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Com 102 participantes e 188 projetos, a mostra transforma o Sesc Sorocaba em um percurso de encontros, saberes e confluências entre arte, território e memória.

 

SOROCABA/SP -Sesc Sorocaba recebe, a partir de 27 de fevereiro de 2026, a 4ª edição de Frestas – Trienal de Artes. Com 102 participantesentre artistas e iniciativas comunitárias do Brasil e do exterior, e 188 obras, incluindo 26 trabalhos comissionados, a mostra transforma o estacionamento G2 da unidade em uma grande galeria e se expande por outros espaços da unidade, além de ocupar pontos da cidade como a Capela João de Camargo, o Clube 28 de Setembro, o Monumento Pelourinho e o Monumento à Mãe Preta, configurando um percurso que articula arte, território e memória urbana.

Sob curadoria de Luciara RibeiroNaine Terena e Khadyg Fares, com curadoria assistente de Cadu Gonçalves e Cristina Fernandes e coordenação educativa de Val Chagas, a edição intitulada do caminho um rezo propõe uma escuta sensível ao território sorocabano, adentrando suas tramas históricas, visuais e sociais. Inspirada nas noções de “caminho como rezo”, apresentada pelo professor e artista Tadeu Kaingang, no conceito de “Thaki”, ativo na cosmologia andina e descrito pela socióloga boliviana Silvia Rivera Cusicanqui, e na concepção de “confluência afropindorâmicas”, desenvolvida pelo pensador quilombola Antônio Bispo dos Santos (Nêgo Bispo), a mostra entende o ato de caminhar como gesto político, espiritual, de afirmação, construção e projeção de conhecimento.

Essas referências orientam uma reconexão com práticas culturais, educacionais e de memória que articulam corpo, território e vida social. “Para o Sesc, a 4ª edição de Frestas é um convite a ensaiar novos passos com a comunidade, reconhecendo no coletivo o potencial de partilha e de criação de mundo. A Trienal reafirma a arte como espaço de encontro, escuta e construção de sentidos em diálogo com os territórios e com as pessoas que os habitam”, afirma Luiz Galina, Diretor Regional do Sesc São Paulo.

A curadoria propôs a formação de dois conselhos como instâncias consultivas da Trienal, o Conselho Territorial e o Conselho Conexões. O Conselho Territorial contribuiu para o enraizamento da mostra em Sorocaba, aproximando iniciativas locais e ampliando a leitura das dinâmicas sociais, simbólicas e comunitárias do território. Entre seus integrantes esteve Ademir Barros dos Santos (em memória), referência sorocabana na valorização das histórias e culturas africanas e afro-brasileiras, cuja atuação marcou de forma decisiva o grupo. Já o Conselho de Conexões voltou-se à ampliação dos horizontes conceituais da mostra, expandindo o diálogo para além do contexto local e articulando perspectivas diversas sobre arte, coletividade e modos de habitar o mundo.

Esse conjunto de referências encontra forma nas obras e processos desenvolvidos pelos 102 artistas e coletivos que operam a partir de experiências negras, indígenas, periféricas e dissidentes, tensionando estruturas de poder e imaginários históricos. Entre as representações internacionais, a artista palestina Emily Jacir, cuja prática investiga deslocamento, ocupação e apagamento histórico, exibe o filme Letter to a Friend (2019), construído como correspondência audiovisual que articula memória pessoal e conflito geopolítico em Belém (Palestina). Integrante do povo Waanyi, na Austrália, Gordon Hookey apresenta Murriland! 2 (2021), obra que reconta a história de Queensland sob perspectiva indígena, combinando símbolos e cartografias para confrontar narrativas coloniais oficiais. Destaque também para Richard Long, nome central da land art britânica, cuja prática se constrói a partir de rastros e registros de deslocamentos realizados pelo ato de caminhar. Na mostra, o artista apresenta A linha feita pelo caminhar [Line made by walking] (1967), sua obra inaugural e mais emblemática: a fotografia de uma linha reta traçada no gramado pelo gesto repetido de percorrer o mesmo trajeto.

No eixo em que corpo e território se entrelaçam como espaço de afirmação e disputa, a Plataforma Demonstra apresenta um conjunto de obras que afirmam a presença de artistas def — pessoas com deficiência — no campo das artes visuais, recusando o regime espetacular da exibição e propondo um espaço de convivência e acessibilidade poética. Em diálogo com esse campo de disputas, Ah, se eu fosse Marilyn! (2010), do artista baiano Edu O., questiona os padrões que definem quais corpos podem ocupar o espaço público, afirmando a corporeidade como presença crítica que expõe e desestabiliza normas de beleza, autonomia e pertencimento.

Já no campo das práticas ligadas à agroecologia e aos saberes tradicionais, a CAIANAS - Coletivo Ambientalista Indígena de Ação para Natureza Agroecologia e Sustentabilidade articula a preservação de sementes, nascentes e sistemas agrícolas como gesto artístico e político de cuidado com a terra. A partir da região Norte do Brasil, o Projeto Carpinteiros da Amazônia reúne mestres carpinteiros de comunidades ribeirinhas e quilombolas do Pará, afirmando a carpintaria tradicional como conhecimento ancestral. Em Frestas, o projeto ativa saberes da carpintaria amazônica por meio de demonstrações e conversas públicas, afirmando o trançado, o gesto construtivo e a transmissão oral como expressões de uma arquitetura ancestral ribeirinha.

