Jornalista/Radialista
"Nunca imaginei que estaria ali um dia. Foi um convite inesperado que surgiu depois da repercussão policial", afirmou Márcia Carvalho
SÃO PAULO/SP – Márcia Carvalho, 37 anos, natural de Santa Catarina, trabalhou como policial militar concursada por 7 anos e recentemente passou a investir na carreira de criadora de conteúdo na Privacy, a plataforma de venda de conteúdo online mais utilizada na América Latina. Esta semana, a influenciadora, que faz sucesso por onde passa, foi convidada a participar do programa "Teste de Fidelidade", apresentado por João Kléber na RedeTV.
"Nunca imaginei que estaria ali um dia. Foi um convite inesperado que surgiu depois da repercussão policial. É a minha primeira experiência em TV e estou me dedicando muito a essa nova fase, assistindo a referências e conversando com outros atores para aprender. Na frente das câmeras, é humor e safadeza. É bem divertido gravar, a gente acaba rindo muito e improvisando o tempo todo", afirmou Márcia sobre a estreia e o convite do programa.
Ainda sobre o novo desafio na atuação, a ex-PM afirmou, em entrevista para a imprensa: "Pensei que fosse mais fácil, que era sensualizar e pronto. É sempre uma surpresa, tudo é inesperado na hora de gravar. E isso é um desafio enorme. Em cena, é muito deboche, provocação e sedução, não tem essa coisa de personagem".
Em entrevista recente para a plataforma, Márcia relatou estar muito feliz com os ganhos na Privacy e afirmou não querer voltar para a vida antiga: "Não penso em voltar para a PM, o que me motivou foi poder me tornar uma pessoa mais livre para fazer aquilo que sempre quis e ter liberdade financeira".
Além da criação de conteúdo adulto e agora da participação no programa da RedeTV, a musa trabalha como terapeuta e massagista tântrica, além de fornecer consultorias voluntárias na filosofia hindu tantra, visando proporcionar uma vida mais plena e prazerosa aos praticantes: "Eu me apaixonei pelo tantra e começou a fazer atendimentos lá pelos 19 anos".
Para conferir o conteúdo da ex-PM, basta assinar o seu perfil na plataforma: @mundotantrabalnear. A assinatura custa R$ 200,00 e há também opções de planos trimestrais ou semestrais. A forma de pagamento é um diferencial da plataforma, que aceita cartões de crédito, débito ou PIX.
ARGENTINA - A Fitch Ratings elevou a classificação de crédito da Argentina, de C para CC. A agência também reafirmou o rating de longo prazo em moeda local em CCC-. A agência informa em comunicado que em geral não atribui perspectivas para ratings no nível CCC+ ou abaixo disso.
A Fitch afirmou que a melhora no rating reflete sua perspectiva revisada de que o país não iniciou um processo de calote. O motivo, disse, é que as autoridades argentinas desistiram de realizar um swap, anunciado em março, que constituiria um default pelas definições da agência.
A Fitch falou, no entanto, que o rating CC significa que um calote ou um evento do tipo nos próximos anos parece provável, independentemente do resultado das eleições gerais deste ano.
Em comunicado, a agência comentou que as autoridades estão usando medidas heterodoxas para lidar com a situação econômica negativa neste ano, agravada por uma forte seca, e para renegociar um programa do Fundo Monetário Internacional (FMI) para conseguir novo financiamento. Isso deverá sobrecarregar o próximo governo e criar um cenário difícil para a governabilidade do próximo presidente.
“Assim, na visão da Fitch, é cada vez mais difícil vislumbrar um plano de ajuste pós-eleitoral suficiente para garantir um acúmulo sustentado de reservas e recuperação do acesso ao mercado”, disse a agência.
A projeção da Fitch é de uma contração de 3,4% no Produto Interno Bruto (PIB) em 2023, em função da seca e de um aperto no mercado de câmbio. A agência prevê ainda que o déficit primário do governo federal aumente para 3,2% do PIB neste ano, de 2,6% em 2022, e que o déficit nas contas externas suba a 2,8% do PIB, de 0,6% no ano passado.
MOSCOU - As exportações marítimas de diesel e gasóleo da Rússia devem aumentar em junho em meio à crescente produção de derivados de petróleo após reformas nas refinarias e estoques suficientes no mercado doméstico, mostraram dados de traders e da Refinitiv Eikon.
