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Redação

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 Jornalista/Radialista

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A ação aconteceu em Sorocaba; outras duas pessoas foram detidas no mesmo imóvel

 

ARAÇATUBA/SP - A Polícia Civil prendeu um homem, de 33 anos, apontado como o diretor financeiro da estrutura que permitiu o grande ataque contra instituições financeiras em Araçatuba. A ação aconteceu na manhã de terça-feira (07), no município de Sorocaba. Outros dois suspeitos foram detidos durante a ação.

As atividades foram realizadas por policiais da 1ª Delegacia da Divisão de Investigações Sobre Crimes Contra o Patrimônio (Disccpat), do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), que receberam informações sobre um homem que mantinha um padrão alto de consumo, ostentava veículos de luxo e poderia estar envolvido na invasão à Araçatuba.

As indicações levaram até um imóvel no Parque São Bento, em Sorocaba. No endereço, as equipes avistaram uma picape VW/Amarok e conseguiram localizar o suspeito alvo de investigação, que estava acompanhado de uma comerciante, que constava como foragida por tráfico.

Foi realizada abordagem e durante os trabalhos chegou ao local um mecânico, conduzindo uma BMW. Foi também realizada consulta e verificado que ele tinha saído recentemente de um presídio na região de Araçatuba.

Os policiais fizeram uma busca na residência e, mais precisamente no quarto, encontraram uma grande quantidade de documentos relacionados ao crime organizado que indica a presença dele em atividades em vários estados brasileiros.

Durante a ação, o primeiro abordado admitiu ter financiado a operação para roubar os bancos em Araçatuba e, inclusive, revelou informalmente que a logística da invasão àquela cidade custou R$ 600 mil. Os três foram autuados por organização criminosa.

Outros cinco suspeitos de envolvimento nos crimes já haviam sido detidos pelas polícias paulistas. Os materiais foram encaminhados à Polícia Federal, que prossegue com as investigações para esclarecimento dos fatos.

ARARAQUARA/SP - Os atos realizados nesta terça-feira, feriado de 7 de setembro, reuniram milhares de pessoas em diversas cidades brasileiras, especialmente em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. O presidente Jair Bolsonaro discursou aos apoiadores na capital federal e na capital paulista e novamente fez duros ataques ao Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Os discursos foram recebidos como ameaças por membros dessas instituições e por partidos políticos, que veem a possibilidade de crime de responsabilidade nas falas do presidente.

Edinho Silva (PT), prefeito de Araraquara, ocupou as redes sociais para pedir “capacidade de unidade” contra “o que mais do que nunca se evidencia”. Edinho considerou que os atos deste 7 de setembro representaram um risco institucional e comparou o movimento à instalação do Fascismo nas primeiras décadas do século XX. “Em 1919, em resposta à crise econômica, pós-Primeira Guerra, e crise política, declínio da Monarquia, nasce o Partido Nacional Fascista na Itália. Em 1921 o Fascismo se torna o grande vitorioso nas eleições. Setembro 22, organizado por milícias fascistas, realizam a Marcha sobre Roma. 50 mil pessoas no início do século XX ‘emparedando o poder instituído’. Em 24 o Fascismo frauda as eleições. Em 25 instituem o regime de exceção até 43”.

O prefeito comparou os eventos europeus do século passado ao atual momento político brasileira. “Cabe às forças democráticas do país ler a história, entender o Brasil e se unificarem contra o que mais do que nunca evidencia. O Fascismo está articulando um ataque a frágil democracia. Temos que ter capacidade de unidade”, concluiu.

 

 

*Por: Luís Antonio / PORTAL MORADA

SÃO PAULO/SP - Datena ficou revoltado após apoiadores de Jair Bolsonaro chamarem a Band de “lixo”. O repórter Cesar Cavalcante estava acompanhando a manifestação pró-governo quando foi atacado verbalmente por manifestantes que passavam pela Avenida Paulista.

“Pode tirar a imagem! Democracia é democracia, agora ninguém aqui vai aceitar desrespeito ao repórter que tá lá. Nem à imprensa. Ninguém aqui é obrigado a aceitar isso”, começou  Datena ao perceber o que o público estava fazendo. “O presidente não quer confronto, a gente não quer confronto, mas a gente não vai permitir que xinguem a imprensa de ‘lixo’, eu tenho muito orgulho da imprensa da qual participo. E não vou permitir isso aqui”, completou.

O apresentador ainda reclamou da produção do “Brasil Urgente” não ter acatado a decisão dele de não mandar repórteres para as ruas nesta terça-feira (07). “Pedi pra não colocar repórter aí desde ontem e eu sugiro que retirem os repórteres daí imediatamente. Pra ficar sendo chamado de ‘lixo’ ou expor o repórter, que pode ser espancado daqui a pouco, é melhor tirar daí. Esse é o clima de ódio gerado pelas eleições que temos que enfrentar”, continuou.

“De jeito nenhum! Isso é absolutamente inaceitável. Ninguém vai aceitar ser chamado de ‘lixo’, porque nós não somos lixo, nós respeitamos o povo brasileiro, desde que haja respeito mútuo. Essas pessoas não representam o povo brasileiro, essas pessoas não respeitam a democracia. Eu pedi pra não colocar repórteres aí, mas não me atendem de jeito nenhum. Tão expondo o menino ali a levar um pau. Eu não vou responder na mesma moeda esse negócio de ‘lixo’, porque eu responderia, mas enquanto tiverem xingando a imprensa, repórter nenhum chega aqui pra permitir que essas pessoas desqualificadas tenham voz. A menos que me tirem daqui. Se quiserem botar outro cara aqui, pode chamar o repórter de ‘lixo'”, finalizou Datena.

 

 

*Por: ISTOÉ GENTE

SÃO CARLOS/SP - A Polícia Militar Ambiental multou a Universidade Federal de São Carlos em mais de R$ 445 mil, pelo incêndio ocorrido no último domingo (05).

De acordo com informado, o incêndio destruiu mais de 140 hectares de vegetação, além de uma área de preservação permanente. Segundo a PM Ambiental, algumas irregularidades na manutenção de aceiros foram encontradas, e também o não atendimento de instruções técnicas referentes à capacitação de uma brigada de incêndio.

Ainda segundo informações, uma representante da Universidade teria sido questionada pela Polícia Ambiental, e a mesma teria informado que as adequações já foram providenciadas, mas infelizmente não tiveram tempo suficiente para executar.

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