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Radio Sanca Web TV - Terça, 28 Mai 2019

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria de Serviços Públicos, está trabalhando na recuperação de 43 playgrounds (parquinhos infantis) instalados em áreas públicas.

O serviço está sendo realizado pela a empresa vencedora do processo licitatório no valor total de 68.500,00. Os brinquedos estão sendo recuperados e se necessário trocados já que muitos balanços de madeira não apresentavam mais condições de recuperação.

Além de recuperar os playgrounds, a Secretaria de Serviços Públicos está revitalizando as praças, com a viabilização de um conjunto de serviços, como melhorias no paisagismo, plantio de grama e folhagens. A areia de todos os parquinhos também está sendo trocada e a iluminação recuperada.

“A empresa está fazendo essa revitalização em 15 parquinhos, porém já estamos contratando para fazer as outras 28 áreas, totalizando as 43 que possuem brinquedos. Com equipe da própria Prefeitura isso não seria possível, pois além dos brinquedos estamos refazendo as calçadas, guias, melhorando o paisagismo e a iluminação. Conversamos com o prefeito Airton Garcia e ele entende que com a finalização desse trabalho vamos oferecer locais adequados para a recreação das crianças que moram no entorno dessas praças”, explica Mariel Olmo, secretário municipal de Serviços Públicos.

O município possui 164 praças públicas, sendo que as áreas que não possuem parquinho também estão recebendo a limpeza pública, serviço realizado por meio de outra empresa licitada para fazer a capinação e roçagem em todas as áreas públicas da cidade.

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BRASÍLIA/DF - Em manifestação enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF), a Advocacia-Geral da União (AGU) defendeu a realização de operações policiais em universidades, caso seja constatada propaganda eleitoral irregular dentro dos campus. Para a AGU, as universidades devem adotar "postura imparcial", "para evitar influência tendenciosa" na disputa do processo eleitoral.

O órgão do governo Jair Bolsonaro também defende a tese de que a Lei das Eleições é clara ao proibir qualquer espécie de propaganda eleitoral no interior de prédios e órgãos públicos, inclusive no caso de universidades públicas.

Na avaliação da AGU, a universidade deve sim ser reconhecida como "um espaço de livre debate de ideias, mas sem a prevalência de corrente de pensamento específica, e que, eventualmente, essa parcialidade possa interferir no processo eleitoral de forma ilegal".

"A legislação eleitoral conferiu concretização adequada aos princípios constitucionais da liberdade de expressão e da autonomia universitária, que devem ser exercidos dentro dos limites necessários à garantia da higidez da disputa eleitoral. Isso significa que as universidades devem adotar postura imparcial, de modo a se evitar influência tendenciosa na disputa do processo eleitoral", escreveu o advogado-geral da União, André Mendonça.

"Permanece autorizada a discussão de ideias no âmbito das universidades, sempre com espaço para posições divergentes, desde que semelhante debate possua pertinência com as atividades acadêmicas e não se converta em autêntica propaganda eleitoral", frisou Mendonça.

A manifestação da AGU foi feita ao Supremo no âmbito de uma ação da Procuradoria-Geral da República (PGR) para assegurar a livre manifestação do pensamento e de ideias em universidades e de reunião de estudantes e de professores nas instituições de ensino.

A PGR acionou o Supremo durante a campanha eleitoral do ano passado, após juízes eleitorais proibirem supostas propagandas eleitorais irregulares em universidades pelo País, atingindo ao menos 17 instituições em nove estados.

Liminar

Na véspera do segundo turno das eleições, a ministra Cármen Lúcia (relatora da ação) suspendeu liminarmente os atos judiciais e administrativos que determinaram o ingresso de agentes em universidades públicas e privadas pelo País.

Na ocasião, Cármen afirmou que "toda forma de autoritarismo é iníqua" e "pior quando parte do Estado". "Pensamento único é para ditadores. Verdade absoluta é para tiranos", assinalou a ministra à época.

A liminar de Cármen acabou sendo confirmada pelo plenário do Supremo por unanimidade em 31 de outubro do ano passado.

