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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO PAULO/SP - Manoel Soares vai deixar o "Encontro com Patricia Poeta" após inúmeras desavenças na frente das câmeras. O apresentador vai dar adeus ao matinal se dará logo após o primeiro aniversário do novo formato da atração, iniciado em julho de 2022. E a Globo já tomou uma decisão muito importante a respeito à saída do jornalista e que guarda uma certa semelhança com a demissão de Dudu Camargo do SBT.

Calma! O apresentador do "Primeiro Impacto" foi demitido logo após voltar de férias e nem conseguiu se despedir do seu público. E será basicamente isso que acontecerá com Manoel, pondo fim dessa forma em um medo específico da equipe da atração da Globo. Segundo o colunista Lucas Pasin, do Splash, o jornalista vai deixar o "Encontro" "de forma abafada".

Ou seja, o ex-"É de Casa" não terá grandes despedidas no ar. Manoel sairá de férias por duas semanas e depois não volta mais para o programa envolvido ainda em rumores de uma extinção. A ideia da Globo é que a manutenção de Patricia e a saída de Manoel seja vista como algo "natural", uma vez que já existe a polarização entre os fãs dela e os dele.

 

'Encontro' sem Patricia Poeta e sem Manoel Soares. Entenda!

No entanto, o fim da parceria entre Patricia e Manoel vai acabar antes. Acontece que assim que o "Encontro" completar um ano nessa nova fase, Patricia sairá de férias, deixando Manoel sozinho. Quando a jornalista regressar, ele é quem vai partir para os dias de descanso.

"A intenção é que eles não se encontrem mais mesmo. Manoel vai cobrir as férias de Patrícia. Na volta dela, ele sairá cerca de duas semanas e, assim, o encontro deles não acontecerá mais no palco", explicou uma fonte. É bom lembrar que outros rumores já apontaram para uma escolha de Patricia sobre com quem gostaria de dividir a atração.

Fora do "Encontro", Manoel deve seguir no "Papo de Segunda" (GNT), que por sua vez pode ganhar espaço na Globo. Há a chance do jornalista retornar ao "É de Casa" ou de ficar à frente do retorno do "Na Moral", antigo programa de Pedro Bial.

 

 

por Guilherme Guidorizzi / PUREPEOPLE

SÃO PAULO/SP - O narrador Jota Júnior, que passou 24 anos no Grupo Globo, entrou na Justiça contra a empresa e solicita o pagamento de um valor de R$15,8 milhões. A quantia é referente ao pedido de direitos trabalhistas do tempo que trabalhou como PJ (Pessoa Jurídica) e à acusação de que a emissora diminuiu o seu salário sem explicação. A informação foi publicada pelo portal "Notícias da TV".

Segundo o site, o narrador alega na ação que ficou sem registro na carteira de trabalho durante 20 anos. A situação teria acontecido entre 1999 e 2019, ano em que a Globo regularizou o contrato de diversos funcionários para evitar problemas com a Justiça.

Jota Júnior ainda diz que sofreu uma redução salarial de R$20 mil na mesma época e, apesar de descontente, precisou aceitar pois não poderia ficar desempregado.

Jota Júnior, de 74 anos, ficou no Grupo Globo entre 1999, quando deixou a Band, e março deste ano. Presente especialmente na grade do "SporTV", o locutor transmitiu não apenas jogos de futebol, mas também partidas de outros esportes como o vôlei.

 

 

por Lance!

INGLATERRA - A zona do euro apresentou déficit em sua balança comercial de 7,1 bilhões de euros em abril, segundo dados com ajustes sazonais publicados nesta quinta-feira, 15, pela Eurostat, como é conhecida a agência de estatísticas da União Europeia. O resultado contrasta com o superávit de 14 bilhões de euros em março, o primeiro resultado positivo desde setembro de 2021.

Na comparação mensal, as exportações do bloco caíram 3,2% em abril, enquanto as importações avançaram 5,9%, também considerando-se ajustes sazonais. No resultado sem ajustes, a zona do euro teve déficit comercial de 11,7 bilhões de euros em abril, bem menor do que o saldo negativo de igual mês de 2022, de 34,5 bilhões de euros, informou a Eurostat.

 

 

ISTOÉ DINHEIRO

ALEMANHA - O ex-premiê britânico Boris Johnson foi considerado culpado nesta quinta-feira (15) em uma investigação parlamentar por ter mentido ao Parlamento britânico sobre as festas que ocorreram na residência oficial durante a pandemia de Covid-19, no caso que ficou conhecido como "Partygate". O conservador nega sua responsabilidade no caso e denuncia um "assassinato político".

A investigação parlamentar sobre a realização de seis festas em Downing Street enquanto o país cumpria regras restritas de confinamento por conta da pandemia levou 14 meses e resultou em um relatório de mais de cem páginas.

O inquérito conclui que Boris Johnson mentiu "deliberadamente" ao repetir diante do Parlamento que todas as restrições de saúde haviam sido cumpridas. O caso, que já lhe rendeu uma multa, foi fator importante para sua saída da chefia do governo no ano passado.

O resultado da investigação provocou a renúncia de Boris Johnson de seu cargo como deputado na semana passada. Se estivesse no posto, o ex-premiê poderia ser punido com uma suspensão de 90 dias, o que levaria a uma nova eleição.

Ao ser notificado sobre a possível condenação, Johnson deixou seu cargo de forma barulhenta, denunciando uma "caça às bruxas", argumento que ele voltou a usar nesta quinta.

"A comissão não encontrou uma única evidência" contra nós, reagiu Boris Johnson em uma declaração longa e extremamente agressiva, reafirmando que acreditava não ter feito nada de errado. Ele acusou o comitê de fazer "a última tentativa de um assassinato político".

"Essa decisão significa que nenhum parlamentar está a salvo de uma vingança ou expulsão com base em acusações fabricadas por uma pequena minoria", afirmou.

 

Proibição de entrar no Parlamento

Agora sem cargo público, o ex-primeiro-ministro tem poucas chances de ser punido. No entanto, o documento, que ainda precisa ser votado pelos parlamentares, pede que seja proibido seu acesso às instalações do Parlamento, o que é geralmente garantido a ex-primeiros-ministros.

O relatório considera ainda que o ex-líder "minou o processo democrático" e foi "cúmplice" de uma "campanha de intimidação" contra o trabalho dos deputados.

Ele denunciou a virulenta carta de renúncia de Boris Johnson, que soou como um "ataque às instituições democráticas britânicas".

O relatório reacende as guerras internas no Partido Conservador, que está no poder há 13 anos.

Apesar das polêmicas ao longo de seus três anos no governo, Boris Johnson tem aliados influentes e ainda apoio entre as bases por ter conquistado uma vitória histórica nas eleições gerais de 2019 e conseguido o Brexit.

Johnson agora deixou evidente sua rivalidade contra o governo do também conservador Rishi Sunak, seu ex-ministro das Finanças cuja renúncia, seguida pela de outros ministros, levou à queda de Johnson em 2022.

 

 

(Com agências)

RFI

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