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Redação

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 Jornalista/Radialista

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Resultados podem contribuir para o acolhimento e tratamento das pacientes que enfrentaram o câncer de mama

 

SÃO CARLOS/SP - Uma pesquisa de mestrado realizada no Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PPGEnf) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) está convidando mulheres que já passaram por cirurgia de retirada de câncer de mama para avaliar a prevalência de dor crônica após o procedimento cirúrgico. As interessadas precisam responder um questionário eletrônico e a expectativa também é oferecer novas estratégias para os profissionais de Saúde atenderem essas pacientes.

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), em relatório anual (2020) sobre a situação do câncer no mundo, estimativas mostram um aumento significativo na incidência da doença, podendo se tornar uma das principais causas de morbimortalidade em diversos países. Em 2018, o câncer foi responsável por 9,6 milhões de mortes, sendo que 70% delas ocorreram em países de baixa e média renda. O câncer também é responsável por 30% de óbitos prematuros de adultos entre 30 e 69 anos.

Entre as maiores prevalências de neoplasias malignas encontra-se o câncer de pulmão, com 11,6% de todos os casos entre os dois sexos, seguido do câncer de mama, exclusivamente feminino, com 11,6%, e o câncer de cólon e reto, com 10,2% em ambos os sexos. Segundo dados estatísticos do Instituto Nacional do Câncer (Inca), em 2020 ocorreram 66.280 casos novos de câncer de mama no Brasil, com 17.763 mortes, sendo 17.572 mulheres e 189 homens.

A mastectomia (retirada da mama) é a estratégia mais utilizada para tratar o câncer de mama, além de procedimentos como quimioterapia e radioterapia. Nesse contexto, a pesquisa tem o objetivo principal de identificar na população brasileira a prevalência de dor crônica (que persiste por mais de três meses), após mastectomia, sem relação direta com outros tratamentos, como quimioterapia e radioterapia. "Além disso, procuramos conhecer qual a relação da dor crônica com as crenças de autoeficácia na dor crônica e a catastrofização na dor crônica, após mastectomia entre as mulheres", detalha Vânia Hayashi, pesquisadora responsável pelo estudo que tem a orientação da professora Priscilla Hortense, do Departamento de Enfermagem (DEnf) da UFSCar.

A mestranda explica que as crenças de autoeficácia se referem à habilidade pessoal de desempenhar tarefas ou apresentar comportamentos para produzir o resultado desejado. Já a catastrofização da dor pode ser definida como orientação negativa a determinados estímulos que se relacionam com resultados também negativos. "Na verdade, as crenças de autoeficácia e catastrofização podem existir no enfrentamento às mais diversas situações em nossas vidas e podem interferir no modo como reagimos inclusive nas adversidades. Na pesquisa, buscamos conhecer os dois aspectos relacionados à dor crônica após mastectomia nas mulheres que já concluíram seus tratamentos. Conhecer esses níveis com quantificação de instrumentos pode permitir que o profissional elabore melhores estratégias de auxílio para as mulheres que passam por esta experiência", explica Hayashi.

Ela afirma que a dor crônica tem aspectos diferentes de uma dor aguda, pontual, que é geralmente provocada por uma lesão. "Na dor crônica observa-se a multidimensionalidade da experiência dolorosa gerada também por múltiplos fatores. Comumente há a necessidade de enfrentamento de uma dor que muitas vezes não apresenta mais lesão", detalha. "Vamos buscar a relação entre os procedimentos de mastectomia realizados - pois existem diferentes tipos de cirurgias -, os tratamentos, o tempo percorrido desde o diagnóstico, a idade, a situação laboral e a dor crônica", complementa a pesquisadora da UFSCar.

A importância do estudo, para os profissionais que lidam com pacientes que apresentam quadros de dor crônica pós-mastectomia, está em facilitar a identificação de quais momentos ele pode fazer uso de estratégias para estimular mecanismos de autoeficácia e de diminuição da castrofização da dor.

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Voluntárias

Para realizar a pesquisa, estão sendo convidadas mulheres, a partir de 18 anos, de qualquer região do Brasil, que tenham passado por mastectomia e que já encerraram o tratamento contra o câncer de mama. As participantes não podem estar em recidiva da doença. As voluntárias responderão um questionário eletrônico que ficará disponível até o dia 30 de setembro. As interessadas devem entrar em contato com a pesquisadora Vânia Hayashi, para receberem o questionário, pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo WhatsApp (16) 99635-7931. Projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 28416620.4.0000.5504).

JAPÃO - Depois de uma apresentação impecável e sem penalizações na fase classificatória, o cavaleiro Yuri Mansur, a única chance de medalha na categoria de saltos do hipismo brasileiro, não teve a mesma precisão e acabou longe da briga por medalhas na final da modalidade na Olimpíada de Tóquio, na manhã desta quarta-feira (horário de Brasília).

