SÃO CARLOS/SP - São Carlos está um caos em alguns quesitos, mas vamos falar de saúde pública, pois hoje, 27, um cartaz com os dizeres “Atendimento Temporariamente Paralisado” chegou a ser colocado na UPA do bairro Cidade Aracy, porém foi tirado rapidamente.
Os médicos que prestam serviços para o município através da OMESC (Organização Social de Medicina e Educação de São Carlos), reclamam da falta de pagamento e por isso deixaram de atender hoje, na UPA Aracy. Porém, segundo informações, plantões de médicos concursados acontecem normalmente.
Então pelo que deu a entender é que, enquanto esse imbróglio se arrasta, quando tiver plantões médicos feito por profissionais que prestam serviços para o município através da OMESC, eles não vão atender enquanto não receberem, se o plantão for de médicos concursados o atendimento ocorre normalmente.
Segundo informações, o setor administrativo da OMESC, estive na unidade e após comprovar que o pagamento havia sido feito, o atendimento foi normalizado.
Quem sofre com isso? O povo!
SÃO CARLOS/SP - O São Carlos no Toque e a Rádio Sanca fomos procurados no último dia 24 de agosto, para mostrar a situação que os médicos que trabalham para rede municipal de saúde de forma terceirizada pela OMESC (Organização Social de Medicina e Educação de São Carlos), não tinham recebido os salários referentes aos meses de Junho, Julho e Agosto. Nós mostramos e as promessas foram de que os salários seriam pagos com datas preestabelecidas, porém as datas estão sendo postergadas.
Insatisfeitos mais uma vez, pois precisam receber e honrar com seus compromissos, “o problema que a OMESC diz que a prefeitura não pagou e a prefeitura diz que já pagou, então não sabemos em quem acreditar” afirmou um médico.
Uma nota foi divulgada à imprensa e nela afirma que nesta terça-feira, 13 vai ocorrer a paralização dos médicos contratados pela OMESC, que atua nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Unidades de Saúde da Família (USFs).
Os médicos só voltarão a trabalhar se o pagamento for de forma integral dos valores devidos e ainda pedem respeito da empresa contratante e da Prefeitura Municipal.
A NOTA
“Nota à imprensa sobre a paralisação dos médicos em 13 de setembro. Em nome da classe médica terceirizada, prestadores de serviço para as Unidades Básicas de Saúde da cidade de São Carlos/SP, em respeito à população residente da mesma, viemos por meio desta comunicar a paralisação das atividades médicas nas UBS/PSF a partir do dia 13 de setembro de 2022 devido à falta de pagamento referente aos meses de Julho e Agosto. Reiteramos que os serviços só voltarão a serem prestados mediante pagamento integral dos valores devidos.
Pedimos compreensão da população e respeito das empresas contratantes com o trabalho prestado - Prefeitura Municipal de São Carlos e OMESC".
SÃO CARLOS/SP - Mais cedo o São Carlos no Toque e a Rádio Sanca noticiaram que algumas unidades de saúde ficariam desprovidos de médicos a partir de hoje, 24, devido à falta de pagamento.
Agora a pouco, os prestadores de serviço soltaram uma nota à imprensa relatando a paralisação que foi noticiada aqui, e afirmando que será neste dia 25 de agosto.
Nota à imprensa sobre a paralisação dos médicos em 25 de Agosto.
Em nome da classe médica terceirizada, prestadores de serviço para as Unidades Básicas de Saúde da cidade de São Carlos/SP, em respeito à população residente da mesma, venho por meio desta comunicar a paralisação das atividades médicas nas UBS/PSF a partir do dia 25 de agosto de 2022 devido à falta de pagamento referente aos meses de Junho, Julho e Agosto. Reiteramos que os serviços só voltarão a ser prestados mediante pagamento integral dos valores devidos.
Pedimos compreensão da população e respeito das empresas contratantes - Prefeitura Municipal de São Carlos e OMESC.
Atenciosamente,
Equipe Médica (UBS/PSF).
