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Redação

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 Jornalista/Radialista

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XANGAI - As ações chinesas fecharam em alta nesta segunda-feira em meio a sinais de estabilização da segunda maior economia do mundo, enquanto os setores imobiliário e de tecnologia pesara no mercado de Hong Kong.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, fechou com alta de 0,51%, enquanto o índice de Xangai subiu 0,26%. O índice Hang Seng, de Hong Kong, teve queda de 1,39%.

Dados de sexta-feira mostraram que a produção industrial e as vendas no varejo da China cresceram em um ritmo mais rápido em agosto, enquanto a queda no setor imobiliário piorou apesar de uma recente enxurrada de medidas de apoio.

Depois que os dados mostraram alguns sinais de estabilização na recuperação, o J.P.Morgan e o ANZ elevaram suas previsões de crescimento econômico para a China em 2023 em 20 pontos-base cada, para 5% e 5,1%, respectivamente.

"Vários indicadores mostram que a dinâmica de crescimento da China se estabilizou ou melhorou em agosto, após a forte deterioração no segundo trimestre, sugerindo que o pior do último choque deflacionário na economia já passou", disseram os analistas da Gavekal Dragonomics em uma nota.

Nos mercados do continente, as ações dos setores de consumo discricionário, saúde, turismo e automotivo avançaram entre 1,4% e 3%, liderando os ganhos.

O setor imobiliário e as empresas de semicondutores caíram 1,1% e 1,7%, respectivamente.

  • . Em TÓQUIO, o índice Nikkei não abriu.
  • . Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 1,39%, a 17.930 pontos.
  • . Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 0,26%, a 3.125 pontos.
  • . O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 0,51%, a 3.727 pontos.
  • . Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 1,02%, a 2.574 pontos.
  • . Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou baixa de 1,32%, a 16.698 pontos.
  • . Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 0,53%, a 3.263 pontos.
  • . Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 recuou 0,67%, a 7.230 pontos.

 

 

REUTERS

BRASÍLIA/DF - O pagamento de setembro do programa Bolsa Família começa nesta segunda-feira (18). O benefício vai contemplar 21,4 milhões de famílias neste mês. A Caixa já liberou neste sábado o valor para os beneficiários com final 1 do NIS (Número de Inscrição Social), conforme o calendário escalonado, que vai até o dia 29 (veja datas abaixo).

Todas as famílias recebem a parcela mensal de R$ 600. Aquelas com dependentes com menos de 7 anos ganham um adicional de R$ 150 por criança. Outro extra de R$ 50 por mês é pago a gestantes, crianças a partir de 7 anos e adolescentes com idade entre 12 e 18 anos.

Atualmente, o auxílio é destinado a famílias em situação de pobreza, com renda mensal per capita de até R$ 218, que estejam devidamente inscritas no CadÚnico (Cadastro Único).

 

Calendário de pagamentos de setembro

• NIS final 1: 18 de setembro

• NIS final 2: 19 de setembro

• NIS final 3: 20 de setembro

• NIS final 4: 21 de setembro

• NIS final 5: 22 de setembro

• NIS final 6: 25 de setembro

• NIS final 7: 26 de setembro

• NIS final 8: 27 de setembro

• NIS final 9: 28 de setembro

• NIS final 0: 29 de setembro

 

Os valores do Bolsa Família

• R$ 600 — valor mínimo pago por família

• R$ 150 — adicional pago por criança de até 7 anos

• R$ 50 — adicional para gestantes e lactantes

• R$ 50 — adicional por criança ou adolescente (de 7 a 18 anos)

 

Consulta e saque

Informações sobre os valores que serão liberados podem ser consultadas nos aplicativos do Bolsa Família e Caixa Tem ou pelo telefone 111.

Quem recebe as parcelas do programa social pelo Caixa Tem, em conta poupança social digital, pode movimentar os recursos pelo aplicativo. Para saque, as opções são os terminais de autoatendimento do banco, unidades lotéricas, correspondentes Caixa Aqui e agências da CEF.

O cartão do programa também pode ser usado diretamente para pagar compras nos estabelecimentos comerciais, por meio da função débito.

 

Quem tem direito ao Bolsa Família?

Para ter direito ao Bolsa Família, a principal regra é que a renda de cada pessoa da família seja de, no máximo, R$ 218 por mês. Ou seja, se um integrante da família recebe um salário mínimo (R$ 1.320), e nessa família há sete pessoas, a renda de cada um é de R$ 188. Como está abaixo do limite de R$ 218 por pessoa, essa família tem o direito de receber o benefício.

Além disso, para permanecer no programa, é exigida a frequência escolar de crianças e adolescentes entre 4 e 17 anos das famílias beneficiárias, o acompanhamento pré-natal das gestantes, o acompanhamento nutricional das crianças de até 6 anos e a manutenção da caderneta de vacinação atualizada.

