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Redação

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 Jornalista/Radialista

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PARIS - A Fórmula 1 terá um foco maior na energia elétrica a partir de 2026, quando um novo motor, mais barato e ecologicamente correto, for introduzido, disse a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) na quarta-feira (15).

A entidade delineou os principais objetivos e uma estrutura para os regulamentos em um comunicado após reunião em Paris.

Quatro pilares principais foram listados: manter o motor V6 de 1,6 litro, aumentar a potência elétrica para 350 kW, eliminar o componente MGU-H que gera energia a partir do calor e introduzir um limite de custo para o motor.

A FIA disse que deseja enviar uma mensagem ambiental poderosa, com combustível 100% sustentável e “mudança de foco para energia elétrica”.

Também quer possibilitar que novos fabricantes de motores ingressem no esporte em um nível competitivo.

A Fórmula 1 atualmente tem apenas Mercedes, Ferrari e Renault como fabricantes de motores, enquanto a Red Bull está assumindo a tecnologia da Honda após a saída da fabricante japonesa no final deste ano.

CURITIBA/PR - Pela segunda vez na história, o Atlético-MG é campeão da Copa do Brasil. Nesta quarta-feira (15), o Galo derrotou novamente o Athletico-PR, desta vez por 2 a 1, na Arena da Baixada, em Curitiba. No duelo de ida, no último domingo (12), os mineiros golearam por 4 a 0 no Mineirão, em Belo Horizonte. A conquista anterior havia sido em 2014.

O feito garantiu aos cofres alvinegros um prêmio de R$ 56 milhões e encerrou um ano inesquecível para o torcedor, marcado também pelo título do Campeonato Brasileiro, que não era festejado há 50 anos. De quebra, os mineiros repetiram o feito que o rival Cruzeiro alcançou em 2003, ao serem campeões dos dois principais torneios do país e do Estadual na mesma temporada.

O atacante Hulk, por sua vez, finalizou a primeira temporada completa dele no futebol brasileiro como o artilheiro do país, com 36 gols, ficando à frente de Gabriel Barbosa, do Flamengo, que balançou as redes uma vez a menos. O 35º gol, que desempatou a disputa do atleticano com o camisa 9 rubro-negro, abriu o marcador no jogo de ida da final.

O título do Atlético-MG credenciou o Flamengo à Supercopa do Brasil do ano que vem, por ter sido vice-campeão brasileiro. A competição, que tem os cariocas como atuais campeões, será disputada em 20 de fevereiro, ainda sem horário definido.

A partida começou com divididas bruscas de ambos os lados e muita discussão. Com postura mais agressiva, até pela necessidade de tirar quatro gols de diferença no placar agregado (isso para levar o duelo aos pênaltis), o Athletico-PR balançou as redes aos 19 minutos. O meia Léo Cittadini cruzou pela direita e Pedro Rocha concluiu para o gol. O árbitro de vídeo (VAR), porém, viu toque de mão do atacante. O árbitro Anderson Daronco acabou anulando o lance.

Para dificultar a missão dos anfitriões, o Atlético-MG abriu o placar cinco minutos depois. O atacante Eduardo Vargas puxou contra-ataque e abriu na direita com o meia Matías Zaracho, que cruzou rasteiro para o atacante Keno mandar para as redes. O segundo quase saiu aos 29 minutos, com Hulk. O camisa 7 fez boa jogada na direita e tocou por cobertura, na saída do goleiro Santos. A bola foi rente à trave direita rubro-negra.

Na etapa final, o Furacão se lançou ao ataque atrás de um milagre. Aos dez minutos, Vinicius Mingotti (que substituiu Renato Kayzer, que deixou o campo lesionado no primeiro tempo) foi lançado na área, girou e concluiu para as redes. O gol, porém, foi anulado por impedimento milimétrico do atacante.

