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Redação

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 Jornalista/Radialista

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RIO DE JANEIRO/RJ - A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou, nesta terça-feira (15), os locais e horários dos jogos das semifinais do Campeonato Brasileiro de futebol feminino. As partidas de ida serão em 27 de agosto, enquanto os confrontos de volta serão realizados em 3 de setembro.

Na ida, o Santos recebe o Corinthians na Vila Belmiro a partir das 10h30 (horário de Brasília) de 27 de agosto. No mesmo dia e horário o São Paulo mede forças com a Ferroviária no Estádio Bruno José Daniel, em Santo André.

Uma semana depois, em 3 de agosto, as Brabas do Timão recebem a Sereias da Vila no Parque São Jorge, em São Paulo, a partir das 10h30. No mesmo dia e horário as Guerreiras Grenás enfrentam o São Paulo na Fonte Luminosa, em Araraquara.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

 

 

SÃO CARLOS/SP - O presidente da Financiadora de Estudos e Projetos em Inovação e Pesquisa (Finep), Celso Pansera, cumprirá agenda em São Carlos no dia 17 de agosto a convite do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) regional São Carlos. Ele estará acompanhado do seu chefe de gabinete, Fernando Peregrino, do assessor da presidência, Wanderley de Souza, e do coordenador de comunicações, André Godoy.

Ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, a Finep é a principal empresa pública brasileira de fomento à ciência, tecnologia e inovação em empresas, universidades e institutos tecnológicos.

Pansera foi ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação no segundo governo Dilma Rousseff, viabilizou o Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação, tem extensa atuação no setor e uma série de ações que visam aproximar a universidade do setor privado. É natural do Rio Grande do Sul e foi deputado federal pelo Rio de Janeiro de 2015 a 2019.

Além da agenda no Ciesp São Carlos às 16h30, cuja participação é aberta ao público com confirmação de presença até o dia 16/08 (16 3368 1037 ou whatsapp 16 99783 3365), Pansera visita a XMobots, a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), a Universidade de São Paulo (USP) e a Embrapa Instrumentação.

No Ciesp, Pansera falará sobre o papel da Finep na retomada do fomento à inovação para industriais e também para um conjunto de representantes de startups. São Carlos, conhecida pelo alto número de professores doutores por habitante, 1 para cada 100, também ostenta números impressionantes de startups e empresas de base tecnológica.

Segundo o levantamento Report Sanca Hub – mapeamento do ecossistema de empreendedorismo, tecnologia e inovação – feito em 2023 pela Liga de Empreendedorismo de São Carlos (LESC), projeto de extensão universitária que reúne alunos e ex-alunos da UFSCar e USP, a cidade tem uma startup para cada 1.093 habitantes, enquanto no Brasil existe uma para cada 33 mil habitantes. São Carlos supera Israel, referência na área, cuja relação é de 1 /1.400 habitantes. Mais em www.reportsancahub.com.br.

XMobots – Instalada em São Carlos desde 2011 e com 330 funcionários, a XMobots, empresa que o presidente da Finep irá visitar, é a maior da América Latina na fabricação, desenvolvimento e operação de sistemas não tripulados aéreos, os Veículos Aéreos não Tripulados (VANTs) ou drones, excetuando o segmento de guerras. A empresa pretende atingir 600 colaboradores até o final do ano. Atualmente, do total de colaboradores, pelo menos 100 são engenheiros oriundos da UFSCar, USP e demais universidades brasileiras.

Os cargos são para ajudante de carga e descarga, ajudante de caminhão e motorista granel

 

ITU/SP — Líder mundial em Recursos Humanos, a Adecco procura profissionais em Itu-SP para os cargos de ajudante de carga e descarga, ajudante de caminhão e motorista granel. Para todos os perfis, é necessário ter o Ensino Fundamental Completo. Os detalhes estão abaixo. Para se inscrever, os interessados devem direcionar os currículos para o e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Ajudante de carga e descarga

Formação: Ensino fundamental completo.
Experiência: é necessário ter habilidades com atividades que envolvam esforço físico, como carregar peso. Procuram-se preferencialmente profissionais que já venham do mercado de gás.
Horário de trabalho: segunda a sábado, das 8h às 16h20 ou segunda a sexta das 7h às 15h20.

Ajudante de caminhão

Formação: Ensino fundamental completo II, desejável curso de NR 23 – Brigadista.
Experiência: com atividades que envolvam carregar peso, preferencialmente como ajudante de motorista.
Horário de trabalho: Segunda a sexta, das 8h às 16:20 e aos sábados, das 7h às 15h20.

Motorista granel

Formação: Ensino fundamental completo II e CNH categoria D ou E válida.
MOPP válido é desejável, bem como ter curso NBR 15863 e NR 23.
Experiência: como motorista de veículos pesados, com produtos perigosos (mínimo de três anos);
Horário de trabalho: segunda a sexta, das 6h às 15h e sábados, das 6h às 10h. Deve ter disponibilidade para viagens.


