Jornalista/Radialista
Ajulliacosta, Luedji Luna, Rachel Reis e Urias se apresentam pela primeira vez no festival, destacando sonoridades, narrativas e trajetórias diversas da música brasileira contemporânea
RIBEIRÃO PRETO/SP - As vozes femininas que estreiam no João Rock em 2026 chegam de diferentes partes do país, transitam por estilos distintos e compartilham uma característica em comum: a construção de trabalhos autorais que vêm conquistando espaço entre os nomes mais relevantes da música brasileira. Ajulliacosta, Luedji Luna, Rachel Reis e Urias fazem sua primeira apresentação no festival e levam ao público repertórios marcados por identidade e inovação.
“A música brasileira vive um momento muito rico de diversidade criativa, e essas artistas representam bem essa força. Cada uma delas traz uma contribuição importante para a cena contemporânea e ajuda a ampliar as experiências, afirma Marcelo Rocci, um dos organizadores do João Rock.
Dona de uma das vozes mais marcantes da música brasileira contemporânea, Luedji Luna leva ao festival uma obra que combina sensibilidade, ancestralidade e profundidade, transitando entre a MPB e o jazz.
“Estou animada demais para chegar no João Rock com esse show tão leve, que tem me feito tão bem por todos os lugares que já passamos nesse último ano. A gente dança, namora, se emociona, ri. Não vejo a hora de sentir a energia desse festival tão querido e renomado”, destaca a artista.
Urias estreia no festival com um trabalho reconhecido pela combinação entre música, performance, moda e artes visuais. Dona de uma estética singular, ela promete apresentar uma sonoridade que transita entre o pop, eletrônico e R&B.
Outra estreia aguardada é a de Rachel Reis. Conhecida como "Sereiona", a cantora e compositora baiana construiu uma trajetória marcada pela mistura de referências como samba-reggae, arrocha, reggae, pagodão e samba jazz. Rachel conquistou espaço entre os principais nomes da nova cena brasileira, sendo indicada ao Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de MPB com “Divina Casca”.
Ajulliacosta chega com a força dos nomes que representam a nova geração da música brasileira e estreia no João Rock em um dos momentos mais importantes de sua trajetória. “Para mim é muito importante ocupar espaço em festivais como o João Rock. É um passo muito importante para a ascensão que eu vivo neste momento”, comenta a cantora.
Palco Aquarela – Criado em 2023, o espaço amplia a diversidade artística do festival ao reunir diferentes sonoridades e gerações da música brasileira. “O Palco Aquarela também é uma homenagem do festival às mulheres que traduzem a pluralidade da cena nacional. Nosso objetivo é promover encontros e conexões entre nomes consagrados e novas vozes que representam a música brasileira em todas as suas nuances e tons”, conta Luit Marques, um dos organizadores do João Rock.
Além das estreantes, o festival, que está em sua 23ª edição, também recebe este ano Marina Sena, Ana Carolina, CPM 22, Detonautas, Raimundos, BaianaSystem, FBC, Armandinho, Os Paralamas do Sucesso, Alceu Valença, Nação Zumbi, Lagum, Djonga, Criolo, Zé Ramalho, Yago Oproprio, Chico Chico, Tucumanus e Victor Xamã, além de projetos especiais como “Marcelo D2 convida Rael” e o show “Charlie Brown Jr. Acústico”, com Negra Li e Marcelo Nova. Ao todo, são mais de 30 atrações em quatro palcos para celebrar a música nacional para um público de 65 mil pessoas em um único dia.
Com ingressos esgotados desde abril, o João Rock será realizado no dia 1º de agosto, no Parque Permanente de Exposições de Ribeirão Preto-SP.
João Rock 2026
Data: 1º de agosto (sábado)
Local: Parque Permanente de Exposições – Ribeirão Preto-SP
Informações: www.joaorock.com.br
Sobre o João Rock
O João Rock é um dos mais importantes festivais de música do Brasil, realizado anualmente desde 2002 em Ribeirão Preto. Com foco na música brasileira, o evento nasceu com a proposta de valorizar artistas nacionais e celebrar a diversidade do país, reunindo gêneros que vão do rock ao rap, reggae, MPB e outros ritmos conectados.
Em mais de 20 anos de história, o evento já apresentou cerca de 300 shows em seus palcos, promovendo encontros históricos e inéditos.
ARARAQUARA/SP - Uma ocorrência atendida pela Guarda Civil Municipal de Araraquara terminou com a prisão de um homem que teria violado uma medida protetiva prevista na Lei Maria da Penha. O caso foi registrado no bairro Jardim Brasil (Vila Xavier) após o acionamento do Botão do Pânico.
De acordo com a GCM, o chamado foi recebido pelo Centro de Operações e Inteligência (COI), que mobilizou imediatamente uma equipe para prestar atendimento à vítima. No local, ela relatou que o ex-companheiro havia comparecido à residência, contrariando decisão judicial que determina seu afastamento.
Mesmo tendo deixado o imóvel antes da chegada da viatura, o suspeito foi localizado durante diligências realizadas pela Guarda Municipal nas imediações.
