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Redação

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 Jornalista/Radialista

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BÉLGICA - Uma brasileira, de Conselheiro Lafaiete (MG), foi morta a golpes de facão na segunda-feira na cidade de Marche-en-Famenne, na Bélgica.

Silvilene Rocha, 37, teria sido perseguida por um jovem de 20 anos na rua onde estava vivendo. O caso aconteceu na avenida de la Toison d'Or, entre meia-noite e 1h da manhã (horário local), segundo informações da TV belga Lux.

Vestígios de sangue foram encontrados ao longo de vários metros na via pública. Uma testemunha disse à emissora que tentou ajudar a vítima, que teria ficado com ferimentos profundos na cabeça. "Cena de extrema violência", descreveu.

A companheira de Silvilene, de 26 anos e também brasileira, ficou gravemente ferida. Ela teria conseguido fugir do local do ataque e foi hospitalizada, mas sem risco de morrer.

Motivação do crime ainda está sendo investigada. Autoridades relataram à mídia local que a casa onde as duas moravam era alugada, com suspeita de ser usada para prostituição.

O suspeito, natural de Marche-en-Famenne e sem antecedentes criminais, foi preso preventivamente no mesmo dia. Ainda conforme a imprensa belga, três de quatro pessoas que haviam sido detidas foram liberadas após a investigação.

Uma amiga da mineira, que preferiu não se identificar, relatou ao UOL que ela já havia passado por vários países antes da Bélgica. "Sua partida deixa uma grande saudade e muitas lembranças dos momentos que compartilhamento. Você será lembrada com carinho e jamais será esquecida", escreveu a mulher nas redes sociais.

 

 

por Folhapress

IRÃ - As Forças Armadas dos Estados Unidos restabeleceram o bloqueio aos portos iranianos nesta terça-feira após uma nova escalada dos ataques do Irã contra embarcações que tentavam atravessar o estreito de Hormuz.

Antes da retomada do bloqueio, o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) informou que realizou uma nova série de bombardeios contra alvos em diferentes regiões do Irã. Durante a madrugada, sirenes de alerta para mísseis voltaram a soar no Bahrein e no Kuwait após novos ataques iranianos, ampliando a tensão na região e fragilizando ainda mais o cessar-fogo.

Poucas horas depois, a imprensa estatal iraniana informou que houve troca de tiros no estreito de Hormuz. Segundo o comandante do Centcom, almirante Brad Cooper, o Irã lançou dezenas de mísseis e drones contra países árabes vizinhos.

"Os Estados Unidos responsabilizam o Irã por agressões injustificadas que continuam colocando vidas inocentes em risco", afirmou o militar.

Atualmente, os EUA mantêm pelo menos 19 navios de guerra no Mar Arábico, entre eles dois porta-aviões e um navio de assalto anfíbio com mais de mil fuzileiros navais a bordo. O Centcom informou ainda que centenas de aeronaves militares estão em operação em diferentes pontos do Oriente Médio.

A retomada dos ataques e a disputa pelo controle do estreito de Hormuz aumentam o temor de uma nova guerra de grandes proporções na região.

Os Estados Unidos haviam imposto um bloqueio à passagem em abril, mas suspenderam a medida em junho, um dia após a assinatura de um acordo provisório que previa 60 dias de negociações sobre o programa nuclear iraniano e outros temas. As conversas, porém, perderam força à medida que os confrontos voltaram a se intensificar.

Na segunda-feira, ao anunciar o retorno do bloqueio, o presidente Donald Trump chegou a defender a cobrança de uma taxa de 20% sobre as cargas transportadas pelo estreito. Horas depois, porém, desistiu da proposta após pedidos de aliados do Golfo Pérsico.

Segundo Trump, líderes da região ofereceram investimentos bilionários nos Estados Unidos como alternativa à cobrança.

"Prefiro esse acordo a cobrar pedágio, porque não acho que alguém deva pagar para atravessar o estreito", declarou.

A proposta representaria uma mudança significativa na política americana, que historicamente defende a livre navegação na região.

Trump também afirmou, em entrevista à emissora Fox News, que novos ataques ao Irã poderão ocorrer nos próximos dias e que pontes e usinas de energia estão entre os possíveis alvos caso Teerã não retome as negociações.

O acordo temporário previa passagem livre pelo estreito de Hormuz durante 60 dias, mas não definiu regras para o período seguinte. O governo iraniano afirma ter o direito de controlar o tráfego marítimo e cobrar taxas pela utilização da rota, posição rejeitada por Washington.

Em meio ao aumento das tensões, o barril do petróleo Brent chegou a ultrapassar os US$ 87 durante a terça-feira, mas recuou para cerca de US$ 78 após as declarações de Trump.