Montando o cavalo Alfons, Mansur cometeu duas faltas durante o percurso no Equestrian Park, com 8 pontos de penalidade e, portanto, sem chances de disputar medalha na final individual dos saltos.

Segundo o próprio relato do cavaleiro brasileiro, a tomada de risco mais acentuada para se destacar em busca do pódio foi uma das causas dos erros em obstáculos, que não aconteciam em uma disputa de Yuri Mansur desde fevereiro.

"Temos que arriscar em algum lugar. Eu sabia que meu cavalo ia ficar um pouco tímido no obstáculo duplo. Eu arrisquei logo no segundo obstáculo porque para mim era o local mais simples para arriscar. Eu cometi um erro capital que se o Neco (Nelson Pessoa) assistir meu vídeo vai me matar. Eu peguei quase que enviesado o (obstáculo) dois", disse Mansur depois da prova.

Desapontado com o resultado, ele colocou outro fator na balança para o seu desempenho ter sido aquém na final em Tóquio: excesso de confiança.

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"Meu cavalo não fazia uma falta desde fevereiro, então não vou dizer que eu subestimei, mas eu confiei um pouco a mais do que eu deveria", admitiu o brasileiro.

 

 

*Por: ESTADÃO

Os suspeitos ainda usavam uma criança para praticar crimes na região

 

JUMIRIM/SP - A Polícia Civil prendeu, na tarde de terça-feira (2), duas mulheres e um homem que foram identificados como autores de uma tentativa de roubo no município de Jumirim. O filho de uma das indiciadas era usado para praticar crimes.

Os trabalhos foram realizados por equipes do Setor de Investigações Gerais (SIG) de Laranjal Paulista que receberam informação indicando uma tentativa de roubo de uma bateria de um caminhão na cidade vizinha.

Os agentes imediatamente iniciaram as diligências na região apurada, identificaram o veículo usado pelos ladrões - um GM/Corsa Wind - e descobriram que ele estava passando em frente o terminal rodoviário local.

As equipes foram até local, viram o automóvel alvo ocupado por uma suspeita, sendo que um homem e outra mulher estavam fora do veículo acompanhado de uma criança, e resolveram realizar abordagem.

Durante revista pessoal no homem, foram encontrados quatro frascos de perfume. Em seguida, durante buscas no carro, foram localizados quatro pares de chinelo, caixas com dois pares de tênis novos e duas calças.

As mercadorias estavam novas, com etiquetas. Além disso, ainda foram encontrados três telefones celulares com os acusados, que logo foram conduzidos à unidade de polícia judiciária de Laranjal Paulista.

Na delegacia, policiais militares de Jumirim apresentaram a vítima, que reconheceu prontamente os três como autores do crime. Ela ainda contou que estava dentro de seu comércio quando percebeu o roubo.

Assim que percebeu a movimentação, o dono do caminhão se aproximou e, mesmo o homem simulando estar armado, conseguiu recuperar a bateria. Em seguida, os suspeitos fugiram e ele acionou a Polícia Militar.

Segundo apontado nas primeiras diligências, o filho de uma das detidas ainda era usado para a prática de furtos e os três estavam vendendo produtos furtados em estabelecimentos comerciais da cidade.

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Os acusados responderão tentativa de roubo e por corromper menor de 18 anos. O homem foi recolhido à Cadeia Pública de Itatinga e as indiciadas à de Cesário Lange. A criança foi entregue ao Conselho Tutelar para demais providências.

As mercadorias encontradas com eles foram apreendidas e encaminhadas para análise. A Polícia Civil ainda apura a participação do trio em diversos furtos na região.

Foram encontradas porções de entorpecentes no sutiã e na casa da autora, bem como itens usados para fracionar, pesar e embalar as substâncias

 

PRESIDENTE PRUDENTE/SP - A Polícia Civil prendeu uma mulher, de 41 anos, por tráfico de drogas, na segunda-feira (2), na Vila Comercial, em Presidente Prudente, no interior do Estado.

Os trabalhos foram desempenhados por agentes da 2ª Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise), da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) da cidade. Após apurações, os policiais descobriram que a suspeita atuava no comércio de substâncias ilícitas e passaram a monitorá-la.

No momento apropriado, a equipe realizou a abordagem da investigada em sua residência, na rua Antônio Furtado de Miranda, resultando no encontro de duas porções de maconha escondidas em seu sutiã e mais quatro no interior da sua casa. No local também foram localizadas quatro facas com resquícios de drogas, rolo de plástico filme parcialmente usado, balança de precisão, embalagens para entorpecentes, além de uma caixa de madeira com vestígios de crack, R$ 37 em espécie e um celular.

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A mulher foi presa em flagrante e todo o material apreendido para perícia. Ela foi levada à especializada, onde foi indiciada e teve a prisão preventiva solicitada, permanecendo detida à disposição da Justiça.

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