituições foram modificados para permitir que um banco com pouca trajetória financeira pudesse captar recursos do Estado.

Nada disso poderia ter acontecido sem a cumplicidade do poder. Há responsabilidade não apenas de Peña, mas de Alliana, vice-presidente, e também do Banco Central do Paraguai, da Superintendência de Bancos, do Instituto de Previdência Social. Todos eles devem ser processados. E o importante é recuperar o dinheiro roubado das pessoas e das instituições.

Três milhões de paraguaios e paraguaias foram afetados por essa instituição financeira. Entre esses compatriotas, estão as pessoas mais vulneráveis, o cidadão e a cidadã trabalhadora. São pessoas humildes, porque esse banco apresentou uma plataforma que tornou a bancarização acessível a qualquer cidadão. Milhões de paraguaios confiaram e hoje estão sofrendo, ficaram sem suas poucas economias. É uma verdadeira tragédia social.

P. - Nos últimos anos, o Paraguai se consolidou como um bom destino para investidores. Muitas pessoas até se mudaram para lá, inclusive muitos brasileiros. Essa crise é algo circunstancial ou abala a confiança no país?

EA - O que está acontecendo prejudica muito nossa imagem como país e como destino de investimentos. A macroeconomia está estável, a inflação histórica, dos últimos 20, 30 anos, não ultrapassou um dígito, o endividamento está controlado. É um país com uma pressão tributária muito baixa.

É claro que seria injusto deixar de dizer que isso representa apenas uma parte do Paraguai. Há outra parte que vive na pobreza, que enfrenta necessidades. Mas, naturalmente, essa não é a preocupação daqueles que vêm investir. Os investidores querem inflação baixa, estabilidade, previsibilidade e segurança. E acredito que o que está acontecendo hoje nos atinge sobretudo em matéria de credibilidade e previsibilidade institucional.

Se as instituições que devem salvaguardar o bom funcionamento financeiro de um país são cúmplices de um roubo de US$ 3 bilhões, então isso coloca em dúvida todo o resto que pode acontecer no âmbito das finanças de um país como o nosso.

P. - Esta é uma crise de governo ou de sistema político?

EA - É uma crise de Estado. Este é um sistema político em crise há bastante tempo, mas o Partido Colorado, com muita força e dinheiro do crime organizado, além da verba pública que controla há muito tempo, conseguiu continuar mantendo o controle das instituições. Com esse dinheiro, controlam o Poder Judiciário, a Justiça Eleitoral e as maiorias no Congresso.

Esse sistema, que já está em crise e vem sendo sustentado com muito dinheiro ilegal, hoje sofreu o último golpe. Vejo uma indignação justificada de milhões de compatriotas que, tenho certeza, vão levar isso em consideração nas próximas eleições.

P. - O senhor tentou chegar à Presidência três vezes e não conseguiu alcançar esse objetivo. O que explica essa hegemonia do Partido Colorado?

EA - Bom, a hegemonia do Partido Colorado se sustenta, em primeiro lugar, em uma quantidade enorme de recursos de que eles dispõem a partir do setor público e do crime organizado. Isso permite que eles controlem as instituições. E também precisamos dizer, porque é preciso ser claro sobre o que acontece, que isso também lhes permite comprar setores da oposição.

E não nos permitiram competir em eleições justas e transparentes. Não nos permitiram disputar em condições de igualdade com a continuidade do Partido Colorado. Eles sempre se encarregaram, por meio do dinheiro, de dividir a oposição. Nós não temos segundo turno. Então, eles se encarregaram de nos dividir.

Nas últimas três eleições, em todas elas, se não fosse pela divisão da oposição, teríamos que estar vencendo. Hoje mesmo, o Partido Colorado está no poder sendo minoria, com 41% dos votos [o Paraguai não tem segundo turno].

59% dos paraguaios e paraguaias votaram pela mudança nas últimas eleições, mas eles se encarregaram de financiar a divisão para que não pudéssemos realizar a mudança de que o Paraguai precisa. E fizeram isso em 2023, 2018, 2003. Mas, sem dúvida alguma, também há uma responsabilidade da oposição.

P. - Na sua opinião, existe um distanciamento entre a oposição e a população?

EA - A população nunca se equivocou. Tivemos maioria na oposição em 2013, 2018 e 2023. Quem se equivocou foram alguns setores da oposição que receberam dinheiro do Partido Colorado para dividir. Por isso, estamos tentando emplacar um único candidato da oposição. Isso nos dá segurança para vencer.

P. - Em muitos países, crises como essa que o Paraguai está vivendo abriram as portas para forças radicais. O Paraguai corre esse risco?