A vítima manifestou interesse em prosseguir com a representação criminal, e o homem foi levado ao Plantão Policial. Após análise da ocorrência, o delegado de plantão confirmou a prisão em flagrante pelo descumprimento da medida protetiva. O detido foi posteriormente encaminhado à Cadeia Pública de Santa Ernestina, onde permaneceu à disposição da Justiça.
IBATÉ/SP - Uma ação da Guarda Municipal de Ibaté terminou com a apreensão de drogas na noite desta segunda-feira (6), no bairro Jardim Cruzado. A ocorrência foi registrada por volta das 20h05, durante patrulhamento de rotina voltado à prevenção da criminalidade.
Segundo a Guarda Municipal, os agentes intensificavam o policiamento em pontos conhecidos por denúncias de tráfico quando decidiram realizar novas averiguações na Rua Borborema. Durante a inspeção, localizaram uma caixa escondida contendo uma sacola com diversas porções de entorpecentes.
Foram apreendidos 72 pinos de cocaína, 35 porções de crack e oito porções de maconha. O material estava embalado de forma típica para venda.
Apesar das buscas realizadas na região, ninguém foi encontrado para assumir a posse dos entorpecentes. Todo o material foi apresentado no Plantão Policial de São Carlos, onde foi apreendido para investigação e posterior perícia.
RIO DE JANEIRO/RJ - Romário desabafou contra Endrick, Vinicius Junior e Carlo Ancelotti depois da eliminação do Brasil para a Noruega, nas oitavas de final da Copa do Mundo. O tetracampeão mundial cobrou mais atitude dos atacantes e questionou escolhas do treinador no torneio.
Endrick foi alvo do Baixinho por conta de uma chance desperdiçada aos 13 minutos do segundo tempo. Ele havia acabado de entrar na vaga de Matheus Cunha, foi lançado por Vinícius Júnior, saiu cara a cara com o goleiro, mas finalizou para fora.
"Muita gente falando: 'Ah, mas ele é novo'. Foda-se que é novo, tem que fazer a porra do gol. Novo, meio, velho, que se foda."
— Se ele está ali, tem a responsabilidade de fazer o gol, não tem jeito. A culpa do Endrick ter perdido o gol foi do próprio Endrick. Chegando ali, tem que se concentrar para fazer o gol, porque é a bola decisiva, que vai definir um jogo. Gosto dele, acho que vai ser um jogador que vai nos dar felicidade, mas, ontem (domingo), ele foi terrível — disse, à "Romário TV".
Foi a única chance de gol do centroavante na partida. Poucos minutos depois, Ancelotti decidiu pela entrada de Neymar em campo, e Endrick foi deslocado para o lado direito do ataque. Depois da partida, o garoto lamentou a oportunidade desperdiçada.
Endrick ficou fora de parte do ciclo por conta da baixa minutagem no Real Madrid e foi chamado pela primeira vez com Ancelotti nos amistosos de março. Com boa participação contra a Croácia, garantiu vaga na Copa do Mundo. Reserva no torneio, o atacante só não foi acionado na estreia, diante do Marrocos, e terminou a participação sem balançar as redes.
Pênalti de Bruno e cobrança a Vini
A crítica sobre o camisa 7 está relacionada ao pênalti desperdiçado por Bruno Guimarães, ainda no primeiro tempo. Na visão de Romário, mesmo com aproveitamento melhor do que camisa 8 nos treinos, o atacante deveria ter assumido a cobrança.
— Ouvi e li, em relação ao pênalti, que o Bruno Guimarães se saiu melhor do que ele, que o Bruno bate pênalti melhor, por isso a ordem era ele bater. Tudo certo, muito legal, ele respeitou a ordem do treinador.
"Mas, irmão, tem que ter atitude. O Vini Jr é o protagonista, é o p... que nós temos na seleção. Pega a porra dessa bola, bate o pênalti e está resolvido."
Depois da partida, Vini e Carlo Ancelotti explicaram que a decisão por Bruno Guimarães foi tomada antes da partida: "Escolhemos Bruno Guimarães porque pensamos que era o melhor no campo", explicou o italiano.
Ancelotti também na mira
Sobre o treinador, as duas reclamações estão relacionadas ao volante Éderson. Romário não concorda com a convocação dele para a vaga do lateral-direito Wesley, lesionado às vésperas da Copa, e também questiona a entrada do volante na vaga de Bruno Guimarães, no segundo tempo contra a Noruega.
"Não estou dizendo que o Ancelotti é o principal culpado, mas ele tem culpa para caralho nessa derrota. Muita coisa."
– Ele tira o Bruno Guimarães e coloca o Éderson para quê? Quero entender o que ele quis fazer naquela porra. Não temos (lateral) porque ele não convocou. Tinha lateral, machucou, ele convocou zagueiro. Ele convocou Wesley, ele machucou, tinha que ter trazido outro. Eu sei (que não tem lateral), mas tem alguém melhor do que o Éderson para fazer a lateral.
Por Redação do ge
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