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Redação

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 Jornalista/Radialista

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As atividades incluem café da manhã em passarelas, instalação de antenas em motos, plantio de mudas, ações de saúde para caminhoneiros e distribuição de material educativo

 

ARARAQUARA/SP - A segurança dos usuários será o foco das atividades que a EcoNoroeste promoverá durante a Semana Nacional de Trânsito, realizada de 18 a 25 de setembro. As ações serão realizadas em diversas datas e trechos da concessão e envolverão orientação, conscientização e prestação de serviços.

Durante o período da campanha, equipes da concessionária e parceiros vão interagir com pedestres, motociclistas, motoristas de carros de passeio e caminhoneiros realizando entrega de folhetos educativos sobre direção defensiva, uso das passarelas para fazer a travessia da rodovia, instalação de antenas corta pipa para motociclistas, plantio de mudas de árvores e a distribuição de lixeiras para veículos.

Nos dias 21 e 22, no Posto Pau Seco, em Araraquara, será realizada uma ação de saúde e bem-estar para caminhoneiros. “Teremos parceiros para orientações nutricional e exames de saúde, como aferição de pressão arterial e teste de glicemia, além de serviços de podologia e corte de cabelo, comenta Luiz Tavares, gerente de Atendimento ao Usuário da EcoNoroeste.

Confira todas as atividades que serão promovidas durante a Semana Nacional do Trânsito:

 

Café na Passarela:

Tem como objetivo conscientizar os pedestres e ciclistas a usarem a passarela para atravessar a rodovia de forma segura. A ação será realizada em dois dispositivos nas seguintes datas:

  • 19/09 – Café na Passarela, das 7h às 9h, no Km 435, da Rodovia Washington Luís, em São José do Rio Preto.
  • 21/09 – Café na Passarela, das 7h às 9h, no Km 233, da Rodovia Washington Luís, em São Carlos. 

 

 

 

Espaço de Saúde do Caminhoneiro

Prestação de serviço para caminhoneiros que trafegam pela rodovia Washington Luís (SP 310). O evento será promovido nos dias 21 e 22/09, das 11h às 19h, no Posto Pau Seco, em Araraquara.

 

Acorda Caminhoneiro

No dia 22, das 3h30 às 5h30, no Posto da PMRv, em Itápolis e Araraquara

 

 

 

Pit Stop Motociclista
Voltado para os motociclistas a ação acontece em São José do Rio Preto e Araraquara, em parceria com a Polícia Militar Rodoviária.

Os usuários receberão dicas de segurança e antenas corta pipas, que serão instaladas nas motocicletas de forma gratuita. Veja onde e quando essas atividades serão realizadas:

  • 24/09 – Pit Stop Motociclista – instalação de antena corta pipa, das 7h às 9h, Posto da PMRv, em São José do Rio Preto.
  • 25/09 – Pit Stop Motociclista – instalação de antena corta pipa, das 7h às 9h, Posto da PMRv, em Araraquara

 

 

 

Sobre a EcoNoroeste

A EcoNoroeste é a mais nova concessão do grupo EcoRodovias. Responsável pela administração de cinco rodovias no interior paulista, a empresa iniciou seu trabalho em 1º de maio, com a operação das rodovias Washington Luís (SP 310), Brigadeiro Faria Lima (SP 326) e Carlos Tonanni, Nemésio Cadetti, Laurentino Mascari e Dr. Mario Gentil (SP 333) e, em 2025, assumirá outros 158 quilômetros de estradas. O trecho compreende um importante corredor logístico para o transporte de produtos agropecuários e de fertilizantes.

