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Redação

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 Jornalista/Radialista

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BRASÍLIA/DF - O governo federal lançou, nesta terça-feira (12), o programa Brasil Contra o Crime Organizado. Entre as ações, estão previstas o fortalecimento das atuais Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (Ficco), a compra de equipamentos e a promoção de 138 unidades prisionais para o padrão de segurança máxima dos presídios federais, com o objetivo de frear a articulação criminosa. O cronograma estabelece operações mensais integradas e a instalação, até setembro, dos comitês integrados de investigação financeira e recuperação de ativos.

Segundo o Palácio do Planalto, a “nova estratégia nacional” de enfrentamento às organizações criminosas está estruturada a partir de quatro eixos de ações para as quais serão destinados, ainda este ano, R$ 1,06 bilhão, além de uma linha de financiamento de R$ 10 bilhões.

  • asfixia financeira do crime organizado;
  • fortalecimento da segurança no sistema prisional;
  • qualificação da investigação de homicídios;
  • enfrentamento ao tráfico de armas, munições, acessórios e explosivos.

De acordo com o governo federal, os quatro eixos foram pensados como uma resposta apropriada a cada um dos pilares sobre os quais as facções criminosas sustentam seu poder: obtenção de lucros com as atividades ilícitas; comando das prisões, onde arregimentam mão de obra; falta de resposta/punição à violência letal e poder armado.
 

Articulação

Ainda de acordo com o Palácio do Planalto, a proposta é promover uma maior articulação entre as instâncias federal, estaduais e municipais, qualificando e potencializando investimentos e esforços operacionais contra “o andar de cima, o comando, e a base econômica das facções criminosas”

Lula ressaltou que o Executivo federal não tem intenção de ocupar o espaço dos governadores ou da polícia estadual.

"O dado concreto é que, se a gente não trabalhar junto, a gente não consegue vencer. E o crime organizado se aproveita da nossa divisão”, acrescentou.

Crédito

Além dos R$ 1,06 bi de investimento direto, o programa prevê a criação de uma linha de crédito para a segurança pública de R$ 10 bilhões. O dinheiro virá do Fundo Nacional de Investimento em Infraestrutura Social. Criado em 2024, o chamado Fiis assegura recursos para o financiamento de investimentos em infraestrutura social, incluindo a melhoria da segurança pública.

Os estados ou municípios que recorrerem à linha de crédito poderão usar os valores contratados na compra de viaturas, motocicletas operacionais, lanchas, embarcações, equipamentos de proteção individual, equipamentos de menor potencial ofensivo, drones, sistemas de radiocomunicação e videomonitoramento e câmeras e scanners corporais, bem como na reforma de estabelecimentos penais, bloqueadores de sinal, equipamentos de perícia e informática e em soluções tecnológicas específicas para o setor.

Eixos

O primeiro eixo do programa, que está focado no estrangulamento dos fluxos financeiros que sustentam as atuais redes de atividades ilícitas, prevê um investimento federal direto de R$ 388,9 milhões. Entre as ações previstas está o fortalecimento das atuais Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (Ficco), grupos operacionais que atuam em diferentes unidades federativas do Brasil, reunindo agentes de segurança locais e federais. Além disso, a ideia é criar uma Força nacional (Ficcos) para operações interestaduais de alta complexidade. Entre as outras ações previstas estão:

  • a instalação, em outras unidades federativas, do Comitê Integrado de Investigação Financeira e Recuperação de Ativos (CIFRA), criado em novembro de 2023, pelos governos federal e do Rio de Janeiro;
  • o uso de novas ferramentas de análise criminal, como as modernas soluções tecnológicas para extração de dados de dispositivos móveis (smartphones; tablets, notebooks e wearables etc);
  • a ampliação da alienação antecipada de bens do crime organizado, com leilões centralizados no Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Presídios

Para ampliar o controle e a vigilância em estabelecimentos prisionais, a previsão é investir, em 2026, R$ 330,6 milhões para ampliar o controle sobre unidades estratégicas. O objetivo é “interromper a capacidade de articulação criminosa a partir das prisões".

A proposta inicial é promover 138 estabelecimentos (o que representa cerca de 10% da totalidade de unidades prisionais do país) ao “padrão de segurança máxima”, semelhante ao dos presídios federais.

