fbpx

Acesse sua conta de usuário

Nome de usuário *
Senha *
Lembrar de mim
Redação

Redação

 Jornalista/Radialista

URL do site: https://www.radiosanca.com.br/equipe/ivan-lucas E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

KIEV - Um novo ataque russo contra Kiev deixou ao menos 12 mortos e 33 feridos entre a noite de quarta-feira (19) e a madrugada desta quinta-feira (20), segundo autoridades ucranianas. O bombardeio atingiu diferentes pontos da capital e provocou danos em prédios residenciais e outras estruturas.

O alerta aéreo permaneceu ativo durante boa parte da madrugada. Os ataques alcançaram os distritos de Darnytskyi, Sviatoshynskyi e Solomianskyi, onde equipes de emergência trabalharam no resgate de moradores presos entre os escombros.

Em Solomianskyi, os dois últimos andares de um prédio residencial de nove pavimentos foram destruídos. Incêndios também atingiram outros pontos do edifício. Uma escola e instalações médicas estão entre os locais danificados durante a ofensiva.

A Rússia tem intensificado o uso de mísseis balísticos contra Kiev em meio às dificuldades enfrentadas pela Ucrânia para manter seus sistemas de defesa antiaérea abastecidos.

O país dispõe de um número limitado de equipamentos capazes de interceptar esse tipo de armamento. Entre eles estão os sistemas Patriot, de fabricação norte-americana, cuja disponibilidade de mísseis interceptadores tem sido apontada como um dos principais gargalos da defesa ucraniana.

Enquanto Moscou amplia os ataques contra a capital e outras regiões da Ucrânia, Kiev também mantém uma campanha de longo alcance contra alvos dentro do território russo.

As forças ucranianas têm direcionado ofensivas contra depósitos de armamentos, instalações militares e estruturas logísticas com o objetivo de reduzir a capacidade da Rússia de sustentar os ataques contra cidades ucranianas.

O Ministério da Defesa russo afirmou que a ofensiva desta quinta-feira teve como alvos instalações ligadas à produção de componentes de drones, além de um depósito militar e um centro logístico na região de Kiev.

 

 

NOTÍCIAS AO MINUTO

MONGÓLIA - Indígenas de diferentes partes do mundo protestaram na quinta-feira (20) para serem incluídos nas negociações oficiais da 17ª Conferência das Nações Unidas de Combate à Desertificação (COP17), que está sendo realizada em Ulaanbaatar, capital da Mongólia.

Eles consideram que o espaço específico criado este ano para se reunirem dentro do evento, chamado de Caucus Indígena e de Comunidades Tradicionais, é insuficiente, por ser “meramente simbólico” e não permitir uma participação “significativa, plena e efetiva”.

Indígenas cobram participação nas decisões da COP da Desertificação. ( Oumarou Ibrahim Hindou, líder da Associação das Mulheres Indígenas Peules do Chade (AFPAT). Foto: Kiara worth

Oumarou Ibrahim Hindou defende que participação indígena não pode ser só simbólica Foto - Kiara worth

A líder da Associação das Mulheres Indígenas Peules do Chade (AFPAT, na sigla em francês), Oumarou Ibrahim Hindou, cobrou que os líderes dos governos presentes na conferência tenham mais respeito pelos povos tradicionais.

“Nossa participação não pode ser meramente simbólica. Estamos aqui para reivindicar nossa terra e nossos territórios. Queremos que nossos conhecimentos e nossos direitos sejam reconhecidos. Não haverá COP sem as pessoas da terra. Nós estamos prontos para lutar”, disse Oumarou.

Os manifestantes também exigiram que a agenda oficial da conferência volte a incluir temas sobre gênero e participação social. Ambos foram excluídos a pedido dos Estados Unidos. É preciso ter consenso entre as 197 partes da convenção para que o documento seja aprovado. Ele é estratégico por definir o que será negociado efetivamente pelos governos.

A líder quechua da nação Kuntur Wanka, da região de Junín, no Perú, Sonia Astuhuamán Pardavé, defende que os indígenas são os principais guardiões da natureza e não podem ser excluídos de decisões que terão impacto direto sobre a vida deles.

“Representamos comunidades inteiras e temos a chave para solucionar a crise da terra e a crise climática, porque nossos ancestrais também viveram tempos como estes e souberam encontrar soluções para construir uma vida em harmonia com a natureza”, disse Wanka.

“O que será do planeta se deixarmos que destruam tudo? Quando não tivermos mais água e a terra estiver seca, como vão viver nossas crianças plantas e animais?”, concluiu.

Declaração de Ulaanbaatar

Também foi publicada nesta quinta-feira, em um evento paralelo, a Declaração de Ulaanbaatar: Apelo à Ação Global de Povos Pastoris e IndígenasO documento destaca que estas comunidades são fundamentais para a conservação da biodiversidade, a segurança alimentar e a gestão sustentável de áreas de pastagem e rejeita a ideia de que o pastoreio seja uma atividade atrasada ou responsável pela desertificação.

Entre as principais reivindicações está o reconhecimento dos direitos territoriais e da mobilidade, considerada não apenas uma característica cultural e econômica, mas também uma estratégia de adaptação às mudanças climáticas.

O documento afirma que essas populações estão entre as mais afetadas pelo aquecimento global, apesar de sua baixa contribuição para as emissões, e reivindica acesso direto a recursos para adaptação, preparação para secas e fortalecimento da resiliência.

A declaração pede que governos protejam corredores de circulação de pessoas e animais, inclusive entre fronteiras, e garantam o acesso sazonal a pastagens, água e mercados. Também alerta para a perda e fragmentação de áreas de pastagem provocadas por mineração, energia, infraestrutura, agricultura, turismo e outros grandes empreendimentos.

