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Ivan Lucas

Ivan Lucas

 Jornalista/Radialista

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SÃO PAULO/SP - Sabemos que o plástico tem sido um dos maiores inimigos da natureza durante os últimos tempos. E mesmo assim são consumidos bilhões de toneladas deles, inclusive nos mercados, onde são mais usados para sustentar os alimentos até a chegada em nossas casas. E de lá, essas sacolas são descartadas de maneira incorreta em destino ao ‘lixão’.

Acontece que essas sacolinhas têm alto custo ambiental: são produzidas a partir de petróleo e gás natural que são recursos naturais não-renováveis e por isso levam cerca de 450 anos para se decompor. Nesse tempo, elas aumentam a poluição, entopem bueiros, impedindo o escoamento das águas das chuvas, além de formarem uma camada plástica de impermeabilização no solo.

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Para isso foram criadas as sacolas sustentáveis, que além de serem personalizadas, geram menos impacto no meio ambiente. Essas ‘ecobags’ são feitas de pano ou de outros recursos como cortiça, bioplástico, material reciclável e as veganas, que são eticamente feitas por artesãos que recebem salários justos em fábricas limpas.

Esses exemplos de sacolas mostram que nossos hábitos precisam mudar e se direcionar também para sustentabilidade. Se conscientizar dos problemas ambientais e adquirir novas formas de consumo é o primeiro passo para gerar menos impacto no planeta e preservar nossa humanidade.

 

 

*Por: Izabela Machado / PaiPee

CURITIBA/PR - Pesquisadores da Escola de Medicina da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) realizaram uma pesquisa para avaliar os efeitos do estresse oxidativo em pacientes com quadro grave de covid-19. Após analisarem 77 pessoas, o estudo concluiu que a gravidade da doença não é fator determinante para provocar mudanças no sistema de defesa antioxidante.

Segundo a PUC, a pesquisa é a primeira a apontar para essa conclusão. No entanto, o posicionamento não é definitivo, pois outras pesquisas sugerem que o estresse oxidativo pode sim agravar várias doenças.

Durante a pesquisa, os pacientes, que estavam internados em um hospital em Curitiba, foram divididos entre os grupos com quadro de saúde moderado e com situação grave. No período avaliado concluiu-se que as pessoas com alta contagem de leucócitos e altos índices de PCR (Proteína C-reativa) permaneceram internados por mais tempo. Contudo, não foi encontrada relação entre a gravidade do quadro e o nível de estresse oxidativo.

O estresse oxidativo ocorre a partir do desequilíbrio entre a formação de radicais livres, moléculas responsáveis por enfermidades, e a capacidade antioxidante (proteção) das células. Dessa forma, são formados mais radicais do que antioxidantes, causado danos às células e provocando o desenvolvimento e o agravamento de várias doenças.

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Os radicais livres também são necessários para as células e são produzidos naturalmente pelo organismo. No entanto, infecções podem aumentar a produção dos radicais.

O estudo foi publicado revista científica internacional Free Radical Biology & Medicine.

 

 

*Por Agência Brasil

Um homem foi preso na ação; entorpecentes estavam escondidos em meio a caixas plásticas, em um caminhão

 

PRESIDENTE BERNARDES/SP - A Polícia Militar, por meio do 2º Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv), apreendeu cerca de 4 toneladas de maconha na tarde da última segunda-feira (1º), em Presidente Bernardes, no interior do Estado. Um homem foi preso na ação.

Uma equipe do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR) realizava patrulhamento pela rodovia Olímpio Ferreira da Silva (SP-272), quando abordou um caminhão e suspeitou do nervosismo do motorista.

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Foi realizada busca veicular, sendo localizada grande quantidade de maconha no compartimento de carga, distribuída em tabletes e escondida em meio a caixas plásticas. Questionado, o homem contou que foi contratado para buscar o caminhão em Dourados (MS) para levar até a cidade de Assis (SP).

Toda a substância, que somou 3.913 quilos, foi apreendida para perícia e o motorista preso em flagrante. O veículo, R$ 1.575 e dois celulares também foram recolhidos.

A ocorrência foi apresentada na Polícia Federal de Presidente Prudente, onde a prisão do autor foi ratificada. Ele responderá pelo crime de tráfico de drogas.

SÃO CARLOS/SP - Com o intuito de fazer um levantamento da situação arbórea nos dois campi da USP de São Carlos, até para prevenir eventuais acidentes, o Prefeito do Campus, Prof. Dr. Sérgio Campana, realizou no dia 25 de fevereiro uma visita às duas áreas, acompanhado pelo pesquisador e docente da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (ESALQ/USP), Prof. Dr. Demóstenes Ferreira da Silva Filho, cuja colaboração com a USP de São Carlos remonta a anos anteriores.

Tal como a maior parte dos campi da USP espalhados pelo estado de São Paulo, os de São Carlos também são áreas extensas muito arborizadas e, segundo o pesquisador, é necessário ter sempre o máximo cuidado com a preservação das espécies arbóreas e de todas as outras espécies vegetais, até porque existem diversos conflitos, como, por exemplo, entre as árvores e as construções e, em segundo plano e como consequência, entre as árvores e o ser humano. A prevenção de acidentes é uma das prioridades, mas essa prevenção não significa apenas cortar árvores.

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“Não dá para cortar tudo e ficar sem árvores. De fato, a minha presença aqui foi fazer para fazer um levantamento para um projeto que estamos executando em todos os campi da Universidade de São Paulo, levantamento esse que integrará um plano para monitorar todas as árvores através de um sistema informatizado, geográfico, que será utilizado no futuro e que acompanhará a evolução das espécies arbóreas nos campi, por forma a cuidarmos das árvores e diminuir radicalmente os conflitos que possam surgir. Ao fazermos isso, estamos também melhorando os benefícios que as árvores oferecem ao ser humano e ao meio ambiente.

O projeto incluirá uma base de dados que será  constantemente atualizada, para que, segundo o pesquisador, haja uma gestão eficiente, incluindo um lote de informações que estará disponível para o público. “A ideia é que cada árvore possa ter um QRCode para que as pessoas saibam mais sobre as características dela, além de informações sobre potenciais riscos, problemas inerentes ao crescimento das raízes, galhos secos que podem constituir perigo, etc., informações essas que serão também de extrema utilidade para que os serviços responsáveis possam ser acionados”, conclui o Prof. Demóstenes.

 

Certamente que um projeto destes poderia ser implementado em diversas cidades brasileiras, com altos benefícios para a sociedade.

 

 

*Por: Rui Sintra - jornalista do IFSC/USP

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