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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - Com o objetivo de apoiar famílias que trabalham no período noturno, o vereador Edson Ferraz apresentou na Câmara Municipal de São Carlos uma indicação ao Executivo para a criação do “Programa Cuidar à Noite”. A proposta prevê a oferta de atendimento recreativo e de acolhimento para crianças durante a noite, por meio de parcerias com entidades já atuantes no município.

A iniciativa busca atender uma demanda crescente de pais e responsáveis que exercem atividades em horários não convencionais, especialmente nos setores da indústria, comércio e serviços essenciais. Segundo o parlamentar, a falta de opções seguras para deixar os filhos nesse período tem gerado preocupação e դժվարidades para muitas famílias.

“O que estamos propondo é um olhar mais humano para essas famílias. Muitos pais saem para trabalhar à noite sem ter com quem deixar seus filhos, e isso gera insegurança. Precisamos oferecer uma alternativa segura e acessível”, destacou Edson Ferraz.

De acordo com a indicação, o programa não terá caráter educacional formal, mas será voltado ao acolhimento, recreação e proteção das crianças, garantindo um ambiente seguro durante a ausência dos responsáveis.

Outro ponto central da proposta é a utilização de parcerias com organizações que já desenvolvem atividades de contraturno escolar. A estratégia, segundo o vereador, permite otimizar recursos públicos, aproveitar estruturas existentes e ampliar o alcance da política pública de forma mais ágil e eficiente.

A indicação solicita que a Prefeitura realize estudos técnicos e administrativos para avaliar a viabilidade da implantação do programa, incluindo critérios de atendimento, estrutura necessária e possibilidade de execução gradual.

Para Edson Ferraz, a medida representa um avanço na promoção de políticas públicas voltadas à proteção social e ao fortalecimento das famílias trabalhadoras. “Quando o poder público apoia quem trabalha, está também cuidando das crianças e investindo no futuro da cidade”, afirmou.

A indicação agora aguarda análise do Executivo Municipal.

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Paradesportos, realiza nos dias 1º e 11 de abril uma programação especial em alusão ao Dia Mundial da Conscientização do Autismo. Com o tema “Autonomia se constrói com Apoio”, as atividades buscam ampliar o debate sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e reforçar a importância da inclusão e do respeito às pessoas autistas.

A abertura da programação ocorre nesta quarta-feira (1º/4), às 8h30, no auditório do Paço Municipal, com a palestra “Minha História, Meu Jeito de Ver o Mundo”, ministrada por Saulo Ribeiro Andrade Silva, de 28 anos, pessoa autista e estudante de Licenciatura em Educação Especial pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

Na sequência, será realizada a apresentação “Entender para Acolher: empatia no atendimento e estratégias para lidar com crises no Autismo”, conduzida por Marli Moretti, educadora e ativista da causa, e pelo professor Isaías, especialista em Educação Especial com atuação no Atendimento Educacional Especializado (AEE) e na área de Psicopedagogia.

A programação continua no dia 11 de abril com uma caminhada de conscientização. A concentração será às 8h30, na Praça Coronel Salles, com saída prevista para as 9h em direção à Praça dos Voluntários, pela Avenida São Carlos.

No local, das 9h20 às 12h, haverá atividades gratuitas abertas ao público, como brinquedos, distribuição de algodão doce e pipoca, além do Trenzinho da Alegria. A iniciativa contará com a participação de instituições, secretarias municipais e população em geral.

Durante o evento, também será realizada a emissão do Cartão Mais Acesso, destinado a pessoas com deficiência. Para solicitar o documento, é necessário apresentar RG, CPF, comprovante de endereço e laudo médico.

A ação envolve, além da secretaria organizadora, entidades de apoio à causa e as secretarias municipais de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia e de Saúde.

Primeira ação de 2026 marca nova etapa de presença nos bairros, com escuta direta da população e levantamento de demandas sobre saúde, limpeza, ruas e transporte

 

SÃO CARLOS/SP - A vereadora Raquel Auxiliadora iniciou, no último dia 28 de março, as ações de 2026 do Mandato em Movimento com uma atividade de escuta na região da Vila São José, em São Carlos. A ação marca o começo de um novo ciclo de presença nos bairros, com um formato mais organizado para ouvir a população, registrar demandas e encaminhar cobranças ao poder público.

O Mandato em Movimento é uma marca da atuação de Raquel e representa uma forma de fazer política baseada na presença nos territórios, na escuta da população, na fiscalização e na cobrança de providências. Nos materiais da iniciativa, a proposta é definida de forma simples: a população apresenta os problemas do bairro, o mandato registra as prioridades, fiscaliza, cobra a Prefeitura e acompanha os retornos.