Naquela sessão, os ministros fizeram discursos enfáticos em defesa da pluralidade de ideias, com duras críticas à repressão da ditadura militar. Também reafirmaram a defesa da liberdade de cátedra, de reunião e de expressão.

O Supremo ainda deve julgar o mérito da ação da PGR. Não há previsão de quando o novo julgamento vai ocorrer.

 

*Por: Rafael Moraes Moura/ESTADÃO

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Em cartaz, o documentário "Jaci: sete pecados de uma obra amazônica". Entrada é aberta ao público

 

SÃO CARLOS/SP - No próximo dia 6 de junho, o campus sede da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) recebe evento que marca o Acordo de Cooperação Técnico-Educacional firmado no final de 2018 entre a ONG Ecofalante e a UFSCar. Como parte da programação, será exibido o filme "Jaci: sete pecados de uma obra amazônica"; em seguida haverá debate.
O documentário, dirigido por Caio Cavechini e Carlos Juliano Barros, aborda a construção da usina hidrelétrica de Jirau, que atraiu mais de 20 mil trabalhadores ao interior de Rondônia a partir de 2009. Com a grande movimentação de trabalhadores, a vila de Jaci ficou em foco. No ano de 2011 uma grande rebelião atingiu a pequena vila e paralisou a obra. Enfocando o povoado, o filme discorre sobre questões ambientais, disputas de poder, denúncias e prisões.
Após a exibição, haverá debate com a participação de Sônia Maria Couto Buck, docente do Departamento de Ciências Ambientais (DCAm), e de Liane Biehl Printes, bióloga do Departamento de Apoio à Educação Ambiental (DeAEA), da Secretaria Geral de Gestão Ambiental e Sustentabilidade (SGAS), ambas da UFSCar. A realização é do grupo PET Ambiental em parceria com o DeAEA e com a Coordenadoria de Cultura (CCult) da Pró-Reitoria de Extensão (ProEx) da Universidade.
O evento, gratuito e aberto ao público, tem início às 8 horas, no Auditório 1 da Biblioteca Comunitária da UFSCar (BCo), na área Norte do Campus São Carlos da UFSCar. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo telefone (16) 3306-6462.

Parceria 
O Acordo de Cooperação Técnico-Educacional prevê, por meio do Programa Ecofalante Universidades, a disponibilização de filmes nacionais e internacionais para exibição em atividades de cultura, ensino, pesquisa e extensão em todos os campi, centros, departamentos, unidades e demais setores da UFSCar. O catálogo é formado por filmes selecionados a partir da programação da Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental e é constituído por obras que estimulam o debate e a reflexão sobre grandes temas da realidade brasileira e mundial.
A Ecofalante é uma organização não governamental (ONG) sem fins lucrativos fundada em 2003 com o objetivo de criar projetos que contribuam para o desenvolvimento sustentável do Planeta por meio da educação e da cultura. Com atuação nas áreas de Cultura, Educação e Sustentabilidade, a ONG também produz filmes, documentários e programas de televisão. Dentro da proposta de atuação, destaca-se a Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental, que é considerada o ponto de partida para os projetos educacionais.
Eventos de lançamento do Programa Ecofalante Universidades ocorrerão em todos os campi da UFSCar. No Campus Lagoa do Sino a celebração ocorreu no dia 8 de maio, com a exibição do documentário "Burros mortos não temem hienas". Posteriormente, a lista completa dos filmes ficará disponível para solicitação e uso nas mais diversas atividades acadêmicas.

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SÃO CARLOS/SP - OS RADARES MÓVEIS ESTARÃO EM OPERAÇÃO NESTA QUARTA-FEIRA (29/5) NOS SEGUINTES LOCAIS:

RADAR 1 - Av.Dr. Heitor José Realli (rodovia/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;

RADAR 2 - Av.Dr. Heitor José Realli (BAIRRO/rodovia) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;

RADAR 3 - Av. Morumbi (CENTRO/bairro) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 kM/H.

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