Jornalista/Radialista
Evento marcou oficialmente o início da campanha de Elton Carvalho a deputado estadual e reforçou parceria com o deputado federal Marcos Pereira em ações destinadas a São Carlos e região
SÃO CARLOS/SP - Aconteceu nesta quarta-feira o lançamento oficial da candidatura de Elton Carvalho a deputado estadual por São Paulo, que disputa uma cadeira na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP). O evento contou com a presença do deputado federal Marcos Pereira, presidente nacional do Republicanos e candidato à reeleição.
Durante o encontro, Marcos Pereira destacou a parceria construída com Elton Carvalho e os recursos destinados ao município de São Carlos ao longo dos últimos anos. Segundo o deputado, foram mais de R$ 4 milhões destinados ao município, principalmente para áreas como saúde, infraestrutura e promoção social.
Marcos Pereira destaca parceria com Elton Carvalho
Em sua fala, Marcos Pereira ressaltou que a atuação conjunta tem como objetivo transformar as demandas apresentadas pelo município em ações e investimentos concretos.
“Enviamos recursos para mais de 600 colonoscopias, ultrassons, aparelhos auditivos e óculos de grau, além de cirurgias gerais, como hérnias, vesícula e outros procedimentos. Minha parceria em Brasília é ouvir o Elton, entender as demandas e fazermos o melhor por São Carlos e região. Conte conosco sempre, Elton, e que sua campanha seja vitoriosa”, afirmou Marcos Pereira.
O deputado também reforçou a disposição de continuar trabalhando em Brasília em conjunto com Elton Carvalho, caso ambos sejam eleitos.
Elton Carvalho agradece apoio e destaca atuação em Brasília
Elton Carvalho agradeceu a presença e o apoio de Marcos Pereira, destacando a abertura do parlamentar para ouvir as demandas de São Carlos e buscar recursos para atender às necessidades da população.
“Agradeço imensamente ao presidente Marcos Pereira por tudo o que tem feito por São Carlos. É um deputado que sempre nos ouve, entende nossas necessidades e trabalha para que os recursos cheguem efetivamente à ponta, beneficiando diretamente a população. Essa parceria tem produzido resultados concretos e queremos continuar trabalhando dessa forma. Conte conosco sempre, Marcos”, declarou Elton.
O lançamento marcou o início oficial da caminhada eleitoral de Elton Carvalho rumo à ALESP e reforçou a proposta de ampliar a articulação entre o município, a Assembleia Legislativa e o Congresso Nacional em busca de investimentos para São Carlos e região.
EUA - Uma menina de 8 anos morreu no Lousiana, nos Estados Unidos da América, depois de contrair uma rara infecção por ter nadado em um lago junto à sua casa. Lillian Smart, residente en Ruston (Louisiana), morreu este sábado, um dia depois de comemorar o seu 8.º aniversário.
"Ontem à noite, a Lillian passou dos nossos braços para os braços de Jesus", anunciou a família.
"As lesões no cérebro eram muito graves para que o seu corpinho conseguisse recuperar. Todos fizeram tudo o que puderam para a manter aqui. Estamos devastados e, sinceramente, não sabemos o que fazer agora", detalharam numa publicação nas redes sociais.
Na origem da morte de Lillian está a contração da bactéria "Naegleria fowleri". Trata-se de uma ameba de vida livre conhecida como "ameba comedora de cérebros", que vive em águas doces, mornas ou quentes (como lagos, rios e fontes termais) e em piscinas mal tratadas.
Morte e tragédia
A infecção pode acontecer quando a água contaminada entra pelo nariz e a ameba chega ao cérebro, refere o 20 minutos.
Lillian estava internada há vários dias. Segundo a sua mãe detalhou a imprensa, ela foi ao hospital depois de apresentar febres altas e problemas de visão. A menina sofreu uma inflamação cerebral e encontrava-se numa unidade de cuidados intensivos.
Vale destacar que o próprio Departamento de Saúde do Louisiana tinha informado, no dia 19 de agosto, que um residente do mesmo Estado tinha contraído esta doença, informando que a exposição tinha se verificado provavelmente enquanto nadava no lago Claiborne, situado a cerca de 48 quilômetros a noroeste de Ruston.
"Trata-se de uma infecção muito rara, mas normalmente fatal", alertou o mesmo departamento, citado pela CNN internacional.
As infeções por "Naegleria fowleri" são extremamente raras, havendo apenas 180 casos confirmados entre 1937 e 2025, de acordo com o Departamento de Saúde da Louisiana, refere a mesma publicação norte-americana. O estado registou apenas três casos durante esse período.