Na primeira ação deste ano, moradores da Vila São José conversaram com a vereadora e apontaram os principais problemas da região. As demandas mais citadas foram na área da saúde, com reclamações sobre demora em consultas e falta de remédios; limpeza e zeladoria, com queixas sobre mato alto, lixo e praças sem manutenção; e buracos, ruas e calçadas, com relatos sobre falta de conservação e dificuldade de circulação.

Também apareceram reclamações sobre transporte público, segurança, falta de água em alguns horários, falta de acessibilidade e ausência de cobertura em pontos de ônibus. Os relatos mostram problemas do dia a dia que afetam diretamente a vida da população e reforçam a importância de um mandato presente nos bairros.

As cartas distribuídas antes da atividade já apresentavam esse objetivo: ouvir os moradores, entender o que está funcionando, o que está difícil e o que precisa melhorar primeiro. O material também destaca que a opinião de quem vive o bairro é o que orienta o trabalho do mandato.

Agora, as demandas recolhidas serão organizadas pela equipe e encaminhadas à Prefeitura por meio dos instrumentos oficiais de fiscalização e cobrança. A proposta é transformar a escuta em ação concreta, com acompanhamento das respostas e cobrança por melhorias para a população.

A atividade na Vila São José foi a primeira de uma série de ações que Raquel pretende realizar em outras regiões da cidade ao longo de 2026, fortalecendo a relação entre mandato e população e ampliando a presença nos bairros.

BRASÍLIA/DF - As contas públicas fecharam o mês de fevereiro com saldo negativo, com o déficit no governo federal sendo parcialmente compensado pelo superávit nos governos regionais. O setor público consolidado – formado por União, estados, municípios e empresas estatais – registrou déficit primário de R$ 16,4 bilhões no mês passado.

Na comparação com fevereiro de 2025, houve redução no saldo; naquele mês, o resultado das contas foi de R$ 19 bilhões negativo.

As estatísticas fiscais foram divulgadas nesta terça-feira (31) pelo Banco Central (BC). O resultado primário representa a diferença entre as receitas e despesas, desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública.

Em 12 meses encerrados em fevereiro, o setor público consolidado foi deficitário em R$ 52,8 bilhões, 0,41% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país).

Em 2025, as contas públicas fecharam o ano com déficit primário de R$ 55 bilhões, 0,43% do PIB.

Níveis de governo

Pressionado por gastos com o Programa Pé-de-Meia e reajustes ao funcionalismo público, em fevereiro último, a conta do Governo Central teve déficit primário de R$ 29,5 bilhões ante resultado negativo de R$ 28,5 bilhões em fevereiro de 2025.

O montante difere do resultado divulgado nesta segunda-feira (30) pelo Tesouro Nacional, de déficit de R$ 30 bilhões, porque o BC usa uma metodologia diferente, que leva em conta a variação da dívida dos entes públicos.

Os governos regionais - estaduais e municipais - tiveram resultado positivo de R$ 13,7 bilhão em fevereiro passado contra R$ 9,2 bilhões no mesmo mês de 2025, compensando parcialmente o déficit das contas públicas.

Em sentido contrário, as empresas estatais federais, estaduais e municipais - excluídas dos grupos Petrobras e Eletrobras – contribuíram para a aumentar do déficit das contas consolidadas, com o resultado negativo de R$ 568 milhões em fevereiro. No mesmo mês de 2025, houve superávit de R$ 299 milhões nessas entidades.

Os gastos com juros ficaram em R$ 84,2 bilhões no mês passado. Com isso, o resultado nominal das contas públicas – formado pelo resultado primário e os juros – caiu, na comparação interanual. No mês de fevereiro, o déficit nominal ficou em R$ 100,6 bilhões contra o resultado negativo de R$ 97,2 bilhões em igual mês de 2025.

Em 12 meses encerrados em fevereiro, o setor público acumula déficit R$ 1,1 trilhão, ou 8,48% do PIB. O resultado nominal é levado em conta pelas agências de classificação de risco ao analisar o endividamento de um país, indicador observado por investidores.

Dívida pública

A dívida líquida do setor público - balanço entre o total de créditos e débitos dos governos federal, estaduais e municipais - chegou a R$ 8,4 trilhões em fevereiro, o que corresponde a 65,5% do PIB, aumento de 0,5 ponto percentual do PIB no mês.

O aumento se deve ao déficit primário do mês, aos juros nominais apropriados e à apreciação cambial de 1,5% em fevereiro, compensados pela variação do PIB nominal e por demais ajustes da dívida externa líquida. Como o país é credor em moeda estrangeira, um aumento do dólar significa aumento da dívida líquida.

No mês passado, a dívida bruta do governo geral (DBGG) - que contabiliza apenas os passivos dos governos federal, estaduais e municipais - chegou a R$ 10,2 trilhões ou 79,2%, aumento de 0,5 ponto percentual do PIB observado no mês anterior.

Assim como o resultado nominal, a dívida bruta é usada para traçar comparações internacionais.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

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