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Ivan Lucas

Ivan Lucas

 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - O vereador Sérgio Rocha (PTB) esteve reunido na Assembleia Legislativa de São Paulo (ALESP), com a deputada estadual Marta Costa. Como membro da Comissão de Saúde da Câmara de São Carlos, a saúde foi a pauta principal do encontro, especialmente com relação às cirurgias eletivas.

Sérgio Rocha conquistou junto à deputada um repasse de emenda parlamentar estadual no valor de R$ 100 mil. Este montante recém-conquistado será destinado para uso exclusivo da Secretaria Municipal da Saúde para serem investidos diretamente nas cirurgias eletivas.

O recurso anunciado é importante para a saúde, visto que Rocha solicitou à deputada o apoio para zerar a fila de cirurgias eletivas da especialidade pelo Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com informações levantadas pelo vereador, cerca de 5 mil pessoas aguardam por uma cirurgia eletiva em São Carlos. Alguns pacientes estão há cinco anos na fila aguardando o agendamento.

“Para zerar a fila serão necessários muito mais investimentos a serem aplicados, mas estes 100 mil reais já é algo que auxiliará na Secretaria de Saúde”, apontou Rocha.

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Marta Costa se comprometeu ainda em garantir mais verba parlamentar ainda neste ano de 2021. A ideia é que os procedimentos ocorram com a máxima brevidade possível.

"Tem coisas que não têm preço, mas têm valor, como nessa situação. Sei que vamos devolver as condições de saúde para muitas pessoas.", declarou Rocha.

 Sérgio também destacou que buscará outros recursos visando zerar a fila das cirurgias eletivas. "Não tenho dúvidas de que teremos mais apoios e investimentos na área da saúde de nossa cidade, pois já conquistamos mais de R$ 3.000.000,00 para a saúde de São Carlos”, enfatizou Sérgio Rocha.

"Desde que iniciei no primeiro mandato em 2013, venho buscando fontes de recursos para serem investidos nos diversos setores da cidade de São Carlos e tenho convicção que em breve, novos recursos chegarão à nossa cidade", finalizou o vereador.

BRASÍLIA/DF - O Produto Interno Bruto (PIB) do país caiu 4,1% em 2020, totalizando R$ 7,4 trilhões. Essa é a maior queda anual da série iniciada em 1996 e interrompeu o crescimento de três anos seguidos, de 2017 a 2019, quando o PIB (a soma dse todas as riquezas produzidas no país) acumulou alta de 4,6%.

O PIB per capita alcançou R$ 35.172 no ano passado, recuo recorde de 4,8%. No quarto trimestre, que fechou o resultado de 2020, o PIB cresceu 3,2%. Os dados são do Sistema de Contas Nacionais Trimestrais, divulgado hoje (3), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, o resultado é efeito da pandemia de covid-19, quando diversas atividades econômicas foram parcial ou totalmente paralisadas para controle da disseminação do vírus. “Mesmo quando começou a flexibilização do distanciamento social, muitas pessoas permaneceram receosas de consumir, principalmente os serviços que podem provocar aglomeração”, disse.

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Retração nos serviços

Os serviços recuaram 4,5% e a indústria, 3,5%. Segundo o IBGE, esses dois setores somados representam 95% da economia nacional. Já a agropecuária teve alta de 2,0%.

O menor desempenho dentro dos serviços foi o de outras atividades de serviços com retração de 12,1%. Nelas, estão incluídos os restaurantes, academias e hotéis. De acordo com Rebeca Palis, os serviços prestados às famílias foram os mais afetados negativamente pelas restrições de funcionamento.

“A segunda maior queda ocorreu nos transportes, armazenagem e correio (-9,2%), principalmente o transporte de passageiros, atividade econômica também muito afetada pela pandemia”, explicou.

Ainda no setor de serviços, as atividades de administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social registraram recuo de 4,7%, o comércio de 3,1%, informação e comunicação de 0,2%. As atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados tiveram movimento diferente em 2020 e subiram 4,0%, como também as atividades imobiliárias com alta de 2,5%.

Na indústria, o destaque negativo da queda de 3,5% foi o desempenho da construção (-7,0%), que voltou a cair depois da alta de 1,5% em 2019. Outro dado negativo observou-se nas indústrias de transformação (-4,3%), influenciadas pela queda na fabricação de veículos automotores, outros equipamentos de transporte, confecção de vestuário e metalurgia. Eletricidade e gás, água, esgoto e atividades de gestão de resíduos tiveram retração de 0,4%. Já as indústrias extrativas subiram 1,3%. A explicação é a alta na produção de petróleo e gás, o que compensou a queda da extração de minério de ferro.