Até o momento, a OMESC não entrou em contato com nosso departamento de jornalismo.
SÃO CARLOS/SP - Nosso WhatsApp recebeu duas denúncias no mesmo dia para falar sobre saúde e o nosso compromisso com a população fez com que nossa redação entrasse em contato com secretaria de comunicação da prefeitura municipal de São Carlos, para saber o que está acontecendo, porém nosso questionamento à prefeitura foi enviado no dia 07 de outubro, e até o fechamento desta matéria ainda não fomos respondidos.
A primeira internauta fala sobre remédio na farmácia do CEME, Veja na íntegra.
“Ivan, meu marido foi outra vez na farmácia do CEME buscar remédio e novamente não tinha. Faz 3 meses que isso acontece... Ele testemunhou que várias pessoas voltam pra casa sem os medicamentos... E quem não consegue comprar? Você tem como fazer reportagem sobre isso? O remédio que meu marido foi buscar e não tinha é o BISSULFATO DE CLOPIDOGREL 75 MG....na Farmácia custa entre R$30,00 e R$ 35,00 e o SUSTRATE (Propatilnitrato) de 10mg...na Farmácia custa R$ 32,00” (sic).
Processo de “contratação emergencial” já dura quase seis meses e as unidades de saúde continuam sem esses profissionais
SÃO CARLOS/SP - O vereador Elton Carvalho (Republicanos) cobrou nesta terça-feira (9) da Prefeitura Municipal de São Carlos a máxima urgência e atenção ao processo n° 1282/2020, que trata sobre a contratação de médicos psiquiatras e ginecologistas para atender as unidades de saúde do município.
O parlamentar afirma que há um erro administrativo no processo de contratação, ocasionando atrasos e penalizando diretamente a população.
“A solicitação de contratação foi feita pela Secretaria de Saúde no dia 9 de outubro de 2020, ou seja, esse mês, completará seis meses. Isso porque é uma contratação ‘emergencial’, com dispensa de licitação”, afirmou Elton. “Analisei o processo, conversei com servidores e o maior erro, a meu ver, é o processo tramitar na Secretaria de Fazenda, Procuradoria, Saúde e não ter passado, logo no início pela Secretaria Municipal de Gestão de Pessoas, local que a meu ver, deveria ter passado em primeiro lugar”, ratificou.
O vereador explicou que se houver um parecer negativo da secretária Helena Antunes, todo o trabalho investido anteriormente no processo, com participação de diversos servidores, teria sido em vão. Além disso, de acordo com o parlamentar, é inacreditável um processo de contratação em caráter emergencial durar seis meses.
“Nesse prazo seria perfeitamente possível ter realizado uma licitação. É uma demora absurda em áreas tão essenciais para a saúde das pessoas. Se demorar mais, ainda esse mês os orçamentos coletados perderão a validade e os prazos serão ainda maiores. Tenho certeza de que a Câmara Municipal e o alto escalão da Prefeitura dará atenção ao nosso pedido para agilizar a contratação”, finalizou.
Levantamento do Hospital Amaral Carvalho aponta redução no número de pacientes encaminhadas à unidade para diagnóstico e tratamento da doença neste período
JAÚ/SP - Neste mês é celebrada a campanha Outubro Rosa, ação voltada para conscientização e prevenção do câncer de mama. Embora o assunto esteja em alta nas redes sociais no momento, a pandemia do novo Coronavírus (COVID-19) trouxe desafios para a prevenção da doença.
Pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência, a pedido da farmacêutica Pfizer, apontou que 62% das mulheres deixaram de realizar exames para detecção do câncer de mama neste ano por conta da pandemia. As entrevistas foram feitas virtualmente com 1.400 mulheres brasileiras com 20 anos ou mais.
