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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO PAULO/SP - Policiais do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) realizaram nesta quinta-feira (28) uma operação para combater a pirataria de artigos esportivos. O alvo foi a venda de camisas esportivas, principalmente de seleções que participarão da Copa do Mundo de Futebol, incluindo a do Brasil.

A ação foi concentrada na Avenida Valtier, na região do Canindé, e nas ruas 24 de Maio e Dom José de Barros, na República, locais que concentram lojas de comércio popular.

Durante a fiscalização, os policiais apreenderam cerca de 2 mil camisas de seleções falsificadas. A operação também recolheu 85 mil álbuns e figurinhas da Copa do Mundo sem procedência legal. Segundo a Polícia Civil, cinco pessoas foram presas em flagrante com base na Lei Geral do Esporte. O material fiscalizado foi apreendido pelos agentes.

A operação é coordenada por policiais da 1ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG) Antipirataria. Os envolvidos responderão por crime contra a propriedade industrial.

BRASÍLIA/DF - Na noite de quarta-feira (27), a Câmara dos Deputados aprovou a proposta de emenda à Constituição (PEC) 221/19 que acaba com a escala 6x1, instituindo a obrigatoriedade de dois dias de descanso por semana, além de reduzir a jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais.

>>> Entenda a PEC que acaba com escala 6x1

A votação no plenário se deu em dois turnos e a proposta foi aprovada por ampla maioria. Na primeira votação, foram 472 votos a favor e 22 contra. No segundo turno, votaram a favor da PEC 461 parlamentares; 19 foram contra.  

Considerando as 27 bancadas estaduais, os votos contra o fim da escala 6x 1 vieram de apenas cinco estados: Roraima, Maranhão, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. 

Votaram contra a proposta, considerando os dois turnos, apenas os seguintes parlamentares: 

  • Adriana Ventura (Novo-SP)  
  • Bibo Nunes (PL-RS) 
  • Carlos Chiodini (MDB-SC) 
  • Caroline de Toni (PL-SC) 
  • Daniel Freitas (PL-SC)  
  • Daniela Reinehr (PL-SC) 
  • Fabio Schiochet (União-SC) 
  • Fausto Pinato (União-SP) 
  • Gilson Marques (Novo-SC) 
  • Julia Zanatta (PL-SC) 
  • Kim Kataguiri (Missão-SP)  
  • Lucas Redecker (PSD-RS) 
  • Marcel van Hattem (Novo-RS) 
  • Mauricio Marcon (PL-RS) 
  • Nicoletti (PL-RR) 
  • Paulo Marinho Jr (PL-MA) 
  • Pezenti (MDB-SC) 
  • Ricardo Guidi (PL-SC) 
  • Ricardo Salles (Novo-SP) 
  • Rosangela Moro (PL-SP) 
  • Sérgio Turra (PP-RS) 
  • Zé Trovão (PL-SC) 

Confira abaixo a lista completa de como votaram os deputados na PEC que acaba com a escala de trabalho 6x1: 

1º turno 

2º turno 

 

AGÊNCIA BRASIL

BRASÍLIA/DF - A Petrobras anunciou no início da tarde desta quinta-feira (28) que o preço da gasolina A vendida às distribuidoras de combustíveis terá aumento de R$ 0,04 por litro a partir de sexta-feira (29). O preço médio passará de R$ 2,57 para R$ 2,61 por litro.

O reajuste será atenuado pela subvenção econômica instituída pelo governo federal nos termos da Medida Provisória nº 1.358, de 13 de maio de 2026, do Decreto nº 12.984 e da Portaria MF nº 1.496, de 25 de maio de 2026.

O valor efetivo do reajuste será de R$ 0,48 por litro, mas haverá o desconto de R$ 0,44 previsto pelas medidas anunciadas pelo governo federal.

A gasolina A vendida pela Petrobras para as distribuidoras recebe a mistura obrigatória de etanol anidro (30%) para compor a gasolina C, que é a comercializada aos motoristas nos postos de combustíveis.

O preço pago pelo consumidor final também inclui impostos e as margens de lucro das distribuidoras e dos revendedores. Com o aumento anunciado nesta quinta, a parcela da Petrobras na composição do preço final passará dos atuais R$ 1,80 para R$ 1,83 por litro.

