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Redação

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 Jornalista/Radialista

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Projeto convida voluntários para responderem questionário online

 

SÃO CARLOS/SP - Avaliar como as mídias digitais podem ser usadas nas estratégias de Educação Ambiental para a conservação de espécies, principalmente aquelas menos carismáticas, como os anfíbios. Este é o principal objetivo de uma pesquisa de mestrado desenvolvida junto ao Programa de Pós-Graduação em Conservação da Fauna (PPGCFau) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). O projeto está convidando qualquer pessoa maior de 18 anos para responder um breve questionário online (https://bit.ly/3uSotu0).

O mestrando Thayllon Orzechowsky, responsável pelo estudo, explica que os programas de Educação Ambiental (EA) são tradicionalmente realizados em espaços físicos como zoológicos, aquários, museus, escolas e unidades de conservação, tendo muitas vezes seu alcance limitado ao público presencial. "Nesse sentido, as redes sociais têm desempenhado um papel cada vez maior, não só como espaço alternativo para a realização de iniciativas de EA como na própria coleta de dados em estudos ambientais. No entanto, por se tratar de algo muito novo, pouco se sabe sobre o alcance dessas ações e o seu real impacto sobre o público", destaca o pesquisador.
Segundo ele, o intuito do trabalho é verificar a eficiência e o alcance da Internet como ferramenta para a Educação Ambiental voltada à conservação da fauna, por meio da análise de perfis conservacionistas nas redes sociais e de uma proposta de EA baseada em mídias digitais, com a utilização de texto ilustrado, vídeo e podcast. 

Questionário
Atualmente, a pesquisa "Avaliação das mídias digitais como ferramenta de Educação Ambiental para a Conservação da Fauna", sob orientação do professor Vinicius de Avelar São Pedro, do Centro de Ciências da Natureza (CCN) do Campus Lagoa do Sino da UFSCar, está na etapa de coleta de dados e, para isso, é necessário o maior número de voluntários possível. "Assim, solicito o auxílio de todas as pessoas não só para responder mas, também, compartilhar o link desse questionário com seus contatos pessoais e profissionais", diz Orzechowsky, que conta com bolsa da Fundação Parque Zoológico de São Paulo (FPZSP).

O questionário está disponível no link https://bit.ly/3uSotu0. O tempo estimado de resposta é de três minutos. Dúvidas podem ser esclarecidas pelos e-mails Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 38807820.7.0000.5504).

SÃO CARLOS/SP - A Frente Parlamentar da Câmara Municipal de São Carlos em Defesa dos Direitos das Mulheres, uma iniciativa da vereadora Raquel Auxiliadora (PT), realizará sua segunda reunião online nesta segunda-feira (26) às 19 horas. O encontro terá como pauta a definição de um Plano de Trabalho, além da retomada dos objetivos da Frente a partir das sugestões elencadas na sessão solene de lançamento, realizada em março.

A Frente Parlamentar conta com a participação de representantes de serviços públicos, organizações, movimentos sociais, além de autoridades públicas. Tem como atribuições divulgar normas de proteção e defesa das mulheres, estimulando e fiscalizando seu cumprimento; formular diretrizes e incentivar promoção de políticas que visem eliminar a discriminação contra as mulheres; promover debates e audiências; receber e examinar denúncias relativas à discriminação das mulheres e encaminhá-las aos órgãos competentes; elaborar projetos de lei; e desenvolver programas e projetos, incentivando a participação social e política das mulheres.

Entre as ações levantadas na sessão de lançamento, estão: sugerir formulários e cadastros para levantar dados específicos de mulheres nos Serviços de Atendimento; planejar ações educativas; viabilizar a retomada dos trabalhos feitos pelo Centro de Referência da Mulher; e formular ações voltadas ao cuidado às gestantes em situação de vulnerabilidade social, usuárias de substâncias psicoativas e constantemente vítimas de diferentes violações de seus direitos.

