Jornalista/Radialista
EUA - Em um evento na quarta-feira, 26, a Ford anunciou um aumento no investimento em veículos elétricos, o que levou a um aumento nas ações da empresa em Wall Street. A montadora espera que, até 2030, 40% de suas vendas no mundo sejam de carros movidos a bateria.
A Ford acrescentará cerca de 8 bilhões de dólares aos gastos de desenvolvimento de veículos elétricos até 2025. O valor será investido na parceria com a SK Innovation, da Coréia do Sul, para desenvolver e fabricar baterias, anunciada na semana passada.
A empresa coreana vai construir duas fábricas nos EUA para fabricar baterias para cerca de 600.000 veículos elétricos por ano até meados desta década. As empresas afirmam que assinaram um memorando de entendimento, mas os detalhes sobre a estrutura de propriedade e localização das fábricas ainda não foram acertados. Wall Street gostou do que ouviu e as ações subiram mais de 7%, para 13,72 dólares, um nível não visto em cerca de cinco anos.
A Ford anunciou ainda duas novas plataformas de veículos elétricos para fazer picapes, veículos comerciais e SUVs, como o Ford Explorer. E também disse que os veículos menores na Europa seriam construídos com ajuda da parceira Volkswagen.
A indústria automotiva e os governos estão tentando passar da combustão interna para a energia elétrica como uma forma de conter as mudanças climáticas. Alguns países europeus planejam descontinuar os veículos movidos a petróleo, enquanto o presidente americano Joe Biden está prometendo gastar bilhões em estações de recarga.
A rival da Ford, a General Motors, diz que espera interromper a venda de veículos a combustão até 2035.
ARGENTINA - A aprovação do governo do presidente da Argentina, Alberto Fernández, caiu de 67% em abriu de 2020 para 26% na pesquisa divulgada na 4ª feira (26) pela Universidade de San Andrés. A desaprovação é de 72%.
Eis a íntegra da pesquisa, em espanhol (1 MB).
Foram realizadas 1.004 entrevistas de 13 a 20 de maio de 2021 com argentinos acima dos 18 anos de idade. A margem de erro é de 3.15 pontos percentuais e o índice de confiança é de 95%.
Este é o pior desempenho de Fernández desde o início de seu mandato, em dezembro de 2019. O pesquisa mostra que o atual presidente da Argentina superou os piores índices registrados por seu antecessor, Maurício Macri.
Eis a evolução do índice de aprovação (em azul) e desaprovação (em vermelho) do governo argentino ao longo dos anos:
© Reprodução/Universidade de San Andrés
Para 78% dos entrevistados, o país está pior agora do que há um ano. Mais da metade, 58%, acreditam que a situação não vai melhorar no próximo ano.
Os entrevistados estão em sua maioria descontentes com a forma como o governo vem lidando com a pandemia: 60% estão em desacordo com as medidas tomadas.
A argentina vive uma nova onda de contaminação pelo Sars-CoV-2, coronavírus responsável pela covid-19. Fernández anunciou, em 20 de maio, novas medidas de restrições. O confinamento imposto aos argentinos dura até 30 de maio, mas pode ser prorrogado se a situação não estiver controlada.
O país de quase 45 milhões de habitantes acumula, segundo o medidor Worldometer, 3.622.135 casos de covid-19 e 75.588 mortes pela doença até na 4ª feira (26.mai).
Dos entrevistados, 46% citaram a inflação como o principal problema da Argentina. Em 17 de maio, o governo suspendeu a exportação de carnes por 30 dias como forma de segurar a alta de preços do produto no país. Como resposta, produtores anunciaram uma greve.
Pobreza, desemprego, insegurança e corrupção foram outros problemas citados na pesquisa.
*Por: PODER360
SÃO PAULO/SP - Ao menos 25 capitais e 85 cidades brasileiras terão protestos contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) neste sábado (29). Será o primeiro protesto de rua contra o presidente durante a pandemia. As informações são do UOL.
Em janeiro, houve carreatas de grupos de direita e de esquerda contra e favor do impeachment de Bolsonaro. Apesar do medo de agravar o espalhamento do coronavírus, grupos de esquerda se organizam para protestar contra o governo federal. Grande parte do material de convocação dos atos recomenda o uso de máscara PFF2 (ou N95), além de álcool em gel e distanciamento físico.
