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Ivan Lucas

Ivan Lucas

 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - Mais um homicídio aconteceu em São Carlos nesta semana, desta vez foi na rua Professor Nelson Camargo Lima, no bairro Cidade Aracy 2.

Segundo informações, na madrugada de hoje, 24, moradores ouviram disparos de arma de fogo e ao ir até a rua visualizaram um corpo estendido no chão e acionaram o SAMU e a Polícia Militar.

O SAMU ao chegar constatou o óbito de Ricardo Luzi Barbizan, de 33 anos, a delegada Dra. Beatriz Mendes Pereira Lopes, deram inicio as investigações, conversando com populares. A Polícia Cientifica também esteve no local e apurou que no corpo haviam 3 perfurações.

Até o momento ninguém foi preso.

SÃO CARLOS/SP - Um homem foi preso por tráfico de drogas no bairro Jacobucci, em São Carlos, na noite de ontem, 24, pela Guarda Municipal.

Segundo consta, os GMs do GAM (Grupamento de Apoio Motorizado), realizava patrulhamento, quando no cruzamento entre as Ruas Júlio Prestes de Albuquerque e Sebá Jorge Keppe, avistaram um sujeito em atitude suspeita e a abordagem foi realizada.

Em revista corporal foi encontrado no bolso 03 pinos de cocaína e R$ 60,00 em dinheiro. Em buscas nas proximidades do flagrante, foi encontrado 67 pinos de cocaína.

Diante dos fatos, C.R.M, foi conduzido à Central de Polícia Judiciária, onde ficou à disposição da justiça.

A droga e o dinheiro foram apreendidos.

CANNES - Tom Cruise foi recebido como rei no 75.º Festival de Cannes. Em perfeita sincronia, quando ele pisou no tapete vermelho para a sessão especial de Top Gun – Maverick, que estreia nesta quinta-feira, 26, no Brasil, jatos da Força Aérea Francesa desenharam as cores vermelha, azul e branca.

Na saída, todo o perímetro do Palais foi isolado, enquanto no céu espocavam foguetes. Foi uma das maiores queimas de fogos da história do festival – em geral, acontecem no dia da premiação, como uma espécie de abraço. Até o próximo ano!

Cannes, ou a Paramount – empresa produtora e distribuidora –, ou talvez ambas, mostraram uma montagem com cenas de filmes que mapeiam a trajetória do maior astro de Hollywood. Top Gun, o original, de Tony Scott, foi o blockbuster que fez decolar a década de 1980. Que fez decolar a carreira de Tom. “Sempre pensei que era um ator representando um personagem que se considerava um astro.” Durante muito tempo, Hollywood cobrava uma continuação para a história de Maverick.

A sequência sonhada demorou mais de 30 anos, mas está chegando. Deveria ter estreado em 2020, mas a pandemia deixou o filme todo esse tempo pronto e em suspenso. Nem se questionou se ele poderia ir para o streaming. Tom veio a Cannes dizer que faz filmes para o cinema. Jamais concordaria com telas menores.

O primeiro Top Gun foi realizado pelo falecido Tony Scott e o 2 é dedicado à sua memória. Tony contribuiu para o marketing do filme – havia sido publicitário – com frases de efeito, como: “O roteiro de Top Gun não é Guerra e Paz”, “O filme é Star Wars na Terra”, “É Apocalypse Now num porta-aviões”.

Passado todo esse tempo, Maverick continua um lobo solitário, um (simples?) piloto. De saída, ao ser recrutado para ser instrutor na escola que forma os melhores pilotos, Jon Hamm joga-lhe na cara que ele está ali só porque é protegido pelo Iceman de Val Kilmer, que virou senador. Hamm considera Maverick obsoleto, uma relíquia que, no fundo, despreza. Para ele, o ideal, projetado no futuro, são os aviões de guerra sem pilotos, comandados por máquinas que não contestam ordens.

Maverick é rebelde por natureza. Na escola, ganha um antagonista, o filho de Goose, o piloto que não conseguiu salvar no primeiro filme. Max Teller é quem faz o papel. Passam o filme se bicando. A história, digna de um McGuffin de Alfred Hitchcock, é sobre uma missão supersecreta – suicida? Uma usina nuclear, num país inimigo, pronta para disparar seus mísseis letais. O lugar é tão inacessível quanto a ilha que guardava os canhões de Navarone no clássico de aventuras do começo dos anos 1960. A ponto de ser demitido – por Hamm –, Maverick furta um jato e prova que o ataque só é possível nos seus termos, voando baixo numa área montanhosa.

Conhecido por dispensar dublês nas cenas perigosas, Tom está sempre treinando para manter a forma. A cara, por mais que cuide, exibe os sinais da passagem do tempo, mas o corpo, quando corre – e sempre tem uma corrida em seus filmes –, é o de um superatleta. O “velho” provará sua eficiência num mercado que tentará descartá-lo. Antigos traumas serão superados e, nessa trama que tem muito de fantasmas do passado, os novos pilotos da Top Gun vão reviver os temas do aprendizado e da superação de Paraíso Infernal, o clássico de aviação de Howard Hawks, no fim dos anos 1930.

Joseph Kosinski, que assina a direção, tinha 12 anos quando viu o primeiro Top Gun – no único cinema de Martial Town, em Iowa, onde a família morava. À revista The Hollywood Reporter, ele contou que a trilha, a jaqueta incrementada, os óculos e a moto viraram o sonho de todo garoto interiorano como ele. Só chegou à direção com a aprovação de Tom. Teve de entrar no modo (avião?) do astro.

