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Redação

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 Jornalista/Radialista

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As duas ocorrências foram realizadas no último final de semana pela Polícia Militar

 

ITIRAPINA/MONÇÕES - A Polícia Militar prendeu seis pessoas em flagrante e apreendeu 419 tijolos de maconha em duas ocorrências realizadas neste final de semana nos municípios de Monções e Itirapina, no interior de São Paulo.

No sábado (26), em Monções, um grupo com cinco pessoas foi flagrado transportando 350 tabletes de maconha. Os policiais 16º BPM/I desconfiaram quando viram um veículo ocupado por dois homens parado à noite em posto de combustível fechado.

O motorista, ao ver que seria abordado, abriu a porta do carro e fugiu a pé, enquanto o passageiro se entregou. Durante vistoria ao carro, foram localizados 350 tabletes de maconha, totalizando cerca de 301 quilos da droga.

Durante a ação, um segundo veículo com mais quatro integrantes também entrou no pátio do posto e foi abordado. O grupo tinha a função “batedor”, ou seja, fazia a escolta do veículo que transportava a droga.

Os cinco suspeitos foram presos em flagrante e encaminhados à Central de Flagrantes e permanecem sob custódia, aguardando procedimentos legais.

Já em Itirapina, policiais do 37º BPM/I prenderam um suspeito em flagrante no domingo (27) com mais de 60 tijolos de maconha, além de pasta base para cocaína.

A equipe estava em patrulhamento quando abordou o motorista de um veículo na Rodovia Fernando de Arruda Botelho. No carro, foram encontradas pasta base de cocaína e mais 69 tijolos de maconha, que pesaram 89,7 quilos da droga.

O homem foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Itirapina, onde o caso foi registrado.

IBATÉ/SP - No último dia 26, aconteceu a edição da Festa da Família. Iniciativa da Rede Municipal de Educação comemorar e homenagear o Dia de Quem Cuida de Mim”, ao invés de “Dia das Mães/Dia dos Pais”.
 
Nem mesmo o clima frio e a chuva impediram de que o evento fosse um sucesso, onde pais puderam ver seus filhos darem um show de emoção e alegria, sensibilizando a todos que estavam presentes através de belíssimas apresentações com música, poemas, danças, além de participarem de oficina de bexiga e pintura facial, exposições e recreação.
A festa teve como objetivo criar momentos especiais de convivência, com atividades que proporcionaram aprendizagem e desafios, além de despertar a percepção de que o trabalho em equipe entre a escola e a família é fundamental para um desenvolvimento satisfatório dos alunos.
Cuidar e educar envolve dedicação, cooperação, cumplicidade e, principalmente, amor. Por isso, a parceria entre Família e Escola precisa ser cada vez maior. “Nos últimos anos o conceito de família se modificou e ampliou. O significado dessa palavra vai muito além da formação composta por um pai, uma mãe e um filho. Atualmente ela possui diversas configurações, que criam, educam e dão amor aos pequenos”, disse Danielli Chaves, secretária municipal de Educação e Cultura.
 
Para o Prefeito José Luiz Parella, a “Festa da Família” foi especial por proporcionar mais um momento de encontro e sintonia entre escola, família e comunidade escolar, integrando as escolas e reforçando sobre a importância da parceria entre família e escola como um dos principais elementos no processo de ensino e aprendizagem dos alunos, o que tem como consequência o sucesso da educação. “Cada escola fez a sua festa, todas bem organizadas e com o mesmo intuito, valorizar as famílias. Diretores, professores, funcionários, alunos e familiares estão de parabéns pelos eventos, que com certeza só foram bem sucedidos devido ao envolvimento de todos”, enfatizou o chefe do Executivo.

CHILE - O banco central do Chile vê a trajetória de política monetária praticamente inalterada, mesmo diante da depreciação do peso e do possível impacto inflacionário de enchentes devastadoras, disse em entrevista o vice-presidente da instituição.

A flexibilização monetária no Chile, combinada com dúvidas sobre a China — importante compradora das commodities do país — e a postura rígida do Federal Reserve pesaram sobre a moeda, disse Paulo Garcia em Jackson Hole, onde autoridades de BCs mundiais se reuniram para um simpósio do Fed.

Mesmo assim, nenhum desenvolvimento foi suficientemente grande para alterar o plano de reduzir os juros para 7,75% a 8% até o final do ano, dos atuais 10,25%, disse ele.

“Até agora, as notícias que tivemos, tanto no cenário internacional quanto dados domésticos, inflação, oscilações da taxa de câmbio, não parecem pintar um quadro dramaticamente diferente do que tínhamos em mente quando iniciamos os cortes em julho”, disse Garcia, de 53 anos. A próxima decisão de juros do país será em 5 de setembro.

O Chile liderou o início da flexibilização monetária na América Latina em um momento em que outros BCs como o Fed e Banco Central Europeu ainda avaliam mais aperto.

O BC chileno reduziu a taxa básica em 1 ponto percentual em julho, e o mercado precifica pelo menos mais 5 pontos percentuais de cortes adicionais em um ano. Mas alguns analistas alertam que ventos contrários como um peso fraco podem dificultar o abrandamento da inflação para a meta de 3%.