Enquanto isso, mediadores internacionais, liderados pelo Paquistão, seguem tentando restabelecer o cessar-fogo. Delegações do Líbano e de Israel também voltaram a se reunir em Roma para negociar um acordo com mediação dos Estados Unidos.

Desde o início da guerra, o Hezbollah entrou no conflito em apoio ao Irã e lançou ataques contra Israel, que respondeu com uma ofensiva terrestre no sul do Líbano.

No mês passado, Israel e Líbano anunciaram um acordo preliminar para a retirada das tropas israelenses em troca do desarmamento do Hezbollah, mas a implementação do entendimento permanece travada.

 

 

por Notícias ao Minuto

IRÃ - O escritório do ex-presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad negou nesta terça-feira (14) que ele tenha sido o centro de uma operação secreta de Israel para prepará-lo como um ativo de inteligência e reconduzi-lo ao poder no Irã após a guerra.

A negativa, publicada em rede social ligada ao ex-presidente, veio um dia depois de o jornal americano The New York Times e o israelense Haaretz revelarem detalhes da operação, atribuída a autoridades americanas, israelenses e iranianas ouvidas sob condição de anonimato.

Segundo a reportagem do New York Times, o plano incluía a organização de uma conferência sobre mudanças climáticas na Hungria, usada como fachada para permitir encontros secretos entre Ahmadinejad e agentes da inteligência israelense.

A operação teria culminado logo no início da guerra entre Irã e Israel, com uma tentativa dramática de resgate do ex-presidente depois que sua residência foi atingida por um ataque aéreo -episódio após o qual, segundo o jornal, Ahmadinejad ficou desiludido com o plano e deixou o esconderijo em que estava sendo mantido.

O comunicado do gabinete de Ahmadinejad disse que a reportagem faz "alegações estilo Hollywood", criadas para minar sua popularidade. O comunicado afirmou ainda que o texto busca "explorar sensibilidades políticas decorrentes de ameaças militares", o que seria uma forma de "guerra psicológica" contra a população.

O grau de envolvimento pessoal do próprio Ahmadinejad na elaboração do comunicado não pôde ser confirmado, já que este foi assinado por seu gabinete e, em alguns trechos, se refere a ele na terceira pessoa. O texto foi veiculado por um órgão de imprensa próximo ao ex-presidente.

O New York Times citou quatro autoridades iranianas de alto escalão segundo as quais Ahmadinejad estaria em prisão domiciliar, sob custódia da ala de inteligência da Guarda Revolucionária, embora sua situação atual permaneça incerta. Já a nota publicada em seu nome nega que ele esteja em prisão domiciliar.

Em resposta às negativas, a porta-voz do jornal Nicole Taylor disse que o escritório de Ahmadinejad fez "acusações flagrantemente falsas" na tentativa de manipular a opinião pública.

Ela afirmou que a reportagem foi fruto do trabalho contínuo de uma equipe de repórteres experientes -os mesmos, ela destaca, que revelaram, em publicação em maio, que Ahmadinejad havia sido escolhido pelos EUA e por Israel para assumir o poder no Irã como parte de um plano de mudança de regime.

Ainda nesta terça, após as publicações do New York Times e do Haaretz, a televisão estatal iraniana exibiu imagens de Ahmadinejad no funeral do líder supremo Ali Khamenei, morto durante a guerra. Nas imagens, ele ergue a mão em aparente cumprimento a alguém fora da imagem, sorri e acena com a cabeça.

Autoridades israelenses não se pronunciaram publicamente sobre o plano publicado pelos jornais na segunda, e um porta-voz de Ahmadinejad havia se recusado a comentar antes da publicação das reportagens.

Ahmadinejad governou o Irã de 2005 a 2013 e ficou conhecido internacionalmente por discursos hostis a Israel, incluindo ameaças de apagar o país do mapa. Em anos recentes, porém, passou a criticar publicamente lideranças do regime iraniano por corrupção e reduziu o tom de sua retórica anti-israelense.

De acordo com o New York Times, em 28 de fevereiro -no início da guerra-, um ataque aéreo atingiu o complexo onde ele morava, mirando o alojamento de seus seguranças e seu carro blindado. Logo em seguida, um veículo preto teria chegado ao local e retirado o ex-presidente às pressas.

Já em um esconderijo, ele teria demonstrado insatisfação com a condução da operação -não está claro quando ou como deixou esse local posteriormente. A reportagem do NYT também aponta que, a partir do ataque, os serviços de inteligência do Irã passaram a investigar as ligações do ex-presidente com Israel.

 

 

por Folhapress

SÃO CARLOS/SP - O Serviço Autônomo de Água e Esgoto de São Carlos (SAAE) identificou, na quinta-feira, 9 de julho de 2026, entre 12h50 e 12h52, por meio do sistema de monitoramento por câmeras, mais um caso de descarte irregular de resíduos em via pública. Desta vez, um sofá foi abandonado ao lado do Ecoponto do Jardim Ipanema.

