Jornalista/Radialista
SÃO CARLOS/SP - No dia 5 de dezembro, os motoristas que utilizarem a Área Azul em São Carlos terão a oportunidade de transformar o simples ato de estacionar em solidariedade. Graças a uma parceria entre o Fundo Social de Solidariedade e a empresa Estapar, toda a verba arrecadada com o estacionamento rotativo será destinada ao Natal Solidário, iniciativa que busca levar alegria às crianças da cidade.
A presidente do Fundo Social e primeira-dama, Herica Ricci Donato, explica que a ação permitirá que cada pagamento feito no sistema da Área Azul se converta em doação. Para participar, basta efetuar o pagamento normalmente com os agentes da concessionária, nos terminais de autoatendimento ou pelo aplicativo Zul+, que oferece opções de R$ 0,95 por 30 minutos, R$ 1,90 por uma hora, R$ 2,85 por uma hora e meia e R$ 3,80 por duas horas. Mesmo quem não for estacionar pode colaborar: é possível acessar o aplicativo e adquirir alguns minutos de estacionamento, que serão revertidos integralmente para o Natal Solidário.
“Os recursos arrecadados serão utilizados para promover festas em diversos bairros, com brinquedos, alimentos e atividades recreativas, e o número de comunidades atendidas dependerá da quantidade de doações recebidas. “Nós contamos com a participação dos são-carlenses para fazer um Natal diferente e mais feliz para as crianças”, destacou Herica Ricci Donato.
SÃO CARLOS/SP - O Tiro de Guerra 02-035 realizou, no sábado, 15 de novembro, a cerimônia que marca o encerramento das atividades de instrução da turma de 2025. O evento, em São Carlos, reuniu autoridades militares, familiares e convidados — entre eles integrantes da Associação dos Veteranos da Força Aérea Brasileira (AVFAB-YS), de Pirassununga, que participaram a convite do chefe da Instrução, subtenente Weslley Alexander Daibert.
Veteranos da Força Aérea — Antonio Ribeiro, Dempsey Zanetti, Emerson Lindman e Sérgio Chináglia — acompanharam a solenidade, que celebrou a formação dos atiradores após um ano de atividades voltadas ao preparo cívico, disciplina e reforço dos valores de cidadania.
Durante o evento, atiradores e colaboradores receberam diplomas e medalhas em reconhecimento ao desempenho e ao apoio prestado ao TG. A cerimônia também marcou a despedida de Daibert, que esteve à frente da instrução nos últimos dois anos.
A AVFAB-YS homenageou o subtenente com um certificado de agradecimento pelas parcerias firmadas ao longo do ano, especialmente no apoio a ações como a campanha de doação de sangue e uma palestra realizada pela entidade em conjunto com a unidade militar.
ITIRAPINA/SP - A Polícia Militar do Estado de São Paulo, por meio da 2ª Companhia do 37º BPM/I, anuncia à população de Itirapina e Analândia uma importante entrega resultante da parceria institucional com o Fórum Criminal de Itirapina. A aquisição de novos torniquetes e porta-torniquetes — equipamentos essenciais para o Atendimento Pré-Hospitalar Tático (APH Tático) — foi viabilizada graças a recursos provenientes da pena de prestação pecuniária, autorizados pelo Excelentíssimo Juiz de Direito Dr. Leonardo.
A destinação dessa verba, prevista pela legislação e voltada a projetos de interesse social, permitiu equipar as equipes da Polícia Militar com materiais atualizados e padronizados para situações críticas de atendimento a vítimas de hemorragia grave. Esta iniciativa reforça o compromisso do Judiciário e da PM em unir esforços para promover segurança, eficiência e cuidado direto com a vida da população.
Com os novos equipamentos, foi determinada a realização de uma instrução teórico-prática obrigatória para todo o efetivo das cidades de Itirapina e Analândia, tendo como foco a correta aplicação do Procedimento Operacional Padrão de uso do Torniquete. O treinamento, conduzido pelo 3º Sgt PM Boldan, ocorreu entre os dias 03 e 18 de novembro, integrando revisão técnica, demonstrações práticas e protocolos de segurança em situações de urgência.
A iniciativa traz benefícios diretos e imediatos para a sociedade. Em ocorrências envolvendo acidentes, ferimentos por armas de fogo ou situações de risco elevado, a intervenção rápida e correta pode ser decisiva para preservar vidas. Equipar a tropa e capacitá-la continuamente fortalece o atendimento prestado à comunidade e eleva o padrão de resposta da Polícia Militar.