Segundo o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, 80% das lideranças de organizações criminosas identificadas no país estão cumprindo pena nestes 138 estabelecimentos. Este segundo eixo do programa prevê:

  • a aquisição de drones, kits de varredura, raios X, veículos, georradares, scanners corporais, detectores de metal, soluções de áudio e vídeo e bloqueadores de celulares;
  • a criação do Centro Nacional de Inteligência Penal (CNIP);
  • a realização de operações integradas de inteligência para retirada de celulares, armas, drogas e outros objetos ilícitos dos presídios;
  • o fortalecimento das agências de inteligência penitenciária;
  • a capacitação de servidores e da padronização de protocolos de segurança.

Homicídios

O terceiro eixo busca melhorar a eficiência na resolução de crimes letais por meio da qualificação da investigação e da perícia policial. Aproximadamente R$ 201 milhões vão ser distribuídos, este ano, entre o conjunto de ações que preveem:

  • o fortalecimento das polícias científicas;
  • a estruturação e qualificação dos Institutos Médico-Legais (IMLs);
  • o fortalecimento da Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos;
  • a articulação do Sistema Nacional de Análise Balística (Sinab);
  • a aquisição pelo governo federal, e posterior distribuição aos estados, de equipamentos como freezers científicos, viaturas refrigeradas para transporte de corpos, mesas de necropsia, mesas ginecológicas, comparadores balísticos, equipamentos de DNA, kits de coleta e amplificação de material biológico, armários deslizantes e cromatógrafos.

Tráfico

O programa promete destinar cerca de R$ 145 milhões às ações do programa de enfrentamento ao comércio ilegal de armas, munições e explosivos. Entre as quais estão:

  • o fortalecimento da capacidade de rastreamento e investigação;
  • a criação da Rede Nacional de Enfrentamento do Tráfico de Armas, Munições, Acessórios e Explosivos (Renarm);
  • o fortalecimento do Sistema Nacional de Armas (Sinarm);
  • o aparelhamento de delegacias especializadas;
  • operações integradas de combate ao tráfico e ao desvio de armas.

De acordo com o ministro da Justiça e Segurança Pública, os dois primeiros eixos do programa partem de experiências “sólidas e já comprovadas”: a Operação Carbono Oculto, realizada em agosto de 2025, contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), e o exemplo dos presídios federais.

“Os outros dois eixos, com muita consistência, serão inovação fundamental para fecharmos a lógica que é o aumento do esclarecimento das taxas de homicídios [...] para eliminarmos este fator de atemorização, retroalimentando o poder do crime organizado, e o combate severo ao tráfico de armas”, explicou Wellington Silva.

Operações

O cronograma prevê a realização de operações mensais integradas das Ficcos estaduais e da Ficco nacional, além da instalação dos comitês integrados de investigação financeira e recuperação de ativos (CIFRAs) estaduais até setembro deste ano.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

SÃO CARLOS/SP - O Serviço Autônomo de Água e Esgoto de São Carlos (SAAE) realizou, na terça-feira, 12 de maio, o treinamento “Trabalho em Altura – NR-35”, voltado à capacitação e segurança dos servidores da autarquia. A atividade aconteceu no auditório da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Monjolinho, localizada na Estrada Vicinal Cônego Washington José Pêra, s/n, e foi ministrada por Marcelo Alves da Silva Fontes, Chefe do Setor de Serviços Especializados em Segurança e Medicina do Trabalho (SSESMT).

NORMA REGULAMENTADORA Nº 35  - A capacitação integra as ações contínuas do SAAE voltadas à prevenção de acidentes e ao cumprimento das normas de segurança do trabalho. A Norma Regulamentadora nº 35 (NR-35) estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para atividades realizadas em altura, considerando como trabalho em altura toda atividade executada acima de dois metros do nível inferior, onde haja risco de queda.

CAPACITAÇÃO - Durante o treinamento, os participantes receberam orientações sobre planejamento, organização e execução segura das atividades, além de conteúdos relacionados à análise de risco, permissão de trabalho, uso correto de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), sistemas de proteção coletiva, inspeção e conservação dos equipamentos, procedimentos preventivos, condições impeditivas, além de noções técnicas de resgate e primeiros socorros em situações de emergência.

