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Redação

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 Jornalista/Radialista

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O CEO do VW Group, Herbert Diess, fez o anúncio no Twitter ao lado de um esboço digital do próximo monovolume elétrico.

 

DETROIT - Desde que a Volkswagen revelou o conceito Microbus, uma Kombi do século 21, no Salão Automóvel de Detroit 2001, o mundo tem esperado pela chegada de uma versão moderna do modelo.

Mais de duas décadas e três veículos conceituais movidos a bateria depois, finalmente temos uma data de lançamento para o sucessor espiritual da Kombi, a ID. Buzz. A Volkswagen anunciou oficialmente que a versão de produção do ID. Buzz - ainda não está claro se esse será o seu nome - será revelada ao mundo no dia 9 de março de 2022.

O anúncio foi feito via Twitter pelo CEO do Grupo VW, Herbert Diess, que compartilhou um esboço digital da minivan elétrica. O vídeo foi acompanhado pela mensagem "A lenda retorna em 09/03/2022", levando muitos pessoas a perguntarem a Diess no tweet se ele se referia a 9 de março ou 3 de setembro (devido à variação utilizada em cada país).

O CEO do VW Group, Herbert Diess, fez o anúncio no Twitter ao lado de um esboço digital do próximo monovolume elétrico. Desde que a Volkswagen revelou o conceito Microbus, uma Kombi do século 21, no Salão Automóvel de Detroit 2001, o mundo tem esperado pela chegada de uma versão moderna do modelo. Mais de duas décadas e três veículos conceituais movidos a bateria depois, finalmente temos uma data de lançamento para o sucessor espiritual da Kombi, a ID. Buzz. A Volkswagen anunciou oficialmente que a versão de produção do ID. Buzz - ainda não está claro se esse será o seu nome - será revelada ao mundo no dia 9 de março de 2022. O anúncio foi feito via Twitter pelo CEO do Grupo VW, Herbert Diess, que compartilhou um esboço digital da minivan elétrica. O vídeo foi acompanhado pela mensagem "A lenda retorna em 09/03/2022", levando muitos pessoas a perguntarem a Diess no tweet se ele se referia a 9 de março ou 3 de setembro (devido à variação utilizada em cada país).

O executivo respondeu e confirmou o dia 9 de março de 2022 como a data de revelação da identificação. Buzz. Curiosamente, a conta corporativa do VW Group no Twitter publicou mais tarde o mesmo vídeo, mas com o formato europeu de data.

Confusão de datas à parte, a nova Kombi é esperada há muito tempo, pelo menos desde 2017, quando o conceito foi revelado em Detroit. É bastante surpreendente o quanto o modelo de produção vai se assemelhar ao veículo conceito, dado que mais de quatro anos os separam, mas é uma surpresa agradável. Não estamos fazendo essa afirmação com base no esboço animado acima, mas em um teaser recente que mostrou isso. A carroceira final da produção da nova Kombi (ou ID. Buzz) foi mostrada totalmente envolto em camuflagem colorida.

Lembre-se, o modelo de produção ganhou puxadores de porta regulares e espelhos laterais no processo, bem como faróis para se enquadrar nas leis atuais, mas o visual geral é bastante reminiscente do estudo de design de 2017 retratado abaixo.

A versão de produção do ID. Buzz é baseada na arquitetura MEB do Grupo VW e provavelmente receberá o maior conjunto de baterias disponível para a plataforma do veículo elétrico, com uma capacidade de 111 kWh.

O veículo conceito também tinha um pack de 111 kWh e dois motores eléctricos com uma potência total de 275 kW (368 cv). O alcance foi estimado em 600 km (372 milhas) no ciclo de testes do NEDC.

De acordo com um relatório da Automotive News de julho de 2021, a VW está planejando uma versão de passageiros e carga para a Europa e outra versão de passageiros para os Estados Unidos.

A versão americana será construída na fábrica da VW em Chattanooga exclusivamente como um modelo de base longa, conforme a mesma fonte (os modelos Euro serão feitos em Hanôver, Alemanha). O lançamento no mercado para a Europa está previsto para o terceiro trimestre de 2022, com entregas do modelo americano a seguir em 2023.

