Jornalista/Radialista
SÃO PAULO/SP - Saudades de um show, não é mesmo? A contagem regressiva para o Lollapalooza, um dos maiores festivais de música do mundo, já começou. Devido às consequências da Covid-19, a edição brasileira foi remarcada para os dias 25, 26 e 27 de março de 2022, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.
Separe seu tênis confortável e prepare-se para andar bastante, porque as performances irão se dividir em quatro palcos, e, a cada dia, o Lolla terá 10 horas de programação. Além disso, o festival traz a marca registrada de sua diversidade nos estilos musicais, indo do hip-hop ao pop alternativo, por exemplo.
Atrações
Acalma o coração que a line-up sai apenas nessa quinta (28). Porém, se você é uma usuária assídua das redes sociais sabe que os internautas já especulam alguns nomes, como Lana Del Rey, Rita Ora, Pabllo Vittar e Guns N' Roses.
No dia 3 de novembro, o festival vai abrir um período de troca de ingressos para aqueles que têm o Lolla Day - tickets que valem para um dia do festival para quem já havia adquirido os ingressos da edição adiada. E lembre-se: só após essas trocas as vendas serão iniciadas para o público em geral.
Onde comprar
Os ingressos poderão ser adquiridos no site Tickets For Fun. Porém, vale lembrar que é são inclusas as taxa de conveniência e entrega, com bilheteria oficial.
Já em relação aos valores, o Lolla ainda não divulgou oficialmente se manterá o valor cobrado anteriormente. Em 2020, os ingressos saíam a partir de R$ 360 e também era possível adquirir o Lolla Double, um tipo de ingresso para dois dias de evento, no valor de R$ 750 para meia-entrada, R$ 850, para entrada social, e R$ 1.500, inteira. Vamos aguardar as novidades!
Consultoria: Famosos e Celebridades
Beatryz Gaia / ALTOASTRAL
BRASÍLIA/DF - Um dia depois do encerramento oficial dos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia do Senado, integrantes do colegiado se reuniram com o procurador-geral da República, Augusto Aras. Ele recebeu uma cópia do relatório final do senador Renan Calheiros (MDB-AL), aprovado pela comissão ontem (26).

Com 80 pedidos de indiciamento, entre eles o do presidente da República, Jair Bolsonaro, por nove crimes, senadores independentes e de oposição que foram maioria na CPI defendem que o PGR “cumpra seu papel” e dê seguimento aos fatos apurados pela comissão. Por ser um tribunal político, uma comissão parlamentar de inquérito não pode, por si só, punir qualquer cidadão. Apesar de poder recomendar indiciamentos, o aprofundamento das investigações e o eventual oferecimento de denúncia dependem de outras instituições. No caso do presidente, ministros de Estado, deputados e senadores, isso cabe ao procurador-geral da República, chefe do Ministério Público Federal (MPF).
No encontro, o presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM), fez um breve relato dos trabalhos da comissão, lembrou o número de mortos em decorrência da pandemia de covid-19 e destacou a resistência do governo federal na compra de vacinas como um dos aspectos mais graves apurados pelo colegiado. “Foram mais de 600 mil mortos. Nós não queremos vingança. Queremos justiça. Que as pessoas que contribuíram para isso possam ser responsabilizadas pela justiça dos homens e confiamos no trabalho da Procuradoria-Geral da República e de todo o Ministério Público Federal”, disse Aziz.
Aras, por sua vez, destacou aos senadores as providências tomadas pelo MPF desde o início da pandemia. Entre as ações, ele lembrou a instauração do inquérito epidemiológico, cujo objetivo é analisar causas e prevenir novos episódios de problemas sanitários. O procurador-geral também ressaltou a atuação feita em momentos mais críticos da pandemia, seja para assegurar o fornecimento de oxigênio, de kits para intubação de pacientes e a busca por responsabilização no caso de desvios de recursos destinados ao enfrentamento do novo coronavírus.
Augusto Aras lembrou ainda o modelo de atuação do Ministério Público, que prevê o trabalho descentralizado. Segundo ele, é por isso que casos como o da Prevent Senior e da Precisa Medicamentos, que já são objeto de apurações do Ministério Público, correm de forma independente na primeira instância, respectivamente, em São Paulo e em Brasília. Há ainda ações penais já apresentadas no STJ e em outros tribunais, todas com o acompanhamento de integrantes do Ministério Público.
Para dar agilidade à análise das conclusões da CPI, ficou acertado no encontro que caberá a Augusto Aras o encaminhamento da análise de quem tem prerrogativa de foro. No caso de indiciados a quem cabe análise por outras instâncias do Ministério Público, como a Procuradoria-Geral da República do Distrito Federal, do Amazonas, do Rio de Janeiro e de São Paulo, ficou acertado que a própria CPI fará essa repartição de competências. O fatiamento, segundo assinalou o próprio Aras, deve ser feito o quanto antes para não atrasar o prazo de 30 dias para que a PGR se manifeste sobre o documento.
Especificamente sobre o relatório, o procurador-geral reiterou que uma equipe qualificada analisará, sob sua coordenação direta, todas as informações e adotará as providências cabíveis, “sempre sustentadas no respeito à Constituição e às leis” que, destacou, é o que assegura credibilidade ao trabalho do Ministério Público.
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Da PGR, os senadores seguiram para o Supremo Tribunal Federal (STF), onde também entregaram uma cópia do parecer final da CPI ao ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito que apura, na Suprema Corte, a disseminação de notícias falsas. O grupo agradeceu o compartilhamento de informações de Moraes com a CPI e pediu atenção especial para a apreciação dos pedidos aprovados na última sessão do colegiado. Um deles pede a quebra do sigilo telemático do presidente Jair Bolsonaro nas redes sociais em razão da live na qual ele relacionou a vacina contra a covid-19 à aids.
Outro requerimento aprovado pede uma investigação de Moraes pela mesma manifestação realizada pelo presidente durante a transmissão ao vivo. Os parlamentares também encaminharam a Moraes os depoimentos dos empresários Otávio Fackoury e Luciano Hang, para contribuir com o inquérito das fake news.
Ainda nesta quarta-feira, o grupo de senadores pretende entregar o relatório ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Outra medida é votar em plenário a criação da Frente Parlamentar Observatório Covid-19, para continuar acompanhando os desdobramentos da CPI e as investigações de outras instituições.
*Por Karine Melo - Repórter da Agência Brasil
SÃO CARLOS/SP - Uma chuva forte no inicio da tarde de hoje, 27, deixou moradores e comerciantes de cabelo em pé, em São Carlos.
Nossa reportagem recebeu informações e o jornalista Ivan Lucas esteve em alguns pontos como Getúlio Vargas, Praça Itália e Centro. Nesses pontos ouve alagamentos conforme vídeo abaixo.
Já internautas nos relataram que na Rua Larga, Cidade Aracy, CDHU e Rotatória do Cristo também houve alagamento. Não foi alagamentos que destruiu casas e lojas, mas cobriu ruas e calçadas. No Centro o Córrego do Gregório não transbordou.
A Defesa Civil de São Carlos nos avisou que até sexta-feira terão novas áreas de instabilidade.
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