Sobre a EcoRodovias  

A EcoRodovias é a operadora com maior extensão de malha rodoviária do país. Subsidiária do Grupo ASTM, atualmente administra 11 concessões de rodovias que somam 4,7 mil quilômetros de extensão em oito estados nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste. Ao longo de mais de 20 anos, a EcoRodovias está presente em corredores rodoviários de escoamento da produção agrícola e industrial, bem como em relevantes eixos turísticos do país, viabilizando caminhos nunca antes imaginados. Integra importantes carteiras relacionadas a práticas ambientais, sociais e de governança, tais como Novo Mercado da B3 e o Índice de Sustentabilidade Empresarial. Possui diversas certificações internacionais, incluindo a ISO 37001, de combate ao suborno. Para mais informações, acesse www.ecorodovias.com.br.

Os policiais ainda apreenderam um simulacro de arma de fogo

 

SÃO JOSÉ DO RIO PRETO/SP - Policiais militares do 17º Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPM/I), com apoio do helicóptero Águia 17 e do Policiamento Rodoviário, prenderam, na tarde de domingo (17), um homem, de 35 anos, que transportava 300 kg de maconha dentro de um carro clonado. A prisão aconteceu no Jardim São Marcos, em São José do Rio Preto, interior de São Paulo.

Os agentes patrulhavam o local, quando foram informados sobre um veículo em fuga pela região. A equipe logo viu o suspeito dirigindo um Honda/City. Ao perceber a presença policial, o homem ignorou os sinais de parada e, em alta velocidade, colidiu o veículo na guia da calçada. Ele tentou fugir correndo, mas foi detido.

Durante busca no veículo, foram encontrados e apreendidos 380 tijolos, que somaram 300 kg de maconha, além de um simulacro de arma de fogo que o homem tentou abandonar durante a fuga.

Após trabalhos de inteligência policial, a equipe constatou que o veículo estava com a placa clonada.

As drogas e o carro foram apreendidos e encaminhados à perícia. Já a ocorrência foi apresentada como tráfico de drogas e receptação de veículo na Delegacia de São José do Rio Preto, onde o suspeito permaneceu à disposição da Justiça.

BRASÍLIA/DF - A última semana do inverno será marcada por uma onda de calor que vai atingir a maior parte do país. A previsão é de temperaturas acima de 42ºC em algumas localidades a partir de sexta-feira (22). O inverno termina no sábado (23), e terá início a primavera.

As áreas que deverão ter recordes de temperaturas são Centro-Oeste, Norte e interior de São Paulo. Na capital paulista, por exemplo, é esperado que os termômetros marquem mais de 35ºC no final da semana, conforme as previsões do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Na segunda-feira (18), o Inmet já emitiu alerta de perigo da onda de calor até as 18h de sexta-feira. Esse aviso ocorre quando as temperaturas máximas excedem em pelo menos 5ºC a média histórica do período.

“Vale ressaltar que a intensidade do aviso está relacionada com a persistência do fenômeno [número de dias consecutivos] e não aos desvios de temperatura absolutos em si”, explica o Inmet.

O aviso será reavaliado diariamente, conforme o instituto.

A onda de calor vem associada dos baixos índices de umidade relativa do ar, aumentando a probabilidade de queimadas no Sudeste e Centro-Oeste, regiões que ainda estão no período de seca.

O que é a onda de calor? A onda de calor ocorre por causa do tempo seco e queda da pressão atmosférica, que impede a formação de nebulosidade e afasta o avanço das frentes frias.

“A onda de calor é promovida pelas condições de tempo predominantemente seco, com aumento da insolação, e favorecida pela subsidência atmosférica – quando a pressão atmosférica entre os níveis médios e a superfície aumenta, inibindo o desenvolvimento de nebulosidade, aumentando, também, a temperatura da massa de ar”, informa o Inmet.

O que ocorre com o corpo quando faz muito calor?

Quando fica exposto às temperaturas muito quentes, o corpo humano tenta se refrescar. Porém se o corpo não consegue, o organismo pode chegar à exaustão por calor. Os principais sintomas são tontura, dor de cabeça, transpiração excessiva e fadiga. Pode ocorrer ainda uma insolação, em que se deve procurar ajuda médica.

