Jornalista/Radialista
IBATÉ/SP - A Prefeitura de Ibaté, por meio da Secretaria Municipal da Saúde, informa que nesta sexta-feira, 22, das 7h às 16h, está aberto o agendamento de consultas para Oftalmologista e Ortopedista.
O agendamento deverá ser realizado exclusivamente por telefone no Ambulatório Médico Municipal de Especialidades “Doutor Ivo Morganti”, através dos números (16) 3343-1102, (16) 3343-1158 e (16) 3343-1176, e nas demais unidades, de forma presencial.
A Secretaria de Saúde alerta que o agendamento no Ambulatório Médico Municipal, só será realizado por telefone, de forma presencial não serão efetuados os pedidos de consultas. É importante lembrar que apenas nas Unidades dos bairros é realizado o agendamento de forma física.
Os pacientes com mais de 01 ano sem retornar com o especialista, é necessário um novo encaminhamento.
As pessoas que efetuarem o agendamento de forma presencial, devem procurar a Unidade de Saúde mais próxima para agendar a consulta. No ato do agendamento, o usuário deve ter em mãos documento de identidade, CPF e o Cartão do SUS.
RELAÇÃO DOS BAIRROS E UNIDADES PARA AGENDAMENTO:
• Santa Terezinha, Vila Tamoio, Centro, Jardim Mariana, São Benedito, Encanto do Planalto, Jardim das Palmeiras II, Popular e Banco da Terra – Ambulatório Médico Municipal de Especialidades “Doutor Ivo Morganti”.
• Jardim Icaraí – PSF Icaraí.
• Jardim Mariana e Bandeirantes – PSF Mariana.
• Jardim América, Esfer e Jardim Cruzado – PSF Esfer.
• Jardim Popular – PSF Popular.
• Jardim Cruzado I – UBS Cruzado.
• Jardim Cruzado II – PSF Cruzado 1.
• Domingos Valério, Residencial Mariana, Jardim do Bosque, Jardim Menzani, Antônio Moreira (CDHU), Residencial Jequitibá I e II – UBS Santa Teresinha.
Série de atividades educativas será realizada nesta quinta e na próxima junto aos colaboradores das duas unidades da Klabin, em Piracicaba
PIRACICABA/SP - Em comemoração à Semana Nacional do Trânsito, a Eixo SP realiza nesta quinta-feira (21) ação educativa junto aos colaboradores da Klabin, na Vila Industrial, em Piracicaba. A Concessionária preparou diversas atividades com o objetivo de despertar nos motociclistas a conscientização sobre a importância da manutenção periódica dos veículos, bem como sobre os itens de segurança e a pilotagem responsável nas estradas.
As atividades fazem parte do Programa Eixo Pela Segurança, que tem como foco divulgar medidas que ajudam a aumentar a segurança viária. A mesma programação desta quinta-feira será oferecida também aos colaboradores da unidade Figueira, da Klabin, em Piracicaba, na quinta-feira (28) da próxima semana.
As ações contarão com a participação de vários parceiros, como Yamaha, Sest/Senat e Polícia Militar Rodoviária. A Yamaha disponibilizará instrutores e motocicletas para as apresentações na Klabin. Um dos instrutores fará uma palestra de 20 minutos sobre cuidados para condução segura das motocicletas, especialmente em trechos de rodovias. O outro instrutor fará uma demonstração prática de como se proteger de eventuais pontos cegos durante a condução das motos.
A demonstração envolverá motos e um caminhão, simulando situações hipotéticas de trânsito que possam representar riscos para motociclistas. Ao mesmo tempo, os colaboradores serão instruídos sobre como agir para garantir a segurança quando enfrentarem situações semelhantes
Além dessa exibição prática, os colaboradores receberão ainda uma série de dicas e orientações por meio de materiais que serão disponibilizados pelo Sest/Senat, que montará um estande dentro da empresa. A ação contará também com apoio da Polícia Militar Rodoviária.
De acordo com Isadora Mendes, analista ESG da Eixo SP, essas ações educativas estão atreladas a dois dos objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU (Organização das Nações Unidas), que é saúde e bem-estar, que está associado à redução do número de vítimas de acidentes nas estradas, e de cidades e comunidades sustentáveis, ao oferecer às pessoas noções de comportamento seguro que contribuem para rodovias mais seguras
Para Viviane Riveli de Carvalho, coordenadora de Segurança Viária da Eixo SP, a implementação de ações educativas desempenham um papel fundamental, pois contribuem para a conscientização, a mudança de comportamento e a redução de acidentes. "Para termos um ambiente de trânsito mais seguro e responsável, é fundamental investir em programas de educação contínuos", afirma.
ALEMANHA - A Autoeuropa fez saber que vai retomar a produção no início de outubro depois de ter garantido o fornecimento de uma peça fundamental para o Volksawgen T-Roc junto de uma empresa espanhola e outra chinesa.
De acordo com a agência Lusa, a informação foi comunicada aos trabalhadores numa nota interna da administração da Autoeuropa que informa que foi possível encontrar outros fornecedores da peça em falta que tinha obrigado a empresa a anunciar uma paragem de produção de 11 de setembro a 12 de novembro.
