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Redação

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 Jornalista/Radialista

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MÉXICO - Uma suposta criatura de aparência incomum está provocando medo e alimentando especulações entre moradores do Vale de Juárez, no estado de Chihuahua, no México, próximo à fronteira com os Estados Unidos. Imagens divulgadas nas  redes sociais mostram o que seria um animal sem pelos, com membros alongados, dedos compridos e uma cauda extensa.

Segundo o jornal americano El Paso Times, o suposto animal teria sido visto em propriedades rurais da região e estaria relacionado a ataques contra galinhas, coelhos e outros animais de criação.

Os relatos ganharam repercussão após o jornalista e investigador de fenômenos ufológicos Jaime Maussan divulgar fotografias e vídeos que, segundo ele, foram registrados por câmeras instaladas na região.

Maussan descreveu a criatura como um ser de aproximadamente 70 centímetros de altura, com características que lembrariam as de um humano, mas com capacidade de se movimentar rapidamente e escalar árvores.

Em uma das histórias relatadas pelo investigador, uma criança teria presenciado o momento em que o animal agarrou uma galinha pela cabeça e subiu em uma árvore.

"É um predador. Não estou dizendo que seja extraterrestre, mas é algo assustador", afirmou Maussan em entrevista ao portal mexicano NetNoticias.

O investigador também alegou que alguns moradores abandonaram suas casas por medo de novos encontros com a suposta criatura. Os relatos, porém, não foram confirmados de forma independente.

Imagens despertam teorias sobre criatura desconhecida

As características atribuídas ao animal despertaram comparações com o chupacabra, figura do folclore latino-americano frequentemente associada a ataques misteriosos contra animais de fazenda.

Nas redes sociais, também surgiram especulações sobre o chamado nahual, personagem presente em tradições indígenas mexicanas e centro-americanas, associado à capacidade sobrenatural de assumir formas animais.

Maussan afirmou que a criatura seria ágil, inteligente e diferente dos animais habitualmente encontrados na região. O investigador chegou a levantar hipóteses sobre uma possível origem desconhecida, embora não tenha apresentado evidências científicas que sustentem essas interpretações.

De acordo com o jornal mexicano El Diario de Juárez, o grupo de Maussan divulgou registros que teriam sido captados em 14 de outubro, entre 19h e 20h, por uma câmera instalada no Vale de Juárez.

O investigador também relacionou as imagens a supostos avistamentos ocorridos anteriormente, em julho.

Autoridades dizem não ter registros dos ataques

Apesar da repercussão, as informações divulgadas pelo investigador não foram confirmadas pelas autoridades locais.

Segundo o El Paso Times, a Defesa Civil de Ciudad Juárez informou que não recebeu notificações oficiais sobre a presença de uma criatura desconhecida ou sobre ataques a animais relacionados ao caso.

Autoridades policiais do lado americano da fronteira, no Texas, também afirmaram não ter registros de ocorrências envolvendo encontros com seres desconhecidos ou mortes de animais atribuídas à suposta criatura.

Até o momento, não foram apresentadas provas biológicas verificáveis que permitam determinar a existência de uma espécie desconhecida ou identificar com segurança o animal mostrado nas imagens.

Quem é Jaime Maussan?

Aos 73 anos, Jaime Maussan é um dos mais conhecidos divulgadores de relatos sobre objetos voadores não identificados e fenômenos considerados inexplicáveis no México.

O jornalista apresenta há décadas programas dedicados ao tema e já esteve envolvido em episódios controversos.

Em setembro de 2023, Maussan ganhou repercussão internacional ao apresentar, durante uma audiência no Congresso mexicano, dois supostos corpos de seres extraterrestres.

As alegações foram amplamente questionadas por especialistas, que contestaram a autenticidade das peças e a ausência de evidências científicas que comprovassem uma origem extraterrestre.

 

 

NOTÍCIAS AO MINUTO

EUA - Uma mãe que teve o filho de apenas 18 meses declarado morto após um afogamento revelou detalhes do momento em que descobriu que a criança ainda estava viva, cerca de cinco horas depois de ter sido levada ao necrotério de um hospital no Arizona, nos Estados Unidos.

O caso aconteceu em 8 de fevereiro deste ano, mas voltou a ganhar repercussão após Alexus Fiordilino conceder uma entrevista à emissora KNXV, afiliada da ABC News, na quarta-feira (21).

O pequeno Vincent foi encontrado inconsciente na piscina da casa da família e levado ao Centro Médico Mercy Gilbert, na cidade de Gilbert.

