Jornalista/Radialista
Apartamento no Hot Beach Suites acomoda até sete pessoas e inclui cozinha americana e varanda com churrasqueira; com acesso ao parque aquático Hot Beach Olímpia, é opção para o 7 de Setembro
OLÍMPIA/SP - Não é de hoje que Olímpia, no interior de São Paulo, entre São José do Rio Preto e Ribeirão Preto, é destino queridinho das famílias em busca de diversão em água quente. A cidade tem dois parques aquáticos: o Thermas dos Laranjais, que deu origem ao turismo local e é o mais visitado da América Latina (AL), e o moderno Hot Beach Olímpia. Todas as piscinas dos dois parques são abastecidas com água naturalmente aquecida, que brota do solo quente. O Hot Beach Olímpia é parque aquático, mas também praia porque tem piscina com ondas artificiais e vasta faixa de areia branca e fofinha com coqueiral. Também fica na cidade o Vale dos Dinossauros, um parque temático seco. De olho nas famílias que preferem passar temporadas mais longas na cidade das águas quentes, o Hot Beach Parque & Resorts, que já administra o parque aquático Hot Beach Olímpia e três resorts, inaugurou o Hot Beach Suites. Os apartamentos do novo empreendimento acomodam até sete pessoas, perfeito para famílias expandidas para passar férias e feriados prolongados como o de 7 de Setembro.
O Hot Beach Suites, com acesso liberado ao parque aquático Hot Beach Olímpia, que fica ao lado, é um misto de hotel e segunda casa ou “casa de férias”. São 442 apartamentos em dois tamanhos: um dormitório e dois dormitórios, ambos com cozinha americana equipada com geladeira, fogão de indução, pia e armário com kit básico de utensílios e varanda gourmet e jogo de mesa e cadeiras. Tudo o que é necessário para preparar uma refeição como se estivesse em casa, se não quiser utilizar o restaurante do resort. E nem é preciso sair para comprar gêneros alimentícios de primeira necessidade. Basta descer e fazer a comprinha no armazém “Secos e Molhados” que funciona no resort.
Também estão à disposição dos hóspedes do Hot Beach Suites um restaurante Gastronomia da Terra, com cozinha variada e diversos pratos da culinária brasileira, e dois bares. O Bar da Diva, que com Carmem Miranda retratada em suas paredes em um lambe-lambe, tem no cardápio pratos típicos da cozinha brasileira, e o Bora Bar, localizado à beira da piscina, com serviço e drinks. Dispõe de academia de ginástica, ampla área kids, sala de jogos para família, game room para os adolescentes e uma ampla piscina que chama atenção para a tonalidade verde, efeito das pedras naturais da estrutura.
Com o tematização Brasil, a decoração do resort inclui cobogó, mesas, poltronas e bancos talhados em troncos de árvores brasileiras, muita madeira nos revestimentos e obras de arte do artista plástico Pitta estampadas nas paredes. Com esta configuração arquitetônica e mobiliária que possibilita ser a casa de férias, o Hot Beach Suites tem tudo para ser a sensação de Olímpia.
Já está em operação para quem comprou frações imobiliárias e para os turistas em geral, que podem fazer reservas pelo site hotbeach.com.br. Mas, se o turista quiser outro perfil de hotel, o Hot Beach Parque & Resorts tem outros três. O Thermas Park Resort & Spa, que é um resort boutique de 48 apartamentos com muito verde; o Celebration Resort Olímpia com 264 apartamentos, ao lado do Thermas dos Laranjais e o moderno e sofisticado Hot Beach Resort, com 464 apartamentos e que também fica ao lado do parque aquático Hot Beach.
Serviço
Preços e reservas de pacotes de hospedagem no Hot Beach Suites e demais resorts do Hot Beach Parque & Resorts pelo site hotbeach.com.br ou na Central de Vendas pelo telefone (17) 3279-1009 ou WhatsApp (17) 3279-1111.
Sobre a empresa
O Hot Beach Parque & Resorts pertence ao Grupo Ferrasa, da sociedade Ferrato e Sant’Anna, fundada em 1981. O Grupo Ferrasa atua nas áreas de construção civil, hotelaria, empreendimentos imobiliários e vacation ownership e tem a hospitalidade em seu DNA. Siga, curta e se inscreva nos canais do Hot Beach nas mídias sociais.
