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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SANTA CRUZ DE LA SIERRA - O torcedor do Fluminense ficou com um sabor agridoce na boca após ver sua equipe ser eliminada da Copa Sul-Americana mesmo goleando o Oriente Petrolero (Bolívia) por 10 a 1, na noite desta quinta-feira (26) no estádio Ramón Tahuichi Aguilera, em Santa Cruz de la Sierra.

Mesmo com a vitória elástica, o Tricolor das Laranjeiras terminou a primeira fase da competição na segunda posição do Grupo H com 11 pontos, um a menos do que o Unión Santa Fe (Argentina), que bateu o Junior Barranquilla (Colômbia) por 4 a 0 para garantir a única vaga da chave.

Goleada histórica

Precisando vencer por uma diferença de ao menos seis gols, além de torcer por um empate no confronto entre Santa Fe e Junior Barranquilla, a equipe comandada pelo técnico Fernando Diniz entrou acelerada e abriu o placar com menos de um minuto de bola rolando com Matheus Martins. O domínio do Fluminense era tão grande que aos 12 minutos já vencia por 3 a 0, graças a mais dois gols do argentino Cano.

Aos 14 minutos o Oriente Petrolero marcou o de honra com Sebastián Álvarez, mas o Tricolor construiu o placar com gols de Caio Paulista, Manoel, Arias, Willian, outros dois gols de Matheus Martins e outro de Cano.

Apesar de não conseguir a classificação, o Fluminense aplicou uma goleada história, a maior da história da Copa Sul-Americana (antes o triunfo mais elástico da competição foi um 9 a 0 do Defensor, do Uruguai, sobre o Sport Huancayo, do Peru).

Agora o Tricolor das Laranjeiras se prepara para o clássico do próximo domingo (29) contra o Flamengo pelo Brasileiro.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

Praça da Acisc, no Jardim Cardinalli, é uma das obras pleiteadas

 

 SÃO CARLOS/SP - O presidente da Câmara Municipal de São Carlos, Roselei Françoso (MDB), esteve mais vez no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, em busca de recursos para infraestrutura em São Carlos. A agenda desta quarta-feira (26) foi com o secretário de Desenvolvimento Regional, Rubens Cury, intermediada por Edna Martins.

“Desde que assumi a presidência da Câmara entendi que minhas responsabilidades com o município aumentaram e sempre que possível vou em busca de recursos, obras e programas que possam beneficiar nossa cidade e a população”, destacou Roselei.

Roselei solicitou apoio do governo do Estado, junto ao secretário Rubens Cury, para a liberação de recursos com o intuito de revitalizar a Praça Luiz Paulillo Filho, localizada no Jardim Cardinalli.

Também conhecida como Praça da Acisc, o local aguarda ser revitalizado. "A Acisc fez o projeto arquitetônico, a planilha de custos, vem discutindo com a Prefeitura e nos procurou na Câmara para unirmos esforços e conquistarmos os recursos para essa obra”, detalhou Roselei.

“Aquela região carece de um espaço como este e o mais importante é que a Prefeitura terá o apoio da Acisc para manter o local preservado”, explicou Roselei. O presidente da Câmara solicitou recursos na ordem de R$ 500 mil para a construção de uma ponte sob o córrego Itararé, em Santa Eudóxia.

“Também solicitei outros recursos para infraestrutura, como pavimentação e drenagem de bairros”, salientou. “É fundamental unir esforços em prol de nossa cidade”, disse Roselei.

 Conquistas – O governo do Estado liberou recursos na ordem de R$ 60 milhões recentemente para a construção de 5 novas escolas estaduais, iniciou a recuperação da estrada vicinal Guilherme Scatena. “O governador Rodrigo Garcia também anunciou nesta semana a construção de um novo prédio da FATEC para São Carlos”, lembra Roselei. A rua Sebastião Ramos, no Varjão, também deve ser recapeada a pedido de Roselei. Por meio da bancada estadual do MDB o município recebeu R$ 1 milhão, dos quais metade será utilizada na Saúde e a outra metade em pavimentação. “São demandas que nós, enquanto vereador e presidente da Câmara, pleiteamos e trabalhamos para viabilizar”, recorda Roselei.

SÃO PAULO/SP - Danilo Gentili não apresentou o programa 'The Noite', do SBT, pela primeira vez. A atração, que foi ao ar nesta quarta-feira, 25, foi comandada pelo Capitão Pavão e Soldado Gustavo, integrantes do programa '190 — Inteligência Contra o Crime', da plataforma de streaming Discovery+.

Os substitutos conversaram com outros membros do reality e também mostraram o trabalho da polícia de São Paulo, exibindo sem cortes as invasões, perseguições, as ligações para o 190 e as imagens captadas nas câmeras dos policiais.

Capitão Pavão e Soldado Gustavo ainda levaram ao palco alguns objetos que são usados nas operações como desencarcerador, equipamento de exploração, dispositivos eletrônicos de controle, fuzis de precisão, acessórios de disparo, capacetes com visão noturna e escudo. Eles também manipularem alguns objetos para explicar suas funcionalidades.