Ciências biológicas
Embora a maioria dos casos tenha se concentrado nos estados do Sul e do Centro devido ao clima mais quente, estudos recentes sugerem que as alterações climáticas estão aquecendo as águas nos estados do Norte e do Centro-Oeste, alargando as áreas onde a ameba pode ser encontrada.
NOTÍCIAS AO MINUTO
EUA - Um familiar, Brad Ireland, cuja ex-mulher e dois filhos estavam entre os mortos, identificou o atirador como Alan Smith, de 44 anos.
Os pais de Smith, que também morreram, haviam pedido que ele se mudasse semanas antes, mas ele voltou no domingo e abriu fogo, disse Ireland.
As vítimas pertenciam a quatro gerações da família, desde uma bisavó de 90 anos que usava cadeira de rodas até uma menina de 7 anos, de acordo com Jennifer Mercer, vizinha e amiga da família que criou uma campanha online para arrecadar dinheiro para ajudar a cobrir os custos do funeral e outras despesas.
A polícia foi chamada à residência na noite de domingo e ouviu tiros vindos dos fundos da casa, pouco antes de o imóvel ser completamente consumido pelas chamas.
Os investigadores confirmaram na terça-feira que houve oito vítimas, incluindo quatro crianças, e que o suspeito atirou contra si mesmo e morreu posteriormente.
A investigação foi dificultada pelas preocupações com a integridade estrutural da casa, depois que o incêndio a reduziu a escombros, disse Jeff Stovall, porta-voz do Departamento de Polícia de Billings.
Os bombeiros combateram o incêndio até a madrugada de segunda-feira, de acordo com o chefe do Corpo de Bombeiros de Billings, Matt Hoppel.
Entre os mortos estavam a ex-mulher de Brad Ireland, Megan Ghekiere, e os dois filhos, Owen Ireland, de 13 anos, e Chloe Ireland, de 7. Também morreram os dois enteados de Ghekiere com o atual marido: Landon Ghekiere, de 15 anos, e Charlotte Ghekiere, de 12.
"A única coisa que sabemos é que Charlotte foi a heroína", disse Jennifer Mercer. "Charlotte ligou para o 112 e tentou salvar a família", acrescentou.
A família Smith era originária da região de Seattle, no noroeste dos Estados Unidos, e os pais de Alan Smith, Dana e Barb Smith, mudaram-se para Billings depois que Megan Ghekiere comprou uma casa na região.
Alan Smith mudou-se para a casa dos pais em Montana e ficou com eles durante anos, antes de ser convidado a sair algumas semanas atrás, disse Brad Ireland.
O suspeito voltou inesperadamente para a casa no domingo à noite, onde a família estava reunida para o habitual jantar semanal.
Alan Smith matou a avó, os pais, a irmã mais nova e os quatro filhos antes de incendiar a casa, disse Ireland. O suspeito tentou fugir antes de ser confrontado pela polícia, acrescentou.
"Havia muitos sinais de preocupação e muitas pessoas alertaram" as autoridades, disse Ireland, que mora no Arizona, no sudoeste dos Estados Unidos. "Ninguém prestou atenção", lamentou.
Ireland descreveu Alan Smith como um "eremita" que passava a maior parte dos dias no quarto, em frente a um computador. "Ninguém sabia o que ele fazia lá dentro 24 horas por dia, sete dias por semana", disse.
NOTÍCIAS AO MINUTO
IRÃ - O governo do Irã anunciou nesta quarta-feira (26) ter chegado a um acordo com Omã para controlar o estreito de Hormuz, a estratégica via marítima por onde passava um quinto da produção mundial de petróleo e gás natural liquefeito antes da atual guerra no Oriente Médio.
Segundo o vice-chanceler Kazem Gharibabadi, o estreito permanecerá obstruído até que os detalhes do arranjo sejam finalizados, o que não ocorreu ainda. "A rota acertada é temporária", afirmou à TV estatal iraniana após discussões com autoridades omanis em Teerã.
Adicionando dúvida sobre o anúncio, segundo a Guarda Revolucionária a medida só irá ser implementada quando os EUA concordarem com seus termos. "Nessas negociações, acordos foram alcançados acerca da fatia do Irã e de Omã nas águas e nas suas receitas", disse o porta-voz Hossein Mohebbi à mídia estatal.
Os Estados Unidos, que iniciaram a guerra ora congelada ao lado de Israel em 28 de fevereiro, já disseram se opor a qualquer solução para Hormuz que não passe por seu controle.