 

 

Dan Mihalascu / InsideEVs

CAZAQUISTÃO - Uma aliança militar liderada por Moscou enviou tropas nesta quinta-feira (06/01) para ajudar a conter a crescente agitação no Cazaquistão, após a polícia do país dizer que dezenas de pessoas morreram tentando invadir prédios do governo.

Vista por muito tempo como uma das mais estáveis ex-repúblicas soviéticas da Ásia Central, o Cazaquistão é palco de sua maior crise em décadas, após dias de protestos contra o aumento dos preços dos combustíveis que se transformaram em agitação generalizada.

Sob pressão crescente, o presidente Kassym-Jomart Tokayev apelou durante a noite para a Organização do Tratado de Segurança Coletiva (OTSC), aliança liderada pela Rússia e que inclui cinco outras ex-repúblicas soviéticas, para combater o que chamou de "grupos terroristas" que "receberam treinamento extensivo no exterior".

Em poucas horas, a aliança disse que as primeiras tropas haviam sido enviadas, incluindo paraquedistas russos e unidades militares de outros membros da OTSC. Não foi informado o número de soldados envolvidos.

O atual presidente da aliança, o primeiro-ministro armênio Nikol Pashinyan, anunciou anteriormente que concordaria com o pedido, dizendo que o Cazaquistão estava enfrentando "interferência externa".

 

"Dezenas de agressores eliminados"

No pior episódio de violência relatado até agora, a polícia disse que dezenas de pessoas foram mortas em confrontos entre manifestantes e forças de segurança em prédios do governo na maior cidade do país, Almaty.

"Na última madrugada, forças extremistas tentaram assaltar prédios administrativos, o departamento de polícia da cidade de Almaty, assim como comissariados da polícia local. Dezenas de agressores foram eliminados", disse o porta-voz da polícia Saltanat Azirbek, citado pelas agências de notícias Interfax-Cazaquistão, Tass e Ria Novosti.

A TV estatal afirmou que 13 membros das forças de segurança foram mortos e que os corpos de dois deles foram encontrados decapitados.

Tokayev disse em um discurso televisionado nesta quinta-feira que "terroristas" estavam invadindo edifícios, prédios de infraestrutura e combatendo as forças de segurança.

Vídeos nas redes sociais nesta quinta-feira mostraram lojas saqueadas e prédios queimados em Almaty, tiros de armas automáticas nas ruas e moradores gritando de medo.

 

Mais de mil feridos

As autoridades disseram que mais de mil pessoas ficaram feridas até o momento nos distúrbios, com quase 400 hospitalizadas e 62 em tratamento intensivo.

Protestos se espalharam pelo país de 19 milhões de habitantes nesta semana, em meio à crescente indignação com o aumento na virada do ano nos preços do gás liquefeito de petróleo (GLP), que é amplamente usado para abastecer carros no oeste do país.

Milhares foram às ruas em Almaty e na província ocidental de Mangystau, reclamando que o aumento do preço é injusto, dadas as vastas reservas do Cazaquistão, exportador de petróleo e gás.

Manifestantes teriam invadido vários prédios do governo na quarta-feira, incluindo o gabinete do prefeito de Almaty e a residência presidencial.

 

Comunicações cortadas

O quadro completo do caos é difícil de ser confirmado de forma independente, devido principalmente a interrupções generalizadas nas redes de comunicações, incluindo de telefones celulares e de internet, por horas.

Os protestos são a maior ameaça até agora ao regime estabelecido pelo presidente fundador do Cazaquistão, Nursultan Nazarbayev, que deixou o cargo em 2019e escolheu Tokayev como seu sucessor.

Tokayev tentou evitar mais agitação anunciando a renúncia do governo chefiado pelo primeiro-ministro Askar Mamin na manhã de quarta-feira, mas os protestos continuaram.

Tokayev também anunciou que estava substituindo seu antecessor, Nazarbayev, como chefe do poderoso conselho de segurança, uma medida que surpreendeu, dada a grande influência que ainda possui o ex-presidente e sua família.