Os aumentos da soja (7,1%) e do café (24,4%) ajudaram a agropecuária a crescer 2,0%. Os dois produtos tiveram produções recordes na série histórica. Mas algumas lavouras observaram variação negativa na estimativa de produção anual, como a laranja (-10,6%) e o fumo (-8,4%). “Isso decorreu do crescimento da produção e do ganho de produtividade da agricultura, que suplantou o fraco desempenho da pecuária e da pesca”, observou a coordenadora.

 

Famílias

Na comparação com o ano anterior, todos os componentes relativos à demanda caíram em 2020. O consumo das famílias teve o menor resultado da série histórica (-5,5%). Conforme a coordenadora de Contas Nacionais, isso pode ser explicado, principalmente pela piora no mercado de trabalho e a necessidade de distanciamento social.

O consumo do governo recuou 4,7% e também foi recorde. O motivo é o fechamento de escolas, universidades, museus e parques ao longo do ano. Depois de uma sequência positiva de dois anos, os investimentos - a Formação Bruta de Capital Fixo - caíram 0,8%. A balança de bens e serviços registrou queda de 10% nas importações e 1,8% nas exportações.

 

 

*Por Cristina Índio do Brasil – Repórter da Agência Brasil

ARARAQUARA/SP - Uma criança de 2 anos de idade foi levada a UPA do Vale Verde na tarde de terça-feira (2), devido a uma suspeita de estupro. Segundo informações, a mãe, de 43 anos, notou que a filha apresentava um corte superficial, próximo a vagina.

A Polícia Militar foi acionada. A mãe relatou que deixou a menina com o pai por um breve período e não notou nenhuma alteração de comportamento. No dia anterior, ela recebeu pessoas em sua casa, e por conta disso, não sabe apontar um provável autor.

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A criança foi encaminhada a Gota de Leite para exames. O caso foi registrado na Delegacia de Defesa da Mulher.

 

 

*Por: PORTAL MORADA

O amor de uma enfermeira pelos pacientes e pela poesia são retratados nesse trabalho

 

SÃO CARLOS/SP - Curar vai muito além de cuidar com medicamentos. Os momentos difíceis também podem ser amenizados por meio das palavras. É isso que retrata o livro “Poesia no Hospital”, da enfermeira, Roziele Oliveira.

Natural de Várzea da Roça, interior da Bahia, Roziele trabalha na Santa Casa de São Carlos há mais de 3 anos. Desde muito jovem, sempre acreditou que a poesia pudesse ser um instrumento de educação, saúde e de um cuidado mais humanizado. Por isso, ao longo de sua jornada no hospital, começou a escrever poesias para amenizar a dor das pessoas que recebem seu atendimento. Cada poesia foi escrita exclusivamente para cada paciente. E essas muitas experiências vivenciadas com a poesia no hospital se materializaram em um livro com literatura de cordel, poesia e alguns relatos que abordam o cuidado com o paciente.

“Os versos são histórias reais que nascem do meu coração. Por isso, os pacientes foram inspiração para esse livro que dedico a cada ser humano, cuja alma foi tocada com a minha poesia e com os meus versos. Mesmo diante da dor e do medo da doença, eles me permitiram tocar no coração deles”, explica Roziele. 

A enfermeira conta que sempre é possível fazer algo a mais pelo paciente. Não é apenas um banho, uma troca de roupa ou um remédio. O que faz a diferença é um gesto, uma palavra ou uma poesia que acalma no momento da dor, já que o processo do adoecimento é muito doloroso para o paciente e familiares.

Para ver o sonho realizado e lançar o livro, Roziele participou de um financiamento coletivo. "Contei com o apoio de muitas pessoas. Meus pais, familiares e amigos me ajudaram financeiramente. Com o apoio deles e das demais pessoas que acreditaram em meu projeto, consegui o valor necessário para custear a publicação do meu livro”, comemora a enfermeira

Dentre todas as poesias feitas em homenagem aos pacientes, uma delas marcou a sua vida. “Criamos um vínculo com o paciente e com o familiar. Alguns chegam a ficar dias, semanas ou meses dependendo do nosso cuidado. É o caso de quem me inspirou a escrever a poesia ‘Dia de Alta’. O paciente, a quem dediquei esse poema, passou por uma situação muito difícil e teve algumas complicações. Quando ele teve alta, fiz a poesia e levei para ele. Ele chorou muito, estava cheio de gratidão, por estar indo para casa. Lembro que era um domingo, um dia muito especial para ele, porque era o dia de comer macarrão em família”, relembra.

A enfermeira Roziele reforça que o livro é um resumo artístico de tudo o que ela vivencia no hospital. “É uma alegria ver a emoção nos olhos do paciente quando recebe o meu poema. Me sinto realizada como profissional e como ser humano.  Difícil, em um único livro, descrever todos os abraços, afetos, lágrimas e todo amor recebido. Cuidar com amor e com palavras me faz muito feliz”, finaliza Roziele.

 

SERVIÇO:

“POESIA NO HOSPITAL”

Editora Livraria Cartola

142 páginas

R$ 39,90

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