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Redação

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 Jornalista/Radialista

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Serviços terão duração de um mês e serão executados em todo o trecho urbano da Rodovia Washington Luís, em ambos os sentidos

 

RIO CLARO/SP - Até o fim deste mês, todo trecho urbano da SP 310 - Rodovia Washington Luís, em Rio Claro, estará em obras. Os trabalhos de revitalização do pavimento estarão concentrados entre o km 171, próximo ao Centro Industrial Cidade Azul, e o km 182, próximo à Praça de Pedágio. As intervenções ocorrerão nas pistas em ambos os sentidos.

Os serviços tiveram início no sábado (2) e seguem até o dia 30. Durante esse período, haverá interdições pontuais das 6h30 às 17h e também durante a noite, das 19h às 5h. Em razão das alterações no tráfego e por se tratar de um trecho de rodovia bastante movimentado, a Eixo SP Concessionária de Rodovias pede atenção máxima e muita cautela aos motoristas que passarem pelos locais em obras. A orientação tem como objetivo garantir a segurança no trânsito durante todas as etapas da restauração do pavimento.

De acordo com o cronograma dos trabalhos, em determinados momentos, será preciso fechar alças de saída e de entrada para o município. Ao todo, o trecho urbano de Rio Claro possui quatro dispositivos de acesso e de retorno. O fechamento destes dispositivos será alternado, conforme o andamento das obras. No entanto, antes de cada interdição dos acessos, a Concessionária disponibilizará avisos alertando os usuários sobre o fechamento. A Eixo SP reforçará também a sinalização para orientar os usuários a respeito dos caminhos alternativos.

Em razão do aumento no tráfego de veículos devido ao feriado da Independência, os trabalhos estão suspensos na quarta (6), quinta (7), domingo (10) e segunda (11). Na sexta-feira e no sábado, os serviços serão realizados normalmente, com as interdições pontuais necessárias.

SÃO PAULO/SP - Esposa do apresentador e jornalista Tiago Leifert, Daiana Garbin encantou os seus seguidores do Instagram ao compartilhar uma foto na companhia da pequena Lua Leifert, fruto do relacionamento entre os dois. O registro foi dividido com o público na sexta-feira (08), e levou encantamento ao público, que segue acompanhando de perto a luta da pequena heroína contra um câncer diagnosticado em um dos seus olhos.

No registro fotográfico, Daiana Garbin e Lua Leifert surgem no interior de um elevador, bem cedo, para um compromisso. Impressionada com o rápido desenvolvimento da criança, a jornalista chamou a atenção do público quanto a isso. “Olha o tamanho da Lua”, comemorou.

A criança virou um ícone no Brasil com relação à importância do diagnóstico precoce de problemas de saúde nas crianças, sobretudo no que diz respeito ao câncer. A filha de Tiago Leifert sofre de um quadro chamado retinoblastoma, que é um problema considerado raro nos olhos.

Recentemente, o jornalista concedeu entrevista ao programa TV Fama (RedeTV!) durante a 21ª corrida do Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer (GRAACC), oportunidade em que comentou o estágio do tratamento de Lua contra a doença. À época, o artista mencionou que o tratamento da filha chegava ao 20º mês, desabafando sobre os vários “altos e baixos” em meio ao processo de reabilitação.

“20 meses de tratamento, vamos completar agora. Ela está bem, mas o câncer vai e volta, tem alguns altos e muitos baixos. É uma doença extremamente traiçoeira, que a gente não pode comemorar antes da hora. Não é fácil. É longo, dá muito medo, uma ansiedade tremenda. É uma batalha espiritual, física e mental, o tempo inteiro”, afirmou naquela ocasião.

Inclusive, o apresentador mencionou que muitos compromissos profissionais foram abandonados para que pudesse se dedicar integralmente à filha. Foi o motivo pelo qual abriu mão de um convite para narrar a final da Copa do Mundo disputada no Catar, no ano passado.

 

 

por Henrique Furtado / AREAVIP

BRASÍLIA/DF - A proposta de delação do tenente-coronel Mauro Cid, aceita pela Polícia Federal e sob análise do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, pode levar os investigadores a sanarem lacunas e avançarem nas apurações mais sensíveis que miram o ex-presidente Jair Bolsonaro.