De acordo com dados da Refinitiv e cálculos da Reuters, as exportações totais de diesel e gasóleo dos portos russos aumentaram na primeira quinzena de junho em 5% em relação ao mesmo período de maio, para cerca de 1,5 milhão de toneladas, enquanto as exportações de diesel ultrabaixo aumentaram quase 15%, para cerca de 1,1 milhão de toneladas.
Desde que o embargo total da UE aos produtos petrolíferos russos entrou em vigor em 5 de fevereiro, os comerciantes desviaram as exportações de diesel dos portos russos para países da África, Ásia e Oriente Médio. Antes, a Europa era o principal comprador.
Em junho, a Turquia continuou sendo o principal destino das exportações de diesel dos portos russos, totalizando até agora cerca de um terço do fornecimento total, mostram dados da Refinitiv. Os portos de descarga ainda não foram confirmados para cerca de metade das cargas.
Cerca de 150 mil toneladas de diesel dos portos russos foram enviadas para o Brasil desde o início de junho, e outras 93 mil toneladas e 70 mil toneladas para Marrocos e Gana, respectivamente.
Ainda assim, cerca de 200.000 toneladas de diesel russo estão destinadas até agora em junho para carregamentos perto do porto grego de Kalamata e perto de Malta. Os destinos finais desses volumes ainda são desconhecidos.
"Normalmente, essas cargas seguem para países da Turquia e do Oriente Médio", disse um trader.
Outras 200 mil toneladas de diesel embarcadas em portos russos desde o início de junho ainda não têm destino confirmado.
Todos os dados de envio acima são baseados na data de saída da carga.
Reportagem da Reuters
PARIS - A visita do príncipe herdeiro saudita, Mohamed bin Salman, a Paris, é analisada pela imprensa francesa na sexta-feira (16). "MBS", como é chamado na França, tem um almoço de trabalho com o presidente Emmanuel Macron, no Palácio do Eliseu.
Apesar das controvérsias na área de direitos humanos, que geram protestos de ONGs e personalidades francesas, a atual visita de Bin Salman demonstra que o bárbaro assassinato do jornalista saudita Jamal Khashoggi, na Turquia, em 2018, é coisa do passado. Riad exerce hoje um papel relevante nas relações internacionais, depois de se aproximar da China e restabelecer laços com antigos rivais regionais, como Irã e Israel.
A crise libanesa e as relações com a Síria estarão no cardápio do almoço. Mas o principal ponto da agenda, para o presidente francês, é convencer os países não alinhados a pressionar Moscou a acabar com a guerra na Ucrânia. Segundo o jornal Le Figaro, Macron irá enfatizar "a importância da questão da Ucrânia" e como ela tem implicações em todo o mundo. O líder francês pedirá ao saudita para exercer sua influência sobre a Rússia.
Há algum tempo, a França vem tentando ampliar seu protagonismo no Oriente Médio, explica Le Figaro. Nesse contexto, Riad é um ator de primeiro plano por manter grande influência no Líbano, assim como o Irã. O príncipe saudita se posicionou a favor da estabilidade regional e Macron pedirá a ele que entre em negociações com os iranianos e outros países da região para criar condições favoráveis à eleição de um presidente no Líbano, destaca o diário. Paris também quer ter uma avaliação de Mohamed bin Salman sobre a intensidade da ameaça iraniana.
O jornal Libération chama a atenção para o "hiperativismo diplomático" e a "bulimia de investimentos" do príncipe saudita, que deseja "transformar seu reino arcaico em um país futurista".
Diversificação econômica
Domingo passado, a Arábia Saudita anunciou acordos de investimentos entre a China e o mundo árabe no valor de US$ 10 bilhões. No projeto estratégico Visão 2030, o país do Golfo estabeleceu metas para diversificar sua economia baseada na exploração de petróleo, buscando investimentos em outros setores, descreve o Libération. "No turismo, por exemplo, a ambição declarada é atrair 100 milhões de visitantes para o reino e gerar 10% de seu PIB, em comparação com menos de 4% atualmente, principalmente graças às peregrinações a Meca."
O príncipe saudita faz uma longa estadia na França. Ele tem várias residências no país, incluindo um suntuoso castelo em Louveciennes, perto de Paris. Entre outros compromissos, nos próximos dias, ele participará, na segunda-feira (19), da recepção oficial para apresentar a proposta de candidatura da Arábia Saudita para sediar a Exposição Mundial de 2030, que tem o apoio de Paris. Nos dias 22 e 23, ele participa da Cúpula sobre o Novo Pacto Financeiro Global, que também contará com a presença do presidente Lula.
por RFI
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