Nos casos extremos, o paciente pode sofrer falência de órgãos e até morte.

Cuidados

Qualquer pessoa está sujeita a sofrer os impactos do calor. Porém, crianças, idosos, pessoas acamadas, doentes crônicos e gestantes são vulneráveis.

Algumas medidas podem aliviar e evitar as complicações:

  • - Beber mais água e líquidos. O ideal é ingerir um copo de água por hora ou 2 a 3 litros por dia;
  • - refrescar-se com lenços úmidos, spray ou panos molhados no rosto;
  • - procure ficar em locais frescos, com sombra;
  • - evite praticar exercícios físicos nos horários mais quentes;
  • - use roupas leve;
  • - verifique com frequência o estado de saúde de idosos acima de 65 anos, especialmente aqueles com doença cardíaca, problemas pulmonares e nos rins;
  • - em caso de mal-estar intenso, procure um médico.

 

* Com informações da ONU News

Por Carolina Pimentel - Repórter da Agência Brasil

BRASÍLIA/DF - A vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV) já está disponível gratuitamente no Brasil desde 2014. No entanto, levar a proteção contra esse vírus a crianças e adolescentes tem sido um esforço com resultados muito aquém do necessário.

Dados da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) mostram que em 2021 apenas 37% dos adolescentes do sexo masculino receberam essa vacina no país, enquanto o Programa Nacional de Imunizações (PNI) tem como meta imunizar 80% desse público alvo.

A importância da imunização contra esse vírus na adolescência se deve ao fato de que parte de seus sorotipos é considerada altamente cancerígena, e a proteção da vacina é maior se realizada antes do início da vida sexual, já que esse vírus é causador de infecções sexualmente transmissíveis (IST). A vacina também é considerada a forma mais eficaz de prevenção, já que o HPV pode ser transmitido em relações sexuais mesmo com o uso de preservativo.

A associação do HPV ao câncer supera a de outros agentes infecciosos conhecidos, como os vírus da Hepatite B e C, que podem causar câncer de fígado e leucemia; a bactéria Helicobacter pylori, associada a câncer de estômago, esôfago, fígado e pâncreas; e o vírus Epstein-Barr (EBV), cuja infecção pode evoluir para linfomas e carcinoma nasofaríngeo.

A prevenção contra o HPV se torna ainda mais importante pela sua grande circulação. Segundo o Instituto Nacional de Câncer, estudos indicam que 80% das mulheres sexualmente ativas serão infectadas por um ou mais tipos de HPV em algum momento de suas vidas, e essa porcentagem pode ser ainda maior em homens.

Estima-se que entre 25% e 50% da população feminina e 50% da população masculina mundial esteja infectada pelo HPV. A maioria dessas infecções, porém, é combatida espontaneamente pelo sistema imune, regredindo entre seis meses a dois anos após a exposição, principalmente entre as mulheres mais jovens.

Infecção mais cancerígena

A pesquisadora da Divisão de Detecção Precoce e Apoio à Organização de Rede (Didepre) do Instituto Nacional de Câncer (Inca), Flávia de Miranda Corrêa, conta que o HPV é o agente infeccioso que tem mais associações ao câncer descritas pela medicina.

Na mulher, esse vírus é o principal causador do câncer de colo de útero e também está relacionado a câncer na vulva e vagina. No homem, cerca de metade das neoplasias no pênis partem de uma infecção pelo HPV. Além disso, em ambos, o câncer de ânus e de garganta (orofaringe), também entram na lista.

“O HPV é um vírus sexualmente transmissível. Então, a transmissão se dá no contato da pele com a pele, mucosa com mucosa, pele com mucosa”, explica a pesquisadora, que por isso afirma que a vacinação é a principal forma de proteção contra o vírus.