A dimensão espiritual atravessa a Trienal em trabalhos que conectam fé, cidade e ancestralidade. Entre os destaques da mostra, Deus tá vendo (2025), do paulistano No Martins, instala na ponte estaiada da unidade uma cruz com a frase “Deus tá vendo”, propondo uma reflexão sobre imaginários religiosos e mecanismos de controle social. Já em Sete cantos para pai João de Camargo (2026), do também paulistano Moisés Patrício, a instalação realizada em parceria com o Sesc Sorocaba e a Capela Senhor do Bonfim João de Camargo articula experiência estética e espiritual em diálogo com esse espaço vivo da religiosidade negra sorocabana. A partir do legado de pai João de Camargo, o artista constrói uma obra sensorial, performática e devocional que entrelaça trajetória pessoal, reverência e permanência da ancestralidade negra.

Sorocaba e sua região deixam de ser apenas cenário para se tornarem matéria viva da exposição, a partir de um trabalho curatorial que envolveu pesquisa, escuta e aproximação com artistas, coletivos e movimentos do território. Iniciativas como a instalação CHAVOSOS® — A Barbearia Temporária (2026), da plataforma sorocabana CHAVOSOS®, transforma o espaço expositivo em uma barbearia em funcionamento, afirmando a autoestima e o protagonismo da juventude negra e periférica por meio de um registro vivo de suas estéticas de moda e beleza. Artistas como Deka CostaFlávia AguileraLucia Maria de Oliveira e Denise de Oliveira mobilizam grafite, memória operária, ancestralidade negra e experiências rurais para inscrever no espaço expositivo narrativas que brotam do interior paulista. 

Inserido pela curadoria na lista de artistas da Trienal, o Rio Sorocaba atravessa a 4ª edição de Frestas como corpo vivo de memória, território e disputa. Essa dimensão emerge na obra coletiva Memórias do Rio: ecos de resistência (2026), que reúne os participantes DiscórdiaÉtore PiqueiraFLAMAS – Fórum da Luta Antimanicomial de Sorocaba e Margarida Libre, articulando violências históricas da cidade à atual ameaça de destruição da margem direita do rio.

A relação sensorial e biográfica com o curso d’água aparece em O rio que rasga a minha cidade, do artista sorocabano Julio Veredas, que propõe um mergulho simbólico nas águas do Sorocaba entre memória afetiva e crítica à degradação ambiental, e em Dança um rio onde eu nasci (2026), do artista da dança e performer Douglas Emilio, construída a partir de sua escuta do rio em Votorantim, cidade vizinha à Sorocaba, evocando suas memórias de infância.

Programa Público

Sendarias é o programa público da 4ª edição de Frestas – Trienal de Artes. Em diálogo com o projeto curatorial, o nome propõe um jogo com a palavra “sendas”, evocando caminhos e atalhos, e se desdobra em uma série de ações que expandem a mostra para o campo da convivência, da escuta e da formação. Iniciado em agosto de 2025, o programa se desenvolve ao longo da Trienal por meio de conversas públicas, oficinas-vivência, performances e ativações. Foram realizados encontros com Silvia Rivera CusicanquiTadeu Kaingang e Joana Maria, pensadores de referência desta edição. No dia 26 de fevereiro, das 20h às 22h, o Teatro do Sesc Sorocaba recebe o bate-papo Sendarias: Conversa com os Conselhos Territorial e Conexões, que compartilha com o público os processos de escuta e articulação que envolveram o território de Sorocaba e as redes ampliadas da Trienal. A atividade é gratuita, com retirada de ingressos uma hora antes.

Acessibilidade

O projeto de Acessibilidade e Inclusão integra a concepção da mostra desde a expografia e entende a acessibilidade como experiência expandida à coletividade, afirmando o território expositivo como espaço de encontro entre diferentes corpos, percepções e formas de presença. Entre os recursos disponíveis estão o mapa sensorial e a narrativa visual do trajeto expositivo, que organizam o espaço de forma clara e previsível; o videoguia em Libras, acessado por QR Codes junto às obras e também em modo offline; a audiodescrição acionada por tecnologia de proximidade (NFC), que permite escuta autônoma durante o percurso; além de comunicação alternativa e iconográfica, maquetes de orientação espacial e sinalizações acessíveis. O projeto também prevê experiências táteis em obras e instalações selecionadas, visitas guiadas em Libras, formação continuada das equipes de acolhimento e educativo e ações de articulação com o território, aproximando pessoas com deficiência e seus coletivos da programação da Trienal. 

Participam desta edição:

Acervo Nêgo Bispo; Adriano Jordão de Souza; Ahmad Jarrah; Allan Yzumizawa; Aluizio de Azevedo; André Felipe Cardoso; Asmahen Jaloul; CAIANAS - Coletivo Ambientalista Indígena de Ação para Natureza, Agroecologia e Sustentabilidade; Capela João de Camargo; Caranguejo Tabaiares Resiste; Carolina Cordeiro; Carpinteiros da Amazônia; Cartografia Negra; CasAvoa - Museu Comunitário l arth3mis e Talles Azigon; CHAVOSOS®; Colectiva Ch'ixi; Daiara Tukano; Daniel Moraes; Deka Costa; Dencity l Weareallchemicals; Denilson Baniwa; Denis Moreira; Denise de Oliveira Teófilo; Discórdia; Douglas Emilio; Edu O.; Emily Jacir; Étore Piqueira; Família Marciano's Sound; Fernando Velázquez; FLAMAS - Fórum da Luta AntiManicomial de Sorocaba; Flávia Aguilera; Francisco Huichaqueo; Gervane de Paula; Gordon Hookey; Guá Arquitetura; Guilherme Bretas; Gustavo Caboco; Gustavo Leite (Ghum); House of Avalanx; IBEAC - Biblioteca Comunitária Caminhos da Leitura l Bel Santos Mayer e Val Rocha; Instituto Práticas Desobedientes; Irmandade de Nossa Senhora Rosário dos Homens Pretos de Sorocaba; Irmandade de São Benedito de Itu; Isabel Mendes da Cunha; Jacinta Francisca Xavier; José Alves de Olinda; Júlio Veredas; Keywa Henri; Lucas Soares; Lucia Maria de Oliveira; Luciana Lamothe; Lucilene Wapixana; Márcia Mura e a Muhuraida; Margarida Libre; Margarida Pereira Chaves; Maria Assunção Ribeiro; Maurina Pereira dos Santos (Teca); Mestre Guaraná; Miguela Moura; Moisés Patrício; MOVHIT PE - Movimento Independente de Homens Trans e Transmasculinidades de Pernambuco; Nhô Caboclo; No Martins; Novíssimo Edgar; Ocupação Dandara; Original Bomber Crew; Pastoras do Rosário; Paula Sampaio; Pedro Street; Pérola Santos; Placidina Fernandes do Nascimento; Plataforma Demonstra l Bruno Vital; Plataforma Demonstra l Jeff Barbato; Plataforma Demonstra l João Paulo Racy; Plataforma Demonstra l Lari Ferreira; Plataforma Demonstra l Lua Kixelô Cavalcante; Plataforma Demonstra l Nara Rosetto; Projeto Motoca na Praça | Livia Guimarães Arruda; Puma Camillê; Quilombo do Cafundó; Quilombo do Caxambú l Cintia Delgado; Rede de Sementes do Vale do Ribeira; Regina Pereira; Richard Long; Rio Sorocaba; Rita Gomes Ferreira; Rodrigo Lahoud; Roseane Cadete; Samba de Roda da Serrinha l Mestre Goyano e Mestra Antônia; Sidney Amaral; Silvania de Deus; SLAM015; Sociedade Cultural e Beneficente 28 de Setembro l Márcio Brown; Terra Indígena Guyra Pepo; Tiriri Rayo; Tomoo Handa; Tor Teixeira; Zefa; Zezinho Lima.

SERVIÇO
Frestas – Trienal de Artes 2026
Abertura: 27 de fevereiro de 2026
Período expositivo: De 28 de fevereiro a 16 de agosto de 2026

Terças a sextas, 9h às 21h30. Sábados, 10h às 20h. Domingos e feriados, 10h às 18h30. Exceto dia 3/4.

Diversos Espaços (Unidade) e Espaços Externos. Grátis.

Livre - Autoclassificação.
(Diversos espaços da unidade - Estacionamento G2, Espaço de Exposições, Espaço de Exposições 1º andar, Anfiteatro e Ponte - e espaços externos - Capela João de Camargo e Sociedade Cultural e Beneficente 28 de Setembro).

Programação segue das 10h às 19h e conta com apresentação do Coletivo Teatral Por Acaso (15h) abordando um tema sensível: como lidar com o envelhecimento

 

ARARAQUARA/SP - Neste sábado, 22 de novembro, o Parque Infantil recebe mais uma edição da Feira “Tô em Casa”. Das 10h às 19h, o público poderá desfrutar de um dia repleto de sabores, criatividade em um ambiente gratuito e acolhedor no coração da cidade. O destaque, às 15h, será a apresentação do Coletivo Teatral Por Acaso: “O Jardim dos Vagalumes”, uma peça curta que aborda um tema sensível: como lidar com o envelhecimento? 

Realizada pelo Coletivo Tô em Casa, com apoio da Prefeitura de Araraquara por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, via Subsecretaria do Trabalho e da Economia Criativa e Solidária, a feira se consolidou como um espaço que valoriza a economia criativa e fortalece o convívio comunitário.

Entre as atrações estão os estandes de artesanato, brechós, bijuterias, brinquedos, doces e salgados, pães, bolos, mel, milho e derivados, além de muitas outras opções.

A apresentação de “O Jardim dos Vagalumes” será às 15h com o Coletivo Teatral Por Acaso, formado por ex-alunos do Macunaíma, com direção de Diego Varas. No elenco estão: Dico da Lira, Mariana Ribeiro, Ingrid Fernandes, Fyllype Callado, Isaac Figueira e Diego Varas.

“O Jardim dos Vagalumes” é uma história sobre coragem, vagalumes, música, família a dignidade de escolher o próprio caminho. Envelhecer é parte inevitável da existência, e é na maturidade que certas decisões, antes inimagináveis, ganham clareza. Dona Lydia, após uma vida dedicada à casa, ao trabalho e aos filhos, finalmente volta o olhar para si. Entre memórias, afetos e escolhas, ela decide assumir o próprio tempo e envelhecer da melhor maneira possível. 

Com clima descontraído e ambiente familiar, a Feira “Tô em Casa” chega a mais uma marca histórica reunindo expositores, moradores e visitantes em um espaço plural, criativo e cheio de vida.

O Parque Infantil está localizado na Rua São Bento, entre Avs. Prof. Jorge Corrêa e São Geraldo, na região central de Araraquara.

SERVIÇO:
Feira “Tô em Casa” 

Local: Parque Infantil (Rua São Bento, entre Avs. Prof. Jorge Corrêa e São Geraldo – Centro)
Data: sábado (22 de novembro)
Horário: das 10h às 19h

Programação gratuita

SÃO PAULO/SP - Artistas e grupos circenses do estado de São Paulo têm até o dia 30 de setembro para se inscreverem no Troféu Picadeiro 2024, uma das maiores celebrações da arte circense no Brasil. O prêmio reconhece o talento em 10 categorias, incluindo espetáculo circense adulto, infantil, acrobacias aéreas e de solo, magia, palhaçaria, malabares, mestre de cerimônia/locutores e circo itinerante tradicional.

