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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO PAULO/SP - O diabetes é uma doença que requer muitos cuidados e tratamento contínuo. Mas, além dos medicamentos, alguns chás como os de canela, carqueja e pata-de-vaca, podem ajudar o organismo a combater esse mal e controlar a glicemia.

Apostar nos remédios naturais é sempre uma boa opção. Mas para que o efeito dos medicamentos e dos chás gerem uma melhoria nítida no funcionamento do corpo, também é preciso que o paciente diabético adote uma alimentação baseada em frutas, legumes e cereais ricos em fibras, e uma rotina diária de exercícios físicos

Mas antes de prosseguir é importante frisar que você deve sempre consultar seu médico antes de começar qualquer tratamento, seja ele com métodos naturais ou não. Alguns remédios naturais podem interferir na eficácia de outros medicamentos que você esteja tomando, portanto, conversar com o médico é sempre importante.

É importante ressaltar que os chás não devem de forma alguma substituir os medicamentos recomendados pelo seu médico especialista. Eles são indicados como um complemento ao tratamento.

 

O uso de chás medicinais no tratamento do Diabetes

No Brasil, é possível encontrar ervas e plantas medicinais com uma certa facilidade, então é comum nas famílias ter sempre alguém que recomenda aquele chazinho que vai fazer você se sentir melhor.

No caso do diabetes, é preciso escolher os chás que controlam a glicemia no sangue. Pensando nisso, nós preparamos uma listinha com algumas receitas que irão ajudá-lo. Confira a seguir como preparar 5 chás para controlar naturalmente a glicemia!

 

Chá de Canela

Estudos mostram que o consumo da canela em pó ou do chá de canela em pau ajudam a regular os níveis de açúcar no sangue, adequando a glicose. Não é necessário o consumo diário, porque a substância continua fornecendo nutrientes ao corpo dias após o uso, mas é importante tomar o chá ao menos duas vezes na semana.

  • 3 paus de canela
  • 1 litro de água

Modo de preparo:

Em uma panela, coloque a água e a canela em pau e leve ao fogo até ferver. Em seguida, tampe a panela e aguarde ficar morno para ingerir.

 

Chá de Carqueja

O chá de carqueja é um potente remédio para diminuir os níveis de glicose no sangue. Mas além desse benefício, ela também auxilia no tratamento de má digestão, gripe, azia, má circulação e até doenças mais graves, como anemia e gastroenterite.

  • 10 gramas de carqueja
  • 500 ml de água

Modo de preparo:

Em uma panela, coloque a água e a carqueja para ferver. Em seguida, deixe a mistura repousar por mais 10 minutos e coe antes de beber.

A recomendação é que o paciente diabético tome até 3 xícaras do chá de carqueja por dia, podendo ser pela manhã, a tarde e a noite.

 

Chá Mate

Popular nas praias cariocas e entre os gaúchos, o chá feito com a erva-mate inibe a produção de glicose no fígado do paciente diabético e diminui a absorção de glicose pelo intestino. Ele pode ser ingerido quente, frio e até com algumas pedras de gelo, se preferir.

 

Ingredientes:

  • 3 colheres (chá) de erva-mate
  • 500 ml de água quente

Modo de preparo:

Em uma panela, coloque a água com a erva-mate e aguarde ferver. Em seguida, tampe a panela e deixe o chá descansar antes de coar e servir.

É recomendado o consumo de até 1 litro do chá mate por dia para pessoas com a doença.

SÃO CARLOS/SP - Notícias como esta que vamos escrever a maioria das pessoas se perguntam: “Como ela caiu?”, pois mais uma vez uma mulher caiu no golpe de estelionatários em São Carlos.

Segundo consta, a idosa de 72 anos, recebeu uma mensagem via aplicativo que dizia ser sua filha, porém o número era diferente, pois o celular havia quebrado e não tinha dinheiro para arrumar. A golpista ainda afirmou que estava passando por grandes dificuldades e que precisava de um "empréstimo".

SÃO PAULO/SP - O cineasta, cronista e jornalista Arnaldo Jabor, de 81 anos, morreu na madrugada desta terça (15) em São Paulo. Ele estava internado desde dezembro do ano passado no Hospital Sírio-Libanês, na região central da cidade.

Jabor havia sido internado após sofrer um acidente vascular cerebral (AVC). Segundo a família, Jabor faleceu por volta da meia-noite, em decorrência de complicações do AVC.

Jabor dirigiu "Eu sei que vou te amar" (1986), indicado à Palma de Ouro de melhor filme do Festival de Cannes. É colunista de telejornais da TV Globo desde 1991.

 

Trajetória

Arnaldo Jabor teve extensa carreira dedicada ao cinema, à literatura e ao jornalismo. No cinema, dirigiu sete longas, dois curtas e dois documentários. Também era cronista e jornalista.

Formado no ambiente do Cinema Novo, Jabor participou da segunda fase do movimento, um dos maiores do país, conhecido por retratar questões políticas e sociais do Brasil inspirado no neorrealismo italiano e na nouvelle vague francesa.

Mesmo antes de se tornar um premiado diretor e roteirista, já mostrava paixão pela sétima arte. Foi também técnico sonoro, assistente de direção e crítico de cinema. Ele se formou pelo curso de cinema do Itamaraty-Unesco em 1964.

Em 1967, produziu o documentário “Opinião Pública”, seu primeiro longa metragem e uma espécie de mosaico sobre como o brasileiro olha sua própria realidade.

