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Redação

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 Jornalista/Radialista

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EUA - Grupos de proteínas tóxicas que se acredita serem responsáveis pelo declínio cognitivo associado à doença de Alzheimer chegam a diferentes regiões do cérebro precocemente e se acumulam ao longo de décadas, de acordo com um novo estudo publicado na última sexta-feira, 29, na revista Science Advances. A pesquisa é a primeira a usar dados humanos para quantificar a velocidade dos processos moleculares dessa doença neurodegenerativa e, eventualmente, pode ter implicações importantes para o planejamento de tratamentos.

A descoberta também altera a teoria de que aglomerados se formam em um local do cérebro quando uma reação em cadeia ocorre em outras áreas; um padrão visto em ratos. Essa disseminação pode acontecer, mas não é o principal motivador, segundo os pesquisadores.

"Duas coisas tornaram este trabalho possível", disse Georg Meisl, químico da Universidade de Cambridge e principal autor do artigo, à AFP. "Uma foram os dados muito detalhados obtidos por PET (Tomografia por Emissão de Pósitrons) e vários conjuntos de dados que reunimos, e a outra são modelos matemáticos que desenvolvemos nos últimos dez anos."

Os pesquisadores usaram cerca de 400 amostras de cérebro post-mortem de pacientes com Alzheimer, assim como 100 tomografias PET de pessoas que vivem com a doença para rastrear o acúmulo de tau, uma das duas proteínas-chave envolvidas na doença.

No Alzheimer, a tau e outra proteína chamada beta amilóide se acumulam em nós e placas - ambas conhecidas como agregados - que matam as células cerebrais e encolhem o cérebro. Isso, por sua vez, resulta em perda de memória, alterações de personalidade e incapacidade de realizar funções cotidianas. Estima-se que 44 milhões de pessoas sofram da doença em todo o mundo.

SÃO CARLOS/SP - Um sujeito foi preso por tráfico de drogas na Rua Antenor Rodrigues de Camargo, na Vila Jacobucci, em São Carlos, o fato ocorreu ontem, 02.

Os Militares estavam na região, quando resolveram passar pela rua já citada, onde se depararam com o indivíduo, que ao ver a viatura começou a mexer no lixo para disfarçar, mas como não é um ator profissional, os PMs resolveram abordá-lo.

Durante revista corporal foi localizado os entorpecentes. Diante o exposto fora dado voz de prisão, e ao ser questionado, o mesmo alegou ganhar R$ 185,00 reais do lucro.

EUA - Maya e os 3 Guerreiros, nova minissérie da Netflix, tem toda a cara de "filme de princesa da Disney moderno", embora possua muitas peculiaridades. Primeiro, não estamos acostumados a ver uma história como essa sendo contada assim, dividida em capítulos. Segundo, a representatividade latina corre forte nas veias do estrelado elenco e da equipe de produção da obra.

Zoë Saldaña (Guardiões da Galáxia), Diego Luna (Star Wars: Rogue One) e Stephanie Beatriz (Brooklyn Nine-Nine) são apenas alguns dos envolvidos no elenco de Maya e os 3 Guerreiros, que conta com trilha sonora do carimbado e sempre ótimo Gustavo Santaolalla -- o "culpado" pela fantástica atmosfera musical dos dois jogos de The Last of Us. No comando do navio, está o diretor Jorge R. Gutiérrez, de A Festa no Céu (2014). La Fuerza es demasiada fuerte en Maya.

 

Por que minissérie e não filme?

"É muito difícil passar de 90 minutos ou de duas horas", diz Gutiérrez, em entrevista ao IGN Brasil, quando questionado sobre o porquê do formato de uma minissérie ao invés de um filme para Maya e os 3 Guerreiros. "Quando fiz o Livro da Vida, deixei tipo uma hora do filme na sala de edição. Então, quando comecei a escrever e imaginar Maya, pensava: 'são três filmes!'. E, na minha cabeça, eu pensava: 'bom, eles deram três filmes de O Senhor dos Anéis para o Peter Jackson. Por que não vão dar para mim? Também sou gordinho'", brinca.

Eis que, durante conversas com a Netflix, a plataforma abriu os olhos do criador: "aqui, fazemos minisséries. Dá para contar uma história como se fossem três filmes". Gutiérrez compara Maya e os 3 Guerreiros a um burrito mexicano: "só que veio um chef de comida japonesa e o cortou em nove pedaços. Esse é Maya e os 3 Guerreiros".

 

Inspiração nas princesas Disney: "onde estava a princesa mexicana?"

Em Maya e os 3 Guerreiros, a personagem do título é uma princesa que parte em uma missão para cumprir uma antiga profecia e salvar a humanidade da ira de deuses vingativos. Gutiérrez confessa que, como apaixonado por animações, cresceu vendo todos os filmes das princesas da Disney, mas, como mexicano, se perguntava: "cadê a princesa mexicana?".

Tal questionamento originou Maya e os 3 Guerreiros, anos depois. "A princesa mexicana não é uma Bela Adormecida, uma vítima; ela é uma mulher lutadora, porque assim são as mulheres do México e de toda a América Latina. Maya tem 15 anos. E desde que a conhecemos, ela sabe lutar. Ela é uma rebelde sem causa, que encontra sua causa", explica.

 

Elenco com grandes nomes latinos de Hollywood

Como mencionado antes, Maya e os 3 Guerreiros conta com o elenco dos sonhos quando pensamos nos nomes latinos fortes em Hollywood hoje, "Depois de O Livro da Vida, quis revezar com outros atores, como Zoë Saldaña, Diego Luna, além de convidar novos talentos. Também sou fã do hip hop dos anos 1990, por isso quis chamar a Queen Latifah. E também coloquei atores que amo, como Danny Trejo, Cheech Marin, Rita Moreno… Bom, um dos meus atores favoritos, o Alfred Molina, é o vilão", diz Gutiérrez.

O diretor de Maya e os 3 Guerreiros conta que chamava muitos dos atores nas redes sociais: "eu falava: 'por favor, vocês precisam fazer o papel!'. E todos disseram que sim. Sinto-me como um pequeno garoto em uma loja de doces -- e eles me deram todos os doces", sorri, entusiasmado como o encantado Charlie ao visitar a Fantástica Fábrica de Chocolate de Willy Wonka.

Gutiérrez revela que adoraria trabalhar com o chileno Pedro Pascal e com o guatemalteco Oscar Isaac. "Desta vez, não me ocorreu nada para o Pedro, mas ele é um gênio. Mas te conto que, teve um ator que parecia improvável participar, o Diego Luna, que estava filmando uma série nova de Star Wars. Mas o Diego me prometeu que faria, e não sei como ele fez… ele estava em Londres. Somos amigos para toda a vida. Devo tudo ao Diego Luna por poder fazer a série", agradece.

ARARAQUARA/SP - Populares acionaram a Polícia Militar depois que tiros foram disparados de um veículo contra um homem de 34 anos, na noite de terça-feira (2), na Avenida Dom Carlos Carmelo, no Jardim Botânico, na cidade de Araraquara.

Testemunhas disseram aos Policiais que o atirador estava em um Fiat/Vivace, de cor prata, placas da cidade de Matão, e fugiu do local do crime.

Uma viatura que patrulhava a região encontrou o veículo e abordou um casal.

Durante a abordagem, a mulher de 32 anos confessou sua participação no crime e que a arma foi levada por um rapaz que fugiu a pé.

O condutor do veículo, um homem de 31 anos, era foragido do presídio de Val Paraiso e procurado pela justiça.

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