Segundo a mãe, durante a despedida, ela chegou a acreditar que o filho ainda estava respirando. No entanto, o médico responsável pelo atendimento, Aryan Toosi, teria explicado que os movimentos eram apenas os últimos suspiros da criança e que novas tentativas de reanimação poderiam prolongar seu sofrimento.

"Como mãe, você não quer ouvir isso. Eu não queria que ele sofresse. Parecia que tinham feito tudo o que podiam", contou Alexus.

O médico declarou a morte de Vincent às 18h20, no horário local, naquele domingo, dia da realização do Super Bowl.

Bebê foi encontrado vivo horas depois no necrotério

Cerca de cinco horas após a declaração de óbito, enquanto Alexus e o marido, Angelo, prestavam depoimento às autoridades, um detetive comunicou uma descoberta inesperada.

Um funcionário do Instituto Médico Legal do Condado de Maricopa, que havia ido ao hospital buscar o corpo da criança, percebeu que Vincent ainda apresentava sinais de vida.

"Meu marido e eu gritamos de alívio. Louvamos ao Senhor. Choramos. Passar de ouvir que ele tinha morrido para descobrir que não tinha é uma sensação inexplicável", relatou a mãe.

Apesar do alívio, Alexus questiona o fato de o menino ter permanecido durante horas sem receber atendimento médico.

"Ele ficou sozinho durante cinco horas e meia. Como alguém pode fazer isso com um bebê?", desabafou.

Criança sofreu lesão cerebral grave

Vincent sobreviveu, mas sofreu uma lesão cerebral grave e permanente, segundo informações divulgadas pelos advogados da família.

O menino recebeu alta hospitalar em abril, mas continua apresentando comprometimentos neurológicos significativos.

De acordo com os representantes legais dos pais, a criança não consegue andar sozinha e ainda não recuperou a capacidade de falar.

A família questiona a conduta do médico responsável por declarar o óbito e sustenta que o período em que Vincent permaneceu no necrotério teria contribuído de maneira significativa para o agravamento de suas lesões.

Os advogados argumentam que os danos provocados pela ausência de atendimento durante aquelas horas podem ter sido ainda maiores do que os decorrentes do afogamento.

Os pais pretendem entrar com uma ação judicial contra os responsáveis pelo atendimento médico.

Médico e hospital se pronunciam

Em comunicado enviado à ABC News na quinta-feira (22), um advogado de Aryan Toosi afirmou que o profissional lamenta a situação enfrentada pela criança e seus familiares.

"Os pensamentos do médico estão com o jovem paciente e sua família", declarou, acrescentando que Toosi deseja que Vincent continue se recuperando.

O representante afirmou ainda que o compromisso do médico com a qualidade do atendimento sempre esteve relacionado à intenção de proporcionar segurança, conforto e recuperação aos pacientes.

"Devido ao processo judicial pendente e às leis de privacidade dos pacientes, não podemos comentar os detalhes do atendimento prestado neste momento", explicou.

A Dignity Health, responsável pela administração do hospital, também se manifestou.

A instituição classificou o episódio como uma situação comovente, mas afirmou que não poderia divulgar informações sobre o caso por questões de privacidade.

"A segurança dos pacientes e a prestação de cuidados excepcionais são nossas maiores prioridades", declarou a empresa.

Polícia não encontrou indícios de crime por parte dos profissionais

O Departamento de Polícia de Gilbert informou que a investigação não identificou evidências de conduta criminosa por parte dos profissionais de saúde envolvidos.

Por esse motivo, nenhuma acusação criminal foi apresentada contra os funcionários do hospital.

"Este caso está agora sendo encaminhado à Procuradoria-Geral para análise", informou um porta-voz da polícia.

Inicialmente, as autoridades também haviam recomendado que os pais fossem acusados de maus-tratos infantis por suposta negligência relacionada ao afogamento.

Entretanto, a Procuradoria do Condado de Maricopa decidiu não apresentar acusações.

Segundo os promotores, a residência possuía diversas fechaduras de segurança para crianças e outras medidas de proteção.

Vários adultos estavam presentes na casa no momento do incidente, e todos acreditavam que outra pessoa estava supervisionando Vincent.

A investigação também não encontrou provas de que os pais apresentassem sinais evidentes de incapacidade para cuidar da criança, embora ambos tenham admitido o consumo de maconha naquela manhã.