A ausência de Gentili

Danilo Gentili não compareceu à gravação do 'The Noite' por motivos de saúde. O SBT não deu mais detalhes sobre o que aconteceu com o apresentador.

No ano passado, Gentili foi diagnosticado com covid-19, mas o programa não sofreu nenhuma alteração, já que tinha episódios inéditos gravados.

 

 

FAMOSOS E CELEBRIDADES

UCRÂNIA - O que acontecerá com os soldados em mãos do inimigo no conflito na Ucrânia? Sejam russos ou ucranianos, esses combatentes estão protegidos pelas Convenções de Genebra relacionadas aos prisioneiros de guerra, afirmam defensores dos direitos humanos e especialistas.

No entanto, para a Rússia, os combatentes do regimento Azov, uma unidade ultranacionalista ucraniana que o Kremlin classifica de "neonazista", são "terroristas" e Moscou pretende julgá-los como criminosos, e não como prisioneiros de guerra.

Quanto à Ucrânia, várias ONGs criticaram a difusão de vídeos de combatentes russos arrependidos.

 

Quantos são?

Como em qualquer conflito, os dados costumam ser parciais ou difíceis de verificar de forma independente. O número de prisioneiros de guerra não é uma exceção.

Sobre Mariupol, o ministro russo da Defesa, Serguei Shoigu, comunicou o número de "3.826 prisioneiros", incluindo "2.439 ucranianos feitos prisioneiros durante a rendição de Azovstal".

O embaixador em Moscou da república separatista de Lugansk, Rodion Mirochnik, informou nesta quinta-feira (26), segundo a agência de notícias Tass, o número de 8.000 prisioneiros ucranianos para os dois territórios separatistas. E acrescentou que "todo dia somam-se centenas".

Do lado ucraniano, apesar dos pedidos da AFP, não foi informado nenhum número de prisioneiros russos.

O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) disse que há "centenas de prisioneiros de guerra ucranianos" de Azovstal.

 

Qual o status?

Soldados do Exército regular que caem "no poder do inimigo" são considerados "prisioneiros de guerra". Seu status é definido pela Terceira Convenção de Genebra, de 1949, que também se aplica aos casos em que a guerra não foi oficialmente declarada.

Esse status se refere "aos membros das Forças Armadas ou milicianos que fazem parte delas", explica William Schabas, professor de direito internacional da Universidade de Middlesex, em Londres.

Eles têm direitos e devem ser protegidos da violência, da intimidação, dos insultos e da curiosidade pública.

No entanto, ONGs afirmam que alguns desses direitos foram violados desde o início do conflito. Em março, a Human Rights Watch (HRW) pediu à Ucrânia que deixasse de divulgar o arrependimento dos prisioneiros de guerra russos à imprensa.

A HRW também pediu às autoridades ucranianas que investigassem possíveis "crimes de guerra" contra os prisioneiros russos, depois que foram divulgadas imagens que mostravam soldados ucranianos atirando em suas pernas.

A Anistia Internacional, por sua vez, expressou sua preocupação pelos "prisioneiros de guerra ucranianos de Azovstal", que foram apresentados na mídia russa como "neonazistas".

 

Há troca de prisioneiros?

Embora não regida pelo direito internacional, a troca de prisioneiros tornou-se prática comum.  Desde o início da invasão, já houve várias trocas de soldados e civis.

O pedido de Kiev para trocar um assessor próximo de Vladimir Putin, o oligarca Viktor Medvedchuk, por ucranianos capturados pela Rússia continua pendente.

"Pode haver trocas proporcionais à importância dada a certas pessoas. Gilad Shalit, um prisioneiro israelense, foi tão emblemático que os israelenses libertaram 1.027 palestinos para garantir sua libertação", explica Julia Grignon, pesquisadora do Instituto de Pesquisas Estratégicas da Academia (Irsem).

 

Podem ser julgados?

"Os prisioneiros de guerra não podem ser julgados pelo simples fato de terem participado dos combates", afirma Grignon. "No entanto, os soldados que cometeram crimes durante os combates podem ser processados."

O primeiro soldado russo julgado por crimes de guerra desde o início da ofensiva foi condenado, em Kiev, na segunda-feira (23), à prisão perpétua pelo assassinato de um civil.

Quanto aos combatentes de Azov, as autoridades russas disseram que serão julgados como "criminosos nazistas".

"Isso não estaria de acordo com o direito humanitário, não podem ser classificados de nazistas ou terroristas. Devem ser processados pelos atos que se suspeita que cometeram", estima Grignon.

"Os combatentes de Azov são membros das Forças Armadas ucranianas e, portanto, devem ser considerados prisioneiros de guerra", concorda Schabas.

Quanto aos membros da empresa privada russa Wagner, com a qual Moscou nega qualquer vínculo, podem ser considerados prisioneiros de guerra se forem capturados como membros das forças russas. Caso contrário, os especialistas afirmam que devem ser considerados civis que participam das hostilidades e não podem ter esse status.

 

 

AFP

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