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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - O vereador Bruno Zancheta (PL) protocolou requerimentos de informações à Prefeitura, cobrando a entrega de correspondência no Distrito de Santa Eudóxia e também no Vale do Uirapuru.

O parlamentar foi procurado por munícipes que residem no Distrito de Santa Eudóxia e no Vale do Uirapuru, os quais se queixaram sobre a ausência da entrega de correspondências nessas localidades. “Sabemos da dificuldade na realização deste serviço, em razão, principalmente, da distância entre ambos os locais e o centro da cidade. Apesar disso, a entrega das cartas é um serviço essencial básico e precisa ser executado independentemente da localidade”, afirmou.

Bruno Zancheta teve os requerimentos aprovados e os documentos foram encaminhados ao Executivo, para que faça gestão junto à gerência dos Correios do município.

EUA - O Google apresentou, na quarta-feira (8), seus últimos produtos e inovações para facilitar a colaboração à distância entre os funcionários das empresas, prevendo que o trabalho remoto e o presencial serão combinados mesmo depois que a pandemia acabar.

O gigante da internet compete com a Microsoft, Zoom, Facebook e outros com serviços online que as pessoas usam para trabalhar à distância.

Os gigantes tecnológicos recorreram às suas próprias ferramentas quando, no início da pandemia de covid-19, tiveram que abandonar suas instalações físicas, o que alimentou uma clara tendência ao trabalho remoto.

"Vimos uma transformação radical e grande parte dessa transformação chegou para ficar", opinou o diretor de gestão de produtos da Google, Dave Citron, durante uma sessão informativa sobre as novas ofertas.

"Mas acho que é muito cedo para dizer que a semana de trabalho de 40 horas em um cubículo está definitivamente morta em todos os setores e regiões", acrescentou.

As próprias grandes empresas tecnológicas adiaram o retorno de seus trabalhadores aos escritórios e esperam que a nova norma seja de rotinas "híbridas", que misturem o trabalho presencial e à distância.

O Google anunciou a criação de um manual de trabalho híbrido para saber como aproveitar as ferramentas, além de um software para que os funcionários possam realizar reuniões eficientes sem importar de onde estão trabalhando.

"Estamos muito contentes em oferecer isso aos nossos clientes, para fornecer as melhores práticas enquanto trabalham no replanejamento de seus escritórios", comentou Citron.

O Google também anunciou melhorias em seu serviço Workspace, que integra os aplicativos do gigante tecnológico para reuniões, e-mail, calendários, documentos, chat e outros.

O Workspace adicionou um espaço online dedicado a trabalhar em projetos e apresentou as telas interativas Series One, projetadas especificamente para conferências.

 

 

*Por: AFP

ARGENTINA - A vacinação de gestantes e lactantes contra a covid-19 deve ser uma prioridade nas Américas, solicitou a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) na quarta-feira (8), destacando as vantagens da imunização para proteger mulheres e bebês durante a pandemia.

A diretora da Opas, Carissa Etienne, considerou "extremamente importante" que as mulheres grávidas tenham acesso à vacina anticovid para protegerem a si e a seus bebês.

Ela destacou uma vantagem adicional: as mães que amamentam passam imunidade aos filhos. Os países "devem dar prioridade a mulheres grávidas e lactantes nas vacinas contra covid-19", disse ela em entrevista coletiva.

A Opas, que já alertou que a pandemia ameaça as conquistas de 20 anos na luta para reduzir a mortalidade materna nas Américas, advertiu novamente sobre o impacto da covid-19 nas mulheres grávidas.

“A maioria dos países de nossa região já relatou mais casos e mortes (pelo coronavírus) entre mulheres grávidas neste ano do que em todo o ano de 2020”, disse Etienne.

Ela destacou que o risco é especialmente alto no México, Argentina e Brasil, países que respondem pela metade de todas as mortes por covid-19 entre mulheres grávidas na região.

"No México e na Colômbia, a covid-19 se tornou a principal causa de morte materna em 2021", disse Etienne.

De acordo com dados da Opas, o escritório regional da Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 270.000 mulheres grávidas adoeceram com covid-19 nas Américas desde o início da pandemia em março de 2020.

Entre elas, mais de 2.600 (1% dos infectados) morreram do vírus.

 

- "Seguras" e "fundamentais" -

As mulheres grávidas são mais vulneráveis a infecções respiratórias como a causada pelo coronavírus devido a alterações no sistema imunológico durante a gravidez.

E está comprovado que, se infectadas com covid-19, correm maior risco de desenvolver sintomas graves da doença e necessitarão de ventilação e cuidados intensivos com mais frequência. Elas também podem dar à luz bebês prematuros.

Usar máscaras, manter distância social, limitar o contato com pessoas fora de casa e evitar reuniões em espaços fechados são medidas de saúde pública que ajudam a prevenir infecções por covid-19.

Mas Etienne colocou uma forte ênfase em adicionar vacinação a estas medidas.

“Deixe-me ser clara: a Opas recomenda que todas as mulheres grávidas após o primeiro trimestre, assim como aquelas que estão amamentando, recebam a vacina contra a covid-19”, enfatizou.