“A camisinha protege só o pênis. Ela não vai cobrir a bolsa escrotal, não vai cobrir o ânus, não vai impedir o contato da pele com a pele. E também não é comum que se use camisinha desde o início da relação sexual, em massagens, por exemplo. É claro que ela deve ser utilizada porque diminui a possibilidade de contágio, não só pelo HPV, mas por outras infecções. Mas ela não é garantia de que não vai haver infecção pelo HPV”.

A vacina contra o HPV deve ser aplicada em meninos e meninas de 9 a 14 anos, em um esquema de duas doses. A segunda dose deve ser aplicada seis meses após a primeira. Essa vacina protege contra os vírus dos sorogrupos 6, 11, 16 e 18, sendo os dois últimos os principais causadores de câncer.

“A vacinação antes da exposição ao vírus é a melhor maneira de evitar a infecção. A vacina é altamente eficaz e contém os vírus mais prevalentes”, afirma ela, que reforça a necessidade da vacinação na idade recomendada pelo PNI:

“A vacina vai ser eficaz se a pessoa ainda não tiver tido contato com aqueles vírus presentes na vacina. Ela previne, ela não trata. Além disso, a resposta imunológica é melhor nos jovens, quanto mais cedo a vacinação for aplicada, eles desenvolvem uma resposta melhor”.

arte vacina HPV

Países que iniciaram a vacinação contra o HPV há mais tempo que o Brasil, como a Austrália, já têm evidências de que a imunização reduziu a incidência dos casos de verrugas, lesões precursoras e do próprio câncer. “Para a gente falta um pouco, até porque nossa cobertura não está excelente", diz Flávia.

Oito em dez casos de câncer

O câncer cervical, associado ao HPV em mais de 80% dos casos, é uma das principais causas de mortes de mulheres, segundo a Organização Pan-Americana de Saúde. Sete em cada 10 casos desse tipo de câncer são resultado de infecções persistentes pelos vírus HPV-16 e HPV-18, e 15% são causados pelos tipos HPV-31, 33, 45, 52 e 58.

Nas Américas, a cada ano, cerca de 83 mil mulheres são diagnosticadas com câncer cérvico uterino e mais de 35 mil mulheres morrem pela doença - mais da metade, antes dos 60 anos.

A pesquisadora do INCA explica que a evolução desses casos depende muito do quão rápido eles são diagnosticados. Quanto mais precoce for a detecção, maior a chance de cura e menor o sofrimento do paciente. Além de salvar a vida, a rapidez no diagnóstico também reduz a possibilidade de sequelas, como cirurgias mutiladoras nos órgãos afetados.

“No câncer do colo de útero e de ânus, que têm lesões precursoras, lesões malignas, a gente pode tratar essas lesões precocemente e o câncer nem se desenvolver. Para o câncer de colo do útero tem o rastreamento, que permite detectar essas lesões ou o câncer em estágio inicial”, explica.

“Se for identificado em estágio avançado, vão ser necessárias cirurgias mutiladoras, pode ocorrer uma sobrevida com pouca qualidade de vida, e um maior risco de mortalidade. Por isso, a gente tem que pensar que a vacinação tem esse benefício enorme, não só para as mulheres”.

Tratamento

Uma pessoa infectada pelo vírus HPV deve tratar os sintomas para evitar que eles possam evoluir para um quadro de câncer. A presença do vírus pode demorar anos para se manifestar e costuma ser detectada pela presença de verrugas ou lesões na pele das mucosas.

Não há tratamento específico para eliminar o vírus, e o manejo da doença se concentra em combater as verrugas, dependendo da extensão, quantidade e localização das lesões. Podem ser usados laser, eletrocauterização, ácido tricloroacético (ATA) e medicamentos que melhoram o sistema de defesa do organismo. Em geral, o tratamento é feito com ginecologistas, urologistas ou proctologistas, mas outros especialistas também podem ser necessários.

 

 

Por Vinícius Lisboa – Repórter da Agência Brasil

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