A vereadora Raquel destacou que a Frente abre a Câmara para o diálogo entre as entidades sociais, a sociedade civil, o poder público e qualquer mulher que queira ter vez e voz, constituindo-se um espaço de construção coletiva. “Essa é uma pauta urgente e vamos trabalhar para garantir a participação da população no debate e na proposição de ações na defesa dos direitos das mulheres”, afirmou.

BRASÍLIA/DF - O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Marco Aurélio enviou para o plenário da Corte ação dos partidos PCdoB e Psol contra o presidente Jair Bolsonaro e a maneira como tem conduzido a pandemia. As siglas partidárias apontam que há “omissão institucional” por parte do mandatário.

O magistrado pediu que as partes apresentem, em 5 dias, dados sobre o processo. Também solicitou manifestação por parte da AGU (Advocacia-Geral da União) e da PGR (Procuradoria-Geral da República).

Na ação os partidos argumentam que o presidente é a “autoridade competente para implantar, no plano federal e em coordenação com as demais unidades da Federação, providências urgentes e inadiáveis necessárias ao combate à pandemia”.

Afirma ainda que “a primeira omissão inconstitucional do presidente da República se evidencia na conduta assumida praticamente –e nos discursos reiterados– de resistência e de oposição aos procedimentos prescritos em defesa da saúde e da vida dos brasileiros. E além disso, inúmeras iniciativas de menosprezo à gravidade da pandemia e de boicote ou retardamento de providências imprescindíveis e urgentes para a atenuação de seus efeitos”.

A segunda omissão seria por falta de assistência a micro, pequenas e médias empresas que estão sendo afetadas pelas consequências econômicas da pandemia bem como os trabalhadores autônomos.

As siglas solicitam o deferimento de medida cautelar que determine ao presidente que edite ato instituindo uma comissão autônoma de coordenação de medidas para contenção da pandemia “editando normas regulamentares para os procedimentos necessários, prevendo inclusive a possibilidade de adoção da medida extrema de um lockdown nacional”.

O colegiado seria composto por representantes da União, dos governos dos Estados e da comunidade cientifica e teria poder de sugerir leis de auxílio aos agentes econômicos afetados pela pandemia. Além disso, seria imposto prazo de 30 dias para que Bolsonaro proponha um plano de subsídios a estes mesmos agentes para, se necessário, enfrentarem um período de lockdown.

 

 

*Poder360

AMSTERDà- A cervejaria Heineken anunciou a divulgação do programa global “BREW A BETTER WORLD (BaBW) – Produzir um Mundo Melhor”. Com um diverso conjunto de metas e compromissos, o programa pretende criar um impacto positivo a nível ambiental e de sustentabilidade social.

O BaBW divide-se em três pontos principais, “No caminho para emissões de carbono zero”, “No caminho para uma empresa e para um mundo inclusivo, justo e equitativo” e “No caminho para um consumo moderado e fim do consumo abusivo de bebidas alcoólicas”.

No primeiro ponto, a Heineken compromete-se a descarbonizar a sua produção até 2030 e a sua cadeia de valor total até 2040, a eliminar o transporte de resíduos para aterros sanitários das suas 166 instalações de produção, até 2025, acelerando a utilização de embalagens retornáveis e a reduzir o consumo médio de água em zonas com escassez de água em todo o mundo.

Relativamente ao segundo, promete aumentar o número de mulheres com posições nos quadros de gestão para 30% até 2025 e 40% até 2030, e ainda de promover a diversidade cultural entre os colaboradores tendo no mínimo 65% das equipas de liderança em cada região compostas por cidadãos dessas regiões. Além disso, vai promover a igualdade salarial e justa, não se restringindo apenas ao salário mínimo legal, e vai aumentar 50% do volume dos produtos agrícolas na África, continuando a apoiar os pequenos agricultores.

Por último, a marca vai continuar a investir em opções de bebidas não alcoólicas e com baixo teor de álcool, e vai disponibilizar 10% do orçamento de marketing para promover o consumo responsável.

 

 

*Por: ISTOÉ DINHEIRO

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