Jornalista/Radialista
EUA - As mudanças anunciadas recentemente pelo Google para o seu mecanismo de busca não agradaram parte dos usuários, que passaram a procurar alternativas à plataforma da gigante de tecnologia. Entre elas, o DuckDuckGo voltou a ganhar destaque por priorizar a privacidade dos usuários.
Segundo o site Engadget, o aumento nos downloads do aplicativo começou logo após o Google I/O 2026, evento realizado entre os dias 19 e 20 de maio, quando a empresa apresentou novas funções de inteligência artificial que devem transformar a experiência de busca na plataforma.
As mudanças incluem recursos que alteram tanto a aparência do buscador quanto a forma como os resultados são exibidos, com maior integração de respostas geradas por IA.
Após o anúncio, o DuckDuckGo registrou crescimento expressivo no número de instalações nos Estados Unidos. De acordo com a empresa, o aplicativo teve aumento médio de 18,1% nos downloads durante seis dias consecutivos. O pico ocorreu em 25 de maio, quando as instalações cresceram 30,5%. A maior parte dos novos usuários utiliza dispositivos com sistema iOS.
O interesse crescente pelo buscador também foi impulsionado pelas declarações do fundador e CEO da empresa, Gabriel Weinberg, que criticou o Google por implementar recursos de inteligência artificial sem oferecer aos usuários a possibilidade de desativá-los.
“O Google está impondo inteligência artificial sem permitir que as pessoas escolham não usar”, afirmou Weinberg. “Com isso, os resultados estão piorando, e não melhorando. Queremos ser a plataforma que coloca os usuários no controle e permite decidir quanta inteligência artificial desejam utilizar. É por isso que estamos vendo tantas pessoas migrando para o DuckDuckGo nesta semana”, disse.
por Notícias ao Minuto
INGLATERRA - O Manchester United está perto de acertar a contratação do volante brasileiro Éderson, da Atalanta, para a próxima temporada europeia. Segundo informações do jornal britânico The Independent, o jogador foi escolhido para ocupar o espaço que deve ser deixado por Casemiro, cujo contrato com o clube inglês termina no fim de junho.
A negociação gira em torno de 38 milhões de libras, cerca de 43,8 milhões de euros. Caso o acordo seja concluído, Éderson será o primeiro reforço da nova fase do United sob comando de Michael Carrick, anunciado recentemente como técnico principal da equipe.
O meio-campista da Atalanta vinha sendo observado há meses pelo clube inglês, ainda desde o período em que Ruben Amorim era cotado para assumir o comando técnico da equipe.
Com a volta à Liga dos Campeões na próxima temporada, o Manchester United busca ampliar o elenco para suportar o calendário mais intenso. O clube não disputava a principal competição europeia desde a temporada 2023/24, quando chegou à final da Liga Europa.
Além de Éderson, outros nomes seguem no radar dos ingleses. Entre eles estão Aurélien Tchouaméni, do Real Madrid, e Elliot Anderson, do Nottingham Forest. O jovem inglês, porém, também desperta interesse do rival Manchester City.
Outro jogador monitorado pelo Manchester United é o português Mateus Fernandes, atualmente no West Ham. O interesse ganhou força após o rebaixamento do clube londrino na Premier League.
A diretoria de Old Trafford já trabalha com a possibilidade de perder Bruno Fernandes no futuro e vê Mateus como um nome ideal para assumir protagonismo no meio-campo.
O meia português vem recebendo elogios no futebol inglês. O apresentador e ator James Corden, torcedor do Southampton — clube que revelou Mateus antes da transferência ao West Ham —, chegou a comparar o jogador a Vitinha, destaque do Paris Saint-Germain.
“Acho que o Mateus Fernandes é um jogador extraordinário e que vai jogar em um grande clube. Ele me lembra o Vitinha. Quando o Vitinha estava no Wolverhampton, muita gente sabia que ele era bom, mas não imaginava o nível que alcançaria no PSG”, afirmou à rádio talkSPORT.