Durante 15 meses, realizou experimentos com o diretor de fotografia Claudio Miranda sobre como filmar jatos de uma geração mais avançada do que a do filme anterior. Foi preciso convencer a Marinha de que Tom teria de ser filmado no espaço, dentro de um F-18, manejando os instrumentos. O problema era a câmera. Onde colocá-la?

Pergunta básica: “Na cabine do F-18, o que é possível retirar sem que o avião deixe de voar?” Havia seis câmeras na cena-chave em que Maverick mostra que a missão é possível e Tom, voando com outro piloto, operava as câmeras.

Eletrizante no ar, o filme não perde o tônus em terra. A questão tabu da idade entra de sola. Tem sexo, a cena com Jennifer Connelly, e a música faz parte. Irving Berlin, no primeiro filme, Lady Gaga no segundo, na trilha de Harold Faltermeyer. Dá para jurar que Kosinski começa o 2 exatamente igual.

Exatamente? “Não, coloco homens e mulheres, e isso faz diferença.” Não falta a cena de jogo, na praia, para que os pilotos aprendam a funcionar como grupo, embora estejam todos competindo por um posto na missão e a metade ficará de fora. A par do tour de force técnico, mas a cena mais emotiva é o (re)encontro com Ice. Val Kilmer estava gravemente enfermo e havia a dúvida se ele conseguiria estar no filme.

 

 

Luiz Carlos Merten / ESTADÃO

SÃO CARLOS/SP - Na última segunda-feira (23), o vereador Paraná Filho (PSB), juntamente com o secretário Municipal de Segurança Pública e Defesa Social, Samir Gardini, estiveram reunidos com a diretoria do Sindicato Rural Patronal, para tratativas quanto às perspectivas de melhorias no setor de segurança rural de São Carlos.

Além do vereador Paraná Filho e do secretário Samir Gardini, participaram da reunião Olinto Petrilli, presidente do Sindicato, Cláudio Di Salvo, vice-presidente do Sindicato, Eunízio Malagutti Junior, 1° Secretário, João Haidar, 2° Secretário, João Paulo Pica, Tesoureiro, os agricultores Flávio Roberto Marchesin e Osny Pelegrino Ferreira, e a subcomandante da Guarda Municipal, Juliana Cristina de Souza.

De acordo com o vereador Paraná Filho “esta reunião realizada na sede do Sindicato Rural, teve por objetivo juntamente com a classe de ruralistas, verificar quais os encaminhamentos da reunião realizada em Fevereiro deste ano foram concretizados, quais serão efetivamente concretizados, o que melhorou de lá até hoje e quais os próximos encaminhamentos”.

Ressalta ainda, que, “estas reuniões são de suma importância para a melhoria da segurança pública na área rural, já que há uma proximidade constante dos poderes do legislativo, do executivo, e da classe rural”.

O vereador fez um balanço dos encaminhamentos feitos desde a última reunião realizada em Fevereiro deste ano. “As rondas do Patrulhamento Rural já estão sendo realizadas no período noturno desde o mês de março deste ano, graças à atenção do secretário Samir ao nosso pedido”.

“Foi destinado recurso através de emenda parlamentar à Secretaria Municipal de Segurança Pública e Defesa Social, para a execução de georreferenciamento na Região da Fazenda Pinhal, o que trará mais agilidade e acesso a serviços públicos essenciais, como saúde e segurança, e ainda melhorar a logística de entrega e distribuição de produtos nas propriedades. Posteriormente destinarei emendas para a ampliação da setorização do georreferenciamento para outros setores, como a região da Babilônia, Aparecidinha e Invernada”, ressalta Paraná.

“Além destes, solicitei orçamentos para as instalações de sistemas de monitoramento de segurança em áreas estratégicas do setor rural, o sistema de monitoramento de segurança serão feitos através de câmeras de leitura de placas “LPR”, e a partir da conclusão dos estudos e orçamentos, vamos viabilizar os recursos necessários para a implantação gradativa destes sistemas”, finaliza Paraná.

De acordo com o secretário Samir Gardini “A Guarda Municipal tem a responsabilidade de zelar pelo patrimônio ambiental municipal, não podemos esquecer que a área rural também tem instalações de equipamentos públicos, como por exemplo, caixa d’ água, postos de saúde, etc..., então a GM tem que dar essa cobertura a essas regiões, não podem ficar somente presa na área urbana, a população residente nesta área rural também tem que ter o serviço da Guarda Municipal”.

Ressalta que “Recentemente recebemos duas viaturas 0km, junto ao Governo do Estado de São Paulo, agora estamos trabalhando a questão do efetivo, que hoje ainda é um efetivo insuficiente para que a gente potencialize o patrulhamento rural”.

Comenta ainda que "foi discutida a possibilidade de se criar uma atividade complementar para a Guarda Municipal para que nós possamos dobrar o efetivo que cobre esta área”.

“A ideia é que seja investido mais nesta ação para que a gente também consiga uma melhor qualidade de vida para os proprietários rurais.”, finaliza Samir.

Olinto Petrili, presidente do Sindicato Rural agradeceu todo apoio que a classe está recebendo do vereador Paraná Filho e também os esforços do secretário Samir a frente desta pasta tão importante, contudo, afirma “que para que seja efetivamente melhorada a segurança rural, deverão ser investidos valores maiores dentro das dotações orçamentárias específicas do setor de segurança com exclusividade na aplicação no setor rural, e espera que a partir das discussões levantadas, que tenha uma atenção especial do poder executivo quanto a este política pública tão importante para o setor rural”.

A partir dos apontamentos, Paraná Filho irá marcar uma reunião com representantes do Poder Executivo, onde deverão participar a diretoria do Sindicato Rural Patronal para verificar a possibilidade de serem viabilizados maiores recursos às dotações orçamentárias no que se refere às questões de segurança pública rural, assim como, manutenção de estradas rurais.

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