EA - Acredito que é uma oportunidade e um desafio para a oposição. É preciso entender o momento, compreender a demanda dos cidadãos, chegar unidos, com uma proposta única e uma candidatura única. Quem está em crise hoje é a extrema direita que este governo representa.

P. - O senhor relaciona o que ocorreu no Paraguai com o escândalo do Banco Master, no Brasil?

EA - Sim, muito parecido. Muito parecido em uma questão central e fundamental: a cumplicidade do poder público. Sem a cumplicidade do poder político, isso que aconteceu no Paraguai não poderia existir. O que aconteceu no Brasil também não teria ocorrido se não houvesse responsabilidade e cumplicidade de setores do poder político.

P. - Quais são os próximos passos da oposição?

EA - Nada foi resolvido. As coisas continuam iguais. Alliana faz parte da mesma equipe que roubou o povo paraguaio. A grande tarefa agora é fazer com que o cidadão recupere até o último guarani que essas pessoas roubaram.

O que não podemos aceitar, e é isso que esses criminosos estão propondo, é criar outro fundo de garantias, o que significa pedir mais dinheiro ao povo paraguaio para pagar aquilo que eles nos roubaram. É um verdadeiro escândalo. Não querem devolver o dinheiro e não querem ir para a prisão. As duas coisas são inegociáveis para mim. Devem devolver o dinheiro e devem terminar na prisão.

RAIO-X | EFRAÍN ALEGRE, 63

Candidato à Presidência do Paraguai nas últimas três eleições do país, o advogado presidiu o Partido Liberal Radical Autêntico, principal sigla da oposição, de 2016 a 2023. Foi professor de direito na Universidad del Norte, em Assunção, por dez anos, deputado de 1998 a 2008 e ministro de Obras Públicas do ex-presidente Fernando Lugo.

 

 

 

por Folhapress

SÃO CARLOS/SP - Cerca de 25 mil pessoas participaram da festa em comemoração aos 169 anos de São Carlos, realizada na noite da última terça-feira (3/11), no entorno da Estação Ferroviária. Segundo estimativa da Guarda Municipal, o público acompanhou a programação musical, que teve como atração principal o cantor Xande de Pilares, além de apresentações do grupo Samba da Gente e de outros artistas locais.

O evento reuniu famílias e moradores de diferentes regiões da cidade em uma noite de música, lazer e confraternização. A estrutura contou com praça de alimentação, food trucks, ambulantes e a Feira da Economia Solidária, instalada na plataforma da Estação Ferroviária, com exposição e comercialização de produtos e serviços de empreendedores e iniciativas coletivas.

A comemoração integrou as ações pelos 80 anos do Sesc e foi realizada em parceria entre a Prefeitura de São Carlos, o Sesc São Carlos e o Sincomércio. Durante toda a programação, o transporte público foi gratuito, com 28 linhas atendendo a região do evento até o encerramento das atividades.

A operação de organização e segurança mobilizou aproximadamente 250 profissionais, entre integrantes da Guarda Municipal, Polícia Militar, agentes de trânsito e equipes de apoio. De acordo com a Guarda Municipal, não houve registro de incidentes.

O secretário municipal de Cultura e Turismo, Leandro Severo, destacou a expressiva participação popular e a diversidade da programação. Segundo ele, a festa proporcionou acesso gratuito à cultura e ao entretenimento, valorizando também os artistas locais, o artesanato e os empreendedores da cidade. Severo ressaltou ainda que a oferta de transporte gratuito e a estrutura organizada contribuíram para que a população pudesse aproveitar a comemoração com tranquilidade.

O prefeito Netto Donato também comemorou a presença do público e destacou a importância de celebrar a história do município com uma programação aberta a toda a população. “Preparamos essa comemoração com muito carinho para os são-carlenses. Ver milhares de pessoas reunidas, famílias aproveitando a programação com tranquilidade e nossos artistas participando dessa festa é motivo de muita alegria. Queríamos celebrar os 169 anos à altura da história da cidade e, ao mesmo tempo, começar a preparar o caminho para os 170 anos. Foi uma grande festa, gratuita e para todos”, afirmou.

A escolha da Estação Ferroviária como palco da comemoração também valorizou um dos espaços mais representativos da história de São Carlos. O desenvolvimento do município está diretamente ligado à expansão ferroviária no interior paulista, e a antiga estação permanece como referência histórica e importante espaço de convivência e atividades culturais.

Ao final do show, Xande de Pilares agradeceu a receptividade do público e parabenizou a cidade. “Obrigado, povo de São Carlos. Parabéns pelos 169 anos e pela energia de vocês. É tão bom quando a gente é recebido com energia boa. A gente sai leve, e foi assim que estou me sentindo depois dessa apresentação. Muita paz para todos nós”, declarou o cantor.

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