As pautas para os atos são diversas: impeachment de Bolsonaro, volta do auxílio emergencial de 600 de reais, ampliação das vacinas disponíveis, fim da violência contra a população negra e suspensão de cortes de verbas na Educação, das privatizações e da reforma administrativa.
*Por: ISTOÉ
RIO DE JANEIRO/RJ - A Petrobras confirmou, através de entrevista coletiva virtual na quarta-feira (26), a renovação por mais um semestre do patrocínio ao esporte olímpico e paralímpico. Segundo a estatal, o investimento, desde 2018, no ciclo dos Jogos de Tóquio, foi de aproximadamente R$ 11 milhões.
No encontro virtual com a imprensa estiveram presentes oito dos 22 membros do Time Petrobras. Darlan Romani, do arremesso do peso, foi um dos atletas que atendeu a imprensa. O catarinense falou sobre os efeitos do novo coronavírus (covid-19), que contraiu recentemente, e sobre a expressiva marca alcançada pelo americano Ryan Crouser no último final de semana. O campeão olímpico na Rio 2016 alcançou a marca de 23,01 metros e se tornou o terceiro atleta na história a ultrapassar os 23 metros.
“Ele é a grande esperança de quebra do recorde mundial, que é de 23,12 metros. É claro que é um adversário muito forte para Tóquio, mas tudo pode acontecer. É questão de um segundo que pode mudar toda a vida do atleta. Prova disso foi o último Mundial. Eu estava com a medalha garantida até o último arremesso e acabei ficando de fora do pódio no detalhe. A minha preparação foi um pouco prejudicada também nas últimas semanas, pois acabei pegando covid-19. Mas agora estou completamente recuperado e pronto para brigar pela medalha em Tóquio”, disse o arremessador.
A dupla Martine Grael e Kahena Kunze, campeã olímpica na classe 49fx nos jogos do Rio de Janeiro, também participou do evento diretamente da Espanha, onde segue se preparando para a Olimpíada de Tóquio. Elas falaram sobre as lembranças da conquista de cinco anos atrás e as diferenças das duas edições olímpicas.
Continua depois da publicidade“Na verdade, dou uma olhada na medalha do Rio de Janeiro bem de vez em quando. Só para ter certeza de que ela continua bem guardada lá em casa. O nosso foco está totalmente nessa campanha. Não queremos ficar olhando muito para trás. Tento viver bem no presente. Precisamos focar no momento que estamos vivendo agora”, comentou Martine. “Aquela vitória no Rio de Janeiro foi sensacional, mas temos consciência de que a competição em Tóquio vai ser totalmente diferente. Estaremos longe de casa, sem a torcida e vamos contar com várias coisas que fogem do nosso controle para termos sucesso, como o clima, por exemplo”, completou Kahena.
O nadador paralímpico Daniel Dias, que vai se aposentar das piscinas após a Paralímpiada desse ano, também participou do evento e falou sobre a projeção que faz de um evento perfeito para sair de cena da melhor maneira possível após uma carreira tão exitosa. “A decisão da aposentadoria já tinha sido tomada há algum tempo. Por isso, imaginava poder me despedir em um cenário bem diferente do que estamos vivendo. Queria as arquibancadas cheias, mas é claro que agora quero entregar a minha melhor versão, dar o melhor de mim. Estive lá em Tóquio em 2018 e vi que todos estão esperando ansiosamente esses Jogos. Então, quero chegar lá e fazer o melhor possível para que a festa seja o mais completa possível”, declarou o atleta, que, em 16 anos de carreira, faturou 24 medalhas paralímpicas, 40 em Mundiais, e 33 em Parapan-Americanos, tendo 100% de aproveitamento desde 2007 em torneios continentais.
Além desses quatro atletas, também participaram do evento os velocistas paralímpicos Petrúcio Ferreira e Veronica Hipólito, o canoísta Isaquias Queiroz e o arqueiro Marcus Vinicius D'Almeida. Completam a equipe de atletas apoiados pela empresa a maratonista aquática Ana Marcela Cunha, as duplas de vôlei de praia Ágatha e Duda e Alison e Alvaro, os skatistas Pedro Barros e Letícia Bufoni, a boxeadora Bia Ferreira, os ginastas Arthur Nory e Flávia Saraiva, o triplista Almir Júnior, o halterofilista Fernando Reis, o judoca Antônio Tenório e a saltadora Silvânia Costa. Criado pela companhia em 2015, o projeto conquistou 20 medalhas nos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016.
*Por Juliano Justo - Repórter da TV Brasil e da Rádio Nacional
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