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Redação

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 Jornalista/Radialista

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CHICAGO - Os contratos futuros da soja negociados na bolsa de Chicago subiram hoje (7), sustentados por preços mais fortes de farelo de soja e pela seca persistente na Argentina e em partes do Brasil.

A soja para março ganhou 23 centavos, fechando a 14,1025 dólares por bushel. O contrato mais ativo da CBOT avançou 71 centavos, ou 7,47%, na semana.

O contrato futuro de farelo de soja avançou 14 dólares, para 425 dólares a tonelada, com o mercado atingindo máximas de contrato para todos os meses.

O milho terminou em alta pelo segundo dia, com a firmeza do mercado de soja em meio à seca na América do Sul. O contrato março fechou com ganhos de 3,25 centavos, a 6,0675 dólares o bushel.

O trigo recebeu suporte dos outros mercados de grãos. O contrato março encerrou com alta de 12,50 centavos, a 7,5850 dólares por bushel, após cair a 7,3550 dólares, o menor valor desde outubro de 2021.

 

 

Reuters

FORBES

FRANÇA - Um presidente centrista em campanha apesar de ainda não ser candidato, uma direita que ressurgiu e tem opções de voltar ao Eliseu e uma esquerda desintegrada. A França entrou em uma nova fase de uma eleição presidencial que segue aberta marcada para abril.

A três meses da eleição, o presidente Emmanuel Macron, que afirma ter vontade de se apresentar à reeleição, enfrenta desde dezembro a ascensão da candidata da outrora direita governante Os Republicanos (LR), Valérie Pécresse.

A maioria das pesquisas dá uma leve vantagem para Macron no segundo turno, contando com que a presidente da região de Paris consiga passar à frente de seus rivais de extrema direita: a deputada Marine Le Pen e o ex-polêmico Éric Zemmour.

Esses últimos conseguiram impor seus temas favoritos no debate eleitoral - imigração, insegurança, identidade -, mas, no início de 2022, algumas declarações polêmicas de Macron e um surto de casos de covid-19 devolveram a atenção total à pandemia.

"Para os não vacinados, quero muito irritá-los. E vamos continuar fazendo isso, até o fim", admitiu Macron em uma entrevista na terça-feira ao jornal Le Parisien, declarações que disse assumir "completamente" nesta sexta.

Para os observadores, com esta polêmica, o líder liberal tentou chamar a atenção dos defensores da vacinação e impor a questão da pandemia na campanha. Segundo uma pesquisa recente, 47% de franceses aprovam essas declarações.

Esta pesquisa de BVA para RTL e Orange confirma também a imagem das últimas semanas, com Macron na liderança no primeiro turno com 25% das intenções de voto, seguido de Le Pen (17%) e Pécresse (16%), e de Éric Zemmour (12%), um pouco mais atrás.

 

- "Limpeza" -

Para recuperar o impulso consquistado após sua designação em dezembro no marco de eleições primárias da direita, Pécresse relembrou na quinta-feira uma polêmica declaração de Nicolas Sarkozy, ex-ministro do Interior e ex-presidente conservador, sobre a insegurança.

"Vou recuperar o Kärcher [nome de uma marca de lavadoras de pressão] do sótão" para "fazer uma limpeza" de "traficantes de drogas, bandidos criminosos" nos bairros com altos níveis de insegurança.

Com suas declarações, paralelamente a uma visita a dois redutos da extrema direita, a política considerada moderada em seu partido busca reconfortar a ala mais de direita do LR, partido que já viu em 2017 como alguns de seus membros de centro se uniam a Macron.

Tanto Pécresse como Le Pen e Zemmour buscam se impor no bloco de direita para tentar alcançar um lugar na eleição e, para isso, não hesitam em apresentar uma imagem de Macron como alguém autoritário e que não defende os interesses da França.

Sendo assim, o hasteamento da bandeira europeia no Arco do Triunfo, para marcar o início em 1º de janeiro da presidência rotativa francesa da União Europeia (UE), foi classificado por Le Pen como "um atentado à identidade" e um "insulto aos mortos" pela França.

O mandato do presidente liberal, eleito em 2017 com uma imagem de europeísta e reformista, foi marcado, além da pandemia, por um importante movimento de protesto social em 2018 e 2019, os "coletes amarelos".

