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Redação

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 Jornalista/Radialista

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O flagrante aconteceu na cidade de Tietê; o motorista do veículo onde a mercadoria foi encontrada foi preso em flagrante

 

TIETÊ/SP - A Polícia Militar apreendeu, na tarde de quarta-feira (4), um caminhão carregado com 450 mil maços de cigarros contrabandeados que foi interceptado próximo ao km 10 da Rodovia Doutor João José Rodrigues, no município de Tietê.

Uma equipe do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR), do 3º Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv), estava em patrulhamento nas imediações da Praça de Pedágio de Rafard quando recebeu a informação de que um veículo estava transitando de forma irregular na via.

Imediatamente os militares intensificaram as buscas e avistaram um caminhão que transitava com um dos semirreboques sem as rodas. O veículo foi abordado e durante vistoria na cabine foram localizadas diversas placas veiculares.

Em busca ainda mais minuciosa nos semirreboques foram encontradas aproximadamente 900 caixas com um total de cerca de 50 pacotes de cigarros cada, totalizando 450 mil maços de cigarros de origem estrangeira sem documentação fiscal.

Dois celulares e R$ 589 em espécie também foram recolhidos com o suspeito. Além disso, constatou-se também que os veículos estavam com as placas de identificação alteradas, sendo localizados dentro da cabine os documentos originais com os emplacamentos corretos.

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O homem foi preso em flagrante e apresentado no plantão da Policia Federal de Piracicaba, onde foi indiciado e encaminhado ao Centro de Detenção Provisória da cidade. A carga, avaliada em aproximadamente R$ 1,5 milhão, ficou à disposição da Receita Federal.

Mercadorias estão avaliadas em mais de R$ 300 mil; um homem é investigado por receptação

 

SÃO JOSÉ DO RIO PRETO/SP - A Polícia Civil, por meio da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) de São José do Rio Preto, recuperou uma carga de produtos de pet shop que tinha sido furtada, somando 30 toneladas em mercadorias. A ação ocorreu na última segunda-feira (2), na cidade de Cedral, no interior do Estado.

Os trabalhos foram desempenhados por equipes da 1ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG) da Deic. Os agentes receberam informações sobre desvios de cargas de uma empresa após contratar um site de fretes e iniciaram apurações visando a localizar um carregamento de produtos de pet shop, furtados em novembro do ano passado na cidade de São Paulo.

Ao longo das atividades policiais, parte da mercadoria subtraída foi localizada em um estabelecimento comercial em São José do Rio Preto, o que permitiu aprofundar nas investigações e localizar mais de 30 toneladas de produtos, como rações, sacos de areis, coleiras, comedouros, shampoos, dentre outros, em um barracão na cidade de Cedral. Os itens tinham sido desviados da mesma empresa em junho deste ano.

Toda a carga, avaliada em mais de R$ 300 mil, foi apreendida e devolvida à empresa vítima, sendo necessário quatro caminhões para a realização do transporte das mercadorias.

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O responsável pelo local onde foram localizados os produtos furtados é investigado por receptação.

PORTO ALEGRE/RS - No final do mês de julho e começo do mês de agosto, uma massa de ar frio atingiu a região Sul do Brasil – e avançou de modo que algumas quedas bruscas de temperatura foram previstas também para regiões do Norte e Nordeste do país. O frio intenso trouxe neve para diversas cidades do sul brasileiro – em Santa Catarina, por exemplo, nevou em mais de dez cidades.

Eventos de frio fora do comum costumam levantar uma questão entre os desavisados: “Se estamos passando pelo aquecimento global, por que o frio?”. Mas não se engane: o aquecimento global não se resume, necessariamente, apenas ao aumento de temperatura ao redor do planeta.

Pode parecer paradoxal falar de aquecimento global e frio extremo, mas são coisas muito relacionadas uma à outra – o que pode explicar a neve incomum em solo brasileiro. Calma, vamos explicar.

O aquecimento global é o agravamento do efeito estufa. Nossa atmosfera possui gases como o vapor d’água e o dióxido de carbono (CO2) que atuam como um cobertor ao redor do planeta, mantendo uma temperatura favorável à nossa sobrevivência por aqui.

Mas, desde o século 18, a humanidade tem aumentado a quantidade de carbono no ar, a partir da queima de combustíveis fósseis e do desmatamento de florestas (que convertem CO2 em oxigênio), por exemplo. Assim, o efeito estufa da nossa atmosfera foi intensificado, fazendo com que a absorção de calor e a temperatura média do planeta aumentassem.

O clima da Terra tem uma variabilidade natural. Com as temperaturas mais quentes, o planeta tenta reagir a essa situação inesperada, buscando retornar ao clima normal (mais ou menos como a transpiração, que serve para equilibrar a temperatura do corpo quando superaquecemos). E são nessas reações que extremos de frio, calor, seca ou chuva, por exemplo, são gerados.

“Em função do aquecimento, os sistemas de circulação atmosférica são alterados. Massas de ar frias podem gerar extremos de temperatura mais baixa ou massas de ar muito mais úmidas podem gerar inundações, por exemplo”, explica Tércio Ambrizzi, professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG-USP). “A circulação geral da atmosfera responde de forma extrema ao aumento de temperatura, causando eventos extremos também”, acrescenta.

O que acontece, então, são mudanças na dinâmica natural do planeta. Assim, o aquecimento global intensifica a ocorrência de eventos extremos – como as tempestades e inundações na Europa ou o calor intenso no Canadá.

E uma série de estudos têm mostrado que o aquecimento global está se intensificando. Já se descobriu que a Terra está capturando quase o dobro de calor que capturava há 16 anos, e que as temperaturas anormais decorrentes das mudanças climáticas – extremos de frio e calor – estão levando a 5 milhões de mortes por ano.

Segundo Ambrizzi, o frio intenso e a neve que apareceram por terras brasileiras nos últimos dias podem, sim, estar relacionadas a essas mudanças climáticas. “A onda de frio que estamos vendo é algo que já aconteceu no passado, sendo parte da variabilidade natural do planeta", diz o professor. "Mas, ao longo dos últimos anos, tem ocorrido com menos frequência e mais intensidade. O aquecimento global faz com que haja um aumento nos [eventos] extremos, então pode estar, sim, relacionado a esse frio anormal no Brasil.

Eventos como esses podem se tornar cada vez mais intensos se a taxa atual de emissão de gases do efeito estufa se mantiver – e se continuarmos a nos preocupar tão pouco com o meio ambiente.

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“Nós vemos que o nosso governo demonstra uma preocupação muito baixa com o meio ambiente, e isso é realmente triste", alerta Ambrizzi. "Estamos contribuindo negativamente com o aquecimento global – e seremos punidos a longo prazo.”

 

 

*Por: Luisa Costa / SUPER INTERESSANTE

JAPÃO - A brasileira Iêda Guimarães sofreu queda na disputa do hipismo do pentatlo moderno, nesta sexta-feira (6), nas Olimpíadas de Tóquio.

Ela não participou da última prova da competição, com corrida e tiro esportivo e terminou em 36º e último lugar.

A campeã olímpica foi a britânica Kate French, que marcou 1.385 pontos, novo recorde olímpico. Ela havia ganhado o bronze na prova no Mundial de Budapeste, em 2019.

A prata ficou com a lituana Laura Asadauskaite, que somou 1.370 pontos. O bronze foi para a húngara Sarolta Kovacs, co 1.368 pontos.

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No pentatlo moderno, as provas de natação, esgrima, hipismo e disputa combinada de corrida e tiro esportivo são convertidas em pontos. Vence quem tiver maior pontuação.

 

 

*Por: FOLHA

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