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Redação

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 Jornalista/Radialista

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BRASÍLIA/DF - Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em abril podem sacar, a partir de hoje (6), a sexta parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro foi depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 24 de setembro.

Os recursos também podem ser transferidos para uma conta corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro apenas podia ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante sete meses, tem parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

BRASÍLIA/DF - Representantes dos estados e municípios defendem a rejeição da proposta do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), para que o ICMS (imposto estadual) incida sobre o preço médio dos combustíveis nos últimos dois anos.

A medida foi apresentada por Lira a líderes governistas e da oposição para reduzir o valor da gasolina.

ARGENTINA - As medidas entrarão em vigor a partir de 19 de outubro porque o país imunizou a metade da população contra a Covid-19. Com o fim de todas as restrições, o número de voos entre Brasil e Argentina deve aumentar.

O governo argentino anunciou na terça-feira (5) o fim do sistema de cotas de pessoas que podem entrar diariamente no país e a eliminação dos testes de antígenos pelos quais todos os passageiros devem passar ao aterrissar. As duas imposições limitavam o número de voos e o funcionamento das companhias aéreas - situação que deve mudar a partir do dia 19 à medida que a demanda por viagens a Buenos Aires aparecer.

A maior expectativa está entre os brasileiros, principais turistas estrangeiros que visitam anualmente a Argentina (1,4 milhão em 2019). Na via contrária, os argentinos são os principais viajantes a visitar o Brasil (2,5 milhões em 2019), representando 40% de todos os estrangeiros.

O fim às restrições estava condicionado ao objetivo mínimo de 50% da população argentina completamente vacinada, limiar atingido no último sábado (2), mas só confirmado nesta terça-feira (5). Os 50% de vacinados são a média nacional. Buenos Aires tem 65% da sua população completamente vacinada.

A partir do anúncio oficial, abre-se um período de 14 dias até que o mais recente vacinado desenvolva anticorpos, permitindo, assim, que as medidas entrem em vigência a partir do próximo dia 19.

"Atingido o limiar de 50% da população vacinada com o esquema completo [duas doses], no dia 19 de outubro de 2021, será eliminada a cota de quantidade de passageiros que chegam ao país por via aérea", anunciou a Administração Nacional de Aviação Civil (Anac).

A restrição entrou em vigor em 25 de dezembro de 2020, impondo um limite diário de 2.000 pessoas através de Buenos Aires, único aeroporto habilitado para a entrada no país. Esse fluxo havia sido reduzido em junho a apenas 600 pessoas (2% do volume de passageiros diários de 2019), deixando 25 mil argentinos retidos no exterior.

A cota foi revisada nos últimos meses e estava em 2.300 pessoas até o final de semana passado, quando subiu para 3.000. A partir do dia 11 e até a sua extinção no dia 19, o limite diário será de 4.000 pessoas.

Os turistas estrangeiros de países vizinhos (Brasil, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Chile) não podiam entrar no país desde 25 de dezembro passado, depois de um intervalo de 53 dias (entre 2 de novembro e 25 de dezembro) durante os quais puderam visitar somente Buenos Aires. Esses turistas obtiveram permissão para entrar novamente no país em 1º de outubro.

Os viajantes de outras nacionalidades só poderão entrar na Argentina a partir de 1º de novembro.

DUBAI - Um dos principais destinos turísticos do Oriente Médio, Dubai foi fortemente afetada pela pandemia de covid-19. Em março de 2020, com a rápida disseminação do novo coronavírus pelo mundo, a cosmopolita cidade árabe de repente teve que se fechar para visitantes.

A maior cidade dos Emirados Árabes Unidos ficou sem receber turistas por alguns meses. O impacto no mercado turístico foi enorme. Antes da pandemia, no primeiro trimestre de 2020, Dubai vinha apresentando números melhores que no ano anterior. Quando o ano se encerrou, no entanto, o destino havia tido uma queda de 67%.

O número de visitantes internacionais caiu de 16,73 milhões em 2019 para 5,51 milhões em 2020. Como tem o turismo como importante motor de sua economia, Dubai não quis demorar para reabrir as portas.

Em maio de 2020, dois meses depois de fechar as fronteiras, reabriu para visitantes de dentro do país. Em julho do mesmo ano, começou a receber viajantes internacionais.

“Enquanto muitos destinos permaneceram fechados em 2020, Dubai avançou com a reabertura dos seus setores de turismo e hotelaria no segundo semestre do ano, tornando-se um ímã para turistas e viajantes de negócios que procuram um escape seguro para as pressões provocadas pela pandemia em seus países de origem. Apesar dos desafios apresentados pela pandemia, o desempenho do turismo em Dubai voltou a superar a média global, seguindo uma tendência que vem desde 2012”, disse à Agência Brasil o diretor do órgão de promoção de turismo de Dubai, Issam Kazim.

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