“A direção da fábrica informa que desde a interrupção do fornecimento de uma peça fundamental na construção dos motores que equipam o T-Roc – entre outros modelos do Grupo Volkswagen – os departamentos de logística e de compras do grupo têm vindo a trabalhar de forma intensa no sentido de mitigar este impacto”, adianta a comunicação interna da fábrica da Autoeuropa.
“Subfornecedores existentes no portfólio do Grupo Volkswagen, entre os quais uma empresa chinesa e outra espanhola, serão responsáveis por assegurar o fornecimento parcial das peças”, acrescenta o documento.
EUA - "Cada vez ficamos mais convencidos da existência de uma mão invisível interessada na desestabilização do nosso continente, apenas preocupada com a expansão de sua esfera de influência, que sabemos não trazer as garantias necessárias para o desenvolvimento económico e social dos países africanos", disse o chefe de Estado de Angola na quarta-feira (20.09) durante o seu discurso na 78.ª Assembleia Geral das Nações Unidas.
Passando em revista os principais problemas mundiais, João Lourenço criticou a diferença de atenção mediática e política dada aos conflitos em função da sua geografia.
"A comunidade internacional corre o risco de ser acusada de estar a dar tratamento diferente, privilegiado, ao conflito na Europa em detrimento de outros, por estarem no Médio Oriente ou em África, onde o do Sudão é tão mortífero e destruidor quanto o da Ucrânia, mas que merece menos cobertura das médias internacionais e menor atenção dos grandes centros de decisão sobre a paz e segurança mundial", afirmou.
Desigualdade, a queixa recorrente
O chefe de Estado angolano usou também o momento para expor que "o fosso entre países em desenvolvimento e desenvolvidos continua a ser uma realidade inaceitável por não haver, em muitos casos, uma verdadeira vontade política para os ultrapassar".
A consequência, continuou, é direta: "As dificuldades de acesso aos recursos financeiros e materiais necessários à concretização de projetos de desenvolvimento, assim como os condicionalismos impostos à transferência de tecnologia, constituem-se em fatores que retardam a implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estabelecidos na Agenda 2030 das Nações Unidas".
Apoiando o apelo do secretário-geral das Nações Unidas para a mobilização de 500 mil milhões de dólares por ano para o financiamento dos desafios emergentes, no âmbito de uma nova arquitetura financeira mundial, João Lourenço realçou que a falta de representação leva a instabilidade em África.
Financiamento favorável
"Por não se verem adequadamente representados numa grande parte das instituições de governação mundial, os países em desenvolvimento não estão em condições de exprimir as suas sensibilidades e fazer valer os seus pontos de vista ao nível apropriado e contribuir assim para a formulação de soluções realistas dos seus problemas", afirmou.
Esta situação, apontou, "gera ansiedade e frustração das populações mais vulneráveis que, ao não verem satisfeitas as suas expetativas, tornam-se facilmente permeáveis às influências negativas e perigosas para a ordem e a estabilidade dos seus respetivos países".
Numa referência aos golpes de Estado que afetaram vários países africanos nos últimos anos, nomeadamente na região do Sahel, João Lourenço alertou que "a falta de perspectivas que se observam em muitos dos países no plano económico e social criam um terreno fértil para a subversão e para a fragilização das democracias recentes no nosso continente".
Por isso, defendeu, "é urgente e imperativo que seja concedido apoio real ao desenvolvimento por via do financiamento em condições favoráveis para a construção de infraestruturas".
Moçambique também quer apoio
O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, afirmou na noite de terça-feira (19.09) que o apoio que Moçambique está a receber no combate ao terrorismo é um exemplo de como África pode resolver os seus problemas, mas apontou que as forças no terreno precisam de financiamento.
"Esta experiência pioneira de combinação de intervenção bilateral e multilateral é também exemplo de resolução de problemas africanos, pelos próprios africanos. Contudo, a questão que se coloca é a necessidade de apoio substancial a estes países que de forma direta e interventiva combatem connosco o terrorismo em Moçambique, de modo a tornar sustentáveis as operações ainda em curso", disse Filipe Nyusi.
Na província de Cabo Delgado, combatem o terrorismo as Forças Armadas de Defesa de Moçambique, desde julho de 2021 com apoio do Ruanda e da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC).
Reconstrução e coesão social
"Temos estado a alcançar sucessos visíveis no terreno, apesar de os terroristas continuarem a criar terror e medo de forma esporádica em aldeias isoladas. Com a melhoria da ordem e da tranquilidade, as populações têm estado a retornar em massa para as suas zonas de origem, recomeçando a sua vida com normalidade", reconheceu ainda.
"Neste momento, o desafio é a reconstrução das infraestruturas e a consolidação da coesão social", afirmou Filipe Nyusi, ao discursar perante a Assembleia Geral das Nações Unidas.
Na sua intervenção, o Presidente da República recordou igualmente os impactos das alterações climáticas em Moçambique, nomeadamente com as consequências dos três grandes ciclones dos últimos anos: "Até ao momento, não conseguimos recuperar nem um terço dos danos registados".
Reconheceu ainda que "o apoio dos parceiros tem sido muito abaixo das promessas e das necessidades".
por: Lusa
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