JAPÃO - O baiano Jacky Godmann foi eliminado da prova do C1 1000 metros (m) da canoagem de velocidade na Olimpíada de Tóquio (Japão) após terminar a 2ª bateria das quartas de final na 6ª posição, na noite de quinta-feira (5) no Canal Sea Forest.
O atleta de 22 anos completou a prova em 4min18s208. Apenas os dois primeiros colocados se classificaram para a semifinal da prova, que acontece nesta sexta-feira (6), a partir das 21h44 (horário de Brasília).
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O outro brasileiro na prova, Isaquias Queiroz, garantiu vaga nas semifinais mais cedo.
Por Juliano Justo - Repórter da TV Brasil e da Rádio Nacional
TÓQUIO - A pernambucana Érica Sena ficou bem perto de realizar o sonho de conquistar uma medalha inédita para o Brasil na marcha atlética na Olimpíada de Tóquio (Japão), na madrugada desta sexta-feira (6). Na reta final da prova de 20 quilômetros, a brasileira estava em terceiro lugar, o que lhe garantiria o bronze. Entretanto, cometeu uma infração e foi punida com a perda de dois minutos durante os quais teve de ficar parada, restando menos de um quilômetro para completar a prova. A atleta terminou a marcha na 11ª posição,em 1h31mim39s. A competição foi realizada no Parque Sapporo Odori, na cidade de Sapporo.
11° LUGAR PARA ERICA SENA
A brasileira estava em 3° até o quilômetro final, quando recebeu uma punição de 2 minutos.
Érica Sena, de 36 anos, foi punida por por causa de um movimento irregular, o que foi um golpe duro para a brasileira, que saiu da prova desolada e chorando bastante. Seria a primeira medalha na história da marcha atlética para o país.
Quem conseguiu aproveitar o infortúnio da brasileira foi a chinesa Hong Liu (1h29mim12), que levou a medalha de bronze quando dificilmente conseguiria ultrapassar Erica, que estava próxima da medalhista de prata Sandra Lorena Arenas (1h29mim37s). O ouro acabou no peito da italiana Antonella Palmisano, com o tempo de 1h29min12.
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A atual sétima colocada no ranking mundial, a brasileira estreou em Olimpíadas na Rio 2016, quando terminou na sétima colocação. Esta seria a terceira conquista do atletismo brasileiro em Tóquio 2020. Os paulistas Alison dos Santos, o Piu, na prova de 400m com barreiras, e Thiago Braz, no salto com vara, levaram medalha de bronze.
JAPÃO - No início da madrugada desta quinta-feira (5), Pedro Barros faturou a prata no skate park da Olimpíada de Tóquio (Japão) com a nota de 86,14 na final disputada no Parque de Esportes Urbanos de Ariake. Essa foi a terceira medalha da delegação brasileira na modalidade que estreou no programa olímpico nos Jogos japoneses. Antes dele, Kelvin Hoefler e Rayssa Leal foram prata nas disputas do street.
“Para mim, a mensagem que o skate e a minha conquista trazem é o espírito do nosso esporte. Além da parte competitiva, conseguimos passar algo bonito, algo que tocou o coração das pessoas. Acho que mostramos que é possível ser olímpico e vibrar com a conquista do colega e trazer forças para aqueles que estão passando por dificuldades”, comentou o atleta durante entrevista coletiva promovida pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB).
“A competição foi intensa demais, muito quente, exigiu muito da parte emocional e do físico. O nível do pessoal foi muito alto. Depois de o Keegan Palmer [medalha de ouro da prova com 95,83] fazer aquela volta incrível logo na abertura da final, todo mundo sabia que o ouro seria dele. Mas a essência do skate é dar o seu melhor. Foi isso que procurei fazer”, afirmou.
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O catarinense de Florianópolis revelou também ter recebido uma ligação do surfista Ítalo Ferreira, ouro na estreia da modalidade nos Jogos desse ano. “Ele é um baita cara, muito humilde. Independentemente do que se ganha, o que importa é o caráter. E ele sempre mostra isso. É um embaixador do surfe brasileiro e inspiração para tantas pessoas”, declarou Pedro.
Em relação ao ambiente na Vila Olímpica, o atleta considerou bem diferente daquilo que costuma viver durante o circuito tradicional da modalidade. “A nossa energia, o astral da equipe que veio, estava muito pela essência do skate. Isso não mudou. Mas encontrar o ambiente todo montado para os Jogos foi algo surreal. E podemos também andar de skate pela Vila. Enquanto os outros atletas caminham, ou até mesmo andavam de bicicleta, a gente andava de skate e podia até fazer algumas manobras”, concluiu.
Por Juliano Justo - Repórter da TV Brasil e da Rádio Nacional
SÃO CARLOS/SP - A Rádio Sanca acompanhou na tarde da última 3ª feira (03), com exclusividade, o voo do dirigível ADB-3-3 tripulado e produzido aqui em nossa cidade. O repórter Ivan Lucas, foi o primeiro jornalista são-carlense à sobrevoar no ADB-3-3 da Airship do Brasil.
O ADB-3-3, com comprimento de 49m e capacidade para acomodar além do piloto, até cinco passageiros em sua Gôndola, possui teto operacional de 2.700m e chega até 85 km/h. Suas principais aplicações serão na Agricultura, Passeios Panorâmicos, Vigilância e Controle de Fronteiras, Publicidade, Inspeção de Linhas de Transmissão Elétrica, Prospecção Mineral, Segurança Pública e Treinamentos.
Charles Chueiri, é o comandante da aeronave, onde nos recepcionou e nos fez ficar nas alturas literalmente sobrevoando os céus de São Carlos. Charles, nos respondeu várias perguntas que você pode acompanhar no vídeo abaixo.
Os dirigíveis são aeronaves mais leves que o ar que voavam muito no início do século XX. Essa forma de voo caiu em desuso principalmente depois do desastre do Hindenburg em 1937. Porém, vale ressaltar que naquela época os dirigíveis eram inflados com hidrogênio como seu gás de impulsão, hoje, são inflados com hélio, ou seja, a chance de acontecer o que ocorreu em 1937 é praticamente 0.
De uns anos pra cá os dirigíveis vêm aos poucos querendo retomar seu espaço com a Airship do Brasil que está desenvolvendo novos projetos e construindo protótipos de dirigíveis que estão em fase de certificação com a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).
A Airship do Brasil é uma empresa brasileira de capital privado, pertencente as Empresas Bertolini. Ciente dessas demandas, a Airship do Brasil estuda em seus projetos a aplicação dos mais avançados sistemas e tecnologias, de forma a apresentar ao mercado opções mais eficientes e cada vez mais interessantes à preservação do meio ambiente.
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A Airship se destaca também por ser capaz de realizar atividades no ciclo inteiro da tecnologia mais leve que o ar:
Pesquisa
Desenvolvimento
Fabricação
Certificação
Operação
Manutenção
Formação de tripulação e piloto
É muito importante ressaltar que o Brasil ganhou importância no cenário mundial dos dirigíveis com a empresa Airship do Brasil, com todo este trabalho que está desenvolvendo em São Carlos, para o Brasil e para o Mundo.
Queremos agradecer todos os funcionários, na pessoa do comandante Charles e do Geraldo Golveia (Crew Chief), que nos recebeu, nos instruiu e nos fez conhecer um pouco mais a grande empresa que temos no Centro do Estado de São Paulo.
Equipe de Solo...
Geraldo (Crew Chief)
Flávio
Lucas
José Medella
Leandro
Luis
Deivid
Otávio
Gilmar
Victor
André
Guilherme
Rafael
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