O West Ham investiu cerca de 44 milhões de euros na contratação do português e, segundo o site Football Insider, agora pediria algo próximo de 96 milhões de euros para negociá-lo.
por Notícias ao Minuto
EUA - Um ex-agente da CIA está sendo acusado de desviar dinheiro público e mentir sobre o próprio currículo para obter benefícios militares nos Estados Unidos. Durante uma operação realizada na casa de David Rush, na Virgínia, autoridades federais encontraram uma fortuna impressionante escondida no imóvel: 303 barras de ouro, cerca de US$ 2 milhões em dinheiro vivo e quase 30 relógios Rolex de luxo.
Segundo documentos judiciais obtidos pela emissora NBC, Rush alegava que as barras de ouro eram usadas para “despesas relacionadas ao trabalho”.
O ex-funcionário é acusado de apropriação indevida de recursos públicos e fraude relacionada às suas credenciais militares.
De acordo com o jornal New York Post, David Rush teria inventado parte significativa do currículo para conseguir um cargo de alto escalão no governo americano. Embora tenha servido na Marinha dos Estados Unidos entre 1997 e 2015, ele deixou as Forças Armadas naquele ano e não voltou a atuar em nenhum outro ramo militar.
Mesmo assim, segundo a investigação, Rush afirmava ocupar o posto de capitão da ativa para receber cerca de US$ 77 mil em benefícios de licença militar aos quais não teria direito. Ao mesmo tempo, ele recebia salário como executivo.
A CIA informou, em nota, que abriu uma investigação interna após identificar possíveis violações da lei.
“Depois que a investigação interna da CIA encontrou indícios de irregularidades, o diretor da agência, John Ratcliffe, encaminhou o caso ao FBI para investigação criminal”, afirmou o órgão.
O FBI declarou que trabalha em conjunto com a CIA e o Departamento de Justiça para apurar completamente o caso.
“Estamos comprometidos em esclarecer os fatos, garantir a responsabilização e buscar justiça de acordo com a lei”, informou a agência federal.
David Rush foi preso e permanece sob custódia policial.
O caso também levantou questionamentos sobre os sistemas de verificação de segurança do governo americano, responsáveis por monitorar agentes de inteligência e evitar fraudes, corrupção ou possíveis ameaças à segurança nacional.
por Notícias ao Minuto
ALEMANHA - As bolsas europeias operam majoritariamente em queda na manhã desta quinta-feira (28), pressionadas pela escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã, que voltou a impulsionar os preços do petróleo e aumentou a cautela dos investidores.
Por volta das 6h45, o índice pan-europeu Stoxx 600 caía 0,56%, aos 624,64 pontos.
Segundo autoridades americanas, forças do Comando Central dos EUA derrubaram quatro drones iranianos que representavam ameaça nas proximidades do Estreito de Ormuz. Os militares americanos também atacaram uma estação de controle em Bandar Abbas, no Irã, que estaria prestes a lançar um quinto drone.
Em resposta, o Irã realizou um ataque contra uma base militar dos Estados Unidos no Kuwait. Os confrontos ocorrem após novas ações militares registradas no início da semana.
A renovação das tensões no Oriente Médio voltou a pressionar o mercado de petróleo. O barril do Brent subia quase 2% nesta manhã, depois de ter recuado mais de 4,5% na sessão anterior.
Com a alta do petróleo, ações de companhias aéreas figuravam entre as maiores quedas do mercado europeu. Em Paris, Air France-KLM recuava 2,2%, enquanto a Ryanair caía 1,5% em Dublin.
Na contramão, empresas do setor de defesa registravam forte valorização após relatos de que o Parlamento da Ucrânia aprovou um acordo de empréstimo de 90 bilhões de euros com a União Europeia. Em Frankfurt, as ações da Renk avançavam 6,8%, enquanto a Rheinmetall subia 4,4%.
Apesar do cenário geopolítico negativo, dados divulgados nesta quinta mostraram melhora inesperada no sentimento econômico da zona do euro. Segundo pesquisa da Comissão Europeia, o índice subiu para 93,5 pontos em maio.
Às 6h57 (horário de Brasília), a Bolsa de Londres caía 0,75%, Paris recuava 0,34% e Frankfurt perdia 0,20%. As bolsas de Madri e Lisboa registravam baixas de 0,41% e 0,21%, respectivamente. Já a Bolsa de Milão destoava do movimento e subia 0,20%.
por Estadao Conteudo
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