O ex-ajudante de ordens é peça-central nos inquéritos que se debruçam sobre os ataques às urnas eletrônicas, os atos golpistas as fraudes no cartão de vacinação do ex-chefe do Executivo e o suposto esquema de venda de joias e presentes entregues ao governo Bolsonaro.

Todas as apurações se dão ligadas ou no bojo do inquérito das milícias digitais. Na decisão em que autorizou as diligências da Operação Lucas 12:2 – assinada no âmbito do citado inquérito - o ministro Alexandre de Moraes reproduziu o gráfico que a Polícia Federal listou as frentes de apuração que giram em torno do ex-presidente e seus principais aliados.

Dentro de tais eixos, Mauro Cid poderá, por exemplo, dar detalhes aos investigadores de como teria funcionado o esquema em que o ex-presidente e seus assessores ‘atuaram para desviar presentes de alto valor recebidos em razão do cargo pelo ex-Presidente para posteriormente serem vendidos no exterior’.

O ex-ajudante de ordens pode esclarecer o contexto de mensagens centrais acessadas pelos investigadores como o diálogo em que cita uma suposta entrega de dinheiro em espécie.

“Tem vinte e cinco mil dólares com meu pai. Eu estava vendo o que, que era melhor fazer com esse dinheiro levar em ‘cash’ aí. Meu pai estava querendo inclusive ir ai falar com o presidente (...) E aí ele poderia levar. Entregaria em mãos. Mas também pode depositar na conta (...). Eu acho que quanto menos movimentação em conta, melhor ne? (...)’”, afirmou Cid em texto enviado a um outro assessor do ex-presidente em janeiro de 2023.

Já sobre a Operação Verine, na qual Cid foi preso por suposto envolvimento em um esquema de peculato eletrônico - com a inserção de informações falsas no sistemas no SUS para a emissão de carteiras de vacinação fraudadas – o tenente-coronel pode explicar a dinâmica dos acontecimentos e ainda prestar informações sobre o plano golpista encontrado em seu celular.

De todo modo, as informações prestadas pelo militar só poderão ser usadas após uma eventual homologação do acordo, pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

 

 

por Pepita Ortega / ESTADÃO

INGLATERRA - Outras duas mulheres acusam o atacante Antony, do Manchester United, de agressão. Os casos teriam acontecido em maio de 2022, em São Paulo, e em outubro do mesmo ano, em Manchester, na Inglaterra.

O jogador é investigado pelas polícias de Manchester e São Paulo após ter sido acusado por uma ex-namorada, a DJ Gabriela Cavallin, de agressão e ameaças entre 2022 e 2023. A revelação de fotos das lesões na mulher e de mensagens enviadas a ela pelo atleta fizeram com que o técnico Fernando Diniz cortasse Antony da Seleção, que joga nesta sexta contra a Bolívia pelas eliminatórias da Copa de 2026.

Ele nega as acusações.

À Record TV, a bancária Ingrid Lana, de 33, afirmou que foi agredida pelo atleta em outubro do ano passado ao se recusar a ter relação com ele.

Em trecho da entrevista que foi divulgado na quinta, a mulher conta que viajou à Inglaterra a convite do jogador para tratar de negócios.

– Ele tentou ter relação comigo e eu não quis. Ele me empurrou contra a parede, e eu bati a cabeça – disse ela.

Outro caso, anterior, teria acontecido em São Paulo, em maio de 2022.

A estudante de direito Rayssa de Freitas registrou boletim de ocorrência, como revelado pelo jornal Extra, após um desentendimento com o jogador depois de uma festa em São Paulo.

Ela contou que estava no carro de Antony junto com Mallu Ohana, ex-esposa do atacante Dudu, do Palmeiras. Ela teria tido um atrito com Mallu. Diz que, na sequência, foi agredida pela mulher e por Antony. Rayssa contou que conseguiu pular do carro quando ele parou num semáforo na Zona Oeste de São Paulo e procurou ajuda de policiais.

A Secretaria de Segurança Pública informou que esse segundo caso foi relatado pela polícia civil e entregue ao Ministério Público e à Justiça em julho de 2022, sem informar se houve indiciamentos.

 

 

Redação do ge

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