Prisões ocorreram na Capital e Grande São Paulo; autores disponibilizavam falsas cartas de crédito em site de negócios para obter valores das vítimas
SOROCABA/SP - A Polícia Civil prendeu quatro integrantes de uma quadrilha de estelionatários durante uma operação deflagrada na segunda-feira (23), na capital e região metropolitana de São Paulo.
A ação foi coordenada pela Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Sorocaba. Após apurações, os agentes identificaram o modus operandi do grupo que, em quatro meses, movimentou mais de R$ 1 milhão, com ação em todo o Estado.
De acordo com a investigação, os autores aplicavam o “golpe do consórcio”, que consiste em disponibilizar para a venda falsas cartas de crédito em sites de negócios e angariar vítimas por meio de chamadas telefônicas. Enganadas, as pessoas adquiriam esses documentos e começavam a pagar as prestações, descobrindo o crime apenas depois que percebiam o silêncio dos vendedores e depois de perderem um alto valor.
De posse das informações coletadas e demais provas, bem como a identificação dos envolvidos no esquema, os policiais civis conseguiram junto à Justiça mandados de prisão e de busca e apreensão, que foram cumpridos durante a operação nas cidades de São Paulo, São Bernardo do Campo e Mauá.
Como resultado, foram detidos dois homens e duas mulheres e apreendidos três veículos de luxo.
BRASÍLIA/DF - O Senado aprovou ontem (24) um projeto de lei (PL) que dá ao clube mandante das partidas de futebol os chamados direitos de arena, referentes à transmissão ou reprodução de jogos. Dessa forma, o clube mandante da partida terá a prerrogativa de negociar a sua transmissão. O projeto já havia passado pela Câmara e agora segue para a sanção presidencial.
O direito de arena para clubes mandantes havia sido tema de uma medida provisória (MP) editada pelo governo federal no ano passado, mas perdeu a validade sem ser apreciada pelo Congresso. Presidente da Câmara à época, o deputado Rodrigo Maia (DEM-EJ) entendeu que a medida provisória não era o instrumento mais adequado para tratar do tema e não pautou sua votação.
O texto prevê a proibição de que emissoras que transmitem os jogos patrocinem clubes e estabelece que 5% da receita dos jogos será distribuída, em partes iguais, aos jogadores (titulares ou reservas) em até 72 horas. Uma mudança importante em relação à MP editada ano passado determina que o PL não alcançará contratos já firmados. Essa era uma das principais queixas das emissoras de televisão que já tinham contratos firmados para transmissão de campeonatos nacionais e estaduais.
Atualmente, o direito de arena pertence às duas equipes participantes de uma partida, o que obriga a anuência não apenas da mandante de campo, mas também da equipe visitante para o seu televisionamento. Dessa forma, uma emissora precisa negociar os direitos com as duas equipes para viabilizar a transmissão. O relator da matéria no Senado, Romário (PL-RJ), explicou em seu parecer que o PL cria uma regra específica para o futebol.
“Com o que propõe o projeto em análise, cria-se uma regra específica para a modalidade futebol, em que o direito de arena passa a pertencer somente à equipe mandante de campo. Isso gera a possibilidade de que um time negocie diretamente com emissoras e empresas de mídia interessadas todas as partidas de uma competição em que for mandante”, explicou o relator. Nas hipóteses em quem não haja um “time da casa”, como em partidas beneficentes, comemorativas ou amistosas, o texto do projeto prevê a vigência da regra anterior.
*Por Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil
AFEGANISTÃO - No passado, o país asiático teve papel decisivo nas atividades de proponentes da "guerra santa" islâmica, como EI e Al Qaeda. Com o retorno dos talibãs, é grande o temor internacional de que esse quadro se repita.
À medida que as tropas dos Estados Unidos se retiram do Afeganistão, fica claro que a única meta de Washington no país sempre foi garantir sua própria segurança. O presidente Joe Biden não deixou qualquer dúvida a respeito, durante um discurso em meados de agosto, ao declarar: "Nosso interesse mais vital de todos no Afeganistão permanece o que sempre foi: evitar um atentado terrorista ao nosso país."
A assertiva de que esse interesse pode ser preservado sem presença militar americana não é partilhada por todos os políticos do país. O líder republicano do Comitê de Assuntos Estrangeiros da Câmara dos Representantes, Michael McCaul, declarou que o Afeganistão está voltado a ser o "celeiro terrorista" que era antes da invasão pelos EUA, em 2001.
