Jornalista/Radialista
ARGENTINA - O Itaú Unibanco, maior banco da América Latina em ativos, está em conversas preliminares com o Banco Macro para vender sua operação na Argentina – o que deve marcar a sua saída do país. A negociação foi revelada pela imprensa local e confirmada ontem em fato relevante publicado pela própria instituição brasileira. Apesar de ter uma história de aquisições, o Itaú deu prioridade às operações no Chile e na Colômbia, por meio da compra do Corpbanca, mas não evoluiu na mesma proporção na Argentina. Seu banco no país representa cerca de 1% do lucro do conglomerado, de R$ 8,4 bilhões no primeiro trimestre.
A confirmação das negociações com o Itaú deu impulso às ações do Banco Macro, listado na Argentina e nos EUA, com alta de mais de 10% ontem. A instituição é um dos principais bancos privados no país vizinho. Procurado para detalhar as conversas, o Itaú não se pronunciou.
O Itaú desembarcou na Argentina em 1998, com a compra do Banco Del Buen Ayre. Primeiro, operou com o nome Itaú Buen Ayre e, posteriormente, com Itaú Argentina. A filial tinha cerca de 1,5 mil funcionários em março e 71 agências – estrutura menor do que as vistas no Chile, onde o conglomerado contava 5,2 mil funcionários, e na Colômbia, onde tinha 2,3 mil. Na carteira de crédito, a unidade era a menor, com R$ 9,6 bilhões em operações e crescimento de 7,9% em um ano, abaixo da média do conglomerado.
Os bancos argentinos têm sido desafiados pela constante disparada da inflação no país vizinho, que pesa sobretudo na qualidade do crédito. Esse fator tem sido apontado por analistas como um problema, inclusive, para o potencial comprador do Itaú Argentina. “Os resultados do Banco Macro foram sequencialmente mais fracos e continuaram a ser afetados pelos altos patamares de inflação, uma condição que não parece ter solução no curto prazo”, disse o BTG Pactual, em maio.
Esse ambiente fez com que o lucro do Macro caísse 20% no primeiro trimestre, para 9,7 bilhões de pesos (o equivalente a R$ 195 milhões). Apesar disso, o banco continuava bem capitalizado, com excesso de liquidez. Em uma economia inflacionária, a instituição prefere manter recursos em títulos do governo argentino, em tese mais seguros do que os empréstimos a pessoas físicas e empresas.
MENOR APETITE
Diante das recorrentes crises na Argentina, o apetite dos brasileiros pelo setor bancário local minguou nos últimos anos. Antes do Itaú, o Banco do Brasil fez algumas tentativas de se desfazer de sua fatia no argentino Patagônia. Mas, justamente por conta do cenário macroeconômico local, o valor pelo ativo não agradou, o que acabou inviabilizando sua venda
No caso do Itaú, o movimento feito na Argentina é oposto ao que existe no Chile, em que o conglomerado quer comprar todas as ações em circulação do Corpbanca, ou seja, se tornar o único proprietário. A operação chilena é a maior do Itaú fora do Brasil e está no centro das atenções do banco na América Latina após uma virada operacional – conduzida, em grande parte, pelo atual presidente do conglomerado, Milton Maluhy.
Segundo pessoas que acompanham o assunto, não há relação entre as duas operações. No Chile, o Itaú vive um dilema de curto prazo na tesouraria: “comprado” em inflação, o banco teve de anotar perdas nos títulos atrelados à alta de preços nos últimos trimestres. O Itaú faz proteção cambial da posição de capital nos bancos que controla no exterior, e no último ano esse conservadorismo pesou nos números. O banco estima perder R$ 500 milhões por trimestre na tesouraria com a atual política de hedge.
Em solo argentino, o Itaú tem presença bem mais tímida do que no Brasil. É apenas o 18.º maior banco em volume de ativos, se considerados os dados de janeiro do Banco Central da Argentina. Já o Macro é o quinto maior e, na hipótese de ficar com os ativos do banco brasileiro, se distanciaria do espanhol BBVA (que é o sexto colocado) e se aproximaria do Santander Rio (o quarto maior). O líder de mercado é o estatal Banco de la Nación Argentina.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
SÃO PAULO/SP - O governo do Estado de São Paulo anunciou nesta terça-feira início de estruturação de projetos de concessão de cerca de dois mil quilômetros de rodovias e de cinco linhas de trens e metrô que podem gerar investimentos da ordem de 42,3 bilhões de reais.