Com a escalada dos protestos, o governo disse na noite de quarta-feira que o estado de emergência declarado nas áreas afetadas seria estendido para todo o país e ficaria em vigor até 19 de janeiro. A medida inclui toque de recolher durante a noite, restringe os movimentos e proíbe as reuniões em massa.

Grande parte da revolta parece se dirigir a Nazarbayev, que tem 81 anos e governou o Cazaquistão a partir de 1989 antes de entregar o poder a Tokayev.

A UE e a ONU pediram "contenção" de todos os lados, enquanto Washington pediu às autoridades que permitissem que os manifestantes "se expressassem pacificamente".

O governo do Cazaquistão tolera pouca oposição real e repetidamente foi acusado de silenciar vozes independentes.

 

 

REUTERS / AFP

dw.com

INGLATERRA - O técnico do Manchester City, o espanhol Pep Guardiola, ficará fora da partida da terceira rodada da Copa da Inglaterra na próxima sexta-feira (7) contra o Swindon Town após testar positivo para o novo coronavírus (covid-19), anunciou o clube inglês na quinta-feira (6).

O City disse que Guardiola testou positivo na terça-feira, assim como o assistente Juanma Lillo.

“Ambos estão agora em isolamento, ao lado de uma série de outros casos positivos na bolha da equipe titular do City”, afirmou o clube em nota, acrescentando que sete jogadores da equipe titular e 14 funcionários da equipe estão em isolamento por motivos relacionados à covid-19.

O técnico Rodolfo Borrell, que assumirá o comando do time no jogo de sexta-feira, disse que Guardiola não tem apresentado muitos sintomas.

“Tivemos um surto […]. É um grande surto. Estamos recebendo isso dia a dia, não sabemos onde vai terminar”, declarou Borrell em coletiva de imprensa nesta quinta-feira.

O City é o líder do Campeonato Inglês, com 53 pontos após 21 partidas, 10 pontos a mais que o segundo colocado Chelsea. Os dois clubes se enfrentam em Manchester no dia 15 de janeiro, após a partida do City com o Swindon.

Na terça-feira o Burnley também informou que o técnico Sean Dyche ficará fora da partida da terceira rodada da Copa da Inglaterra em casa contra o Huddersfield Town no sábado (8), após testar positivo para covid-19.

 

 

Por Manasi Pathak / REUTERS

RIO DE JANEIRO/RJ - O técnico da seleção brasileira feminina de basquete, José Neto, anunciou na quinta-feira (6) a convocação da equipe para a disputa do Pré-Mundial, que será realizado entre os dias 10 e 13 de fevereiro em Belgrado (Sérvia).

O Brasil está no torneio A, ao lado de Austrália, Sérvia e Coreia do Sul. Com as australianas já classificadas, Sérvia, Brasil e Coreia do Sul brigam por duas vagas.

“Como esta competição não proporciona para as equipes muito tempo de preparação, estamos fazendo a convocação levando em consideração uma base de atletas que estão aptas, em atividade, já adaptadas a nossa metodologia e proposta de jogo”, declarou José Neto.

O Mundial de Basquete Feminino será disputado entre 22 de setembro e 1 de outubro na Austrália, com a participação das 12 melhores seleções do mundo.

Relação de convocadas:

Armadoras: Débora Costa (CB Jairis-ESP), Alana Gonçalo (Melilla La Salle-ESP) e Lays da Silva (Santo André/Apaba).

Alas/Armadoras: Patty Teixeira (Sampaio Basquete) e Tainá Paixão (Akronos Moncalieri-ITA).

Alas: Isabela Ramona (Celje Basketball-ESL), Jeanne Flausino (Clube Galitos Aveiros-POR), Raphaella Monteiro (Benfica-POR), Thayná Silva (Sodiê Doces/Mesquita/LSB) e Mariane Carvalho (BC Horizont Minsk-BLR).

Alas/pivôs: Damiris Dantas (Minnesota Lynx) e Stephanie Soares (The Masters University-EUA).

Pivôs: Érika de Souza (CB Jairis-ESP) e Kamilla Cardoso (South Carolina Gamecocks-EUA).

 

 

AGÊNCIA BRASIL

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