A família elegível precisa estar inscrita no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal), com os dados corretos e atualizados, além de atender aos critérios.

 

 

Do R7

SÃO PAULO/SP - Após décadas de participação na política nacional, o ex-senador José Serra mantém uma agenda mais reclusa em São Paulo por conta da saúde. Ainda assim, ele relembrou, em entrevista por telefone à TV Brasil, os 50 anos do Golpe no Chile, completados em 11 de setembro. Exilado no Chile na década de 1960, Serra chegou a ser preso pelo regime ditatorial de Augusto Pinochet após 1973.

Presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE) em 1964, ano do golpe militar no Brasil, Serra precisou deixar o curso de Engenharia na Universidade de São Paulo (USP). Em 1965 foi para o exílio, passou por Bolívia e França e, depois de uma tentativa de retornar ao Brasil, foi para o Chile. Lá terminou os estudos, se pós-graduou e atuou como pesquisador e professor.

Logo após o golpe, em 11 de setembro de 1973, que depôs e levou à morte do então presidente chileno Salvador Allende, José Serra foi preso. “Para nossa surpresa, até certo ponto”, pois tinha alguma imunidade por ser estrangeiro e trabalhar dentro de um programa internacional. “Mas isso não foi levado em conta. Como eu sou filho de italiano, tinha a cidadania e já havia conversado com a embaixada.”

Mesmo com a intervenção da Embaixada da Itália no Chile, Serra foi preso e levado ao Estádio Nacional, um dos principais centros de tortura e execução do regime. Lá não viu muita coisa, pois ficou isolado, mas considera que a repressão chilena foi a pior entre as ditaduras latino-americanas. Depois de uma negociação dura entre as autoridades italianas e os militares, ele passou meses morando na embaixada, de onde conseguiu autorização para ir para os Estados Unidos.

“O que aconteceu no Chile surpreendeu a todos, pela truculência. Não que a gente não imaginasse que aquilo fosse possível, mas não de forma tão ampla, atingindo tanta gente”, contou o político. Na época, lembra, ele e outros brasileiros que estavam exilados não tinham quase nenhuma participação no governo de Allende.

Ele conta que, em geral, levavam suas vidas e assistiram ao processo que levou às reformas populares mais amplas da época, mas que também levou a uma explosão da inflação e a divergências entre governo e associações populares, de um lado, e militares e grupos de empresários, do outro.

“A esquerda chilena, a famosa esquerda chilena, não era uma força organizada para a resistência militar. Acreditavam no caminho democrático, eram uma força pacífica. A violência do processo acabou surpreendendo tanto aqueles que eram adversários do regime quanto aqueles que eram inteiramente alheios à questão política propriamente dita”, relembra.

 

Lições

Serra critica a forma como as esquerdas idealizaram o que viria a ser um governo Allende sem o golpe liderado por Augusto Pinochet. “A piora na situação econômica, a superinflação, o desempenho do governo foi decisivo na mobilização das forças pró-golpe. Não há como saber o que seria do país sem a intervenção. Há muita fantasia nesse sentido, do que poderia ter sido o Chile se não houvesse o golpe. O que houve, após o golpe, foi muita barbaridade.”

A profundidade da repressão refletiu também em como o país lidou com esses crimes depois do fim do regime. Serra entende que, após ficarem pasmos com os excessos da extrema-direita, o que ficou foram lições. Ele acredita que ficou o aprendizado, no Chile e em certa medida em todo o continente, após as ditaduras, sobre “o valor da democracia, o valor de cuidar das regras da democracia e a importância disso, do respeito aos adversários”.

 

 

Por Guilherme Jeronymo - Repórter da TV Brasil

PARIS - A ginasta Rebeca Andrade faturou a medalha de prata nas barras assimétricas na etapa de Paris da Copa do Mundo da modalidade. A disputa ocorreu na tarde de domingo (17) e serviu como evento-teste para os Jogos Olímpicos de 2024. A brasileira finalizou a prova com a nota de 14,600. O ouro foi para a anfitriã Melanie de Jesus com 14,700 e o bronze foi para Kaylia Nemour, da Argélia, com 14.100.

Na mesma competição, a delegação nacional faturou outras quatro medalhas. Flávia Saraiva ganhou o bronze na trave com a nota 13,450, prova em que a francesa Marine Boyer levou o ouro com 13,500, e a prata ficou com Kaylia Nemouur, com a mesma nota da campeã.

Jade Barbosa ficou com a medalha de prata no solo, com a nota de 13,400. Entre os homens, teve dobradinha nacional na barra fixa. Arthur Nory foi o segundo melhor com 14.350. E Bernardo Actos ficou com o bronze obtendo a nota de 13.900. O melhor foi Tang Chia-Hung, de Taiwan, alcançando 14.950. A partir de 30 de setembro, na Antuérpia (Bélgica), começa o mundial da modalidade.

 

 

Por Juliano Antonio Justo - Repórter da EBC

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