Na semana passada, o presidente Donald Trump chegou a ameaçar bombardear Omã, um aliado americano, se a negociação com a teocracia prosperasse. Antes da guerra, o sultanato agia como principal mediador de conversas entre os rivais, e no conflito foi alvejado até aqui 70 vezes pela teocracia.
Os detalhes do acordo são incertos. Antes da guerra, o tráfego marítimo na região era livre, passando por um corredor com três faixas de 3 km de largura cada: uma de entrada, outra de saída e a terceira, para separação.
O estreito tem uma largura mínima de 39 km entre a costa de Omã, ao sul, e a do Irã, ao norte. Não há águas internacionais nele, apenas o encontro dos limites territoriais dos dois países. Parte da região foi minada pelo Irã, embora Trump tenha dito que já removeu o perigo.
Com a guerra, o Irã buscou asseverar controle da região ameaçando e atacando petroleiros e outros navios. Deu certo: o trânsito caiu de até 140 embarcações diárias para um volume mínimo, com momentos de aumento durante as instáveis tréguas do conflito.
Em fevereiro, a média móvel de sete dias, uma conta que harmoniza eventuais picos ou disrupções, era de 95 navios. Na terça (25), segundo o monitor MarineTraffic, foram apenas 5, todos passando pelo corredor autorizado pelas águas iranianas, que pressupõe pagamento de pedágio.
Pelo que disse o porta-voz da Guarda, há a previsão de uma taxa sobre cargas transitadas, a exemplo do que o Egito cobra por controlar ambas as margens do vital canal de Suez, que liga o mar Vermelho ao Mediterrâneo, caminho mais curto ligando as exportações da China à Europa. Nenhum valor foi divulgado.
A disrupção afetou cadeias logísticas, com cerca de 6.000 marinheiros em navios fundeados no Golfo Pérsico desde então, e o preço do petróleo hoje está 20% acima do valor cobrado em fevereiro, com impacto em dominó sobre várias economias.
Segundo Gharibabadi, o corredor temporário terá ao todo 11,3 km de largura e terá entrada e saída por águas territoriais do Irã.
No início de julho, quando Trump declarou a trégua de 60 dias assinada em 17 de junho com o Irã morta e reiniciou ataques, os americanos impuseram um novo bloqueio naval aos portos do rival. Ele está sendo efetivo, embora haja muito trânsito de navios sem instrumentos de localização ligados, o que impede uma mensuração clara do tráfego.
O anúncio do Irã, que ainda não foi comentado pelo governo de Omã, ocorreu um dia depois de os EUA anunciarem sanções a 60 indivíduos e empresas ligadas à teocracia, e ameaçar punições secundárias a países que fazem negócios com Teerã.
A ameaça envolve principalmente a China, caso seja levada adiante. Pequim comprava quase 90% do petróleo iraniano antes do conflito, usando empresas de terceiros países, como a Malásia, para driblar o risco de sanções. O Brasil tem um comércio, ainda que de irrisórios US$ 3 bilhões quase todos em seu favor no ano passado, com Teerã.
Nesta quarta, o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, disse que "os EUA não vão conseguir nada com pressão econômica a essa altura, assim como foram incapazes de alcançar qualquer coisa com a guerra", afirmou à agência Isna.
O Irã vive sob sanções ocidentais desde a Revolução Islâmica que tornou o país um regime teocrático, em 1979.
Em 2015, um acordo com EUA e outras potências levantou as punições em troca da promessa de que Teerã não buscaria a bomba atômica, mas a desconfiança de Trump sobre o arranjo o fez deixá-lo em 2018.
A anunciada guerra econômica de Trump para asfixiar o regime, portanto, é de efeito duvidoso até aqui.
A grande degradação das capacidades militares iranianas, em especial na primeira fase da guerra, que teve a participação de Israel, não tirou de Teerã o controle de Hormuz ou impediu o país de atacar seus vizinhos aliados dos EUA em retaliação.
Trump desistiu de continuar com ataques, segundo relatos da mídia americana, porque suas Forças Armadas consideraram que eles estavam sendo ineficazes ao serem realizados de forma pontual.
Na terça, o secretário de Defesa, Pete Hegseth, disse, contudo, que os EUA não descartam voltar a uma guerra total para reabrir Hormuz sob suas condições e obrigar o Irã a desmantelar seu programa nuclear militar.
Por ora, Trump ganha tempo. A guerra é impopular nos EUA e seu Partido Republicano poderá perder o controle das duas Casas do Congresso na eleição de meio de mandato em novembro.
por Folhapress
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