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Redação

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 Jornalista/Radialista

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RIO DE JANEIRO/RJ - O São Paulo até começou bem o jogo contra o Flamengo e até poderia ter feito um gol nos primeiros 15 minutos. No entanto, não aproveitou as chances, foi caindo de produção e, apesar de balançar as redes no começo da segunda etapa, oscilou demais, levando cinco gols dos cariocas em menos de 20 minutos. Assim, a equipe de Crespo vive situação complicada no Brasileirão.

Com apenas 11 pontos em 13 jogos, o Tricolor Paulista está na zona de rebaixamento e precisa de uma boa sequência para sair dessa situação perigosa. Na entrevista coletiva, o comandante argentino falou sobre a confusão que teve no banco de reservas entre a comissão técnica, jogadores e outros membros dos dois times. O técnico criticou bastante o médico do Fla, Marcio Tannure.

“A situação é muito simples. Na vida, como no jogo, um deve saber perder e saber ganhar. Infelizmente o Flamengo tem um profissional, como o médico Marcio Tannure, que faltou com respeito ao banco, não só com palavras, mas fisicamente”, disse o treinador são-paulino.

Crespo seguiu criticando o chefe do DM do clube carioca: “Acredito que ao Renato, seus atletas, uma instituição grande como o Flamengo, devemos parabenizar. Mas, infelizmente, dentro do Flamengo tem um profissional, um médico, que deveria dar o exemplo de esportividade, que fez tudo isso que aconteceu, foi quem provocou a situação. Provocando não somente falando, mas fisicamente”, completou o profissional.

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Sem tempo a perder, o São Paulo já foca no jogo contra o Vasco, pela Copa do Brasil. O confronto acontece nesta quarta-feira (28), às 21h30, no Estádio do Morumbi. A competição também é uma das prioridades do Tricolor Paulista.

 

 

*Por:  RomárioJúnior / BOLA VIP

BRASÍLIA/DF - O governo federal estuda alterar sua proposta sobre a compensação do novo Bolsa Família. A ideia é apresentar uma fonte de recursos temporária para que a aprovação do novo programa social não seja travada pela discussão da reforma tributária. As informações são da Folha de S.Paulo.

O governo tinha enviado ao Congresso Nacional, em 15 de julho, um PL (projeto de lei) que altera a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2021. O objetivo do projeto era indicar que projetos ainda em tramitação pudessem ser considerados como compensação para a criação de despesas com programas sociais.

A criação de uma despesa permanente (como é o caso de um programa social) exige uma compensação no orçamento, a despesa não pode ser criada de forma a simplesmente aumentar o gasto público. A equipe econômica pedia que as mudanças na tributação do IR (Imposto de Renda) fossem as financiadoras do novo Bolsa Família.

Assim, o governo pode enviar o projeto do novo programa social, mas não poderia começar a funcionar antes de uma decisão do Congresso sobre a tributação. Como a fonte de recursos é incerta, segundo a Folha, a proposta não foi bem aceita por congressistas. Por isso, a necessidade de uma nova estratégia.

A proposta é estipular uma fonte temporária para os recursos do novo Bolsa Família. Mas, assim que a reforma do IR for aprovada, ainda é o plano do ministro Paulo Guedes (Economia) que as alterações financiem o programa como uma medida de compensação a longo prazo.

A reformulação do Bolsa Família tem sido um dos temas do governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para as eleições de 2022. O novo programa deve ser anunciado no último trimestre deste ano como uma forma de impulsionar sua popularidade, que está em baixa.

Entre as propostas já faladas por Bolsonaro está o aumento do valor médio do benefício, atualmente de R$ 190. O presidente chegou a falar em “no mínimo R$ 300“. Mas a equipe econômica trabalha com valores que vão de R$ 250 a R$ 280.

O governo federal também planeja ampliar em 4 milhões o total de famílias beneficiadas. A ação deve fazer com que o programa social alcance um total de 18,6 milhões de famílias de baixa renda.

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Com mais beneficiários e maior valor, o novo Bolsa Família deve ter um orçamento total de R$ 50 bilhões em 2022, segundo Guedes. A cifra representa um reajuste de 56% em relação ao valor desembolsado anualmente.

 

 

*Por: PODER360

TÓQUIO, JAPÃO - A brasileira Milena Tonelli, 22, foi derrotada pela marfinense Ruth Gbagbi, 27, na manhã desta segunda-feira (26), na decisão pelo bronze da categoria até 67 quilos do taekwondo, nas Olimpíadas de Tóquio. O placar terminou em 12 a 8.

Esperança de medalha, Milena chegou à decisão pela repescagem. Nas quartas de final, ela perdeu para croata Matea Jelic, 23, por 30 a 9.

Milena precisou torcer para que a sua algoz, a croata, se garantisse na final. Assim, como diz o regulamento, a brasileira entraria na repescagem. Deu certo.

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Matea despachou a norte-americana Paige McPherson, 30, e recolocou a brasileira no páreo em Tóquio. Pela repescagem, Milena superou a haitiana Lauren Lee, 17, por 26 a 5.

 

 

*Por:CARLOS PETROCILO / FOLHA

JAPÃO - Com sua melhor marca pessoal, Leonardo de Deus garantiu nesta segunda-feira (26) uma vaga nas semifinais dos 200m borboleta nos Olimpíadas de Tóquio.

Com 1min54s83, o nadador brasileiro de 30 anos conseguiu a terceira melhor marca das eliminatórias. Esta foi a melhor marca da carreira do brasileiro, que ficou atrás apenas do húngaro Kristof Milak (1min53s58) e de Wand Kuan-Hung, de Taipei (1min54s44).

Após sua bateria, Leo de Deus afirmou que nadou para o melhor tempo de sua vida e sabia que teria que dar seu máximo para conseguir avançar.

"O segundo passo do objetivo foi feito, a gente classificou para semi. A prova foi bem forte 1:55.9 para entrar na semi, eu sabia que ia ter que fazer força para não ficar de fora. Eu nadei pro meu melhor tempo da vida. Agora é descansar, não tem nada para comemorar e a gente tem que nadar para essa final e chegar nela", disse ao SporTV.

Como o brasileiro disse, a prova teve um nível muito elevado. Para conseguir classificação para as semis, os atletas tiveram que nadar na casa de 1m55s — o 16º colocado, inclusive, foi o sul-africano Chad Le Clos, campeão da prova em Londres-2012.

No Rio-2016, o tempo de corte para as semifinais foi de 1:56.96 e no Mundial em Gwangju, em 2019, foi de 1:57.14.

Depois de fazer a primeira virada em quinto, o brasileiro apertou o ritmo, virando em segundo nas outras duas parciais e terminando justamente na segunda posição da bateria.

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Em sua terceira participação olímpica, Leonardo alcança as semifinais pela terceira vez nesta prova. Agora o objetivo é enfim conseguir uma vaga inédita na final olímpica. A disputa das semi acontece na noite desta segunda-feira no Brasil.

 

 

*Por: FOLHA

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