Segundo Marcelo Alves da Silva Fontes, do SSESMT, a capacitação é obrigatória para os profissionais que executam esse tipo de atividade e representa uma importante ferramenta de prevenção. “O objetivo do treinamento é capacitar os servidores para a realização de atividades em altura de forma segura e dentro das normas estabelecidas. A NR-35 é uma capacitação obrigatória para todos os trabalhadores que executam esse tipo de atividade. O SAAE promove constantemente treinamentos voltados aos servidores de diversos setores da autarquia, garantindo o cumprimento das exigências legais do Ministério do Trabalho e reforçando a importância da segurança e da prevenção de acidentes no ambiente de trabalho”.

SÃO CARLOS/SP - Uma ação da Guarda Municipal resultou na apreensão de diversas porções de drogas na manhã desta terça-feira (12), no bairro São Carlos I, em São Carlos.

De acordo com informações da corporação, a equipe fazia patrulhamento pela Rua Rachid Kabalan Fakhouri quando um suspeito fugiu ao notar a presença dos agentes. Apesar das buscas, o homem não foi localizado.

Diante da suspeita de tráfico de entorpecentes na região, considerada ponto conhecido pela comercialização de drogas, os guardas utilizaram a cadela farejadora K9 Índia para realizar uma varredura nas proximidades.

Durante as buscas, o animal encontrou uma sacola escondida em uma área com mato, na calçada do Centro de Economia Solidária. No interior da embalagem havia centenas de porções de diferentes tipos de entorpecentes.

Segundo a Guarda Municipal, foram apreendidas 228 pedras de crack, 233 eppendorfs de cocaína, 124 invólucros de maconha, 26 porções de ice, quatro comprimidos de ecstasy e 20 microtubos contendo skunk.

Os entorpecentes foram recolhidos e apresentados no Centro de Polícia Judiciária (CPJ) de São Carlos. Nenhum suspeito foi detido até o momento.

SÃO CARLOS/SP - O aumento do número de moradores em situação de rua em São Carlos continua sendo motivo de preocupação para moradores, comerciantes e famílias em diversas regiões da cidade. Diante das constantes reclamações da população e da falta de avanços concretos, Jùlio Cesar voltou a cobrar providências mais efetivas por parte da secretaria responsável para enfrentar o problema.

Nos últimos meses, Jùlio já apresentou requerimentos solicitando informações da secretaria sobre quais medidas estão sendo adotadas pelo município, além de cobrar a realização de um censo oficial para identificar quantas pessoas vivem atualmente nessa situação em São Carlos e qual é o perfil dessa população.

Segundo Jùlio, sem dados atualizados, transparência e planejamento, o município acaba atuando apenas de forma emergencial, sem conseguir atacar as causas do problema.

Há cerca de dois anos, um levantamento realizado pela Polícia Militar apontava a existência de 479 pessoas em situação de rua em São Carlos, sendo que aproximadamente 93% eram de outras cidades. Para Jùlio, os números reforçam a necessidade de uma atuação mais firme e organizada do poder público.

Entre as propostas defendidas por ele, está a divulgação mensal de estatísticas no portal da Prefeitura, trazendo informações sobre abordagens sociais, acolhimentos, encaminhamentos e ações realizadas pelas equipes responsáveis. A proposta também prevê a apresentação de dados sobre a realidade dessas pessoas, como casos de dependência química, alcoolismo, vulnerabilidade econômica, abandono familiar e transtornos mentais.

Jùlio também defende que a cidade amplie as ações voltadas à reinserção social e recuperação dessas pessoas, buscando soluções que tragam resultados reais tanto para quem vive em situação de vulnerabilidade quanto para a população que sofre diariamente com o aumento da insegurança, da sujeira e da degradação em espaços públicos.

“O problema cresce a cada dia e a população quer respostas. Precisamos entender a real dimensão dessa situação para buscar soluções mais eficientes, humanas e que realmente funcionem”, destacou Jùlio Cesar.

Ele reforçou ainda que o debate precisa ir além do assistencialismo e avançar para medidas concretas, com planejamento, fiscalização e integração entre assistência social, saúde e segurança pública.

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