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Redação

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 Jornalista/Radialista

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BARCELONA - A Ferrari se juntou a outras rivais e estreou, na terça-feira, nos testes secretos de pré-temporada da F1 em 2026. Encarando chuva no Circuito de Barcelona-Catalunha, na Espanha, Lewis Hamilton finalizou a sessão com uma visão positiva do SF-26, carro da escuderia para este ano, e dos novos regulamentos técnicos.

- Tenho o privilégio de estar aqui há muito tempo, 19 anos. Já passei por muitos carros diferentes e foram muitas mudanças, mas esta é a maior que percebi. Não quero falar muito sobre isso ainda, porque é difícil saber. Quero dizer, tem muito menos downforce do que tínhamos no ano passado, mas não temos o porpoising (saltos do carro) que tínhamos no ano passado, ou em 2022. Definitivamente há pontos positivos - detalhou o heptacampeão, adicionando:

- Será um grande desafio para todos, para todas as equipes, o que eu acho ótimo. Isso realmente coloca todos em desvantagem, todos vão estar realmente atentos e aprendendo à medida que avançam. Quem se desenvolver mais rápido, quem for mais inteligente na otimização do tempo e do uso de energia e desenvolvimento, estará no topo. E Isso dá a todos a chance de chegar ao topo, o que é bom.

Em 2026, a F1 introduzirá um novo regulamento que mudará não apenas seus carros, mas também as unidades de potência. Por esse motivo, as equipes terão mais oportunidades de testes na pré-temporada: ao invés de uma única semana de atividades, a categoria organizará três rodadas distintas.

A primeira está sendo promovida nesta semana e termina na sexta-feira - sem acesso de fãs ou da imprensa. As outras duas serão no mês de fevereiro no Bahrein; o Circuito de Sakhir estará aberto para a mídia, e as sessões vão ser exibidas na televisão.

Na terça, apenas a Red Bull acompanhou a Ferrari na pista; como a escuderia italiana correu na chuva, Max Verstappen fez para a equipe austríaca a melhor volta do dia. Isack Hadjar, novo companheiro de equipe do tetracampeão, bateu com o RB21.

Hamilton também fez uma avaliação positiva do desempenho do novo carro da Ferrari. Destacou que houve questões a serem corrigidas no SF-26, mas que o cenário geral é favorável:

- Estou muito orgulhoso de todos na fábrica pelo trabalho realizado para chegar a este ponto, pois obtivemos muitas informações sobre o carro. Definitivamente, precisamos continuar assim, ainda há muito a fazer, mas foi um bom primeiro dia. Poderia ter sido muito pior, considerando uma mudança tão grande nas regulamentações. Então, passar o dia sem grandes problemas - não houve nenhum problema grave, apenas pequenos detalhes que estamos tentando melhorar... É excelente. Como mencionei, precisamos só tentar ter mais dias como este.

O heptacampeão manterá, em 2026, a dupla formada com Charles Leclerc. Os dois inauguraram a parceria em 2025, ano no qual a Ferrari foi apenas quarta colocada no Mundial de construtores; nenhum dos dois venceu corridas, embora Hamilton tenha triunfado na prova sprint do GP da China. Leclerc, por outro lado, faturou sete pódios na temporada passada.

A meta, porém, é de dar a volta por cima em 2026. Ao longo do último ano, Hamilton se dedicou a produzir relatórios apontando os problemas do carro anterior e melhorias para o novo ano. O inglês, por sinal, é o centro de uma mudança importante visando a temporada que está por vir: seu engenheiro, Riccardo Adami, foi retirado da função para outro cargo. Outro nome ainda será anunciado.

 

 

Por Redação ge

EUA - A American Airlines registrou lucro líquido GAAP de US$ 99 milhões no quarto trimestre, equivalente a US$ 0,15 por ação, bem abaixo da projeção de analistas consultados pela FactSet, que esperavam lucro de US$ 0,37 por ação, segundo balanço divulgado na terça-feira, 27. No acumulado de 2025, o lucro líquido por esse critério contábil somou US$ 111 milhões, ou US$ 0,17 por ação diluída.

A receita no quarto trimestre alcançou US$ 14,0 bilhões, em linha com as projeções, marcando um recorde para o período. No ano cheio, a companhia reportou receita recorde de US$ 54,6 bilhões. A empresa destacou, porém, que o shutdown do governo dos Estados Unidos teve impacto negativo de aproximadamente US$ 325 milhões na receita do quarto trimestre.

