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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Educação de São Carlos iniciou, na última quinta-feira (22/10), uma formação sobre Educação Integral, com a participação de equipe técnica, representantes de diferentes secretarias municipais e diretores escolares. O primeiro encontro foi realizado no Museu de Ciências Professor Mário Tolentino.

Promovida em parceria com o Centro de Referência em Educação Integral, a formação terá duração de quatro meses, com encontros presenciais e online. A programação prevê estudos, reflexões e troca de experiências sobre os princípios da Educação Integral e as estratégias para sua implementação na rede municipal de ensino.

A iniciativa busca fortalecer a articulação entre as diferentes áreas da administração municipal e as equipes escolares, contribuindo para o desenvolvimento de práticas pedagógicas e políticas públicas que considerem o estudante em suas múltiplas dimensões, incluindo aspectos cognitivos, sociais, emocionais e culturais.

“A Educação Integral é um compromisso da nossa gestão com o futuro das crianças de São Carlos. Estamos investindo na formação dos profissionais e na integração entre as secretarias para fortalecer as políticas públicas, ampliar as oportunidades de aprendizagem e garantir o desenvolvimento pleno dos nossos estudantes”, destacou o secretário municipal de Educação, Roselei Françoso.

A participação de representantes de diversas secretarias também pretende aproximar o planejamento das políticas públicas das necessidades das unidades escolares, incentivando ações integradas para ampliar as oportunidades de aprendizagem e favorecer o desenvolvimento integral dos estudantes.

SÃO CARLOS/SP - O Centro Municipal de Artes e Cultura (CEMAC), em São Carlos, recebe, de 30 de outubro a 1º de novembro, uma programação especial e gratuita dedicada às artes cênicas.

O evento reúne espetáculo teatral, bate-papo, oficinas formativas e encontros de integração focados no intercâmbio cultural e no fortalecimento do teatro local. As atividades serão realizadas na sede do CEMAC, localizada na Rua São Paulo, 745, no Centro.

A abertura acontece nesta sexta-feira (30/10), às 19h, com a apresentação do espetáculo “Malazarte”. Logo após a encenação, será realizado um bate-papo entre os artistas e a plateia, promovendo um espaço de diálogo sobre a obra, processos criativos e reflexão teatral.

No sábado (31/10), a agenda conta com duas oficinas formativas. Das 14h às 17h, o arte-educador Eduardo Bartolomeu ministra a oficina “Teatro e Memória, Nascem Histórias”, explorando as conexões entre narrativas pessoais, memória e construção dramática. Em seguida, das 15h às 18h, Flávia Bertinelli comanda a oficina “Além das Máscaras”, dedicada à pesquisa do trabalho de corpo, expressividade e linguagem de máscaras no teatro.

No domingo (01/11), a programação começa logo pela manhã, das 10h às 13h, com a oficina “O Gênero Cômico e a Cultura Popular Brasileira”, ministrada por Luís Alberto de Abreu, focada nas matrizes da comédia e na tradição popular nacional. O encerramento do encontro ocorre no período da tarde, das 14h30 às 18h30, com a atividade “Com o Outro, Nasce um Encontro”, voltada à integração prática com o Grupo de Teatro Espelunca.

A iniciativa busca democratizar o acesso à cultura, incentivar a formação artística de novos talentos e estimular o intercâmbio de experiências entre criadores, estudantes e a comunidade de São Carlos.


SERVIÇO
Programação Teatral no CEMAC
Data: 30 de outubro a 1º de novembro
Local: CEMAC – Centro Municipal de Artes e Cultura
Endereço: Rua São Paulo, 745, Centro – São Carlos/SP
Entrada: Gratuita

Confira o cronograma completo:
- 30 de outubro (Sexta-feira)
19h – Espetáculo teatral “Malazarte” (seguido de bate-papo com o público)
- 31 de outubro (Sábado)
14h às 17h– Oficina “Teatro e Memória, Nascem Histórias”, com Eduardo Bartolomeu
15h às 18h – Oficina *“Além das Máscaras”, com Flávia Bertinelli
- 1º de novembro (Domingo)
10h às 13h – Oficina “O Gênero Cômico e a Cultura Popular Brasileira”, com Luís Alberto de Abreu
14h30 às 18h30– Encontro “Com o Outro, Nasce um Encontro” (Integração com o Grupo de Teatro Espelunca).

EUA - Miami Heat superou o Atlanta Hawks por 129 x 117 nesta quarta-feira (29) e conquistou o primeiro triunfo na temporada. O desempenho da franquia passou pela performance de Bam Adebayo e Giannis Antetokounmpo, que dividiram o posto de cestinha do confronto. Além disso, Adebayo quebrou o recorde de rebotes do time.

Jogando fora de casa, Bam e Giannis somaram 24 pontos cada um. Do lado do anfitrião, Nickeil Alexander-Walker foi o que mais pontou, com 23 pontos.

Além de ser um dos cestinhas, Adebayo foi responsável por três assistências e nove rebotes. Antetokounmpo até recuperou mais bolas que o parceiro, ao conseguir 18 rebotes, mas, mesmo assim, foi Bam quem conseguiu ultrapassar Udonis Haslem para ser o maior reboteiro da história do Miami Heat.

- Cheguei a esta liga querendo apenas causar impacto, deixar a minha marca. E ultrapassar algumas das pessoas que estiveram comigo nessa jornada... não posso fazer nada além de agradecer a Deus e também reconhecer a importância das pessoas que sempre estiveram ao meu redor - comentou Bam após o término do jogo.

Desde novembro de 2012, o líder em rebotes somava 5.791 rebotes em sua carreira de 20 temporadas no time, sendo superado por Adebayo, que terminou a partida com 5.794. Haslem, inclusive, também antecedeu o pivô como capitão do elenco.