As inscrições são gratuitas e abertas para maiores de 18 anos que residam ou atuem no estado de São Paulo. A votação popular acontece de 1º a 30 de novembro, com a divulgação dos resultados no dia 3 de dezembro.

A cerimônia de premiação está prevista para o dia 9 de dezembro de 2024, no espaço O Mundo do Circo SP, uma iniciativa da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, gerenciada pela Associação Paulista dos Amigos da Arte.

 

Sobre O Mundo do Circo SP
O Mundo do Circo SP é uma iniciativa da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas com gestão e curadoria da Organização Social Amigos da Arte. O programa foi criado a partir do desejo de valorizar a experiência lúdica e afetiva do universo circense. 

Dividido em três grandes lonas – Grande Lona, Lona Multiuso e Lona Exposição -, o programa ocupa um espaço de mais de 10 mil m² do Parque da Juventude, na capital paulista. O Mundo do Circo SP tem uma programação variada com artistas nacionais e internacionais que contemplam todo o universo circense, promovendo espetáculos para todos os públicos, além de performances e números de rua, exposições, oficinas, seminários e workshops.

 

Sobre a Amigos da Arte

A Associação Paulista dos Amigos da Arte é uma Organização Social de Cultura que trabalha em parceria com o Governo do Estado de São Paulo desde 2004. Música, literatura, dança, teatro, circo e atividades de artes integradas fazem parte da atuação da Amigos da Arte, que tem como objetivo fomentar a produção cultural por meio de festivais, programas continuados e da gestão de equipamentos culturais públicos. Em seus 20 anos de atuação, a Organização desenvolveu mais de 70 mil ações que impactaram mais de 30 milhões de pessoas.

Instagram | Site 

IBATÉ/SP - O Circuito SESC de Artes chega em Ibaté no próximo dia 04 de maio (sábado), com muitas atrações gratuitas no Espaço Multidisciplinar Pirâmide da Mata do Alemão, das 16h às 20h.

O Circuito Sesc de Artes 2024 traz uma extensa programação nas áreas de música, teatro, dança, circo, cinema, literatura, artes visuais e tecnologias. 

Entre os dias 20 de abril e 26 de maio, as ruas, praças e parques de 122 municípios paulistas vão receber 75 trabalhos artísticos, entre espetáculos, intervenções, mediações de leitura, oficinas e vivências. Em todo o estado, são mais de 760 atividades em cerca de 480 horas de programação. Tudo gratuito, com acesso livre e para todos os públicos.

A programação é o resultado do olhar atento de uma curadoria coletiva formada pelas equipes das 22 unidades da rede e o Sesc São Carlos organiza o Circuito em seis municípios da região.

O Circuito é realizado pelo Sesc São Paulo em parceria com prefeituras municipais e sindicatos do comércio de bens, serviços e turismo locais.

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Confira as atrações em Ibaté

Pipas: Voo das cores

Formado pela família Zeotti, de Ribeirão Preto, o coletivo Vento, Ventanias dedica-se à arte e à ciência de projetar, construir, testar e empinar pipas. O ateliê ensina as técnicas necessárias para montar os objetos voadores e estimula o uso da criatividade com papéis de várias cores e formatos variados, a exemplo de pássaros, estrelas e caretas. Com boas condições climáticas, a atividade termina com uma revoada de pipas.

Estampe afeto

Em uma vivência que propõe aos participantes dar uma pausa nas atribuições cotidianas para se expressar de maneira criativa, carimbos com frases são usados para estampar saquinhos de algodão. Com etapas simples, a atividade orientada pelo coletivo Unsquepensa Arte destaca o impacto de pequenas ações e ressalta a importância de ser original em um mundo cada vez mais automatizado e impessoal. No final da experiência, os objetos podem ser compartilhados ou trocados.

Concerto para La Ursa

Figura conhecida do carnaval pernambucano, La Ursa é uma personagem que pede dinheiro e atormenta os foliões nas brincadeiras pelas ruas. Na apresentação de dança da Cia. Brasílica, o grupo propõe um contraponto entre o olhar turístico lançado sobre as culturas tradicionais e a sobrevivência de seus representantes. Criado em 2006 com o objetivo de resgatar e revalorizar as manifestações populares, o grupo incentiva o estudo dessa estética para formar cidadãos conscientes.

Ler para crescer: afeto, diversidade e imaginação

Os atores Anabrisa Tamaso e Edinho Souza, da Cia. Vovó Cachola, trabalham há quase dez anos na cena cultural de Franca e região encenando espetáculos teatrais e promovendo oficinas de artes cênicas e rodas de leitura. Uma mediação de leitura que convida o público a mergulhar no universo da literatura infantojuvenil, aproximando o leitor das histórias literárias e estimulando a imaginação por meio da leitura compartilhada.

DJ Fulô

Nascido em Taubaté e morador de Araraquara, o DJ e produtor já dividiu os palcos com artistas como o grupo Racionais MC’s e os rappers Djonga e Tasha & Tracie. Para embalar a pista, a apresentação mescla diversos estilos musicais, combinando brasilidades, produções autorais e a cultura das periferias com o objetivo de reforçar seus símbolos de resistência e potência.

Nos braços do povo

Canções de autoria do grupo, experimentações com gêneros musicais como o maracatu e releituras de clássicos do samba e do pagode fazem parte do repertório do animado quinteto, que não costuma deixar ninguém parado em seus shows. Entre uma composição e outra, os artistas mostram números cênicos e convidam a plateia a interagir com a apresentação.

A casa de farinha do Gonzagão

Para reverenciar o cantor, compositor e multi-instrumentista pernambucano Luiz Gonzaga (1912-1989), um dos mais carismáticos artistas brasileiros, o espetáculo transporta os personagens de suas canções para uma casa de farinha nordestina. Ali, na cozinha do sertão, eles contam seus “causos” e, por fim, transformam a encenação em um grande arrasta-pé com música ao vivo embalado pelo repertório de Gonzagão.

