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Redação

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 Jornalista/Radialista

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LONDRES - A economia do Reino Unido cresceu mais rápido do que o inicialmente calculado nos últimos três meses do ano passado, mas ainda encolheu no ritmo mais forte em mais de três séculos em 2020 diante da pandemia de coronavírus, mostraram dados oficiais nesta quarta-feira.

Os dados também revelaram o maior acúmulo de poupança pelas famílias já registrado, o que o banco central britânico acredita que irá alimentar a recuperação quando os consumidores estiverem livres do lockdown.

O Produto Interno Bruto cresceu 1,3% entre outubro e dezembro sobre os três meses anteriores, disse a Agência Nacional de Estatísticas.

Economistas consultados pela Reuters esperavam que a taxa de crescimento repetisse a estimativa preliminar de 1,0%.

Em 2020, o PIB caiu 9,8% em relação a 2019, contra estimativa inicial de queda de 9,9%.

A economia britânica sofreu no ano passado a maior queda entre todos os países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, com exceção de Argentina e Espanha, mostraram dados da OCDE.

Ela ficou 7,3% menor do que antes da pandemia, em termos ajustados à inflação, segunda maior queda entre as oito grandes economistas listadas pela agência de estatísticas.

 

 

*Por William Schomberg e Andy Bruce / REUTERS

FRANÇA - Líderes de 23 países e a Organização Mundial da Saúde (OMS) apoiaram nesta terça-feira a ideia de criar um tratado internacional que ajudaria com emergências de saúde futuras, como a pandemia de coronavírus, endurecendo as regras de compartilhamento de informações.

A ideia de tal tratado, que também visa garantir um acesso universal e igualitário a vacinas, foi sugerida pelo presidente dos líderes da União Europeia, Charles Michel, em uma cúpula do G20 em novembro.

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, endossa a proposta, mas negociações formais não foram iniciadas, disseram diplomatas.

Em uma coletiva de imprensa na terça-feira (30), Tedros disse que um tratado abordaria lacunas expostas pela pandemia da Covid-19. O esboço de uma resolução para negociações poderia ser apresentado aos 196 países-membros da OMS em sua reunião ministerial anual em maio, disse ele.

A OMS é criticada pela maneira como trata da pandemia da Covid-19, e foi acusada pelo governo do ex-presidente norte-americano Donald Trump de ajudar a China a acobertar a amplitude do surto, o que a agência nega.

Visto pela Reuters na segunda-feira, um estudo conjunto da OMS e da China sobre a origem da Covid-19 sustenta que o vírus provavelmente foi transmitido de morcegos a humanos através de outro animal e que um vazamento de laboratório é "extremamente improvável" como causa, mas deixou muitas perguntas sem resposta e pediu mais pesquisas.

Ainda nesta terça-feira, a proposta do tratado recebeu o apoio formal dos líderes de Fiji, Portugal, Romênia, Reino Unido, Ruanda, Quênia, França, Alemanha, Grécia, Coreia, Chile, Costa Rica, Albânia, África do Sul, Trinidad e Tobago, Holanda, Tunísia, Senegal, Espanha, Noruega, Sérvia, Indonésia, Ucrânia e da própria OMS.

"Haverá outras pandemias e outras grandes emergências de saúde. Nenhum governo ou agência multilateral individual consegue enfrentar esta ameaça sozinho", escreveram os líderes em um artigo de opinião conjunto publicado em grandes jornais.

"Acreditamos que nações deveriam trabalhar juntas por um novo tratado internacional de prontidão e reação a pandemias."

Os líderes da China e dos Estados Unidos não assinaram a carta, mas Tedros disse que as duas potências reagiram positivamente à proposta e que todos os Estados serão representados em conversas.

O tratado complementaria as Regulamentações Internacionais de Saúde da OMS, em vigor desde 2005, através da cooperação no controle das cadeias de suprimentos, no compartilhamento de amostras de vírus e na pesquisa e desenvolvimento, explicou Jaouad Mahjour, diretor-assistente da OMS.

