Jornalista/Radialista
Mostra reúne réplicas de animais pré-históricos com detalhes sobre altura, espécie, habitat e curiosidades, de 5 a 29 de março
SÃO CARLOS/SP - Desde o dia 5 de março, o Shopping São Carlos, administrado pelo Grupo AD, recebe a exposição “Gigantes da Era do Gelo”, uma experiência inédita e imersiva que promete transportar o público para um dos períodos mais fascinantes da história do planeta.
A mostra ficará aberta até o dia 29 de março, com ambientação especial instalada na Praça de Eventos e também na Rotatória da Democrata, proporcionando uma jornada visual e interativa para crianças, jovens e adultos.
Inspirada no universo pré-histórico, a exposição apresenta 25 réplicas de animais que marcaram a Era Glacial. Entre os destaques estão peças em tamanho impressionante, como o Gigantopitecus com 5 metros de altura, o mamute de 4 metros, o tigre-dente-de-sabre com 3 metros, o rinoceronte-lanudo de 4 metros e até um tatu gigante de 2,5 metros. As estruturas chamam atenção pelo realismo e pelos detalhes que permitem ao visitante conhecer mais sobre cada espécie.
Além do impacto visual, o público poderá conferir informações educativas sobre os animais, incluindo dados sobre espécie, habitat e curiosidades. O ambiente cenográfico convida os visitantes a explorarem o espaço, registrarem fotos e vivenciarem uma experiência lúdica, interativa e enriquecedora.
Com proposta voltada ao entretenimento familiar, a atração combina aprendizado e diversão, despertando a curiosidade sobre a vida na pré-história de forma acessível e envolvente. “A exposição ‘Gigantes da Era do Gelo’ foi pensada para encantar e surpreender. É uma oportunidade para que as famílias vivenciem juntas uma experiência divertida, educativa e cheia de descobertas”, destaca Fábio Maria, gerente geral do empreendimento.
Para Nancy Araujo, coordenadora de Marketing do shopping, iniciativas como essa reforçam o posicionamento do centro de compras. “Estamos sempre em busca de experiências que conectem entretenimento e educação. Acreditamos que é possível oferecer lazer de qualidade enquanto estimulamos a curiosidade, o conhecimento e momentos significativos em família”, afirma.
Com entrada gratuita, a mostra integra a programação especial do empreendimento para o mês de março.
SERVIÇO:
Exposição “Gigantes da Era do Gelo”
Local: Praça de Eventos e Rotatória da Democrata
Período: 05 a 29 de março
Entrada gratuita
Com metodologia da OCDE, levantamento vai mapear imóveis da cidade para entender fluxos de valorização e identificar gargalos
RIBEIRÃO PRETO/SP - O Instituto de Economia Maurílio Biagi (IEMB) da Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (Acirp) apresentou na manhã do último dia 25 a fase inicial de um estudo inédito sobre a dinâmica imobiliária de Ribeirão Preto. O levantamento deve indicar defasagens, distorções e padrões territoriais.
O evento reuniu empresários e representantes da imprensa na sede da entidade para apresentar as novas diretrizes de atuação do departamento, que com economistas e matemáticos acentua sua atuação para produção científica de dados de interesse público.
Com a iniciativa, o IEMB pretende reforçar seu papel técnico e analítico, oferecendo estudos qualificados para apoiar o desenvolvimento econômico e o planejamento urbano de Ribeirão Preto.
“A sociedade precisa nos trazer suas demandas e o IEMB, que é da Acirp, vai devolver gerando dados econômicos sérios. Não nos cabe sugerir políticas públicas, mas auxiliar com informação qualificada para tomada de decisões”, destacou o economista-chefe do IEMB-Acirp, Nelson Rocha Augusto.
Na ocasião, Rocha divulgou ainda a assinatura de um convênio da Acirp com a Universidade de São Paulo (USP), por meio do Instituto de Estudos Avançados, que dará ao IEMB acesso a uma das mais completas bases de dados da América Latina.
Raio-X do mercado imobiliário urbano
O levantamento sobre imóveis do IEMB-Acirp seguirá metodologia validada internacionalmente pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Os dados serão obtidos por meio de convênio em trâmite com a Prefeitura Municipal e, a partir desse ponto, a análise deve levar cerca de 4 meses.
O mapeamento vai analisar imóveis na mancha urbana da cidade, indicando valor, localização, características estruturais e infraestrutura disponível no entorno. A proposta é construir um panorama detalhado do mercado imobiliário local, contribuindo para decisões mais estratégicas tanto do setor privado quanto do poder público.
Também deverá identificar vazios urbanos e áreas com baixo dinamismo imobiliário, investigando os fatores que contribuem para a estagnação ou menor renovação urbana em bairros tradicionais e densamente ocupados, como Campos Elíseos e Jardim Paulista.
A presença de vazios urbanos (imóveis subutilizados, terrenos ociosos ou edificações degradadas em regiões consolidadas) costuma produzir efeitos em cadeia sobre o desenvolvimento local. Além de reduzir a atratividade da região para novos investimentos, esses espaços podem provocar desvalorização imobiliária no entorno, enfraquecimento da atividade comercial e diminuição da vitalidade urbana, afetando diretamente a qualidade de vida e o dinamismo econômico dos bairros.