Taquaritinga, Jaú, Pirassununga, Santa Rita do Passa Quatro, Barretos, Jaboticabal, Motuca, Tabatinga, Botucatu, Avaré, Sertãozinho e Cravinhos recebem um dos 12 roteiros do Circuito Sesc de Artes

 

JAÚ/SP - Com uma extensa programação nas áreas de música, dança, circo, teatro, cinema, literatura, artes visuais e tecnologias, o Circuito Sesc de Artes chega a 2023 levando uma programação gratuita com espetáculos, intervenções, mediações de leitura e oficinas, às praças, ruas e parques de 123 cidades do estado de São Paulo. Realizado pelo Sesc São Paulo em parceria com prefeituras municipais e sindicatos do comércio, serviços e turismo locais, o evento reúne 75 trabalhos artísticos distribuídos em seis finais de semana entre os dias 21 de outubro e 26 de novembro.

Fruto de uma curadoria coletiva, feita com as unidades do Sesc no estado, a escolha das atrações mostrou um olhar atento para a diversidade e a representatividade. Serão mais de 700 atividades divididas em 12 roteiros diferentes, que percorrerão municípios da Grande São Paulo, interior e litoral paulista abrangendo todas as idades e interesses.

Realizado desde 2008, o Circuito Sesc de Artes ao concentrar todas as atividades em espaços públicos, como praças e parques, que são pontos de referência em cada município, convida a população a desfrutar de uma programação diferente e vivenciar experiências únicas.

Um dos roteiros com uma série de atrações vai passar pelas cidades de Taquaritinga (21 de outubro), Jaú (22 de outubro), Pirassununga (28 de outubro), Santa Rita do Passa Quatro (29 de outubro), Barretos (4 de novembro), Jaboticabal (5 de novembro), Motuca (11 de novembro), Tabatinga (12 de novembro), Botucatu (18 de novembro), Avaré (19 de novembro), Sertãozinho (25 de novembro) e Cravinhos (26 de novembro).

“É na confluência de ruas e sentidos, largos e praças, unindo expressões artísticas e públicos diversos, que ocorre o Circuito Sesc de Artes. Com tais iniciativas, que oferecem tanto experimentações socioculturais quanto vivências coletivas, o Sesc reitera sua atuação na difusão de conhecimentos, contribuindo assim para a ampliação de repertórios de seus públicos. E ao estimular a convivência com a diversidade de pessoas e ambientes, entendendo-a como elemento central de sociabilização, a instituição espera ainda reforçar as conexões democráticas que sustentam o tecido social”, comenta Danilo Santos de Miranda, diretor do Sesc São Paulo.

Programação

A música marca presença na edição 2023 do Circuito Sesc de Artes com apresentações do Coletivo Tocaya, formado por Jônatas Micheletti e Nat Rozendo – os DJs Micheletti e Roze, de Araraquara, com uma seleção que celebra a diversidade de gêneros e ritmos brasileiros, ecoando desde tambores ancestrais até pegadas eletrônicas contemporâneas. Em sua vivência de performances realizadas em espaços públicos e privados, a dupla tem espalhado sons e movimentos da cultura do DJ pelo interior de São Paulo.

Outra atração musical é a cantora Janayna Pereira, que depois de 18 anos à frente da banda de forró Bicho de Pé, estreia seu trabalho solo, o álbum Tempo Bom. Transitando por vários estilos e acompanhada pelo trio Nathanael Sousa (acordeom), Sá Reston (baixo) e Pretinho (zabumba), a artista convida o público a dançar ao som de canções de sua própria autoria e releituras para músicas de outros artistas.

Em teatro, a intervenção para todas as idades O rastro do meu passo, do Grupo Fora do sériO, provoca de maneira poética e lúdica discussões sobre sustentabilidade e reforça a importância de reduzir a caminhada da poluição. Para simbolizar a quantidade de resíduos sólidos que a humanidade produz, três atores transformam-se em seres-lixo na frente do público e deslocam-se pelo espaço até se encontrar. Cada apresentação é única, conforme a interação da plateia.

O Grupo vão apresenta o espetáculo de dança No hay banda é tudo playback com coreografias embaladas por versões remixadas de canções dos anos 1990, todas interpretadas por mulheres. A proposta é refletir sobre o universo da cultura e da música pop, além de provocar uma discussão sobre influências estrangeiras.

Usando óculos e fones de ouvido especiais, o público poderá participar de uma experiência de cinema em realidade virtual. Em Gravidade [Dir: Fabito Rychter e Amir Admoni, Brasil, 2020, 15 min], os espectadores se veem imersos em um filme de 360 graus e acompanham a queda livre de Osório e Benedito, dois irmãos que passam a vida em um tombo eterno: nesse mundo sem chão, tudo o que existe está sempre caindo. Osório vive em cima de uma geladeira e não se cansa de estudar o universo à sua volta. Benedito, mais intrépido, aproveita a vida sem muitos questionamentos. Gravidade está entre as obras selecionadas para o Festival de Cannes 2023.

Na oficina Amuletos identitários, integrantes do Coletivo Manguezal, de Araraquara, propõem a confecção de objetos únicos a partir de materiais como retalhos de tecidos, linhas, barbantes, botões e objetos recicláveis, a exemplo de tampinhas, lacres e embalagens. Por meio do fazer manual, a oficina incentiva que o público trabalhe a criatividade e questões como afetos, subjetividade, autoestima e autocuidado.

