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Redação

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 Jornalista/Radialista

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BRASÍLIA/DF - O presidente Jair Bolsonaro defendeu ontem (5) o diálogo entre os Três Poderes durante a live semanal nas redes sociais. O presidente disse que está à disposição para conversar e também reafirmou a defesa do voto impresso para garantir "eleições democráticas e transparentes" no ano que vem, por meio de contagem pública de votos. 

Segundo Bolsonaro, a proposta não significa que o eleitor vai levar um comprovante de votação para casa após votar na urna eletrônica. "Ninguém vai levar para casa o papel, nunca foi discutido isso. Uma impressora imprime [o voto] através de uma placa transparente, e se a pessoa concordar que foi impresso de acordo com tela, aperta um botão, aquilo cai em um saco de lona e vai ser aberto depois das eleições. As eleições continuam sendo apuradas de forma eletrônica, só que se faz também, imediatamente após o fim das eleições, a contagem pública dos votos", disse.

Durante a transmissão, o presidente comentou a decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, que desmarcou uma reunião entre os chefes dos Três Poderes que estava sendo articulada para os próximos dias. A reunião estava prevista para ocorrer no mês passado, mas Bolsonaro foi internado e o encontro não ocorreu.

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"O que precisa, aproveitando a nota do ministro Fux, ele tem razão em muita coisa aqui, é o diálogo entre os poderes. Até em guerra, os comandantes de Exército adversários conversam, até para saber se o outro quer armistício. Da minha parte, conversar com Vossa Excelência, ministro Fux, está aberto o diálogo, não tem problema nenhum. Só nós dois, ou chama também o Rodrigo Pacheco [presidente do Senado], convida também o Arthur Lira [presidente da Câmara], nós quatro, sem problema nenhum. Vamos nós quatro rasgar o verbo, com um compromisso de não sair dali, tagarelar para a imprensa. Estou à disposição. O meu dever, a minha obrigação é trazer felicidade para o povo brasileiro, não é medir força eu e o Supremo", disse o presidente.

 

 

*Por Agência Brasil

BERLIM - A produção industrial da Alemanha caiu inesperadamente de novo em junho, mostraram dados nesta sexta-feira, sugerindo que a recuperação está desacelerando na maior economia da Europa, afetada por gargalos de oferta para bens intermediários.

A Agência Federal de Estatísticas alemã informou que a produção caiu 1,3% no mês depois de recuo revisado para baixo de 0,8% em maio. Pesquisa da Reuters apontava alta de 0,5%.

O resultado deveu-se à queda na fabricação de bens de capital, como maquinário e veículos, que recuou 2,9%, mostraram os dados. A produção de bens ao consumidor continuou a crescer, com avanço de 3,4%.

A produção industrial caiu 0,6% no segundo trimestre na comparação com o primeiro, com a indústria automotiva registrando perdas de 11,2%.

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Além da escassez de madeira, que impactou a construção, o Ministério da Economia disse que as perdas se deveram a gargalos na oferta de semicondutores.

 

 

*Reportagem de Riham Alkousaa / REUTERS

CHILE - O Chile começará a administrar doses de reforço a pessoas já inoculadas com a CoronaVac, informou o presidente Sebastián Piñera na quinta-feira (5). Estudos mostraram que as duas doses iniciais perdem parte da eficácia depois de alguns meses.

O Chile lançou em fevereiro uma das campanhas de inoculação em massa contra a covid-19 mais rápidas do mundo, e já vacinou totalmente mais de 60% da população, a maior parte com a CoronaVac, do laboratório chinês Sinovac.

"Decidimos iniciar um reforço da vacinação daqueles que já receberam as duas doses da vacina da Sinovac", disse Piñera em pronunciamento pela televisão.

O país começará a administrar uma dose adicional da vacina da Astrazeneca no dia 11 de agosto, iniciando com cidadãos de mais de 55 anos que receberam suas doses antes de 31 de março.

O Chile se junta aos Estados Unidos, à Alemanha e França, desconsiderando um apelo da Organização Mundial da Saúde (OMS) para que não se administrem vacinas de reforço até mais pessoas de todo o mundo serem vacinadas.

A subsecretária de Saúde chilena, Paula Daza, disse que estudos domésticos e internacionais sugerem que as doses de reforço ajudariam a reforçar a imunidade, mas que o Chile já doou vacinas a seus vizinhos e continuará a auxiliar conforme for necessário.

"Estamos sempre analisando as recomendações e, obviamente, a possibilidade de cooperar com outros países latino-americanos", afirmou.

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O número de chilenos mortos pela pandemia está em 35.806, e houve cerca de 1,6 milhão de casos confirmados da doença até agora.

 

 

*Por Dave Sherwood e Fabian Cambero - Repórteres da Reuters

TÓQUIO - Os brasileiros Kawan Pereira e Isaac Filho representaram o Brasil na prova preliminar de plataforma 10m nos saltos ornamentais, na madrugada desta sexta-feira (06), em Tóquio. Mas os atletas não foram tão bem, ainda assim Kawan conseguiu se classificar e disputa a semifinal no mesmo dia, às 22h (De Brasília).

O semifinalista Kawan Pereira, de 19 anos, é estreante em Olimpíadas e ex-jogador de futebol. O atleta piauiense que comemorava com piruetas cada gol que marcava, hoje fez acrobacias ainda melhores em cima da plataforma. O talento foi o suficiente para ele se classificar para a próxima etapa, já que ficou em 17º lugar. O primeiro salto até que foi bom e ele conseguiu 72.00 pontos. E as apresentações só foram melhorando até que fechou com 371.65 pontos.

Ele ainda conseguiu ser melhor que Isaac Filho, de 22 anos que tirou 67.20 pontos no primeiro salto, e foi perdendo a colocação, o brasileiro terminou em 20º lugar com 339.30 pontos. O atleta foi medalha de bronze nos Jogos Mundiais Militares de 2019 e no mesmo ano também ficou com o terceiro lugar na plataforma sincronizada 10m ao lado de Kawan Pereira. Mas desta vez vai embora sem medalha.

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O líder da prova foi o chinês Yang Jian, que ganhou o ouro no evento de plataforma de 10m na ​​Copa do Mundo de Mergulho FINA, em 2014 e é um dos favoritos ao ouro.

 

 

*Por: LANCE!

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