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Redação

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 Jornalista/Radialista

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RIO DE JANEIRO/RJ - A temporada 2021/22 das Superligas de Vôlei masculina e feminina terão 24 clubes participantes, confirmados pela Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), na terça-feira (10). A competição masculina terá início em 23 de outubro, e a feminina começará três dias depois.

De acordo com a CBV, os clubes confirmados para a próxima edição da Superliga cumpriram requisitos básicos, como o fair play financeiro - não gastar mais do que a arrecadação - e o pagamento da taxa de inscrição.

Na disputa masculina, a maioria dos times são da região Sudeste, com exeção de Brasília Vôlei-DF, Goiás Vôlei-GO e Apan Eleva Educacoin-SC. O torneio reunirá também os atuais bicampeão Taubaté-SP o vice Minas Tênis Clube-MG, além de Azulim Gabarito Uberlândia-MG, Montes Claros América Vôlei-MG, Sada Cruzeiro-MG, Sesi-SP, Vedacit Vôlei Guarulhos-SP, Vôlei Renata-SP e Farma Conde Vôlei (SP).

Na Superliga feminina, a atual equipe bicampeã Minas Tênis Clube-MG e a vice Dentil/Praia Clube-MG competirão com os times Brasília Vôle-DF, Curitiba Vôlei-PR, Pinheiros-SP, Fluminense-RJ, Itambé/Minas-MG, Osasco São Cristóvão Saúde-SP, Country Club Valinhos-SP, Unilife-Maringá-PR, Barueri Volleyball Club-SP, Sesc RJ Flamengo-RJ e Sesi Vôlei Bauru-SP.

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Caso algum time desista da competição, a CBV convidará clubes conforme a classificação na Superliga B, como prevê o regulamento da competição.

 

 

*Por: AGÊNCIA BRASIL

EUA - Depois de 81 anos da sua primeira aparição nos quadrinhos de Batman, Robin, o menino-prodígio, se assumiu como bissexual no sexto e mais recente volume de Batman: Urban Legends. Nos quadrinhos, Tim Drake, o terceiro a assumir o manto de Robin, tem um "momento de iluminação" enquanto luta para salvar um colega e percebe que, na verdade, está interessado nele. O herói também já namorou a personagem Stephanie Brown.

Depois que ele finalmente resgata Bernard, Robin se questiona: “Você já teve um momento de iluminação?” Como se algo lá fora estivesse te empurrando, te provocando. Como se você soubesse que deveria estar na mesma página que o seu cérebro, mas nem tudo faz sentido. As pessoas ficam me perguntando o que eu quero. Mas eu não conseguia entender. O que quer que fosse, sempre parecia fora de alcance. Até agora”, diz ele ao colega.

Pouco depois, Tim vai até o apartamento de Bernard e diz que não sabe exatamente o que aquela noite significou, mas está disposto a descobrir. “Eu esperava que você dissesse isso. Tim Drake você quer sair comigo?", convida Bernard, que recebe um "Sim, eu acho que eu quero" como resposta do herói. A continuação da história acontecerá na edição número 10, com previsão de lançamento para dezembro deste ano. Além de aparecer nas próximas edições do quadrinho, onde sua sexualidade deve ser melhor explorada, Robin também estará na terceira temporada de Titans, interpretado por Jay Lycurgo, de I May Destroy You.

“Eu queria prestar uma homenagem ao fato de que a sexualidade é uma jornada”, disse a autora Meghan Fitzman ao site especializado Polygon. “Para deixar claro, seus sentimentos por Stephanie foram e são 100% reais, assim como seus sentimentos por Bernard. No entanto, Tim ainda está se descobrindo. Não acho que ele tenha uma linguagem para tudo”, complementou.

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Os questionamentos sobre a sexualidade de Robin não são recentes, eles remontam à criação do personagem, em 1940, com o ajudante de Batman sendo frequentemente alvo de insinuações e piadas. De acordo com uma reportagem do site Slate, Dr. Fredric Wertham, um psiquiatra convencido de que os quadrinhos eram os culpados pelos problemas da juventude chegou a testemunhar perante um Subcomitê de Delinquência Juvenil do Senado Americano, em 1954, classificando os quadrinhos de Batman como "um sonho de dois homossexuais vivendo juntos". A DC Comics mantinha a retórica de que o personagem era hétero, mas os autores eram abertos à ideia, assim como parte dos fãs, que comemoraram a representatividade.

 

 

*Por: Amanda Capuano / VEJA.com

EUA - Depois de 81 anos da sua primeira aparição nos quadrinhos de Batman, Robin, o menino-prodígio, se assumiu como bissexual no sexto e mais recente volume de Batman: Urban Legends. Nos quadrinhos, Tim Drake, o terceiro a assumir o manto de Robin, tem um "momento de iluminação" enquanto luta para salvar um colega e percebe que, na verdade, está interessado nele. O herói também já namorou a personagem Stephanie Brown.