Argentina, Chile, México e Uruguai são alguns dos países que incluíram gestantes em seus grupos prioritários de vacinação contra o coronavírus.

Mas, de acordo com a Opas, menos da metade dos países da América Latina e do Caribe implementaram diretrizes para vacinar essa população.

Etienne enfatizou que as vacinas anticovid aprovadas pela OMS “são seguras para administrar durante a gravidez e são uma ferramenta fundamental para proteger as mulheres grávidas durante a pandemia”.

No México, onde as mulheres grávidas há muito são consideradas um grupo prioritário, "nenhuma mulher vacinada morreu de covid-19 durante a gravidez", destacou.

 

- Luz verde da OMS -

A OMS aprovou até agora seis vacinas: Moderna, Pfizer/BioNTech, Johnson & Johnson, AstraZeneca, Sinopharm e Sinovac.

O vice-diretor da Opas, Jarbas Barbosa, disse nesta quarta-feira que o processo de autorização da OMS para a vacina russa Sputnik está suspenso desde junho.

"Isso porque uma fábrica de produção da Sputnik na Rússia não atendia às condições necessárias para boas práticas de fabricação", explicou.

“Até o momento não temos uma data de quando esse processo será retomado”, acrescentou.

Nenhuma vacina que não tenha sido aprovada pela OMS pode ser endossada pela Opas ou incluída na carteira do mecanismo global de distribuição da Covax.

No entanto, Barbosa especificou que cada país é soberano na decisão de certificar e aplicar qualquer vacina.

 

 

*Por: AFP

COREIA DO NORTE - A Coreia do Norte exibiu tratores e caminhões de bombeiros, e não os habituais tanques e mísseis, em um desfile nesta quinta-feira (9), na capital Pyongyang, para celebrar o aniversário da fundação do país.

Pyongyang mantém os programas de armas nucleares e mísseis balísticos, pelos quais enfrenta sanções internacionais, e geralmente utiliza os desfiles para exibir seus projetos mais recentes.

Em um desfile em janeiro, celebrado uma noite antes da posse de Joe Biden como presidente dos Estados Unidos, os militares norte-coreanos exibiram mísseis balísticos para submarinos na Praça Kim Il-sung, diante do dirigente Kim Jong-un.

Na ocasião, a agência estatal de notícias KCNA descreveu um dos mísseis como a "arma mais poderosa do mundo".

Nesta quinta-feira, porém, o "evento de forças paramilitares e de segurança pública" incluiu destacamentos do Ministério das Ferrovias e do Complexo de Fertilizantes Hungman, de acordo com a KCNA.

Estudantes com fuzis, funcionários com máscaras de gás e trajes de proteção de cor laranja e unidades paramilitares mecanizadas desfilaram na capital, enquanto os participantes e o público compareceram ao evento sem máscaras contra a covid-19, segundo imagens divulgadas pela agência.

As maiores armas exibidas eram pequenas peças de artilharia puxadas por tratores, que, segundo a KCNA, foram conduzidos por trabalhadores de cooperativas agrícolas "para atacar os agressores e suas forças vassalas com poder de fogo aniquilador em uma emergência".

Vestido com um terno cinza de estilo ocidental, Kim Jong-un apareceu à meia-noite diante da multidão e saudou a população do país, afirmou a agência oficial, sem revelar detalhes sobre o discurso.

 

- "Reforçar a solidariedade" -

Nesta quinta-feira, República Popular Democrática da Coreia, nome oficial da Coreia do Norte, comemora 73 anos de sua fundação.

"Estamos monitorando a situação de perto. Precisamos de mais análises para ter mais detalhes", declarou uma fonte do Ministério da Coreia do Sul sobre o desfile.

O país comunista não executa testes nucleares, ou lançamento de mísseis balísticos intercontinentais desde 2017.

O regime utiliza os desfiles para enviar uma "mensagem à comunidade internacional" sem ficar exposto a represálias, explica Hong Min, pesquisador do Instituto Coreia para a Unificação Nacional, em Seul.

"A única outra forma de mostrar suas armas estratégicas é lançá-las, o que os expõe a um protesto e a mais sanções internacionais", declarou Hong Min à AFP.

De acordo com o especialista, Pyongyang recorreu aos civis "para enfrentar o acúmulo de dificuldades e desafios e para reforçar a solidariedade neste período".

A Coreia do Norte se isolou e fechou suas fronteiras para se proteger da propagação da covid-19, que surgiu na vizinha China. A situação agravou a já abalada economia do país.

As negociações com os Estados Unidos sobre a questão nuclear estão paralisadas desde o fracasso da reunião de cúpula de Hanói, em fevereiro, 2019 entre Kim Jong-un e o então presidente americano, Donald Trump.

O representante para a Coreia do Norte da nova administração americana expressou em várias oportunidades o desejo de se reunir com os colegas coreanos.

O governo de Joe Biden prometeu tomar uma posição "prática, calibrada", com esforços diplomáticos para estimular Pyongyang a abandonar seu programa de armamentos, uma condição que a Coreia do Norte nunca pareceu disposta a aceitar.

 

 

*Por: AFP

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