Jornalista/Radialista
Integrantes da Polícia Civil são reconhecidos por atuação em ocorrência de destaque
PIRACICABA/SP - O governador João Doria e o secretário da Segurança Pública, general João Camilo Pires de Campos, homenagearam, na quarta-feira (20), quatro policiais civis da região de Piracicaba com o certificado “Policial Nota 10”.
Em sua 16ª edição, a iniciativa, criada pela Secretaria da Segurança Pública, tem como objetivo reconhecer e estimular o bom trabalho policial em todo o Estado de São Paulo. A solenidade acontece no Palácio dos Bandeirantes, localizado na zona oeste da capital paulista.
O delegado Demétrios Gondim Coelho, o investigador Carlos Rosel de Almeida e os agentes policiais Claudinei Ribeiro e Marcelo Teixeira Mendes Lino de Oliveira, todos da 2ª Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise), do Departamento de Polícia Judiciária do Interior 9 (Deinter 9), foram agraciados por uma ocorrência de destaque realizada em 26 de abril do ano passado.
Durante minucioso trabalho de investigação, os respectivos policiais constataram que grande quantidade de drogas chegaria na cidade para abastecer pontos de venda de drogas. Os policiais identificaram o veículo que seria usado para transporte da droga e conseguiram interceptá-lo em Piracicaba. Durante a ação, as equipes contaram com apoio do Helicóptero Águia, da Polícia Militar, o qual deu todo suporte aéreo para as equipes em terra.
No interior do veículo foram localizados 931 tijolos de maconha, que somaram 597,7 quilos, sendo então preso em flagrante um paraguaio e um adolescente, o qual reside no bairro Bosque dos Lenheiros, em Piracicaba.
“A parte mais difícil dessa ocorrência foi realizar o acompanhamento do veículo e identificar o momento certo para a abordagem”, explicou o delegado Demétrios, que recebe pela segunda vez uma condecoração das mãos do Governador. “Fui homenageado a nível Estado, pela primeira vez, em 2019, quando fiquei em terceiro lugar no Curso Superior de Polícia”, relembrou. “Quando eu soube que seria agraciado novamente tive a sensação de dever cumprido e que estou realizando um trabalho reconhecido, que traz benefícios à sociedade”, concluiu.
LÍBIA - O frágil governo de unidade da Líbia receberá nesta quinta-feira altos representantes oficiais em busca de apoio para a transição política neste país castigado pela guerra, que celebrará eleições históricas em dezembro.
A conferência é celebrada dois meses antes das eleições, organizadas sob um processo de paz patrocinado pela ONU, que visa a pôr fim a uma década de conflito e caos.
Trípoli anunciou a participação da vice-secretária-geral da ONU para Assuntos Políticos, Rosemary DiCarlo, e do enviado para a Líbia, Jan Kubis.
O ministro francês de Relações Exteriores, Jean-Yves Le Drian, disse nesta quarta-feira que participaria, assim como autoridades de potências regionais como Itália, Turquia, Arábia Saudita e Egito, segundo a agência líbia LANA.
Líbia e ONU tentam deixar para trás a violência que castigou o país desde que um levante apoiado pela Otan depôs e matou, em 2011, o ex-ditador Muamar Kadhafi.
Uma trégua entre facções oriental e ocidental permitiu instalar em março um governo de unidade, com a missão de organizar as eleições.
As eleições presidenciais estão previstas para 24 de dezembro, mas as legislativas foram adiadas por disputas entre as facções.
A conferência de quinta-feira visa a "reunir o apoio necessário, de forma transparente" para as eleições presidenciais, disse a ministra de Relações Exteriores, Najla al Mangoush, em vídeo publicado no domingo.
A comunidade internacional tem feito pressão para a realização das eleições na data prevista, mas o processo tem enfrentado desacordos sobre as bases legais da votação.
O especialista em Líbia Emadeddin Badi comentou que a base para as eleições "se torna mais precária a cada dia".
No entanto, ele acrescentou que a conferência busca "capitalizar o momento para que a Líbia se estabilize porque vários países querem ver a Líbia estável".