Já com a mediação de leitura Livro, palavra livre, o Badaiá, de Ribeirão Preto, formado por Augusto Figliaggi e Elaine Guarani, conta histórias pontuadas pelo som de violão, flauta e pandeiro, numa linguagem que busca provocar encantamento e facilitar a descontração do público infantil. Entre as obras utilizadas, há títulos como Bárbaro, de Renato Moricone, Telefone sem fio, de Ilan Brenman, e É uma rã?, do autor belga Guido van Genechten.

CENTRAL DE RELACIONAMENTO ITINERANTE

Durante as ações do Circuito Sesc de Artes, será disponibilizada a Central de Relacionamento Itinerante, onde o público prioritário do Sesc – trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo – terá a oportunidade de realizar pela primeira vez, ou renovar, a Credencial Plena, e inserir seus familiares como dependentes. Relação de documentos necessários em sescsp.org.br/credencialplena.

Serviço:

Circuito Sesc de Artes 2023 - De 21 de outubro a 26 de novembro, sábados e domingos. Programação completa disponível em www.sescsp.org.br/circuitosescdeartes. Em caso de chuva, os endereços do novo local estarão disponíveis no site oficial.

Roteiro 1

Taquaritinga

21 de outubro, sábado, das 16h às 20h

Praça Dr. Horácio Ramalho, s/nº – Centro, Taquaritinga.

Jaú

22 de outubro, domingo, das 16h às 20h

Parque do Rio Jau – Avenida Dr. Quinzinho, s/nº – Jardim Jorge Atalla – Jaú.

Pirassununga

28 de outubro, sábado, das 15h às 19h

Praça Central – Praça Conselheiro Antonio Prado – Centro – Pirassununga.

Santa Rita do Passa Quatro

29 de outubro, domingo, das 15h às 19h

Praça Poeta Mário Matoso (Praça da Estação) – Centro – Santa Rita do Passa Quatro.

Barretos

4 de novembro, sábado, das 16h às 20h

Praça da Primavera – Rua Dezesseis, 1002 – Centro, Barretos.

Jaboticabal

5 de novembro, domingo, das 15h às 19h

Esplanada do Lago – Carlos Rodrigues Serra, 160 – Vila Serra, Jaboticabal.

Motuca

11 de novembro, sábado, das 15h às 19h

Praça do Centro Comunitário – Rua Adolpho Tomás de Aquino, 441 – Centro, Motuca.

Tabatinga

12 de novembro, domingo, das 15h às 19h

Praça 8 de maio – Rua Prudente de Morais, s/nº – Tabatinga.

Botucatu

18 de novembro, sábado, das 16h às 20h

Praça da Pinacoteca Fórum das Artes – Rua General Teles, 1040 – Centro, Botucatu.

Avaré

19 de novembro, domingo, das 16h às 20h

Largo São João – Rua Rio de Janeiro, s/nº – Centro – Avaré

Sertãozinho

25 de novembro, sábado, das 16h às 20h

Praça 21 de Abril – Centro – Sertãozinho.

Cravinhos

26 de novembro, domingo, das 15h às 19h

Parque Ecológico Dr. Renato e Armando Pagano – Avenida Salvador Pagano, s/nº – Cravinhos.

SÃO JOSÉ DO RIO PRETO/SP - O SESI São José do Rio Preto apresenta a exposição J. Borges - O Mestre da Xilogravura, no período de 30 de junho a 9 de setembro, com acesso gratuito. O imaginário popular do Nordeste está presente em símbolos e figuras talhadas pelo artista, atualmente, com 87 anos.

 Com curadoria de Ângelo Filizola, a exposição traz uma coletânea de 44 xilogravuras, sendo oito delas inéditas (com suas respectivas matrizes), junto às 28 obras mais importantes da carreira de J. Borges. Os temas retratados simbolizam a trajetória de vida do artista, considerado pelo dramaturgo Ariano Suassuna como o “melhor gravador popular do Brasil”.

 Os visitantes vão apreciar obras de diversas fases de sua história, identificadas pelos temas:  Viagem a Trabalho e Negócios, Serviços do Campo, Plantio de Algodão, Forró Nordestino, Plantio de Cana, Feira de Caruaru, Carnaval em Pernambuco e Festa dos Apaixonados. A poesia popular também tem lugar na exposição: um espaço dedicado especialmente à literatura de cordel. Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano do agreste, de acontecimentos políticos, de fatos lendários, de folclóricos e pitorescos da vida.

 "Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. E eu ainda quero viver bastante, e o que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. Minha obra é aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", comenta J. Borges, que é patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado. Borges já expôs na França, Alemanha, Suíça, Itália, EUA, Venezuela e Cuba, deu aulas na França e nos EUA, ilustrou livros em vários países e foi destaque no The New York Times.

 A exposição J. Borges - O Mestre da Xilogravura traz ainda duas obras assinadas por Pablo Borges e Bacaro Borges, filhos e aprendizes do artista, além da exibição de uma cinebiografia sobre vida e obra de Borges, assinada pelo jornalista Eduardo Homem.

 J. Borges desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para criar o desenho, onde as narrativas próprias do cordel têm espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

 A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras. Os temas mais recorrentes em seu repertório são o cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos, a religiosidade, a picardia, enfim todo o rico universo cultural do povo nordestino.

 A Gerente de Cultura do Sesi-SP, Debora Viana, reforça a importância desta exposição integrar o circuito das mostras itinerantes nos Espaços Galerias. “Com a iniciativa, que começa em Campinas, reforçamos o compromisso que a instituição possui de fomentar o cenário cultural e artístico por meio do acesso do público a obras, ao processo criativo de artistas nacionais e internacionais, à reflexão e à experimentação. Para o Sesi-SP, é de extrema importância a formação de novos públicos em artes, a difusão e o acesso à cultura de forma gratuita. É por isso que desenvolvemos e realizamos projetos das mais diversas áreas e convidamos o público a entrar de cabeça no universo do conhecimento e da arte”, declarou. 