Excluindo itens especiais, o lucro líquido ajustado foi de US$ 106 milhões no quarto trimestre, ou US$ 0,16 por ação, e de US$ 237 milhões em 2025, equivalente a US$ 0,36 por ação. Entre os destaques financeiros, a American Airlines informou que reduziu sua dívida total em US$ 2,1 bilhões ao longo de 2025, avançando no processo de desalavancagem do balanço.

Para 2026, a companhia projeta lucro por ação ajustado entre US$ 1,70 e US$ 2,70 no ano. Além disso, espera gerar fluxo de caixa livre superior a US$ 2 bilhões em 2026, apoiado por disciplina de custos e melhora operacional.

Às 9h18 (de Brasília), as ações da American Airlines avançavam 3,57% no pré-mercado de Nova York, após queda na véspera diante do impacto da nevasca americana na malha aérea.

 

 

por Estadao Conteudo

EUA - A Meta confirmou ao site TechCrunch que pretende iniciar testes com novos modelos de assinatura em suas redes sociais. A proposta é oferecer funcionalidades extras e opções avançadas para usuários dispostos a pagar por uma experiência diferenciada nas plataformas da empresa.

A confirmação veio após um desenvolvedor divulgar rumores sobre uma possível assinatura no Instagram, que permitiria ao usuário identificar, entre as contas que segue, quais não o seguem de volta. Embora não tenha detalhado quais recursos farão parte desses pacotes, a Meta afirmou que o objetivo é criar uma experiência premium no Facebook, Instagram e WhatsApp.

A empresa explicou que pretende lançar diferentes combinações de funcionalidades e que cada assinatura será específica para cada plataforma. Segundo a Meta, ainda não há uma estratégia definitiva, e os recursos exclusivos passarão por testes antes de uma eventual implementação em larga escala.

Além das novas funções pagas, a Meta também planeja integrar aos seus produtos um agente de inteligência artificial chamado Manus, adquirido por cerca de US$ 2 bilhões. A ferramenta deve ser incorporada gradualmente ao Facebook, Instagram e WhatsApp.

Paralelamente, a Meta enfrenta um novo processo judicial nos Estados Unidos. A empresa é acusada de conseguir “armazenar, analisar e acessar praticamente todas as conversas supostamente privadas dos usuários do WhatsApp”. De acordo com a Bloomberg, a ação envolve usuários de vários países, incluindo Brasil, Austrália, Índia, México e África do Sul, que alegam ter obtido informações por meio de denunciantes internos.

Os autores da ação afirmam que, apesar da criptografia de ponta a ponta anunciada pelo WhatsApp, a Meta teria acesso ao conteúdo das mensagens trocadas na plataforma. A empresa, no entanto, nega veementemente as acusações.

Em resposta, a Meta classificou as alegações como “categoricamente falsas e absurdas” e reiterou que o WhatsApp utiliza criptografia de ponta a ponta há mais de dez anos, com base no protocolo Signal. A companhia afirmou ainda que pretende buscar sanções contra a equipe jurídica dos autores da ação, que tenta transformar o processo em uma ação coletiva envolvendo mais de dois bilhões de usuários do aplicativo.

 

 

por Notícias ao Minuto

ÍNDIA - Um novo surto do Nipah vírus na Índia colocou o país em alerta. Segundo boletim epidemiológico mais recente do Programa de Emergências de Saúde da OMS (Escritório Regional para o Sudeste Asiático), em 12 de janeiro foram relatados dois casos suspeitos de infecção em Bengala Ocidental. O documento afirma que os pacientes -profissionais de saúde – são monitorados por uma equipe médica especializada.

Não houve registro de mortes no surto atual, porém, a taxa de letalidade do vírus Nipah é de 40% a 75%, segundo a OMS.

Investigações preliminares indicam que ambos podem ter sido expostos ao vírus durante uma visita de trabalho ao distrito indiano de Purba Bardhaman. O último caso de infecção pelo patógeno em Bengala Ocidental havia ocorrido em 2007.

Segundo a OMS, o governo de Bengala Ocidental implementou medidas preventivas para evitar a propagação da doença. Uma equipe de resposta a surtos foi enviada ao local para apoiar a contenção do vírus. O Centro Nacional de Controle de Doenças do governo indiano está fornecendo suporte técnico, logístico e operacional para o gerenciamento e a prevenção de surtos.