- Combatentes estrangeiros -
Mangoush informou que a conferência busca promover "o respeito à soberania e à independência da Líbia (assim como) evitar a interferência estrangeira negativa".
As potências estrangeiras têm apoiado diferentes partes na complexa guerra líbia e a presença de mercenários e tropas estrangeiras é um dos maiores obstáculos para uma paz duradoura.
A ONU estimou em dezembro a existência de 20.000 combatentes estrangeiros na Líbia.
Eles incluem de russos enviados pelo grupo Wagner, próximo do Kremlin, a mercenários africanos e sírios, bem como soldados turcos enviados por um acordo com um governo de unidade prévio.
O futuro destes combatentes será abordado na agenda da conferência, disse a ministra, acrescentando que a presença destas forças "representa uma ameaça não só para a Líbia, mas para toda a região".
O país também terá que resolver a integração de suas forças armadas sob um comando único, pois as diferentes tropas atualmente enfrentam umas às outras.
Embora o país teoricamente tenha um governo de unidade, sua facção oriental é controlada pelo homem forte Khalifa Haftar, que poderia se candidatar à Presidência apesar de ser odiado por muitos no oeste líbio.
*Por: AFP
EUA - Após um longo período de 6 meses, o Bitcoin voltou a quebrar recordes nesta quarta-feira (20), ao bater a marca dos US$ 66 mil. A última vez que a moeda digital atingiu máxima foi em 14 de abril, quando chegou a valer US$ 64,8 mil.
Desde que registrou recordes no início do ano, o Bitcoin viveu um período de altos e baixos, chegando a ser cotado abaixo dos US$ 30 mil e perdendo mais de 50% de valor em maio.
Recuperando-se aos poucos, em agosto a criptomoeda indicou que o movimento de retomada seria mais constante, mesmo com notícias nada positivas do aumento na regulação da mineração de criptos pelo governo da China.
Terça-feira (19), o primeiro fundo de investimento indexado (ETF) ao Bitcoin dos Estados Unidos começou a ser negociado na bolsa de Nova York e apontou para o mercado que as criptomoedas operam em terreno confiável.
Ontem, 20, o BTC era negociado a US$ 66.687, alta de 6,86%.
Diego Felix / ISTOÉ DINHEIRO
BRASÍLIA/DF - Trabalhadores informais nascidos em fevereiro recebem hoje (21) a sétima parcela do auxílio emergencial em 2021. O benefício tem parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família.

O pagamento também será feito a inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos no mesmo mês. O dinheiro é depositado nas contas poupança digitais e pode ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem. Somente de duas a três semanas após o depósito, poderá ser sacado em espécie ou transferido para uma conta corrente.
Também hoje, recebem a sétima parcela do auxílio emergencial os participantes do Bolsa Família com Número de Inscrição Social (NIS) de final 4. As datas da prorrogação do benefício foram anunciadas em agosto.
Ao todo, 45,6 milhões de brasileiros estão sendo beneficiados pela rodada do auxílio emergencial deste ano. O benefício começou a ser pago em abril.
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Sétima parcela do auxílio emergencial para beneficiários do CadÚnico - Caixa/Divulgação
Para os beneficiários do Bolsa Família, o pagamento ocorre de forma distinta. Os inscritos podem sacar diretamente o dinheiro nos dez últimos dias úteis de cada mês, com base no dígito final do NIS.
O pagamento da sétima parcela aos inscritos no Bolsa Família começou no último dia 18 e segue até o dia 29. O auxílio emergencial somente é depositado quando o valor é superior ao benefício do programa social.
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Calendário da sétima parcela do auxilio emergencial para beneficiários do bolsa família - Divulgação/Caixa
Em todos os casos, o auxílio está sendo pago apenas a quem recebia o benefício em dezembro de 2020. Também é necessário cumprir outros requisitos para ter direito à atual rodada (veja guia de perguntas e respostas no último parágrafo).
O programa se encerraria em julho, mas foi prorrogado até outubro, com os mesmos valores para as parcelas. A partir de novembro, o público do Bolsa Família será migrado para o Auxílio Brasil, caso o programa social, autorizado por medida provisória, seja criado.
*Por: Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil
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