A expectativa do governo estadual é que até 11 leilões sejam realizados até o final de 2026, a partir da estruturação dos projetos.
A desestatização da empresa de saneamento Sabesp está na pauta, afirmou o governo, embora estudos que estão a cargo da International Finance Corporation (IFC) sobre a viabilidade da operação não estejam prontos.
A IFC também está trabalhando em levantamentos sobre as rodovias e linhas de trens e metrô. Após essa etapa, haverá a estruturação dos projetos, com pesquisas mais robustas para definir a modelagem ideal para cada proposta, afirmou o governo estadual em comunicado à imprensa.
Em rodovias, o governo paulista avalia a estruturação de trechos atualmente concedidos e outros sob administração do departamento estadual DER no interior, litoral e Grande São Paulo. A previsão é atrair investimentos em torno de 32,3 bilhões de reais.
Já a proposta para trens e metrô envolve concessão de linhas e a criação de parcerias público-privadas (PPPs) para a expansão de ramais ferroviários. A avaliação abrange as linhas 10-Turquesa, 11-Coral, 12-Safira, 13-Jade e a futura 14-Ônix da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). A previsão de investimentos é de 11 bilhões de reais, segundo o governo.
Além disso, na futura carteira está a proposta de Parceria Público-Privada para a implementação do Trem Intercidades Eixo Oeste, que vai ligar a capital paulista a Sorocaba (SP) e deverá receber recursos da ordem de 9 bilhões de reais.
Por Alberto Alerigi Jr. / REUTERS
SÃO CARLOS/SP - A equipe de Rádio Patrulhamento da Polícia Militar deteve 5 menores em um Corsa, Cinza, com placas da cidade de Ibaté, o veículo havia sido furtado no bairro Cidade Aracy, e recuperado no Planalto Verde, em São Carlos.
Segundo consta, era por volta das 22h20, quando a PM foi acionada e em atendimento á ocorrência avistaram dois Corsas, sendo um vermelho e outro cinza. Os Militares na viatura pegaram as placas e em breve consulta constatou que ambos veículos eram produtos de furto. O corsa vermelho ao perceber a presença da Polícia se evadiu, já o corsa cinza foi abordado na Avenida Luiz Ferrari, com cinco adolescentes.
A vitima foi acionada e reconheceu o carro, já os menores foram se explicar ao delegado na Central de Polícia Judiciária de São Carlos, onde dois deles tinham mandados de busca e apreensão e com isso foram conduzidos à Fundação Casa de Araraquara. Já os outros três foram liberados à família.
No feriado do dia 8 de junho, quinta-feira, a Banda Vinil 78 se apresenta no Sesc São Carlos, às 16h com entrada grátis.
SÃO CARLOS/SP - Com estilo próprio, um repertório eclético e super dançante, a banda leva ao palco um mix de músicas que englobam canções nacionais e internacionais, desde a jovem guarda dos anos 60 passando pelos clássicos das discotecas e músicas da atualidade. A banda é formada por Andréia Dolacio – vocais, Denis Rogeh - teclados, guitarra, violão e vocais, Luciano - baixo e vocais e Marinho - bateria e vocais.
No repertório, sucessos dos Beatles, Elvis Presley, Stevie Wonder, Pink Floyd, ABBA, Bee Gees, The Carpenters, Gloria Gaynor, A-Ha, Roxette, Phil Collins, Paralamas do Sucesso, Barão Vermelho, Titãs, Ultraje a Rigor, Legião Urbana e Lulu Santos.
Serviço:
Data: dia 8 de junho, quinta-feira.
Horário: 16h.
Ingressos: Grátis. Lugares Limitados. Livre
Local: Unidade São Carlos – Av. Comendador Alfredo Maffei, 700 – Jd. Gibertoni – São Carlos – SP
Mais informações pelo telefone: 3373-2333
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