 

Oficina de Xilogravura – Nos dias 23 e 24 de junho, o xilogravurista Pablo Borges ministra oficinas gratuitas no SESI Campinas, destinadas a pessoas maiores de 16 anos. As informações sobre horários a forma de inscrição serão divulgadas oportunamente.

 Com produção e idealização da Cactus Promoções e Produções, a exposição J. Borges - O Mestre da Xilogravura seguirá para as unidades do SESI em São José do Rio Preto e Itapetininga, ainda em 2023.

 

Serviço:

Exposição: J. Borges - O Mestre da Xilogravura

Temporada: 30 junho a 9 de setembro de 2023

Horário: terça a sábado - das 9h às 20h, exceto feriados.

Visitação gratuita. Classificação: Livre.

Acessibilidade: obras com audiodescrição.

Agendamento escolar e de grupos: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. - terça a sexta (9h às 11h e 15h às 17h).

 

SESI São José do Rio Preto

Centro de Atividades Jorge Duprat Figueiredo

Av. Duque de Caxias, 4656 - Vila Elvira. São José do Rio Preto/SP.

Tel: (17) 3224-6611 | riopreto.sesisp.org.br | @sesiriopreto

 

J. Borges (biografia)

 

J. Borges (José Francisco Borges, 1935, em Bezerros/PE) é um dos mestres do cordel, um dos artistas folclóricos mais celebrados da América Latina e o xilogravurista brasileiro mais reconhecido no mundo. Criou figuras a partir das histórias e lendas populares, que impregnam o espírito do mestiço nordestino. Começou aos 20 anos na escrita do cordel com O Encontro de Dois Vaqueiros no Sertão de Petrolina. Mestre Dila, de Caruaru, ilustrou. Vendeu mais de cinco mil exemplares em dois meses e decidiu produzir as próprias gravuras para o segundo cordel: O Verdadeiro Aviso de Frei Damião. Na capa, uma igrejinha (talhou em um pedaço de madeira a primeira gravura). Amigos passaram a encomendar ilustrações e matrizes. Autodidata, Borges ilustrou mais de 200 cordéis ao longo da vida. Vendia as gravuras na feira de Caruaru, quando um grupo de turistas comentou que ‘adorava xilogravuras’, foi investigar o termo e descobriu-se um xilogravurista. Foi descoberto por colecionadores e marchands, que proporcionaram seu encontro com Ariano Suassuna que afirmava ser Borges o melhor do mundo. Ganhou notoriedade e foi levado aos meios acadêmicos. O artista aumentou o tamanho das gravuras, e o que inicialmente produzia apenas em preto, passou a colorir com uma técnica que ele próprio inventou. Entre todas suas xilogravuras, a sua preferida é A Chegada da Prostituta no Céu (1976).

 

Participou de exposições na França, Alemanha, Suíça, Itália, Venezuela e Cuba. Desembarcou em mais de 10 países, deu aulas na França e nos EUA. Ilustrou livros no Brasil, na França, em Portugal, na Suíça e nos Estados Unidos. Tem várias obras publicadas, muitos prêmios e distinções: Fundação Pró-Memória (Brasília, 1984), Fundação Joaquim Nabuco (Recife, 1990), V Bienal Internacional Salvador Valero (Trujilo/Venezuela, 1995), Ordem do Mérito Cultural (Ministério da Cultura, 1999) e Prêmio Unesco - Ação Educativa/Cultural. Em 2002, foi um dos 13 artistas escolhidos para ilustrar o calendário anual das Nações Unidas, com a xilogravura A Vida na Floresta. Em 1992, expôs na Galeria Stähli, em Zurique, Suíça, e no Museu de Arte Popular de Santa Fé, Novo México. Em 2006, foi tema de reportagem no The New York Times e recebeu o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco, que garante apoio vitalício para salvaguardar e transmitir sua arte. Entre todas suas xilogravuras, a sua preferida é A Chegada da Prostituta no Céu (1976).

SÃO CARLOS/SP - São Carlos recebe, na quarta-feira (14), o evento "Arte Urbana São Paulo no CEU das Artes", do São Carlos VIII a partir das 10 horas. A programação vai ser promovida e realizada pelas Secretarias Municipais de Esportes e Cultura e de Cidadania e Assistência Social através do Centro Municipal de Cultura Afro-brasileira "Odette dos Santos". Todas as atividades são gratuitas.

Diversas atividades ligadas ao Hip Hop foram desenvolvidas no mês de novembro no Municipio. Integraram a programação do mês da Consciência Negra reunindo Graffiti, Breaking, DJs, MCs, Batalha de Rimas e Pocket Show. E finalizando a programação é a entrega dos murais de graffiti, - Arte Urbana SP 2022 | Sankofa, ancestralidade, luta e resistência - São Carlos  - Juntos Pela Cultura 2022. Que serão realizadas do dia 14 ao dia 20 de Dezembro em vários pontos da cidade.
"A proposta do Sankofa - Ancestralidade, luta e resistência nos seis murais, é dialogar com o cotidiano do entorno, dessa periferia. Assim, os diálogos e reflexos do cotidiano são traduzidos em arte, com um retrato mais lúdico representando a comunidade", explica o Isaque Josias Sampaio do Centro Afro".