A vigilância foi intensificada nos distritos de Purba Bardhaman, North 24 Parganas e Nadia, com o rastreamento de contatos de alto risco. A OMS já tinha classificado o Nipah vírus como prioritário, devido ao seu potencial de desencadear uma epidemia.

Para Evaldo Stanislau de Araújo, infectologista do Hospital das Clínicas de São Paulo, o risco de o Nipah chegar ao Brasil é baixo, "quase zero".

"O histórico do vírus é de transmissão inter-humana, mas o número de reprodução é baixo, de 0,3 aproximadamente. E os perfis de maior risco são os profissionais de saúde, que têm um contato prolongado, eventualmente, com o paciente", afirma.

Segundo Araújo, com o uso de medidas de proteção habitual, máscara, equipamentos de proteção individual, higiene das mãos, é improvável que um surto localizado, se extrapole para outra região.

"Seria uma possibilidade o vírus sofrer mutação, que dê a ele uma capacidade maior de patogenicidade, mas isso é especulativo, não tem nenhuma evidência que vá acontecer. É necessário que tenham ações de vigilância e contenção, mas sem alarde. O problema é muito mais restrito aos focos na Ásia", explica o infectologista.

Em nota, o Ministério da Saúde do Brasil disse que não há risco de pandemia, mesmo que o Nipah esteja classificado pela OMS como de alta patogenicidade. O órgão mantém protocolos de vigilância e resposta de emergência para agentes altamente patogênicos, em parceria com instituições como o Instituto Evandro Chagas e a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), com participação da Opas (Organização Pan-Americana de Saúde).

Saiba mais sobre o vírus Nipah, segundo informações divulgadas pela OMS:

O que é e qual a origem do Nipah vírus?

É um vírus zoonótico (passado de animais para humanos) e que também pode ser transmitido por alimentos contaminados ou diretamente entre as pessoas.
Foi reconhecido pela primeira vez no final da década de 1990 durante um surto em criadores de porcos na Malásia.

O filme "Contágio" (2011) foi inspirado em diversos vírus reais, entre eles o Nipah.

Quais os sinais e sintomas da doença que provoca?

Febre, dores de cabeça, muscular, de garganta e vômito. Os sintomas iniciais podem ser seguidos por tontura, sonolência, alteração da consciência e sinais neurológicos que indicam encefalite aguda.

As pessoas também podem apresentar pneumonia e problemas respiratórios. Encefalite e convulsões ocorrem em casos graves –progressão para o coma ocorre de 24 a 48 horas. A taxa de letalidade é estimada entre 40% e 75%, podendo variar conforme o surto, a depender das capacidades locais para vigilância epidemiológica e manejo clínico.

O período de incubação (intervalo entre a infecção e o início dos sintomas) se dá de quatro a 14 dias.

Cerca de 20% dos pacientes ficam com consequências neurológicas residuais, como transtorno convulsivo, por exemplo. Em alguns casos, a infecção pode ser assintomática.

Tem tratamento?

Não existe vacina nem tratamento para combater o vírus. O cuidado intensivo de suporte é recomendado para tratar quadros respiratórios graves e complicações neurológicas.

Quais as formas de prevenção?

O monitoramento e quarentena de animais infectados é o principal método de prevenção recomendado pela OMS, além da limpeza e desinfecção contínua de fazendas de porcos. Equipamentos de proteção devem ser usados para manusear animais com o vírus. Também é importante diminuir o acesso de morcegos a comidas frescas, que devem ser fervidas ou lavadas antes do consumo.

Entre humanos, o contato com pacientes infectados deve ser limitado, e aqueles que o fizerem devem lavar as mãos após contatos e visitas. Prestadores de cuidados devem usar equipamentos de proteção.

Como é feito o diagnóstico?

Os sintomas pouco específicos do vírus dificultam seu diagnóstico, controle e combate. Ele é principalmente detectado por meio de testes RT-PCR (também usados para detectar o coronavírus) e Elisa (que verifica a presença de anticorpos no paciente).

Outros testes utilizados incluem ensaio de reação em cadeia da polimerase (PCR) e isolamento viral por cultura celular.

HOSPEDEIROS DO VÍRUS

Segundo a OMS, morcegos frutíferos da família Pteropodidae são os hospedeiros naturais do vírus Nipah.

Nipah em animais domésticos

Surtos do vírus Nipah em porcos, cavalos, cabras, ovelhas, gatos e cães foram relatados pela primeira vez na Malásia, em 1999. O vírus é altamente contagioso em porcos.

 

 

 por Folhapress

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