- Foi um momento muito especial no vestiário. Mais do que merecido. Ele conseguiu isso com uma força de vontade de ferro, uma ética de trabalho inigualável. São muitos rebotes no meio do tráfego, levando pancada, brigando ali dentro. Conseguir isso e quebrar o recorde do seu irmão, UD (Udonis Haslem), é realmente um momento muito especial - afirmou o técnico Erik Spoelstra.

Adebayo é destaque em outros rankings da franquia. Na lista de maiores pontuadores, ele está em segundo, atrás apenas do membro do Hall da Fama Dwyane Wade, além de ser o terceiro em assistências, o terceiro em roubos de bola e o quinto em tocos.

 

 

Por Redação do ge

EUA - Um casal negro entrou na Justiça nos Estados Unidos após receber, por engano, uma mensagem de texto de uma corretora de imóveis com um comentário racista. O episódio aconteceu em junho, durante uma visita a uma casa para alugar no bairro de Flushing, no Queens, em Nova York, mas ganhou repercussão após a apresentação do processo judicial, em outubro.

Lisa Renee Olaso e seu noivo, Cyril Julien Christopher, estavam prestes a conhecer um imóvel de três quartos quando receberam uma mensagem enviada pela corretora Helen Tzelios, que trabalhava para a imobiliária Douglas Elliman Realty.

"Aff, eles são negros", dizia o texto, traduzido do original em inglês, "Ugh, they're Black".

Segundo a ação judicial, a mensagem deveria ter sido enviada a um dos proprietários do imóvel, mas acabou chegando ao celular de Lisa.

O casal havia viajado de Delaware para Nova York porque Lisa conseguira um novo emprego na companhia aérea Delta Air Lines, no Aeroporto Internacional John F. Kennedy.

Corretora tentou explicar mensagem racista

Ao receber o texto, Lisa ficou em choque e começou a chorar. Ela confrontou a corretora, que pediu desculpas e tentou justificar o comentário.

Segundo o relato apresentado à Justiça, Helen afirmou que moradores negros haviam causado problemas anteriormente na casa e na vizinhança.

A explicação não convenceu o casal, que decidiu abandonar a visita sem conhecer o imóvel.

"Ela enviou por engano para nós. Mas era para o proprietário", contou Lisa à NBC New York.

Em entrevista à emissora, a mulher afirmou que o pedido de desculpas não apagou o sofrimento provocado pelo episódio.

"Isso não muda a dor. Não tira a dor que você nos causou naquele dia", declarou.

De acordo com o advogado Kenneth Mollins, a corretora ainda tentou apagar a mensagem e continuou oferecendo outros imóveis ao casal, até ser bloqueada.

Casal processou corretora, imobiliária e proprietários

A ação foi apresentada à Suprema Corte do Condado de Queens e acusa a corretora, a imobiliária Douglas Elliman e os proprietários do imóvel de violarem leis federais, estaduais e municipais que proíbem a discriminação racial no acesso à moradia.

Entre as normas mencionadas está a Fair Housing Act, legislação federal americana que proíbe a discriminação habitacional por motivos como raça e cor.

O advogado do casal argumenta que a mensagem sugere que a corretora acreditava que os proprietários compartilhavam da mesma preocupação em relação à cor da pele dos possíveis inquilinos.

"Esta é uma das situações mais explícitas que existem. É horrível", afirmou Mollins ao jornal americano Newsday.

O advogado também declarou ao Gothamist que o objetivo do casal é mostrar que a discriminação racial continua presente no mercado imobiliário de Nova York.

Embora o processo inclua pedidos de indenização compensatória e punitiva, o advogado afirmou que os clientes não estão motivados principalmente por dinheiro.

Corretora foi desligada da imobiliária

Após tomar conhecimento da ação judicial, a Douglas Elliman informou que encerrou o vínculo profissional com Helen Tzelios na quinta-feira (22).

Em comunicado enviado ao Newsday, o porta-voz Stephen Larkin afirmou que a empresa mantém uma política de tolerância zero contra qualquer forma de discriminação.

"A corretora não faz mais parte da empresa", declarou.

Helen trabalhava como profissional independente vinculada à imobiliária e, segundo registros consultados pelo jornal americano, mantinha uma relação profissional com a empresa desde 2000.

O Departamento de Estado de Nova York, responsável pela regulamentação das licenças imobiliárias, confirmou que a profissional continua licenciada, mas não está vinculada a nenhuma corretora.

Por esse motivo, ela não pode exercer a atividade sem uma empresa responsável por sua licença.

O órgão informou ainda que está examinando o caso. Caso seja constatada uma violação das leis de habitação, a profissional poderá enfrentar sanções administrativas, incluindo multas, suspensão ou perda da licença.

A corretora não respondeu aos pedidos de comentário da imprensa americana. Os proprietários do imóvel também não se manifestaram.

Casal encontrou outra casa em Nova York

Depois do episódio, Lisa e Christopher conseguiram alugar uma residência em Commack, na região de Long Island.

Lisa trabalha como gerente em uma companhia aérea, enquanto Christopher é técnico cirúrgico em um hospital do Brooklyn.

Ao Newsday, Christopher afirmou que ficou profundamente abalado ao descobrir o motivo pelo qual a noiva estava chorando.

"Isso me abalou profundamente", declarou. Ele acrescentou que nunca havia enfrentado uma situação de racismo semelhante.

Lisa afirmou que decidiu denunciar o episódio também em respeito às gerações anteriores que lutaram pelos direitos civis nos Estados Unidos.

"Como vou promover mudanças se simplesmente varrer as coisas para debaixo do tapete?", questionou em entrevista ao Gothamist.

 

 

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