 

 

*Por Agência Reuters

HOLANDA - Um time belga cheio de reservas deixou boa impressão no técnico Roberto Martínez ao derrotar Belarus por 8 x 0 nas eliminatórias para a Copa do Mundo, na terça-feira (30), em uma rodada em que a Holanda também goleou e Portugal sofreu para vencer o surpreendente Luxemburgo.

Sob análise de Martínez, que definirá a lista para a Eurocopa, jogadores como Michy Batshuayi, Hans Vanaken (2), Leandro Trossard (2), Jeremy Doku, Denis Praet e Christian Benteke marcaram em uma partida que não teve os titulares Kevin De Bruyne e Romelu Lukaku.

A vitória esmagadora levou a Bélgica a sete pontos em seus três primeiros jogos nas eliminatórias, pelo Grupo E, enquanto Belarus sofreu a primeira derrota depois de abrir as eliminatórias com uma vitória por 4 a 2 sobre a Estônia no fim de semana.

A Holanda, por sua vez, tirou vantagem da fragilidade de Gibraltar para vencer por 7 a 0 no Grupo G. Steven Berghuis, Luuk de Jong, Memphis Depay (2), Georginio Wijnaldum, Donyell Malen e Donny van de Beek marcaram para os holandeses, que somam seis pontos, um atrás da líder Turquia.

Em mais um confronto de destaque no dia, Cristiano Ronaldo marcou o seu primeiro gol nas Eliminatórias, num jogo que Portugal teve de virar para vencer Luxemburgo por 3 a 1.

Luxemburgo entrou na partida cheio de confiança após derrotar a Irlanda por 1 a  0 e, de forma surpreendente, saiu na frente do campeão europeu com gol de Gerson Rodrigues.

No entanto, Diogo Jota empatou nos acréscimos da primeira etapa e Cristiano Ronaldo colocou Portugal na frente pouco depois do intervalo. João Palhinha selou o placar a favor da equipe de Fernando Santos aos 35 minutos.

A vitória levou Portugal à liderança do Grupo A com sete pontos em três partidas, o mesmo número de pontos da Sérvia, enquanto Luxemburgo é o terceiro com três pontos.

Também na terça-feira (30), a Croácia bateu Malta por 3 a 0 no Grupo H; País de Gales derrotou a República Tcheca por 1 xa 0 no Grupo E, e a Eslováquia venceu a Rússia por 2 a 1 no Grupo H.

 

 

*Por Mark Gleeson e Richard Martin / REUTERS

BRASÍLIA/DF - A partida de volta entre Santos e San Lorenzo (Argentina), pela terceira fase preliminar da Libertadores, será realizado no estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília, no próximo dia 13 de abril, às 21h30 (horário de Brasília). O Peixe recebeu na terça-feira (30) a confirmação de mudança do local pela Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol).

A transferência para Brasília se deve ao impedimento a jogos de futebol em São Paulo em meio à Fase Emergencial, a mais restritiva no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus (covid-19), vigente até 11 de abril e que pode ser prorrogada. Pelo mesmo motivo, o duelo de volta entre Palmeiras e Defensa y Justicia (Argentina), da Recopa Sul-Americana, também mudou para a capital federal e será disputado um dia após a partida do Santos.

Além disso, a Baixada Santista, onde fica a cidade de Santos (SP), está em lockdown, também para controle de casos e internações pelo vírus, até domingo (4), mas a medida pode ser estendida pelos prefeitos da região. O Alvinegro sequer está podendo treinar no município e tem se preparado em Atibaia (SP).

O regulamento da Conmebol prevê que os clubes informem eventual mudança no local em que atuarão como mandantes com, ao menos, 15 dias de antecedência. O jogo de ida será na terça-feira (6), também às 21h30, no estádio Nuevo Gasometro, em Buenos Aires (Argentina). O confronto vale uma vaga na fase de grupos do torneio continental.

 

 

 

*Por Lincoln Chaves - Repórter da TV Brasil e Rádio Nacional

*Agência Brasil

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