De acordo com Rocha, a proposta é compreender por que determinadas regiões se valorizam ao longo do tempo, enquanto outras apresentam perda de valor. “É um estudo muito importante para os empresários e para o poder público, mas, sobretudo, para as famílias. Ele ajuda a entender por que determinadas regiões se valorizam ao longo dos anos, enquanto outras passam por períodos de menor dinamismo.
Outro ponto abordado é a análise comparativa entre referências utilizadas pelo poder público e os valores praticados no mercado imobiliário, buscando ampliar a compreensão sobre o comportamento do setor e a evolução das diferentes áreas da cidade.
A análise pretende compreender as razões pelas quais determinadas áreas permanecem estagnadas, enquanto outras passam por processos de valorização e renovação urbana, contribuindo para identificar oportunidades de reocupação e revitalização de áreas já estruturadas da cidade e não implica em sugestões de políticas públicas, reajustes ou qualquer outro desdobramento político ou fiscal.
Segundo Lucas Ribeiro, economista do IEMB-Acirp, a pesquisa é contínua e pode ser retroalimentada com novas questões conforme sejam identificadas.
Dados para empresas
Outra novidade apresentada pelo IEMB-Acirp foi que empresários associados à entidade já podem acessar dados macroeconômicos viabilizados por meio de convênio já validado com o Banco Ribeirão Preto (BRP).
“Essa parceria garante às empresas acesso a dados semanais sobre a macroeconomia brasileira e análises econômicas premiadas, oferecendo base técnica qualificada para decisões mais seguras”, salientou o economista-chefe do IEMB-Acirp.
SÃO CARLOS/SP - Nesta semana, o vereador Moisés Lazarine esteve visitando o CEMEI Homero Frei, no Santa Felícia. O vereador realizou a visita atendendo solicitações de munícipes preocupados com as infestações de escorpiões e outros insetos na unidade escolar. Durante a visita o vereador pode acompanhar o trabalho dos Agentes de Combate às Endemias, do Controle de Zoonoses, que estavam auxiliando na limpeza da unidade.
O vereador Moisés Lazarine parabenizou a atuação dos agentes e também o trabalho realizado pelo diretor da unidade, Luis Alexandre Colodiana e professores. “Parabenizo o trabalho dedicado e incansável do Sr. Luis Alexandre Colodiana, que diariamente protege nossas crianças no combate a escorpiões e outros insetos peçonhentos. Ele faz um serviço impecável. Mas sozinho a luta é muito difícil. E os agentes da Zoonoses, Valeria Pellegrini e Nivaldo do Amaral, também realizaram um atendimento excelente”, declarou.
Moisés destacou que está sempre à disposição da população para cobrar e buscar as melhores soluções para o município junto a Prefeitura, e salientou a necessidade de reforçar as ações de controle, para garantir a segurança das crianças.
SÃO CARLOS/SP - O vereador Edson Ferraz (MDB) apresentou um requerimento na Câmara Municipal solicitando informações à Prefeitura de São Carlos sobre a situação de casas, terrenos e chácaras que ainda não possuem documentação regular, como escritura ou registro em cartório.
A solicitação foi encaminhada à Secretaria Municipal de Habitação e Desenvolvimento Urbano e busca levantar dados oficiais sobre o número de imóveis nessa condição no município, além de informações sobre políticas públicas de regularização fundiária e ações que possam garantir mais segurança jurídica às famílias.
No documento, o parlamentar pede que a Prefeitura informe se existe levantamento atualizado sobre imóveis sem documentação, sua distribuição por bairros ou regiões da cidade e se há programas ativos de regularização fundiária urbana.
Segundo o vereador, compreender a dimensão desse problema é fundamental para que o poder público possa desenvolver políticas públicas mais eficientes.
“Em São Carlos, muitas famílias vivem há anos em suas casas, mas ainda não possuem a escritura do imóvel. Isso gera insegurança jurídica e impede, por exemplo, o acesso a financiamentos, heranças regularizadas e até a valorização do patrimônio da família”, destacou Edson Ferraz.
O requerimento também questiona se o município possui programas de regularização fundiária baseados na Lei Federal nº 13.465/2017, que instituiu a Regularização Fundiária Urbana (REURB), instrumento que permite transformar imóveis irregulares em propriedades legalizadas.
Além disso, o vereador solicita informações sobre quantos imóveis já foram regularizados nos últimos anos, quantos processos estão em andamento e quais são os principais obstáculos para a regularização dessas áreas.
Outro ponto abordado no requerimento é a relação desse tema com a revisão do Plano Diretor Municipal, que atualmente está em debate. Para Edson Ferraz, a regularização fundiária precisa estar integrada ao planejamento urbano da cidade.
“A regularização fundiária não é apenas uma questão documental. Ela envolve dignidade para as famílias, organização da cidade e segurança jurídica para todos. Por isso é importante que o município tenha dados claros e políticas estruturadas para enfrentar essa realidade”, afirmou o vereador.
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