Com a partida sob controle, o Galo apostou no contra-ataque, trabalhando a bola com paciência, de pé em pé. Foi assim que o volante Allan, aos 24 minutos, teve espaço para finalizar de fora da área, obrigando Santos a uma ótima defesa, no ângulo. Seis minutos depois, não teve jeito: Hulk foi lançado pelo também atacante Jefferson Savarino e tentou encobrir o goleiro do Athletico-PR novamente. Desta vez, com sucesso. Um golaço.

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Saúde informa que vê com preocupação o crescimento do número de casos de síndrome gripal na cidade, como ocorre em outras regiões de SP e no Estado do RJ também. E revela os dados que mostram a elevação significativa nos últimos três meses em São Carlos.

Números - Em outubro foram 1.586 notificações, com 1.213 casos negativos e 92 positivos. Já em novembro, houve o registro de 2.103 notificações, com 1.237 casos negativos e 132 positivos. E agora, apenas até o último dia 14/12, terça-feira, foram 1.153 notificações, com 126 casos negativos e 84 positivos para síndrome gripal.

As autoridades em saúde do município suspeitam, embora não haja nenhum levantamento técnico nesse sentido, que esse aumento pode incluir pessoas que estão em falta com o calendário da vacina contra a Covid, com a primeira, a segunda e a terceira dose – chamada de dose de reforço. Por isso, fazem um chamamento especial para esse grupo de faltosos que nesta quarta-feira, 15/12, já chegou a 28.050 pessoas: 14.630 com a Astrazenca; 9.401 com a Coronavac; 4.003 com a Janssen e 16 com a Pfizer. Esse número, está relacionado a terceira dose. E a faixa etária do contingente de faltosos mais numerosos é a de 60 a 69 anos de idade, com 10.743 pessoas.

“Nesse momento, é muito importante que todos aqueles que estão em atraso com a vacina contra a Covid-19 procurem imediatamente um local de vacinação que a Prefeitura coloca à disposição, fixo ou móvel, e coloquem a sua imunização em dia. Afinal, não faz sentido termos as vacinas disponíveis em quantidade suficiente, mas as pessoas não buscarem essa proteção”, advertiu a diretora de Vigilância em Saúde, Crislaine Mestre.

SÃO CARLOS/SP - Nossa redação recebeu mais uma vez reclamações sobre a falta de medicação na Farmácia de Alto Custo, em São Carlos.

Desta vez uma mãe relatou que há um mês vai até a farmácia de Alto Custo localizada na Rua Santa Cruz, e não encontra o remédio Clozapina 100mg, que seu filho toma, pois tem esquizofrenia.

Segundo a mãe, ela está correndo atrás de quem pode ajudar, desta vez procura a imprensa através da Rádio Sanca, pra ver se as autoridades tomam alguma atitude, pois não é só o filho desta mulher que sofre.

“Eu já liguei 136 no Ministério da Saúde (nunca tem resposta), já liguei na DRS III em Araraquara (mandam ligar na Secretária Estadual) e liguei até no laboratório do remédio e o pior que ninguém me dá uma resposta consistente (sic)” desabafou a mãe.

No último dia 09 de dezembro, os vereadores de São Carlos estiveram no Departamento Regional de Saúde em Araraquara (DRS III) para tratar da falta de medicamentos na Farmácia de Alto Custo de São Carlos.

Os parlamentares são-carlenses foram recebidos por Jeferson Yashuda, diretor do DRS III, e Fabrício Ogusuku, diretor do Núcleo Assistência Farmacêutica. O departamento atende 24 municípios no processo de distribuição de medicamentos de alto custo, inclusive São Carlos.

A reunião teve o intuito de verificar a falta de medicamentos na farmácia e buscar uma solução para o problema que aflige muitos cidadãos, relataram os vereadores. Na ocasião, discutiu-se uma forma de facilitar para quem necessita da farmácia a averiguação da disponibilidade de medicamentos específicos por meio de uma lista de medicamentos faltosos. A princípio, esta lista é extra oficial, fazendo parte de um projeto piloto, fase inicial de um teste.

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