No Hospital Amaral Carvalho (HAC), neste ano, foram atendidas 270 novas pacientes no Departamento de Mastologia nos meses de março a agosto, cerca de 20% a menos que o mesmo período no ano passado. Já no Pró-mama, programa de prevenção do câncer de mama da Instituição, os números foram ainda mais discrepantes: 46 atendimentos no período contra 169 no ano passado. O serviço foi suspenso por um período, mas já retomou o atendimento, seguindo todas as normas para prevenção da COVID-19. "Percebemos que muitas mulheres estão deixando de vir ao hospital com medo de contrair o vírus e isso é preocupante. A luta é contra o tempo. O quanto antes diagnosticarmos o câncer de mama, mais favorável de se promover a cura", explica o diretor do programa e responsável pela mastologia do Hospital Amaral Carvalho, José Roberto Figaro Caldeira.
Outros números também foram comprometidos pela pandemia. Levantamento do HAC aponta que no período foram 336 retornos e 55 cirurgias a menos, se comparado com 2019. Para o mastologista João Ricardo Auler Paloschi, há chances de o serviço contabilizar futuramente casos mais graves da doença. "Nós tivemos redução de encaminhamentos por dois motivos. Um deles está relacionado ao medo que a pandemia criou nas mulheres, que deixaram de fazer a prevenção. Outro motivo é o impacto que a pandemia trouxe para os centros de realização de exames no País, que foram suspensos por conta da COVID-19. A partir de agora, esperamos receber pacientes com tumores em estágios mais avançados que não foram diagnosticados nesses meses de pandemia."
O Pró-mama está funcionando seguindo as normas de prevenção da Organização Mundial da Saúde (OMS) como uso obrigatório de máscaras, distribuição de álcool em gel e orientação sobre a lavagem das mãos. Além disso, os atendimentos são realizados somente por agendamento. "Reiteramos que a pandemia exige cuidados, mas não podemos nos esquecer das outras doenças", afirma o mastologista Ailton Joioso. "Os tratamentos menos agressivos e com altas chances de cura estão relacionados ao diagnóstico precoce. Os exames preventivos precisam ser feitos, ainda que nesse período de pandemia", completa.
A recomendação do médico é que todas as mulheres façam prevenção mamária com consulta com mastologista uma vez por ano e, a partir dos 40 anos, realizem a mamografia anualmente, de acordo com a orientação da Sociedade Brasileira de Mastologia.
Prevenção
O HAC mantém o programa Pró-Mama, um dos cinco programas de prevenção da unidade. O serviço, iniciado em 2004, foi suspenso por um período por conta da pandemia da COVID-19, mas já retornou e atende cerca de 500 pacientes todos os anos com consultas e exames, favorecendo o diagnóstico precoce do câncer de mama e aumentando as chances de cura.
O atendimento é voltado para pacientes de Jaú que procuram os postos de Unidade Básica de Saúde (UBS) com alguma queixa mamária e são encaminhadas para o HAC para rastreamento e exames.
Profissionais atuam na região de Aquidauana e Anastácio apoiando equipes de saúde locais
SÃO CARLOS/SP - A organização internacional de ajuda humanitária Médicos Sem Fronteiras (MSF) está atuando na prevenção, diagnóstico e tratamento da COVID-19 na região de Aquidauana e Anastácio, no Mato Grosso do Sul. O principal foco são as comunidades indígenas, que têm maior dificuldade de acesso a cuidados médicos. O trabalho de MSF abarca 11 aldeias da região, além de apoio a profissionais do hospital regional de Aquidauana e equipes móveis que fazem visitas domiciliares para acompanhar o estado de saúde de pacientes diagnosticados com o novo coronavírus na cidade.
“Quando ficamos sabendo que a doença já estava nas cidades vizinhas, nossa preocupação foi aumentando porque sabíamos que não tínhamos estrutura médica”, conta o cacique Oto Lara, da aldeia de Colônia Nova, na terra indígena de Taunay/Ypegue. “Onde a COVID-19 tem passado, tem deixado um rastro de destruição”, completa. A necessidade de reforçar a oferta de cuidados de saúde na região durante a pandemia foi a razão pela qual MSF começou suas atividades.