A estatal destaca que esse valor é 27,6% menor que o praticado em 31 de dezembro de 2022.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

DINAMARCA - As presidências da 30ª e da 31ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP) apresentaram, na Dinamarca, na última semana, a proposta preliminar para o Acelerador Global de Implementação Climática.

A iniciativa lançada em novembro de 2025, em Belém, durante a COP30 sob a presidência do Brasil, prioriza ações com maior potencial, com capacidade de ganhar escala global e com mais velocidade de entrega de soluções de combate às mudanças do clima.

Na prática, a intenção é transformar o debate de textos jurídicos em execução de soluções rápidas e reais na próxima conferência do clima, a ser promovida em conjunto com Turquia e Austrália (copresidentes da COP31), em Antália (Turquia), em novembro deste ano.

A apresentação a representantes de cerca de 40 países deste diferencial estratégico, com maior pragmatismo econômico, ocorreu durante a reunião Ministerial do Clima de Copenhague, tradicionalmente realizada na capital dinamarquesa.

O encontro de alto nível é o último antes das sessões de meio de ano da Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, em Bonn, na Alemanha, preparatórias para as COPs.

Integrante da delegação brasileira, a CEO da COP30, Ana Toni, explicou, que o Acelerador é um mecanismo cooperativo e voluntário com o maior potencial de desencadear e produzir efeitos em cadeia. 

“A proposta é acelerar soluções, como tecnologias, procedimentos e metodologias, incluídas em Planos de Aceleração de Soluções nas diferentes iniciativas e objetivos da Agenda de Ação”, disse Ana Toni.

Mapas do Caminho

Os chefes de delegação também debateram temas como os Mapas do Caminho (Roadmaps) da Presidência da CPO30 sobre combustíveis fósseis e desmatamento até 2030, como acordado na COP28, em Dubai, em 2023.

Ao todo, a Presidência da COP30 recebeu 444 contribuições para os mapas do caminho internacionais sobre combustíveis fósseis e desmatamento, após consulta realizada entre fevereiro e abril. 

O presidente da COP30, embaixador André Corrêa do Lago, garante que são conhecidas as soluções científicas e de invenção de novas tecnologias necessárias para limitar o aquecimento global à meta mais segura do Acordo de Paris (1,5°C acima dos níveis pré-industriais), mas que o desafio da crise climática envolve financiamento e transferência de tecnologia que permitam aos países implementar essas mudanças a tempo.

“A Presidência da COP30 está se esforçando para trazer as melhores informações para que os debates sobre desmatamento e combustíveis fósseis tenham o melhor embasamento possível. Assim, os caminhos que forem traçados serão viáveis e permitirão acelerar o combate à mudança do clima", disse o diplomata André Corrêa do Lago.

Durante os dois dias de sessões, também foram abordados temas como a implementação das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs), o futuro do regime climático e adaptação aos impactos da mudança do clima.

Autocrítica

Sobre o chamado “regime climático", que é o conjunto de regras, tratados e conferências internacionais que gerenciam a crise climática global, a diretora de Clima da Secretaria de Clima, Energia e Meio Ambiente do Ministério das Relações Exteriores (MRE) do Brasil, a embaixadora Liliam Chagas, entende que há um movimento de amadurecimento dos países para que as negociações durante as COPs sejam mais focadas.

A autocrítica dessas nações tem feito, de forma mais organizada, que estes países se concentrem em avançar, efetivamente em temas relativos à redução das emissões de gases de efeito estufa.

“O regime está passando por uma fase de transição, da negociação, dos compromissos, para uma fase de implementação daquilo que já foi acordado”, destaca a embaixadora brasileira.

A diretora ressalta que dez anos após o Acordo de Paris, adotado em 2015, durante a COP21, os países ainda mantêm e reforçam os compromissos de desenvolver políticas de combate à mudança do clima, planos nacionais de adaptação e de trabalhar para ter recursos financeiros globais que custeiem a transição para uma economia de baixo carbono. 

 

 

AGÊNCIA BRASIL

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