 

 

NOTÍCIAS AO MINUTO

EUA - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (22) que acredita ter o direito de disputar um terceiro mandato presidencial. Durante um comício no estado de Iowa, o republicano voltou a alegar, sem apresentar provas, que houve fraude nas eleições de 2020, quando foi derrotado pelo democrata Joe Biden.

"Roubaram nossa segunda eleição. Na verdade, ganhei três vezes, por isso acho que tenho o direito de me candidatar novamente", declarou Trump, em referência à disputa presidencial de 2020.

O presidente já mencionou diversas vezes a possibilidade de concorrer novamente à Casa Branca, apesar de a Constituição dos Estados Unidos estabelecer um limite de dois mandatos presidenciais por pessoa.

Trump venceu as eleições de 2016, quando derrotou Hillary Clinton, e de 2024, quando superou Kamala Harris. Em 2020, perdeu para Joe Biden.

Desde então, o republicano sustenta repetidamente que a eleição foi fraudada. No entanto, as ações judiciais e investigações realizadas após a votação não encontraram evidências de irregularidades generalizadas capazes de alterar o resultado.

Constituição dos EUA permite um terceiro mandato?

A 22ª Emenda à Constituição americana estabelece que nenhuma pessoa pode ser eleita presidente dos Estados Unidos mais de duas vezes.

A regra foi ratificada em 1951, após Franklin D. Roosevelt ter sido eleito para quatro mandatos consecutivos.

Para que Trump pudesse disputar novamente a Presidência, seria necessária uma alteração constitucional. O processo exige a aprovação de dois terços das duas Casas do Congresso ou a convocação de uma convenção constitucional por dois terços dos estados, além da ratificação por três quartos dos estados americanos.

A Constituição não prevê uma exceção que permita a um presidente disputar um terceiro mandato por considerar que uma eleição anterior foi fraudada.

Trump volta a questionar as eleições de 2020

Em julho, Trump já havia retomado as acusações sobre a eleição de 2020 durante um pronunciamento televisionado.

Na ocasião, apresentou documentos desclassificados que, segundo ele, indicariam vulnerabilidades no sistema eleitoral americano e possíveis interferências estrangeiras.

Entretanto, análises realizadas por organizações independentes de verificação, como o FactCheck.org, concluíram que os documentos não demonstravam a existência de fraude eleitoral generalizada nem comprovavam manipulação de votos capaz de modificar o resultado da disputa.

As alegações de Trump sobre a eleição de 2020 também foram examinadas em diferentes processos judiciais, sem que fossem apresentadas provas suficientes para invalidar a vitória de Biden.

Republicanos intensificam campanha para eleições de novembro

As declarações ocorrem em meio à mobilização do Partido Republicano para as eleições legislativas de 3 de novembro, quando os americanos escolherão todos os integrantes da Câmara dos Representantes e parte dos membros do Senado.

O partido de Trump busca manter o controle do Congresso, em uma disputa que terá impacto sobre a capacidade do governo de aprovar projetos e implementar sua agenda política durante os dois últimos anos do atual mandato presidencial.

Depois de participar de comícios na Carolina do Norte e em Iowa, Trump tem novos eventos de campanha previstos na Flórida, Geórgia, Michigan e Texas.

As viagens fazem parte dos esforços para mobilizar eleitores republicanos e apoiar os candidatos do partido nas disputas legislativas.

 

 

NOTÍCIAS AO MINUTO

FRANÇA - Uma pessoa morreu e ao menos outras quatro ficaram feridas após um homem abrir fogo de dentro de seu carro nos arredores de Paris, na França, na manhã de sexta-feira (23). A Promotoria abriu uma investigação e trata o caso como suspeita de ataque terrorista.

O ataque ocorreu por volta das 10h30 (horário local), na cidade de Trappes. O suspeito foi detido pouco depois, a poucos quilômetros dali, em Coignères, cidade vizinha, segundo uma fonte policial.

De acordo com o prefeito de Trappes, Ali Rabeh, o homem parecia disparar aleatoriamente contra pessoas que cruzavam seu caminho e demonstrava a intenção de realizar um massacre. As motivações ainda não foram esclarecidas.

Entre os feridos está uma menina de 12 anos, segundo Rabeh. O número de vítimas, no entanto, ainda pode mudar.

Equipes de emergência e forças de segurança foram mobilizadas e permaneciam no local do incidente.

O primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu, afirmou, na rede social X, que as forças de segurança haviam sido totalmente mobilizadas.

 

 

por Folhapress

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