Desde o último dia 27 de agosto, equipes móveis da organização têm realizado visitas às aldeias, apoiando profissionais da secretaria de saúde local e do DSEI-MS (Distrito Sanitário Especial Indígena do Mato Grosso do Sul), responsável pelas ações relacionadas à saúde indígena na região. Médicos e enfermeiros de MSF atendem nas unidades básicas de saúde locais e fazem visitas domiciliares para detecção de novos casos da doença e acompanhamento de pacientes já diagnosticados. Também são realizadas ações de educação em saúde, buscando fornecer orientações claras sobre a doença e como evitá-la. O objetivo é deter a expansão da pandemia dentro das comunidades indígenas, que apresentam um número elevado de casos e de mortes.
Edivaldo Felix é agente comunitário de saúde indígena e morador da aldeia Limão Verde. Ele foi um dos primeiros a contrair COVID-19 na comunidade e precisou ser referenciado para o hospital de Aquidauana, onde ficou por 31 dias para receber tratamento. “É uma doença horrível. Você busca o ar e não encontra. Como profissional da área de saúde eu tinha algum conhecimento. Acho que isso ajudou”, conta Edivaldo. Agora, já de volta à sua casa, ele é uma das pessoas que recebem visitas para acompanhamento do seu estado de saúde. “Eu vivi a doença e vou poder transmitir a experiência. Acho que isso vai ajudar muito no meu trabalho, a atender melhor as pessoas”, resume.
“O trabalho de conscientização e prevenção é muito importante para que a população esteja mais informada e tranquila para poder seguir as recomendações”, explica o médico Pedro Ueda. Segundo ele, uma das preocupações é com o grande número de pessoas que sofrem com outras doenças, como diabetes e hipertensão, fatores complicadores em caso de contágio pela COVID-19.
A atuação das equipes não se restringe às comunidades indígenas. MSF também está presente no hospital regional de Aquidauana, apoiando o trabalho dos profissionais locais com supervisão e treinamentos. Além disso, profissionais da organização participam de visitas domiciliares feitas pela secretaria de saúde de Aquidauana para acompanhamento de pessoas doentes e detecção de novos casos entre os seus familiares. “Na clínica móvel urbana, acompanhamos os pacientes que tiveram contato com doentes ou testaram positivo, além dos que retornaram para casa. O objetivo é detectar a necessidade de encaminhamento para o hospital ou de aplicação de algum tratamento mais específico”, explica José Lobo, coordenador do projeto de MSF no Mato Grosso do Sul. Também é a partir da avaliação da saúde de cada pessoa durante essas visitas que são estabelecidas as tão aguardadas altas médicas para os pacientes com COVID-19.
MSF vem seguindo a evolução da pandemia no país desde seu início, com foco na atenção a populações vulneráveis. Começamos a atuar no país no início de abril, com a população em situação de rua em São Paulo. Posteriormente, realizamos atividades no Rio de Janeiro e no Amazonas (inicialmente em Manaus e depois nos municípios de São Gabriel da Cachoeira e Tefé). Atualmente, além do Mato Grosso do Sul, mantemos projetos em atividade em São Paulo e Boa Vista. Também estamos realizando treinamentos para prevenção e controle de infecções em municípios do estado de Goiás.
Sobre Médicos Sem Fronteiras
Médicos Sem Fronteiras é uma organização humanitária internacional que leva cuidados de saúde a pessoas afetadas por conflitos armados, desastres naturais, epidemias, desnutrição ou sem nenhum acesso à assistência médica. Oferece ajuda exclusivamente com base na necessidade das populações atendidas, sem discriminação de raça, religião ou convicção política e de forma independente de poderes políticos e econômicos. Também é missão da MSF chamar a atenção para as dificuldades enfrentadas pelas pessoas atendidas em seus projetos. Para saber mais acesse o site de MSF-Brasil.