O peso se desvalorizou mais de 8% entre o início de julho e a semana passada, antes de reduzir as perdas quando o ministério das Finanças do país disse que iria aumentar as vendas de dólares.

Uma moeda mais fraca alimenta a pressão inflacionária ao tornar as importações mais caras, e o Chile é bastante vulnerável a isso, já que compra bens cruciais, como todo o seu combustível, no mercado externo.

Semana passada, fortes chuvas causaram enchentes em áreas do Chile conhecidas pela produção de frutas e verduras. O governo do presidente Gabriel Boric declarou estado de catástrofe depois que as chuvas inundaram lavouras e destruíram infraestrutura.

Garcia disse que qualquer pressão inflacionária relacionada às enchentes provavelmente será transitória.

As chuvas “podem ter um impacto sobre a inflação no curto prazo, mas é improvável que tenham um impacto mais persistente no processo de desinflação que possa implicar uma mudança na estratégia de política monetária”, disse.

A inflação anual do Chile diminuiu drasticamente desde um pico superior a 14% em 2022, atingindo 6,5% em julho. O núcleo da inflação desacelerou de forma mais gradual, para 8,5%.

 

 

©2023 Bloomberg L.P.

UCRÂNIA - A Ucrânia anunciou na segunda-feira (28) que recuperou uma pequena localidade na frente de combate sul, onde suas tropas esperam avançar na difícil contraofensiva em curso contra as linhas de defesa russas.

Depois de acumular equipamentos militares fornecidos pelos aliados ocidentais, Kiev iniciou em junho a aguardada contraofensiva para atacar as posições russas que foram reforçadas nos últimos meses.

As autoridades ucranianas afirmam que os avanços são lentos, mas seguros, enquanto Moscou insiste em que a contraofensiva de Kiev está fracassando.

"Robotyne foi liberada. Nossas forças estão avançando para o sudeste de Robotyne e o sul de Mala Tokmachka", afirmou a vice-ministra ucraniana da Defesa, Ganna Malyar.

A localidade recuperada fica no eixo de ataque das cidades de Tokmak e Melitopol, ocupadas pelas forças russas. Kiev busca romper a continuidade dos territórios ocupados por Moscou no sul e no leste do país.

Com a tomada de Robotyne, o Exército ucraniano espera conseguir abrir uma brecha na frente sul, mas, para alcançar esse objetivo, precisa superar trincheiras, barreiras antitanque e campos minados espalhados pelos russos.

Na frente leste, as tropas ucranianas recuperaram na última semana de combates um quilômetro quadrado ao sul de Bakhmut, cidade capturada em maio por Moscou.

Ao mesmo tempo, a Rússia prosseguiu nesta segunda-feira sua campanha de bombardeios e matou pelo menos duas pessoas em um ataque contra uma instalação industrial na região de Poltava, centro da Ucrânia. O ataque também deixou cinco feridos, segundo a polícia.

O chefe da administração presidencial ucraniana, Andrii Yermak, escreveu nas redes sociais que as forças russas haviam atacado uma instalação petrolífera na localidade de Gogoleve e que dois empregados haviam morrido. Moscou afirmou, no entanto, que os bombardeios haviam mirado um armazém de armamento.

 

- Enormes meios -

O Instituto para o Estudo da Guerra (ISW, nas sigla em inglês), um centro de análises pró-Ocidente, calcula que a Rússia mobilizou recursos significativos para defender as posições que está cedendo no momento e questiona se Moscou terá a capacidade de fazer o mesmo com as próximas linhas de defesa.

"As forças russas comprometeram uma quantidade considerável de material, esforços e homens para manter posições de defesa onde as forças ucranianas estão penetrando", destaca o ISW.

Para as autoridades ucranianas, cada localidade reconquistada representa um golpe às ambições do presidente russo, Vladimir Putin, um ano e meio após o início da invasão.

"Toda a legitimidade de Putin diante da elite russa se deve ao fato de que ainda não perdeu a guerra. Quanto mais a Rússia perder o controle dos territórios ocupados, mais rápido diminuirá o apoio ao regime", escreveu o conselheiro da presidência ucraniana, Mikhailo Podolyak, na rede X (antes conhecida como Twitter).

 

- Recuperar a iniciativa -

A Ucrânia luta, ao mesmo tempo, para manter suas linhas diante de uma ofensiva russa no nordeste, que avança há várias semanas.

Kiev teme que Moscou mobilize dezenas de milhares de homens neste eixo de ataque, para romper a frente de batalha neste setor e obrigar a Ucrânia a adotar um desvio de suas operações no sul.

Ilia Yevlash, porta-voz do Comando Leste do Exército ucraniano, afirmou no domingo que Moscou reuniu 45.000 soldados na área de Kupiansk, e outros 48.000, nas proximidades Lyman, mais ao sul.

No sábado, em um relatório, o Ministério britânico da Defesa afirmou que, diante dos avanços ucranianos, a Rússia poderia tentar "recuperar a iniciativa", multiplicando as operações de ataque.

"Kupiansk-Lyman é uma zona potencial para este cenário", afirma o documento.

A Ucrânia mantém a pressão e intensifica os ataques com drones em território russo: algumas ações atingiram Moscou e a península anexada da Crimeia, uma base crucial para o abastecimento das tropas de Moscou.

 

 

AFP

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