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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - Um homem procurado pela Justiça foi preso pela Polícia Militar na tarde desta terça-feira (22), durante uma abordagem na Rua José Lemes Marques, em São Carlos.

Segundo informações da ocorrência, a equipe foi acionada pelo Copom após uma denúncia relatar a presença de três indivíduos em atitude suspeita nas proximidades de residências. Os policiais foram até o endereço indicado e localizaram um homem com características semelhantes às informadas.

Durante a abordagem, nada de ilícito foi encontrado com o suspeito. No entanto, após consulta aos sistemas policiais, foi constatado que havia um mandado de prisão em aberto contra ele, relacionado ao artigo 157 do Código Penal, que trata do crime de roubo.

Diante da confirmação, os policiais deram voz de prisão ao homem. Segundo o registro, foi necessário o uso de algemas para preservar a segurança da equipe e do próprio conduzido.

A ocorrência foi apresentada no CPJ (Central de Polícia Judiciária), onde foi elaborado o registro policial por captura de procurado. O homem permaneceu preso à disposição da Justiça.

SÃO PAULO/SP - O Corinthians não pagou os direitos de imagem de setembro, referentes a agosto, ao elenco masculino de futebol e passou a acumular dois meses de atraso.

Os direitos de imagem vencem no dia 20 de cada mês. Sem dinheiro suficiente em caixa, a diretoria não conseguiu fazer o pagamento até a última segunda-feira. O clube já estava devendo os direitos de imagem de agosto aos jogadores, além de uma parte das férias e premiações.

O Corinthians não tem prazo para acertar os dois meses atrasados de direitos de imagem.

Segundo a diretoria, cada mês de direito de imagem custa em torno de R$ 10 milhões aos cofres do clube. Eles representam parte da remuneração dos jogadores com salários mais altos do elenco.

O Corinthians chegou a atrasar por uma semana o pagamento do salário da CLT de setembro e quitou a pendência horas antes do jogo decisivo das quartas de final da Conmebol Libertadores contra o Estudiantes. O time acabou eliminado com derrota em casa para os argentinos.

O Corinthians enfrenta uma grave crise financeira, com déficit de R$ 246 milhões no primeiro semestre deste ano - 78,2% maior do que os R$ 138,028 milhões de prejuízo previstos no orçamento para o período de janeiro a junho.

O clube está proibido de contratar desde 21 de maio, quando entrou o primeiro dos três transfer bans atualmente em vigor, com dívidas que totalizam cerca de R$ 21,5 milhões.

 

 

Por Gabriel Oliveira e Vitor Chicarolli / ge

BRASÍLIA/DF - O governo federal acumula arrecadação de R$ 2,019 trilhões, de janeiro a agosto de 2026, segundo dados divulgados nesta terça-feira (22) pela Receita Federal. Além da inflação medida pelo IPCA, para o período, o valor representa crescimento de 7,12% na comparação com os mesmos oito meses de 2025.

Em agosto, a arrecadação federal alcançou R$ 235,5 bilhões. O valor representa alta acima de inflação de 8,25% em relação a agosto do último ano. Desse total, R$227,8 bilhões arrecadados são administrados pela Receita Federal, excluídos os fatores não recorrentes e de alterações na legislação.

De acordo com análise divulgada pelo órgão, os acréscimos são resultado do aumento na arrecadação da contribuição para a Previdência Social, Programa de Integração Social (PIS) e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), que reflete o aumento das vendas.

Também o avanço nas arrecadações do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) e Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ), além do desempenho da arrecadação do Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), foi determinante nos resultados apresentados.

Neste mês, o Imposto de Exportação sobre óleo bruto também teve destaque entre os fatores que alavancaram os resultados, com arrecadação de R$1,9 bilhão em agosto, o que resultou no acumulado de R$9,9 bilhões de janeiro a agosto de 2026.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

BRASÍLIA/DF - O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) discute mudanças para o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) a partir de 2028. Entre as propostas apresentadas está a mudança no modelo da redação.

Em vez de um texto dissertativo-argumentativo de 30 linhas, como é hoje, a avaliação escrita seria desmembrada por área: 20 linhas em linguagens; 10 em ciências humanas; 10 em ciências da natureza; e 10 em matemática, totalizando 50 linhas de texto. O tema tem sido discutido em reuniões técnicas, relataram participantes à reportagem.

A mudança teria como intuito cobrar dos estudantes uma diversidade mais ampla de raciocínio. Hoje, eles são avaliados apenas sobre um tema delimitado para a redação.

Questionado sobre o assunto, o Inep disse que não há, "até o momento, deliberação final ou posição consolidada sobre os pontos específicos de implementação do novo modelo, mas há uma proposta preliminar que será discutida e finalizada até o final do ano".

O órgão disse que atua em interlocução com especialistas e com o MEC (Ministério da  Educação), com o objetivo de assegurar que, em 2028, o Enem avalie o ensino médio em alinhamento à Base Nacional Curricular e à  Política Nacional do Ensino Médio.

Obter Materiais Didáticos

A proposta é discutida meses depois de o governo Lula (PT) anunciar mudanças nas funções do Enem. Em março, um decreto determinou que o exame também será usado para avaliar o aprendizado dos estudantes ao fim do ensino médio, em integração com o Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica).

O exame também continuará sendo usado para ingresso no ensino superior, por meio de programas como Sisu e Prouni, além do Fies.

A mudança faz parte de uma tentativa do governo de usar os resultados do Enem também para produzir diagnósticos sobre a  educação básica e acompanhar desigualdades e metas educacionais.

No Enem 2025, última edição da prova, estudantes e professores relataram à reportagem a percepção de notas mais baixas na redação. O Inep negou ter alterado os critérios de correção e atribuiu a percepção, entre outras hipóteses, ao uso mais frequente de modelos prontos e de "repertórios de bolso".

Segundo o instituto, referências genéricas e memorizadas, usadas sem relação consistente com o tema ou com a argumentação, já podiam ser penalizadas em edições anteriores. Na época, o Inep afirmou que a intensidade do uso de modelos que poderiam ser aplicados a qualquer tema havia tornado a questão mais relevante na correção.

 

 

por Folhapress

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