Depois que ele finalmente resgata Bernard, Robin se questiona: “Você já teve um momento de iluminação?” Como se algo lá fora estivesse te empurrando, te provocando. Como se você soubesse que deveria estar na mesma página que o seu cérebro, mas nem tudo faz sentido. As pessoas ficam me perguntando o que eu quero. Mas eu não conseguia entender. O que quer que fosse, sempre parecia fora de alcance. Até agora”, diz ele ao colega.

Pouco depois, Tim vai até o apartamento de Bernard e diz que não sabe exatamente o que aquela noite significou, mas está disposto a descobrir. “Eu esperava que você dissesse isso. Tim Drake você quer sair comigo?", convida Bernard, que recebe um "Sim, eu acho que eu quero" como resposta do herói. A continuação da história acontecerá na edição número 10, com previsão de lançamento para dezembro deste ano. Além de aparecer nas próximas edições do quadrinho, onde sua sexualidade deve ser melhor explorada, Robin também estará na terceira temporada de Titans, interpretado por Jay Lycurgo, de I May Destroy You.

“Eu queria prestar uma homenagem ao fato de que a sexualidade é uma jornada”, disse a autora Meghan Fitzman ao site especializado Polygon. “Para deixar claro, seus sentimentos por Stephanie foram e são 100% reais, assim como seus sentimentos por Bernard. No entanto, Tim ainda está se descobrindo. Não acho que ele tenha uma linguagem para tudo”, complementou.

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Os questionamentos sobre a sexualidade de Robin não são recentes, eles remontam à criação do personagem, em 1940, com o ajudante de Batman sendo frequentemente alvo de insinuações e piadas. De acordo com uma reportagem do site Slate, Dr. Fredric Wertham, um psiquiatra convencido de que os quadrinhos eram os culpados pelos problemas da juventude chegou a testemunhar perante um Subcomitê de Delinquência Juvenil do Senado Americano, em 1954, classificando os quadrinhos de Batman como "um sonho de dois homossexuais vivendo juntos". A DC Comics mantinha a retórica de que o personagem era hétero, mas os autores eram abertos à ideia, assim como parte dos fãs, que comemoraram a representatividade.

 

 

*Por: Amanda Capuano / VEJA.com

EUA - Na terça-feira, 10, o Senado americano aprovou o novo pacote de infraestrutura que injetará 1 trilhão de dólares na economia americana. Este é o maior investimento público em décadas e será direcionado para a construção civil, como pontes, rodovias, portos, aeroportos e internet de banda larga. Metade do valor do projeto, ou seja, 550 bilhões de dólares, será financiado por nova dívida, e a outra metade advém de recursos já aprovados e que estão parados, por exemplo, em outros programas fiscais.

A aprovação justa no Senado, de 69 votos a favor (destes, 19 são republicanos) e 30 votos contra, foi possível graças à coalizão bipartidária entre democratas e republicanos, mostrando uma grande capacidade de articulação política do presidente democrata, Joe Biden, no Congresso. "A margem pela qual o pacote passou é impressionante e isso explicita o fato de que Washington consegue negociar o que é benéfico ao país. Isso tende a reduzir os ânimos polarizados", diz Alejandro Ortiz, economista da Guide Investimentos. O programa agora será direcionado para a Câmara dos Representantes, onde a aprovação é dada como certa.

Além de conseguir organizar a campanha de vacinação em massa em um país com pouca capilaridade de postos públicos - diferentemente de como ocorre no Brasil, que possui as Unidades Básicas de Saúde espalhadas por todos os municípios -, o presidente americano já havia mostrado capacidade de lidar com a crise ao passar um outro pacote no Congresso em março, de 1,9 trilhões de dólares.

O grande mérito do pacote de infraestrutura é a criação de empregos, um dos principais fatores de preocupação para a plena recuperação econômica dos Estados Unidos após a crise da Covid-19. Apesar de a atividade econômica estar se recuperando, a empregabilidade continua abaixo dos níveis pré-pandemia, como mostrou o Payroll divulgado na semana passada.

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Além disso, a análise é que, a curto prazo, a injeção trilionária na economia alavancará as bolsas de valores e os juros de longo prazo, porém pode pressionar ainda mais a inflação. A boa notícia é que, a longo prazo, a tendência se reverterá. "O pacote de infraestrutura é indutor de produtividade da economia, que é um fenômeno deflacionário. A médio prazo, certamente a pressão sobre os preços diminuirá", diz Ortiz.

 

 

*Por: Luisa Purchio / VEJA.com

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