Além do ganho operacional, a parceria evidencia a boa utilização dos recursos provenientes da Justiça, garantindo transparência e responsabilidade no emprego de verbas destinadas ao interesse público. Cada equipamento adquirido e cada policial treinado significam maior capacidade de salvar vidas e proteger cidadãos.
A Polícia Militar reafirma seu compromisso de servir e proteger à população e de atuar de forma integrada com os demais órgãos públicos, sempre com foco na defesa da vida, da integridade física e da dignidade humana.
BRASÍLIA/DF - Por dois anos seguidos, caiu a proporção de pessoas que trabalhavam em casa, o chamado home office. Em 2024, eram quase 6,6 milhões de pessoas que realizavam as atividades profissionais onde moravam. Em 2022, esse número superava 6,7 milhões.
Em termos de proporção, a redução foi de 8,4% para 7,9% dos trabalhadores. O ponto de inflexão foi em 2023, quando 6,61 milhões estavam trabalhando em casa (8,2% do total).
A constatação - que representa uma inversão na tendência crescente que tinha sido acentuada pela pandemia de covid-19 - faz parte de uma edição especial da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), divulgada nesta quarta-feira (19), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O estudo traz dados anuais desde 2012, exceto de 2020 e 2021, por causa da pandemia de covid-19 que inviabilizou a coleta de dados.
As proporções apontadas pelo IBGE se referem ao universo de 82,9 milhões de trabalhadores em 2024. Por critério do instituto, esse conjunto exclui empregados no setor público e trabalho doméstico.
Segundo o analista da pesquisa, William Kratochwill, a classificação trabalho no domicílio de residência vale também para pessoas adeptas do coworking (escritórios compartilhados).
“As pessoas falam: ‘eu trabalho de casa’, mas não necessariamente ela vai trabalhar em casa, ela pode escolher ir a um coworking”, pondera.
O levantamento mostra que as mulheres eram a maioria em home office. Elas somavam 61,6% dos trabalhadores nessa condição.
Observando o total de trabalhadores por sexo, 13% das mulheres estavam em home office. Entre os homens, a parcela era de 4,9%.
O pesquisador do IBGE afirma que o trabalho no domicílio de residência “claramente deu uma arrancada depois da pandemia”.
Em 2012, a parcela das pessoas nessa condição era de 3,6%. Em 2019, figurava em 5,8%, alcançando o ponto mais alto em 2022 (8,4%), antes de regredir nos dois últimos anos.
“Mas ainda está em um nível superior ao que tínhamos antes do período pandêmico e das novas tecnologias”, assegura Kratochwill.
A diminuição do home office é um movimento que tem causado insatisfação em algumas empresas. No começo deste mês, o Nubank, um dos maiores bancos do país, anunciou regressão gradual no trabalho de casa.
A insatisfação terminou com a demissão de 12 funcionários, de acordo com o Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região.
Em março, funcionários da Petrobras fizeram uma paralisação contra a diminuição do teletrabalho, entre outros motivos.
- estabelecimento do próprio empreendimento: 59,4%
- local designado pelo empregador, patrão ou freguês: 14,2%
- fazenda, sítio, granja, chácara etc.: 8,6%
- domicílio de residência: 7,9%
- veículo automotor: 4,9%
- via ou área pública: 2,2%
- estabelecimento de outro empreendimento: 1,6%
- domicílio do empregador, patrão, sócio ou freguês: 0,9%
- outro local: 0,2%
Um detalhe é que os trabalhadores que realizam atividade no veículo automotor passaram de 3,7% em 2012 para 4,9% em 2024. Para Kratochwill, esse cenário reflete o surgimento de serviços de aplicativo como Uber e 99.
“Com certeza há um impacto do transporte de passageiros”, diz. “Mas não se pode desconsiderar essa nova onda de food truck (venda de comida em veículos). Cada um, um pouquinho favorece para isso”, acrescenta.
Na categoria trabalho no veículo, as mulheres são apenas 5,4% do total de trabalhadores.
De todos os homens do universo da pesquisa, 7,5% trabalham no veículo. Entre as mulheres a parcela é de 0,7%.
AGÊNCIA BRASIL
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