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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - Uma mulher foi assaltada no inicio da noite de ontem, 21, na Rua Major José Inácio, no Centro de São Carlos.

Os criminosos estariam escondidos à espera, quando a vítima chegou na residência foi detida e sob ameaças de morte os criminosos armados levaram o carro Toro, na cor cinza, 02 aparelhos celulares e documentos e depois fugiram.

SÃO CARLKOS/SP - Um homem acabou detido ao tentar furtar uma farmácia na Rua Desembargador Júlio de Faria, esquina com a Avenida Sallum, na Vila Prado, em São Carlos.

Por volta das 10h de hoje, 22, a Polícia Militar foi acionada, pois segundo informações um homem estava detido dentro de uma farmácia. Uma viatura com os PMs cabo Rezende e o soldado Donizetti foi ao local constatando o crime.

FLORIANÓPOLIS/SC - A sede da NSC TV, afiliada da Globo em Santa Catarina, foi invadida por assaltantes usando máscaras de palhaço na madrugada desta terça-feira (21), em Florianópolis. As informações são do UOL.

Os criminosos entraram no prédio por volta das 3h da manhã e roubaram seis televisores utilizados nas redações da empresa, onde também funcionam rádios e jornais do Grupo NSC Comunicação.

No momento do roubo, não havia profissionais trabalhando no local. A invasão só foi notada no início da manhã, quando os primeiros funcionários começaram a chegar para trabalhar.

BRASÍLIA/DF - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento de alguns lotes da vacina CoronaVac, contra a covid-19, que foram interditados após constatação de que “dados apresentados pelo laboratório não comprovam a realização do envase da vacina em condições satisfatórias de boas práticas de fabricação”.

A determinação foi anunciada hoje (22) por meio da Resolução (RE) 3.609, que determinou o recolhimento dos lotes da CoronaVac que já haviam sido interditados de forma cautelar pela Resolução (RE) 3.425, de 4 de setembro de 2021.

No dia 3 de setembro, a agência foi comunicada pelo Instituto Butantan que o parceiro na fabricação vacina CoronaVac, o laboratório Sinovac, havia enviado para o Brasil 25 lotes na apresentação frasco-ampola (monodose e duas doses), totalizando 12.113.934 doses, que foram envasados em instalações não inspecionadas pela Anvisa.

Diante da situação, e “considerando as características do produto e a complexidade do processo fabril, já que vacinas são produtos estéreis (injetáveis) que devem ser fabricados em rigorosas condições assépticas”, a Anvisa adotou medida cautelar com o objetivo de mitigar um potencial risco sanitário.

Em nota divulgada há pouco, a agência informa que, desde a interdição cautelar, avaliou todos os documentos encaminhados pelo Instituto Butantan, “dentre os quais os emitidos pela autoridade sanitária chinesa”.

“Os documentos encaminhados consistiram em formulários de não conformidades que reforçaram as preocupações quanto às práticas assépticas e à rastreabilidade dos lotes”, detalha a nota.

A Anvisa acrescenta que também fez a análise das documentações referentes à análise de risco e à inspeção remota realizadas pelo Instituto Butantan, “e concluiu que permaneciam as incertezas sobre o novo local de fabricação, diante das não conformidades apontadas”.

Os lotes interditados “não correspondem ao produto aprovado pela Anvisa nos termos da Autorização Temporária de Uso Emergencial (AUE) da vacina CoronaVac”, uma vez que foram fabricados em local não aprovado pela agência e, conforme informado pelo próprio Instituto Butantan, “nunca inspecionado por autoridade com sistema regulatório equivalente ao da Anvisa”.

“Portanto, considerando que os dados apresentados sobre a planta da empresa Sinovac localizada no número 41 Yongda Road, Pequim, não comprovam a realização do envase da vacina CoronaVac em condições satisfatórias de boas práticas de fabricação, a Anvisa concluiu, com base no princípio da precaução, que não seria possível realizar a desinterdição dos lotes”, completa a nota.

A Anvisa concluiu também que a realização de inspeção presencial na China não afastaria a motivação que levou à interdição cautelar dos lotes, por se tratar de produtos irregulares, uma vez que não correspondem ao produto aprovado pela Anvisa, por terem sido envasados em local não aprovado pela agência.

Diante a situação, ficará a cargo dos importadores adotar os procedimentos necessários para o recolhimento das vacinas restantes de todos os lotes que foram interditados.

A agência enfatiza que “a vacina CoronaVac permanece autorizada no país e possui relação benefício-risco favorável ao seu uso no país”, desde que produzida nos termos aprovados pela autoridade sanitária.

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