Jornalista/Radialista
Objetivo da linha de crédito é atender empreendedores de São Carlos e região
SÃO CARLOS/SP - O Sicoob Crediacisc abriu linha de crédito especial para o financiamento do 13º Salário. A medida visa atender empreendedores de São Carlos, Itirapina, Ibaté, Ribeirão Bonito e Dourado.
“É uma oportunidade que o Sicoob Crediacisc coloca à disposição dos empreendedores”, avalia o diretor financeiro da cooperativa e presidente da Acisc, Zelão Domingues.
De acordo com Domingues, as condições desta linha de crédito são ainda mais vantajosas se o tomador optar pela garantia da Associação Garantidora de Crédito Paulista (AGCP), entidade parceira da cooperativa e da Acisc.
“A AGCP garante 70% do valor tomado, reduzindo os riscos da cooperativa de crédito, o que permite a prática de juros mais baixos e condições melhores na tomada de crédito”, salienta Domingues.
Todos os empresários da região podem entrar em contato com o Sicoob Crediacisc para informações mais detalhadas sobre as condições do financiamento e as vantagens de contratar uma garantia adicional por meio da AGCP.
O Sicoob Crediacisc mantém três unidades em São Carlos – na av. São Carlos, 2323, av. Sallum, 526, e av. Miguel Petroni, 1765 – uma em Dourado, na Galeria Pérola, e outra em Ribeirão Bonito, no Shopping Central. Outras informações pelos telefones (16) 3376 4433 / 3307 5114 e www.crediacisc.com.br.
BRASÍLIA/DF - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça deu o prazo de 15 dias ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para que apresente, caso queira, explicações sobre declarações feitas a respeito de Jair Bolsonaro (PL). No processo de interpelação criminal, o ex-presidente questiona falas de Lula durante o programa Conversa com o Presidente de 25 de julho. O atual chefe do Executivo federal afirmou, na ocasião, que o antecessor havia editado um decreto de liberação de armas para "agradar ao crime organizado" e que "acabou com o Ministério da Cultura" porque "queria criar o ministério das armas. O ministério da violência, o ministério das fake news, o ministério da mentira".
A defesa do ex-presidente alega que as frases podem configurar crime contra a honra e que o objetivo é esclarecer a intenção das declarações. A ação pretende oferecer a Lula a possibilidade de "se retratar ou esclarecer circunstâncias e fatos, talvez, imprecisos ou equivocados, visando explicar a real intenção e o pretendido objetivo com as aludidas declarações".
"Assim, verifica-se a necessidade de obter o necessário esclarecimento acerca de alusões e frases do interpelado [Lula], de forma que todas podem inferir crime contra as honras subjetiva e objetiva do interpelante [Bolsonaro]", escreveu a advogada de Bolsonaro, Luciana Lauria Lopes.
Procurada pelo R7, a Advocacia-Geral da União (AGU) disse que não vai comentar o processo.
Gabriela Coelho, do R7
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