As imagens registram o momento em que a condutora descarta o móvel diretamente sobre o passeio público, em desacordo com a legislação municipal vigente. O caso é ainda mais grave porque o Ecoponto do Jardim Ipanema, localizado ao lado da área utilizada para o descarte irregular, funciona regularmente, inclusive aos finais de semana e feriados, oferecendo gratuitamente à população uma alternativa adequada para a destinação desse tipo de resíduo.

Além disso, o local havia sido recentemente limpo pela Administração Pública, o que amplia os prejuízos causados à limpeza urbana e ao uso coletivo do espaço público.

Após análise das imagens e conclusão dos procedimentos de fiscalização, a responsável pelo descarte irregular foi identificada e autuada pelo SAAE, sendo aplicada multa no valor de R$ 2.100,00, em conformidade com a legislação municipal vigente.

MULTAS PREVISTAS EM LEI – O descarte irregular consiste no abandono de lixo doméstico, entulho, móveis, eletroeletrônicos e outros resíduos em locais inadequados, como ruas, terrenos baldios, rios e áreas públicas. Além de causar prejuízos ao meio ambiente, com a contaminação do solo e da água, a prática favorece a proliferação de vetores de doenças e compromete a qualidade de vida da população.
A infração está prevista na Lei Municipal nº 19.926, de 17 de novembro de 2020, que institui o Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos do Município de São Carlos. Conforme estabelece o artigo 53 da legislação, estão sujeitas à aplicação de multa as seguintes infrações:
• Inciso II – Despejo irregular de resíduos sólidos, bem como sua colocação fora dos dias e horários da coleta seletiva ou em acondicionamento inadequado: multa de R$ 525,00 a R$ 1.050,00;
• Inciso IX – Lançamento de qualquer resíduo sólido em sarjetas, sumidouros, vias públicas e logradouros: multa de R$ 210,00 a R$ 1.050,00.
Considerando a gravidade da ocorrência, o valor total das multas aplicáveis pode chegar a R$ 2.100,00, podendo ser ampliado em caso de reincidência.

DESCARTE CORRETO NOS ECOPONTOS – São Carlos conta atualmente com seis Ecopontos, áreas públicas destinadas à entrega voluntária de resíduos que não devem ser descartados na coleta domiciliar convencional.
Nesses locais podem ser entregues resíduos da construção civil (RCC), podas e cortes de árvores, resíduos volumosos, como sofás, poltronas, armários e mesas, além de eletroeletrônicos, pneus e materiais recicláveis, como papel, papelão, plástico, metal e vidro. Não são aceitos pilhas e baterias, gesso, amianto, embalagens de agrotóxicos, solventes, óleos e outros resíduos classificados como perigosos.
Para resíduos volumosos, o limite permitido é de até 1 metro cúbico por dia, equivalente, por exemplo, a um sofá ou duas poltronas. Já para resíduos da construção civil em volume superior a 1 m³, bem como gesso, espelhos, telhas de amianto e outros materiais perigosos, é necessária a contratação de empresa especializada e devidamente autorizada para garantir a destinação ambientalmente adequada.

COLABORAÇÃO DA POPULAÇÃO – Mesmo com a fiscalização permanente e a disponibilização de seis Ecopontos distribuídos em diferentes regiões da cidade, o descarte irregular ainda é registrado com frequência.
A população pode colaborar encaminhando fotos, vídeos e informações que auxiliem na identificação dos responsáveis por esse tipo de infração. As denúncias podem ser feitas pelo telefone oficial do SAAE, 0800 300 1520, que também atende via WhatsApp, pelo WhatsApp de denúncias do Setor de Resíduos Sólidos do Serviço de Saneamento Básico, no número (16) 99645-6554, ou presencialmente em uma das unidades de atendimento do SAAE.

ENDEREÇOS DOS ECOPONTOS
São Carlos VIII
Rua Capitão Luiz Brandão, 1847 – esquina com a Avenida Cônego Alfredo José Volpe
Jardim Paulistano
Rua Indalécio de Campos Pereira, 1120 – esquina com a Rua Américo José Canhoto
Jardim Medeiros
Rua Aristodemo Pelegrini, s/n – esquina com a Rua João Genovez
Vida Nova (Planalto Verde)
Avenida Regit Arab, 1205
Jardim Ipanema
Rua Miguel Petrucelli, s/n
Cidade Aracy
Avenida Arnoldo Almeida Pires, 1.507
Horário de funcionamento
• Segunda a sexta-feira: das 8h às 18h;
• Sábados, domingos e feriados: das 8h às 12h.

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