 

- Primárias de esquerda? -

Quase inaudíveis nos temas de fundo, os candidatos de esquerda e ambientalista estão pressionados para apresentar uma candidatura unitária e tentar voltar ao segundo turno, especialmente quando as pesquisas não dão a nenhum deles mais de 10% das intenções de voto.

A candidata socialista, a prefeita de Paris Anne Hidalgo, que segundo as pesquisas está atrás de seus rivais de esquerda radical Jean-Luc Mélenchon e ambientalista Yannick Jadot, alterou a pré-campanha em dezembro ao defender primárias de esquerda.

Essa ideia foi rejeitada pela maioria dos candidatos dessa tendência, que poderiam aumentar na próxima semana. A famosa ex-ministra da Justiça Christiane Taubira deve anunciar em 15 de janeiro se vai participar da Primária Popular, uma iniciativa cidadã.

A política da Guiana Francesa, território localizado na América do Sul entre Brasil e Suriname, estuda dar este passo, que é quase certo, diante do "beco sem saída" da esquerda na eleição e em uma tentativa de conquistar a aparentemente impossível unidade.

 

 

AFP

EUA - Considerado uma das maiores promessas do Ultimate, Sean O'Malley mostrou ter planos audaciosos para a sua carreira. Em declaração dada em seu podcast, o peso galo (até 61,2kg) afirmou que se considera um dos maiores atletas do atual plantel do Ultimate e cravou que se tornará uma estrela maior do que Conor McGregor.

“Não sou o maior nome, nem o maior pay-per-view ainda. Nunca cheguei a liderar um evento numerado, mas aposto que quem está no UFC olhando para números e potencial, olha para mim e sabe quem é o 'papai'. Eu disse isso no ‘Contender Series’, que seria maior do que (Conor) McGregor. Lembro que realmente acreditei. Vejo que não há muitos lutadores maiores do que eu agora. Digam o que quiser, mas quem é maior do que eu agora? Eu poderia liderar um evento numerado agora, com o oponente certo. Não com alguns desses idiotas que estão me desafiando. Você precisa ter um bom parceiro de dança", afirmou O'Malley.

Décimo segundo do ranking dos galos, o 'Sugar' vem embalado por três vitórias consecutivas, todas em 2021. O norte-americano derrotou em sequência Thomas Almeida, Kris Moutinho e Raulian Paiva. O combatente possui um cartel de 15 triunfos e apenas um revés no MMA profissional.

 

 

Gabriel Fareli / SUPERLUTAS

RIO DE JANEIRO/RJ - Rayssa Leal foi a grande destaque do skate feminino do Brasil nos Jogos Olímpicos de Tóquio ao conquistar a medalha de prata. Mas outras duas atletas brasileiras que estiveram na competição no Japão foram homenageadas nesta sexta-feira pelo Comitê Olímpico Internacional (COI). Dora Varella e Yndiara Asp receberam o prêmio Fair Play por "extraordinária demonstração de espírito esportivo durante os Jogos Olímpicos."

As duas atletas da seleção brasileira de skate se juntaram a Sakura Yosozumi e Kokona Hiraki, do Japão, Sky Brown, do Reino Unido, Poppy Olsen, da Austrália, e Bryce Wettstein, dos Estados Unidos, também lembradas e premiadas pelo COI.

O motivo da premiação foi o ato de empatia e solidariedade demonstrado com a jovem japonesa Misugu Okamoto, de 15 anos, que perdeu a medalha olímpica após uma queda na última tentativa. A skatista foi levantada nos ombros pelas colegas, em uma das cenas mais marcantes da Olimpíada.

Foi uma "extraordinária demonstração de espírito esportivo durante os Jogos Olímpicos", afirmou o COI ao optar pelo prêmio às skatistas que apreciavam a decisão da modalidade street.

O Comitê ficou bastante satisfeito e feliz com o espírito esportivo entre as atletas na estreia do skate em Jogos Olímpicos. O clima de solidariedade e a amizade entre as competidoras chamou atenção da entidade, que optou por premiar as sete atletas.

O prêmio foi entregue pelo International Fair Play Committee (IFPC), órgão criado pelo COI em 1963 e que, a partir dos Jogos de 2008, em Pequim, passou a distribuir a honraria a participantes dos eventos.

 

 

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