Serão abordados como temas sugeridos:
1 - Diversidade religiosa: o papel das religiões afro-brasileiras na valorização da cultura afro-brasileira e no cumprimento da Lei 10.639/03;
2 - Diretos Humanos;
3 - Nossos Heróis não retratados:
Jair Rodrigues é considerado o primeiro Rapper brasileiro. Iniciou sua carreira musical em São Carlos, conseguiu o status de precursor do gênero por ter lançado, ainda nos anos 1960, "Deixa isso pra lá". Os versos mais declamados (ou falados) do que cantados, ganhou popularidade também graças à sua coreografia com as mãos. Entre outros como o Músico Pardinho.

Locais:
- Pista de Skate São Carlos VIII – Tema: Direitos Humanos 
- Centro Afro –  Tema Diversidade Religiosa
- CICA – Tema Nelson Prudencio e Monica
- Santa Felicia (DAES) Chica Lopes
- ECO Gonzaga – Direitos Humanos
- CEMAC – Jair Rodrigues e Pardinho

Proponentes:

JAPÃO
Claudinei dos Santos Moreira, 36 anos, conhecido como Japão, apelido de infância, é brasileiro, nascido no dia 11 de janeiro de 1986 na cidade de São Carlos no interior do estado de São Paulo.
Autodidata é graffiteiro, oficineiro e artista plástico, mas desde a infância já se destacava nas aulas de educação artística na escola. Na adolescência se lançou a pixação, mas foi no ano de 2000 influenciado pelo Hip-Hop que conheceu o Graffiti e desde então começou a fazer suas letras e personagens nos muros da cidade de São Carlos, tendo participações em exposições coletivas e em eventos pela região e outros estados, tais como Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, São José dos Campos, Rio de Janeiro, Curitiba e Pernambuco. Atualmente assina seus trabalhos como Japone.


SLIM
Eder Rodrigues, 35 anos, conhecido como “Slim”, é brasileiro, nascido no dia 24 de Outubro de 1986 na cidade de São Carlos no interior do estado de São Paulo.
Iniciou no Graffiti no ano de 2003, a partir desse ano começou à ingressar no meio da arte do Graffiti, começando a pinta letras, em 2004 através de revistas temáticas, descobriu o que era o Graffiti. Passando a aplicar estilo variado, atualmente gosta de pintar abstratos, personagens, ou bichos estilizados e reproduções de auto retrato em busca do realismo. Às vezes faz a junção dos dois estilos, sempre tentando passar humor em seus trabalhos e uma mensagem positiva na sua expressão.
Graffiteiro, oficineiro e artista plástico, vive do Graffiti e trabalhos comerciais, live paint, workshop, produtor cultural de eventos de Hip-Hop, tendo participações em exposições coletivas e em eventos pela região e outros Estados.

Esplanada do Santuário será palco de atividades artísticas e culturais!

 

TAMBAÚ/SP - Tambaú foi mais uma vez inserido na programação do Circuito SESC de Artes. O SESC São Paulo realizará entre 12 de 28 de agosto em 188 cidades do Estado. O Circuito SESC de Artes é uma atividade anual com uma programação de apresentações artísticas em suas diversas expressões. Tambaú que faz parte da região do Sesc São Carlos é uma das cidades da região a receber o Circuito.

Encontros e celebrações, afetos e diálogos, homenagens e conexões: a praça é o espaço comunitário que cria experiências e memórias. E é para as praças do interior paulista e da Grande SP que o Circuito Sesc está voltando em 2022, para celebrar a cultura e a arte em cada encontro.

Dentre as atrações para todas as idades em Tambaú, destaque para o show de Ana Cañas Canta Belchior, em teatro "A Cruzada dos Corações Puros (ou quem inventou a Gerra?) da Cia Variante, em dança "Desbunde Geral" do Coletivo Desvelo, na arte circense o "Esquadrão Bombelhaço" do Circo Teatro Palomba, na literatura "Telhado de Histórias do Grupo Raconto", e em artes visuais "Rotoscopia Analógica" do grupo Giroscópio Filmes. O Circuito Sesc de Artes acontecerá no dia 26 de agosto na Praça Padre Donizetti - esplanada do Santuário Nossa Senhora Aparecida

TAMBAÚ/SP - Realizado em parceria do Sesc com prefeituras municipais e sindicatos do comércio do estado de São Paulo, o evento leva expressões artísticas e educativas para cidades da Grande SP, do litoral e do interior paulista, principalmente nos locais em que ainda não existem equipamentos físicos do Sesc.   

Com uma curadoria coletiva e colaborativa, que valoriza e reconhece a diversidade de corpos, de atores sociais e de produções, o #Circuito2022 oferece programações de circo, dança, música, teatro, cinema, literatura, artes visuais e tecnologias para toda a família, além de atividades educativas online para professores e gestores culturais.  

De 12 a 28 de agosto, espetáculos, oficinas e intervenções irão alcançar milhares de pessoas em 118 cidades e integrar diferentes artistas, tendo a praça como local de reconexão, reencontro e reencanto através das artes. 

Confira a programação completa em www.sescsp.org.br/circuitosescdeartes.

Serviço:

PRAÇA PADRE DONIZETE

DIA: 26/08/2022

Esplanada do Santuário será palco de atividades artísticas e culturais!

TAMBAÚ/SP - Tambaú foi mais uma vez inserido na programação do Circuito SESC de Artes. O SESC São Paulo realizará entre 12 de 28 de agosto em 188 cidades do Estado. O Circuito SESC de Artes é uma atividade anual com uma programação de apresentações artísticas em suas diversas expressões. Tambaú que faz parte da região do Sesc São Carlos é uma das cidades da região a receber o Circuito.

Encontros e celebrações, afetos e diálogos, homenagens e conexões: a praça é o espaço comunitário que cria experiências e memórias. E é para as praças do interior paulista e da Grande SP que o Circuito Sesc está voltando em 2022, para celebrar a cultura e a arte em cada encontro.

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