Pela primeira vez em São Carlos, uma cirurgia desse porte é feita pelo SUS
SÃO CARLOS/SP - Neurocirurgiões da Santa Casa fizeram cirurgia para a retirada de um tumor do cérebro com a paciente acordada. É a primeira vez que um procedimento como este é feito pelo SUS em São Carlos. A paciente Gracilane de Souza da Silva é empregada doméstica e começou a apresentar os primeiros sintomas há 3 meses. “Ela começou a sentir dores de cabeça. Um mês depois, elas ficaram mais fortes. Foi quando ela fez uma ressonância magnética que constatou o tumor no cérebro”, explica o marido da Gracilane, o mestre de obras Antonio Jorge Batista da Silva.
O procedimento foi feito no dia 15 de julho. Pouco mais de duas semanas depois, Gracilane se recupera muito bem. Ela consegue tomar banho, escovar os dentes, fazer as refeições e arrumar a cama sozinha. “Até pouco antes da cirurgia, eu estava sofrendo demais com as dores de cabeça. Eu cheguei a desmaiar várias vezes de tanta dor. Agora, não sinto mais nada. Recuperei minha vida de volta”, comemora a empregada doméstica.
Gracilane tem contado com o apoio da prima Eliane Mendonça da Silva, nos cuidados depois do procedimento cirúrgico. Eliane é técnica de enfermagem e se surpreendeu com a recuperação rápida da prima. “Dias depois da cirurgia, ela já estava cantarolando pela casa. E a cada dia que passa, a gente percebe a melhora dela. Incrível mesmo o trabalho feito pela equipe da neurocirurgia”, comenta.
A cirurgia é feita com o crânio aberto para a remoção de tumores que estão muito próximos das áreas cerebrais responsáveis pela fala, visão e movimentos do corpo. “A principal vantagem desse tipo de procedimento é conseguir retirar o tumor e preservar as funções cerebrais importantes para o paciente e, dessa forma, evitar sequelas e dar mais qualidade de vida”, explica o neurocirurgião Danillo Vilela, médico que coordenou a operação.
COMO A CIRURGIA É FEITA
O procedimento é realizado usando equipamentos com tecnologia de ponta. Antes do procedimento, vários eletrodos são colocados na paciente. Esses eletrodos ficam ligados a um monitor e é por meio dele que uma equipe formada por um neurofisiologista e duas neuropsicólogas fazem a monitorização durante a cirurgia.
Com esse sistema de neuromonitorização, os profissionais conseguem captar imagens cerebrais antes e durante o procedimento. Ao mesmo tempo, durante o procedimento, a paciente conversa, soletra o alfabeto, conta números e identifica fotos e figuras geométricas. Se ela começa a gaguejar ou ter dificuldade para lembrar de uma palavra, é um sinal para o neurocirurgião de que aquela área do cérebro deve ser preservada. O resultado é uma espécie de mapa digital da área ocupada pelo tumor.
Além da neuromonitorização, outro equipamento de ponta usado durante a cirurgia é a neuronavegação. O aparelho fornece imagens de ressonância durante a cirurgia.
Esse tipo de cirurgia dura, em média, de 6 a 7 horas. E, apesar de estar acordado, o paciente não sente dor. Para conseguir mantê-lo consciente, são aplicados métodos especiais de anestesia.
A cirurgia com o paciente acordado não é contemplada pelo SUS. Mas quando o caso da paciente chegou à Santa Casa, foi feita a solicitação ao Departamento Regional de Saúde e, graças ao esforço da equipe médica e do hospital, foi dada a autorização para fazer o procedimento. “Mesmo com as dificuldades que todos os hospitais filantrópicos têm enfrentado, estamos oferecendo para essa nossa paciente, pelo SUS, o que há de mais inovador hoje em cirurgia neurológica, o mesmo procedimento feito em grandes hospitais em São Paulo, no Rio de Janeiro e no HC de Ribeirão Preto”, afirma o neurocirurgião Danillo Vilela.
SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos publicou no Diário Oficial do Município da última quinta-feira (25/06), abertura de novo processo seletivo simplificado para contratação de médicos em caráter temporário.
