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Redação

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 Jornalista/Radialista

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FINLÂNDIA - A fabricante de equipamentos de telecomunicações Nokia disse quinta-feira que planeja cortar até 14.000 empregos em todo o mundo, ou 16% de sua força de trabalho, como parte de um esforço para reduzir custos após uma queda nas vendas e nos lucros do terceiro trimestre.

O fornecedor finlandês de equipamentos de rede fixa e sem fio disse que as medidas planejadas visam reduzir sua base de custos e aumentar a eficiência operacional “para navegar na atual incerteza do mercado”.

A empresa disse que pretende reduzir a sua base de custos entre 800 milhões de euros (843 mil milhões de dólares) e 1,2 mil milhões de euros até ao final de 2026. Isso deveria levar a uma redução de 86.000 funcionários agora para entre 72.000 e 77.000 durante esse período.

As vendas da Nokia no terceiro trimestre despencaram 20%, para 4,98 bilhões de euros, ante 6,24 bilhões de euros, em comparação com o mesmo período de três meses do ano passado. O lucro líquido comparável caiu para 299 milhões de euros, de 551 milhões no trimestre de julho a setembro em relação ao ano anterior.

A maior unidade da empresa em receitas – o negócio de redes móveis – caiu 24%, para 2,16 mil milhões de euros, impulsionada principalmente pela fraqueza no mercado norte-americano. O lucro operacional da divisão caiu 64%.

“Continuamos a acreditar na atratividade dos nossos mercados a médio e longo prazo”, disse o CEO da Nokia, Pekka Lundmark, num comunicado. “As revoluções da computação em nuvem e da IA ​​não se materializarão sem investimentos significativos em redes que tenham capacidades amplamente melhoradas.”

Embora não esteja claro quando o mercado irá melhorar, a Nokia não está “parada, mas sim tomando medidas decisivas em três níveis: estratégico, operacional e de custos”, disse Lundmark. “Acredito que essas ações nos tornarão mais fortes e agregarão valor significativo aos nossos acionistas.”

A Nokia é um dos principais fornecedores mundiais de 5G, a última geração de tecnologia de banda larga, juntamente com a sueca Ericsson, a chinesa Huawei e a sul-coreana Samsung.

No início deste ano, a Ericsson disse que estava a cortar 8% da sua força de trabalho global, numa tentativa de reduzir custos.

 

 

por Repórter ADVFN

EGITO - O Egito e Israel chegaram a um acordo na noite de quarta-feira (18) para a criação de um corredor de ajuda humanitária para a Faixa de Gaza. Mas a ajuda aos palestinos que vivem na região — que está sendo constantemente bombardeada em retaliação aos ataques do Hamas a território israelense, em 7 de outubro — só deve começar a chegar na sexta (20).

De acordo o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, responsável por costurar o acordo entre os dois países, os 20 caminhões que contêm itens de primeira necessidade, como água e medicamentos, terão que aguardar reparos de emergência na estrada que margeia a passagem humanitária, pois a área foi bombardeada recentemente.

O corredor de ajuda também precisará seguir regras impostas pelos governos dos Estados Unidos e de Israel para continuar aberto.

Somente serão autorizados carregamentos que sejam exclusivamente de alimentos, água e medicamentos, destinados à população civil no sul da Faixa de Gaza ou que estejam em direção àquela área.

Nada que beneficie o grupo terrorista Hamas, que controla Gaza, será permitido. "Qualquer ajuda que chegue ao Hamas será bloqueada”, informou o governo israelense por meio de um comunicado.

Israel também exige que a Cruz Vermelha tenha acesso aos cidadãos sequestrados no ataque de 7 de outubro — estima-se que sejam cerca de 200 pessoas.

Funcionários das Nações Unidas distribuirão a ajuda assim que ela chegar ao território, onde vivem 2,3 milhões de pessoas. Biden, no entanto, advertiu que a passagem de Rafah será fechada novamente "se o Hamas confiscar a ajuda humanitária".

 

 

Do R7

ISRAEL - Manifestantes realizaram nesta quarta-feira protestos contrários a Israel, alguns deles violentos, em todo o Oriente Médio, para expressar raiva pela explosão que matou centenas de palestinos no incidente mais mortal da guerra Israel-Hamas em Gaza até agora.

As forças israelenses mataram a tiros dois adolescentes palestinos perto de Ramallah, na Cisjordânia, durante protestos contra a explosão de terça-feira em um hospital de Gaza, disseram autoridades palestinas.

No Líbano, as forças de segurança dispararam gás lacrimogêneo e canhões de água contra manifestantes que atiravam projéteis, enquanto um protesto perto da embaixada dos EUA ao norte de Beirute se tornava violento, mostraram imagens da emissora libanesa al-Jadeed.

"A América é o diabo, o verdadeiro diabo, porque apoiou Israel, e então todo o mundo fica cego. Você não vê o que aconteceu ontem?" disse o manifestante libanês Mohammed Taher.

Autoridades palestinas culparam um ataque aéreo israelense pela explosão de terça-feira no território sitiado. Israel disse que a explosão foi causada por um lançamento fracassado de foguete pelo grupo militante Jihad Islâmica Palestina, que negou a culpa.

O derramamento de sangue enfureceu uma região em crise desde que o Hamas, que controla a Faixa de Gaza, realizou um ataque contra comunidades no sul de Israel em 7 de outubro, no qual 1.400 pessoas foram mortas e outras foram feitas reféns. Mais de 3.000 palestinos foram mortos em bombardeios de retaliação, dizem as autoridades de saúde de Gaza.

Marchas patrocinadas pelo Estado foram realizadas em todo o Irã, que apoia o Hamas e é inimigo declarado de Israel, com manifestantes carregando faixas que diziam "Morte à América" e "Morte a Israel".

“Cada gota de sangue dos palestinos mortos nesta guerra aproxima o regime sionista (Israel) da sua queda”, disse o presidente iraniano, Ebrahim Raisi, em discurso televisionado.

No Iraque, cerca de 300 apoiadores de grupos de milícias xiitas bancados pelo Irã protestaram perto de uma ponte que leva à Zona Verde fortificada, uma região de Bagdá onde fica a sede da embaixada dos EUA e de outras missões estrangeiras.

“Os americanos devem saber que o seu apoio ao terrorista Israel irá trazer derrota e devastação”, disse o membro da milícia Said Ali Akbar, agitando uma bandeira palestina.

Em Amã, a tropa de choque da polícia dispersou milhares de manifestantes jordanianos que planejavam marchar contra a fortificada embaixada de Israel. Vários policiais ficaram feridos em confrontos com manifestantes que incendiaram propriedades perto da embaixada israelense, afirmou a polícia.

“Nenhuma embaixada sionista em terras árabes”, gritavam os manifestantes na capital jordaniana após as orações do meio-dia.

 

 

por Reuters

EUA - Amodelo Tabby Brown morreu nesta terça-feira, 17 de outubro, aos 38 anos. A causa da morte ainda não foi divulgada.

Brown foi namorada de dois jogadores de futebol famosos, Mario Balotelli, em 2011, e Raheem Sterling, em 2016.

Após a confirmação da morte da modelo, que também participou do programa de televisão "The Bachelor", os fãs foram às redes sociais de Tabby para deixarem mensagens de homenagem.

A modelo também apareceu em algumas ocasiões em revistas famosas, como a Playboy, a Elle e a Cosmopolitan.

 

 

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