Sobre o Grupo Adecco   
Líder mundial em Recursos Humanos, a Adecco possui 5,5 mil escritórios em 60 países, proporcionando empregos a 700 mil pessoas e oferecendo serviços a mais de 100 mil empresas. Na América Latina, a empresa opera com 3 mil colaboradores em suas filiais presentes oito países e conta com sete milhões de cadastros em sua base de dados. O Grupo conta com quatro marcas presentes no Brasil: Adecco, Pontoon Solutions e LHH. O Grupo faz parte da lista 500 da Fortune Global e está cotado na bolsa de Zurique. O Grupo Adecco apresenta uma estrutura mundial orientada para a prestação de um serviço integrado na área dos Recursos Humanos, com o compromisso de um desenvolvimento contínuo de soluções eficazes e competitivas para os seus clientes.    

BRASÍLIA/DF - O relatório final da CPI do MST vai propor o indiciamento de cinco lideranças envolvidas com invasão de áreas de terras no País, segundo apurou o Estadão. O texto do deputado federal Ricardo Salles (PL-SP) também pretende mirar políticos do PT e do PSOL, legendas que tradicionalmente têm ligação com o movimento dos sem-terra.

Em uma tentativa de vincular o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o grupo, Salles deve mencionar no documento membros dos dois partidos que teriam recebido apoio financeiro e político do movimento. Uma escalada de invasões de terra em abril provocou a abertura da CPI. Segundo o Estadão apurou, dez nomes de políticos serão citados no relatório final.

O plano é apresentar o relatório final e submetê-lo à votação já nesta terça terça-feira, 15, após o depoimento do líder do MST, João Pedro Stédile, um dos mais esperados pelos integrantes do colegiado.

Como revelou o Estadão, o comando da CPI ameaça antecipar o fim dos trabalhos em resposta a atuação do governo Lula para esvaziar as investigações. Na semana passada, o governo recorreu ao Centrão para ter maioria no colegiado que antes era composto majoritariamente por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Como reação a esse movimento do Planalto, Salles, que foi ministro do Meio Ambiente de Bolsonaro, promete apresentar um relatório duro, expondo, segundo ele, a destinação de recursos públicos ao movimento. Será mais um ato político. Como o relatório final precisa ser votado e a CPI hj tem maioria governista as chances de que o texto de Salles seja derrotado são enormes.

Em algumas sessões da CPI, Salles já deu pistas do que poderia apresentar no relatório ao falar da ligação ideológica entre o governo e os movimentos. Durante uma sessão, ele questionou o fato do líder sem-terra José Rainha, da Frente Nacional de Luta Campo e Cidade (FNL), ter pedido votos para a deputada Sâmia Bomfim (PSOL-SP) durante a campanha em 2022. O partido da parlamentar integra a base do governo Lula.

O episódio rendeu a primeira ameaça de prisão no colegiado. Rainha incialmente negou que tenha feito campanha política. Salles insistiu no questionamento. Ele disse que a fala poderia configurar falso testemunho e exibiu um vídeo em que o líder dos sem-terra agradeceu os votos dados à parlamentar. Após a apresentação, Rainha voltou atrás e confirmou o apoio.

O PT tem três integrantes da comissão ligados ao MST: Marcon (RS), João Daniel (SE) e Valmir Assunção. Em depoimento à CPI na última quarta-feira, 9, Vanuza dos Santos de Souza disse que Valmir foi o responsável por ser o mandante da remoção dela da própria casa em um assentamento na Bahia, e alegou, como motivo, pressão política. “Ou você vota, ou você perde a terra”, relatou ela sobre o que teria ouvido.

 

CPI fez diligências em assentamentos

Na sexta-feira, 11, a CPI fez diligências em assentamentos na região rural de Atalaia (AL). Da oposição, acompanharam o trabalho Ricardo Salles, o presidente da comissão, Tenente-Coronel Zucco (Republicanos-RS) e Delegado Fábio Costa (União-AL). Do governo, foram João Daniel, Valmir Assunção e Paulão (AL).

Em abril, integrantes do MST invadiram a superintendência do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) em Maceió para exigir a exoneração do superintendente do órgão, César Lira, primo do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

A ação - que motivou a criação da CPI - fez parte do “Abril Vermelho”, jornada nacional do movimento, mobilizou mais de mil militantes organizados pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), incluindo outros grupos, como a Frente Nacional de Luta (FNL), Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST), Movimento Terra Livre (MTL), entre outros.

Um dos braços da investigação da oposição em Alagoas teria detectado repasses de R$ 5,9 milhões do Instituto de Terras e Reforma Agrária do Estado ao longo dos últimos sete anos a uma única empresa, que realizou suporte logístico com transporte e estrutura ao MST.

De acordo com um dos documentos, o Incra pediu ausência de licitação para transportar integrantes do MST para “resolver ou evitar conflitos envolvendo os movimentos sociais, tais como invasões, manifestações, etc.”. “Os integrantes de movimentos sociais do Estado, quando se encontram em uma situação onde não são atendidos seus interesses, costumam realizar protestos e invasões para pressionar os representantes do governo”, diz o documento.

Ao longo do período, o órgão teria custeado o aluguel de tendas, montagem e desmontagem de infraestrutura e o transporte de produtos e alimentações de feiras, assim como o transporte de integrantes para encontros da militância.

O MST e os parlamentares do governo na CPI, articulam, paralelamente, atos em defesa do movimento. Deputadas do PSOL e do PT participaram de um na quinta-feira, 10, em Brasília, e agora realizarão outro no sábado, em São Paulo, no armazém do campo, que contará com a presença de artistas e intelectuais.

 

 

por Levy Teles / ESTADÃO

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