As vagas são para médicos de urgência e emergência e para clínico geral. O salário básico para médico de urgência e emergência é de R$ 4.240,00 e carga horária de 12 horas semanais (plantão de 12 horas). Para clínico geral a carga horária é de 20 horas semanais e o salário é de R$ R$ 5.929,00.
As inscrições devem ser feitas exclusivamente pela internet até às 20h da próxima segunda-feira, dia 29 de junho pelo link http://servicos.saocarlos.sp.gov.br/ps2020.
No ato da inscrição o candidato deve anexar cópia simples dos seguintes documentos: cédula oficial de identidade ou carteira e/ou cédula de identidade expedida pela Secretaria de Segurança, pelas Forças Armadas, pela Polícia Militar, pelo Ministério das Relações Exteriores ou Carteira de Trabalho e Previdência Social ou Certificado de Reservista ou Passaporte ou Cédulas de Identidade fornecidas por Órgãos ou Conselhos de Classe, que por lei federal, valem como documento de identidade (OAB, CRC, CRA, CRQ etc.) ou Carteira Nacional de Habilitação (com fotografia na forma da Lei n.º 9.503/97); Curriculum Vitae documentado e documentos que comprovem os requisitos mínimos referidos constantes no item dos empregos do Edital. Não serão aceitas declarações ou qualquer outro documento que não comprovem a conclusão dos cursos definidos como requisitos mínimos, até a data de efetivação da inscrição.
O resultado final preliminar da seleção será divulgado no dia 2 de julho. O resultado final da seleção será divulgado no dia 7 de julho por meio de publicação no Diário Oficial do Município que pode ser acessado pela internet no www.saocarlos.sp.gov.br.
A contratação será realizada por prazo determinado de até 3 meses, prorrogáveis por igual período, a critério da Administração. O provimento das vagas ocorrerá de acordo com a necessidade da Prefeitura, para o combate à Pandemia de COVID-19.
SÃO CARLOS/SP - Os médicos Rafael Izar (cirurgião), Roberto Muniz Junior (infectologista) e Enrico Ioriatti (neurocirurgião) vão fazer uma nova live, no dia 24 de maio, às 16h. A apresentação vai ser transmitida pela página do Facebook do Move Sanca (grupo voluntário que une empresários e outros profissionais em ações em prol de São Carlos), parceiro dessa ação. O valor arrecadado vai ser usado para a compra de EPIS para a Santa Casa e cestas básicas para famílias carentes.
“A repercussão da última live foi muito grande. Tive a ideia de fazer, depois de ver as necessidades do hospital. Como, além de ser médicos, somos apaixonados por fazer música, decidimos repetir a dose. E dessa vez, com apoio do Move Sanca”, explica o cirurgião Rafael Izar.
A primeira live feita pelo trio de médicos no começo de abril foi acompanhada por 48 mil internautas e compartilhada 1.095 vezes. Durante a apresentação, 384 pessoas fizeram doações, num total de R$ 28.818,00, recursos usados para a compra de EPIS para a proteção dos profissionais de saúde no atendimento aos pacientes com suspeita de Coronavírus.
Para um dos líderes do Move Sanca e Fundador e CEO da Oz Produtora, Hygor Beltrão Amorim, a parceria com a Santa Casa vai unir forças em prol do município: “o Move Sanca tem trabalhado na arrecadação de fundos para a compra e distribuição de cestas básicas para famílias de São Carlos que se encontram em situação de alta vulnerabilidade, o que foi intensificado durante a pandemia. Unir o talento dos médicos músicos ao propósito de ajudar São Carlos e ajudar o principal hospital da região, faz com que essa live tenha um grande potencial de ajudar na arrecadação. Esperamos mais uma vez uma grande participação do público em forma da ação solidária”.
SERVIÇO:
LIVE DE TRIO DE MÉDICOS DA SANTA CASA
DATA: 24 DE MAIO
HORÁRIO: 16H
ONDE: FACEBOOK DO MOVE SANCA
COMO CONTRIBUIR: É SÓ CLICAR NO LINK QUE VAI ESTAR DISPONÍVEL NA PÁGINA DO MOVE SANCA
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