O texto ainda cobra mudanças no acesso a financiamento, com recursos diretos, flexíveis e sem intermediários quando as comunidades não os desejarem, além da criação de mecanismos específicos para iniciativas lideradas por povos pastoris. Entre as propostas estão fundos dedicados à restauração de pastagens, adaptação climática, conservação da biodiversidade, segurança alimentar, saúde e educação.

Ao final, os participantes pedem que a Declaração de Ulaanbaatar seja incorporada aos resultados oficiais da COP17 e anunciam a realização de um novo encontro global de povos pastoris e indígenas em 2030.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

EUA - O Manchester City demonstrou interesse na contratação do atacante Allan, do Palmeiras. Os contatos estão ainda em estágio inicial e sem proposta formalizada ao clube.

A informação foi divulgada primeiramente pelo jornalista Santi Aouna e confirmada pelo ge.

O Palmeiras mantém a posição adotada no mercado de 2026: não pretende negociar seus principais atletas, incluindo o atacante, nesta janela. A ideia é de manter o elenco intacto, a fim de conquistar títulos.

A multa rescisória de Allan está estipulada em 100 milhões de euros, cerca de R$ 605 milhões na cotação atual.

Uma oferta considerada acima dos padrões, como no caso de outros atletas titulares, é o único cenário em que o clube estaria aberto a uma negociação.

Ainda nesta janela de transferências, o Palmeiras recusou negociar Allan com o Aston Villa, quando o time inglês cogitou investir 30 milhões de euros, sendo 25 milhões fixos e mais cinco milhões de bônus.

No caso do Manchester City, uma possível ida é vista pelo estafe de Allan como uma oportunidade única. O atacante, porém, é considerado um dos jogadores "intocáveis" do elenco.

Ele entrou na mira do City depois que o clube inglês encaminhou a venda de Savinho ao Tottenham, pelos mesmos 100 milhões de euros que compõem a multa rescisória do jogador do Palmeiras.

 

 

Por Cahê Mota, Camila Alves e Guilherme Xavier / ge

EUA - A NASA divulgou as primeiras imagens detalhadas da cratera formada na Lua após a queda de um estágio superior do foguete Falcon 9, da SpaceX. O equipamento atingiu a superfície lunar em 5 de agosto, depois de permanecer no espaço desde uma missão realizada no início de 2025.

Os registros foram feitos pelo Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO) entre os dias 11 e 12 de agosto. Para fotografar o local, os engenheiros precisaram inclinar a sonda durante suas passagens a aproximadamente 100 quilômetros de altitude.

A operação exigiu precisão porque o LRO se desloca rapidamente sobre a Lua. Segundo a NASA, uma diferença de apenas dez segundos no momento de fazer a imagem seria suficiente para deslocar o alvo cerca de 16 quilômetros do centro da fotografia.

A análise das imagens permitiu estimar que a nova cratera tem aproximadamente 18 metros de largura. Pela sombra projetada em seu interior, os cientistas concluíram que a profundidade é inferior a três metros. Os registros também mostram material lançado para fora durante a colisão, incluindo rochas e poeira retiradas de diferentes camadas do solo luna

.

Notícias ao Minuto

© NASA 

Parte do foguete estava no espaço desde 2025

O equipamento que atingiu a Lua fazia parte de um Falcon 9 lançado pela SpaceX em 15 de janeiro de 2025. A missão colocou no espaço o módulo lunar Blue Ghost 1, da Firefly Aerospace, dentro do programa Commercial Lunar Payload Services (CLPS), iniciativa da NASA que contrata empresas privadas para transportar equipamentos científicos até a Lua.

Depois de cumprir sua função, o estágio superior permaneceu em uma trajetória distante da Terra. Com o passar do tempo, a combinação de forças gravitacionais e da atividade solar modificou sua órbita até colocá-lo em rota de colisão com a Lua.

O impacto não foi planejado pela NASA nem pela SpaceX. Antes da queda, porém, a agência já acompanhava a trajetória e havia calculado que o objeto atingiria a superfície lunar nas proximidades das crateras Einstein e Bell. A colisão não representou risco para a Terra.

Impacto vira oportunidade para cientistas

Apesar de não ter sido programado, o episódio oferece aos pesquisadores uma oportunidade de estudar de maneira mais precisa como crateras são formadas.

Como os cientistas conhecem características do objeto que atingiu a superfície, podem comparar essas informações com o tamanho e o formato da marca deixada na Lua. Os dados ajudam a aperfeiçoar modelos usados para compreender impactos provocados por meteoritos, asteroides e outros corpos.

A ausência de uma atmosfera também transforma a Lua em um ambiente particularmente útil para esse tipo de pesquisa. Objetos que se aproximam da superfície não sofrem a mesma desaceleração provocada pela atmosfera terrestre e podem atingir o solo em alta velocidade.

A NASA ressalta ainda que fazer equipamentos chegarem ao fim de suas operações por meio de impactos controlados na superfície lunar é uma prática tecnicamente aceita em determinadas circunstâncias. No caso do Falcon 9, contudo, a queda aconteceu de maneira não planejada. 

 

 

NOTÍCIAS AO MINUTO

Nosso Facebook

Calendário de Notícias

« Agosto 2026 »
Seg. Ter Qua Qui Sex Sáb. Dom
          1 2
3 4 5 6 7 8 9
10 11 12 13 14 15 16
17 18 19 20 21 22 23
24 25 26 27 28 29 30
31            
Aviso de Privacidade

Este site utiliza cookies para proporcionar aos usuários uma melhor experiência de navegação.
Ao aceitar e continuar com a navegação, consideraremos que você concorda com esta utilização nos termos de nossa Política de Privacidade.