O primeiro longa de ficção que Jabor produziu, roteirizou e dirigiu foi “Pindorama”, em 1970. Ele tinha um excesso de barroquismo e de radicalismo contra o cinema clássico. No ano seguinte, foi indicado à Palma de Ouro, o maior prêmio do festival de Cannes, na França.

A partir daí, sucessos de bilheterias e obras premiadas marcaram a carreira do cineasta. Três anos mais tarde, fez um dos grandes sucessos de bilheteria do cinema brasileiro: “Toda Nudez Será Castigada”, uma adaptação da peça homônima de Nelson Rodrigues. Por ele, Jabor venceu o Urso de Prata no Festival de Berlim em 1973.

O filme tem críticas à hipocrisia da moral burguesa e de seus costumes. É a história do envolvimento da prostituta Geni, interpretada pela atriz Darlene Glória, com o viúvo Herculano, personagem de Paulo Porto. O papel deu a Darlene o prêmio Kikito de Melhor Atriz no Festival de Gramado. O filme também ganhou um troféu no evento.

Nelson Rodrigues seguiu inspirando Jabor. O filme “O Casamento” (1975) foi adaptado de um romance do escritor e faz uma crítica comportamental da sociedade. Ele premiou a atriz Camila Amado com o Kikito de Melhor Atriz Coadjuvante e o Prêmio Especial do Júri no Festival de Gramado.

Outro sucesso do roteirista e diretor foi “Tudo Bem” (1978), o início de sua "Trilogia do Apartamento". O filme investiga, num tom de forte sátira e ironia, as contradições da sociedade brasileira que já vivia o fracasso do milagre econômico.

Os protagonistas são Fernanda Montenegro e Paulo Gracindo. Em atuações consideradas primorosas, eles gravaram em um apartamento de classe média da época. O filme tem um elenco coadjuvante estelar, com Zezé Mota, Stênio Garcia, Fernando Torres, José Dumont, Regina Casé e Luiz Fernando Guimarães, entre outros.

“Tudo Bem” venceu o prêmio de Melhor Filme no Festival de Brasília e deu a Paulo César Peréio o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante na competição. O longa também foi selecionado para ser exibido no Festival de Berlim e na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes.

Em 1981, Jabor escreveu e dirigiu o premiado "Eu te amo”, que consagrou Paulo César Pereio e Sônia Braga no cinema brasileiro. O Industrial falido pelo milagre dos anos 70 conhece uma mulher e a convida para sua casa, onde vivem um intenso romance em meio às crises existenciais. A produção era de Walter Clark e a fotografia, de Murilo Salles.

Cinco ano depois, voltou com outro sucesso de bilheteria e crítica. “Eu Sei que Vou Te Amar”, de 1986, conta a história de um casal em crise, interpretado pelos jovens Fernanda Torres e Thales Pan Chacon. Foi mais um sucesso do cineasta gravado entre quatro paredes em uma casa projetada por Oscar Niemeyer, e deu o prêmio de melhor atriz para Fernanda Torres no Festival de Cannes.

 

Jornais e livros

Nos anos 1990, Jabor se afastou do cinema por “força das circunstâncias ditadas pelo governo Fernando Collor de Mello, que sucateou a produção cinematográfica nacional”, segundo seu site oficial.

A partir de 1991, ele passou a escrever crônicas para jornais e também a fazer comentários políticos em programas de TV da Globo — “Jornal Nacional”, “Bom Dia Brasil”, “Jornal Hoje”, “Fantástico” — e de rádio na CBN.

No “Jornal da Globo”, dividia os comentários com Paulo Francis e Joelmir Beting. A partir dos anos 2000, assumiu sozinho a coluna.

Nela, abordava temas como cinema, artes, sexualidade, política nacional e internacional, economia, amor, filosofia, preconceito.

Nesse tempo, também se dedicou à literatura, com a publicação de oito livros de crônicas. O primeiro deles, “Os canibais estão na sala de jantar”, foi lançado em 1993. Já os dois últimos, “Amor é prosa”, de 2004, e “Pornopolítica” (2006), se tornaram best-sellers.

FERNANDO DE NORONHA/PE - O Ministério do Meio Ambiente (MMA) lançou uma campanha para orientar os turistas, pescadores e mergulhadores para o aparecimento do peixe-leão (Pterois volitans), uma espécie invasora que não é natural das águas brasileiras.

A campanha, lançada a última 6ª feira (11), em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), prevê a distribuição de panfletos e cartazes com informações sobre os perigos desse animal, cuja presença já foi registrada na costa do Pará e de Fernando de Noronha (PE), para o ecossistema marinho brasileiro e para seres humanos.

O peixe-leão tem o corpo listrado de branco com tons laranja, vermelho e marrom, 18 grandes espinhos e nadadeiras prolongadas. Como não tem predadores, a espécie originária do Indo-Pacífico, se prolifera descontroladamente, roubando o espaço e a alimentação dos peixes nativos e, consequentemente, afetando todo o ecossistema.

Os espinhos na região dorsal do peixe-leão soltam um veneno nocivo aos seres humanos, cuja toxina pode causar febre, vermelhidão e até convulsões.

Serão disponibilizadas para a população informações para quem for vítima da espécie sobre como cuidar do local afetado para dificultar a ação do veneno e procurar atendimento médico o mais rápido possível.

Para pescadores e mergulhadores, os informativos também alertam que o animal não deve ser devolvido ao mar e que as autoridades devem ser informadas sobre local onde o peixe foi visto para ajudar no monitoramento dessa espécie.

O material, em formato de panfleto, terá ainda um QR Code com um formulário para que as pessoas possam enviar para o ministério informações sobre o local onde a espécie foi vista e/ou capturada, com envio de fotos e imagens.

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