O general do Exército Mark Milley também manifestou-se apreensivo de que grupos militantes como a Al Qaeda e o "Estado Islâmico" (EI) possam restaurar rapidamente suas redes de conexões no país que tem fronteiras com o Irã e o Paquistão.
Embora havendo risco real de que esses grupos se reorganizem no Afeganistão, o especialista Daniel Byman escreveu recentemente na revista Foreign Affairs considerar improvável que ele volte a se tornar a base internacional para jihadistas, mesmo que a retirada das tropas americanas dificulte as operações antiterrorismo.
No artigo intitulado O Afeganistão voltará a ser um porto seguro terrorista? Byman dá vários motivos para uma resposta negativa: por um lado, a Al Qaeda perdeu grande parte de sua antiga força, e o Talibã e o EI são inimigos. Acima de tudo, porém, os novos líderes afegãos teriam aprendido com o passado, devendo, portanto, comportar-se de maneira diversa.
O especialista em Sul da Ásia Christian Wagner, do Instituto Alemão para Política Internacional e Segurança (SWP), também considera improvável os jihadistas restabelecerem sua antiga presença num Afeganistão dominado pelos talibãs, até porque "eles não querem mais ser uma nação pária e estão trabalhando no sentido do reconhecimento internacional".
Quando o grupo governou o país, de 1996 a 2001, prossegue Wagner, o assim chamado Emirado Islâmico do Afeganistão só era reconhecido pelo Paquistão, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos. "Agora o Talibã quer mudar isso. E sabe que um maior reconhecimento internacional só é possível se adaptar sua política, sobretudo na forma de lidar com grupos jihadistas."
Os países ocidentais não são os únicos alarmados com a perspectiva de os talibãs transformarem o Afeganistão num reduto internacional para jihadstas. A fim de vigiar as intenções dos talibãs, há anos a Rússia mantém canais de comunicação com eles. Nos últimos meses, a China tem igualmente intensificado o diálogo com representantes do grupo islamista, da mesma forma que o Irã, oferecendo seu apoio para eventuais negociações de paz, no futuro.
Todos esses três países estão unidos na luta contra o jihadismo, e é provável que os talibãs saibam disso. E, mesmo depois de sua retirada do Talibã, os EUA não confiam apenas na boa vontade dos fundamentalistas para evitar novos ataques terroristas.
Segundo Byman, os americanos ainda dispõem de mecanismos de reconhecimento avançados para observar e combater a emergência do jihadismo no país em que estavam estacionados. "Os militares dos EUA exploraram maneiras de empregar suas bases aéreas fora do Afeganistão para ofensivas contra acampamentos da Al Qaeda, ou de operar no país por outras maneiras, caso seja necessário", escreve o analista na Foreign Affairs.
Ainda assim, permanecem estreitos os laços entre o Talibã e a Al Qaeda, na visão de Edmund Fitton-Brown, chefe da missão das Nações Unidas para monitorar os dois grupos islamistas e também o EI: "Partimos do princípio de que a liderança da Al Qaeda continua sob a proteção do Talibã", comentou à emissora NBC em outubro de 2020.
De acordo com um relatório publicado em maio de 2020 pelo Conselho de Segurança da ONU, contudo, o EI sofreu reveses significativos no Afeganistão, nos quais o Talibã desempenhou papel central.
Fundamentalmente, grupos jihadistas como o EI e a Al Qaeda perseguem metas diversas do Talibã: enquanto este é quase inteiramente concentrado em expandir seu domínio em território afegão, os outros dois operam em nível internacional, fronteiras não lhes interessam.
Christian Wagner frisa que metas assim divergentes afetam as relações entre o Talibã e o EI, com este acusando os afegãos de se concentrarem exclusivamente em seu país, colocando-o acima do islã e da meta de proliferar o islamismo.
A Al Qaeda também persegue essa meta, mas de um modo diferente do EI, que não gera tensão com o Talibã. Além disso, "ambos os grupos são interligados por sua experiência comum de combate no Afeganistão, em parte é quase impossível separá-los entre si", diz Wagner.
Para o perito do SWP, justamente esse fato poderá tornar difícil para o Talibã definir sua relação com a Al Qaeda, após a tomada de poder no Afeganistão: muito se esclarecerá antes no nível local do que nacional, e "dependerá fortemente das relações pessoais".
*Autor: Kersten Knipp / DW
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