Jornalista/Radialista
BRASÍLIA/DF - Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), nascidos em janeiro, podem sacar, a partir de hoje (2), a quarta parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro foi depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 17 de julho.

Os recursos também poderão ser transferidos para uma conta-corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro apenas podia ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.
Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site.
O saque originalmente estava previsto para ocorrer em 13 de agosto, mas foi antecipado em duas semanas por decisão da Caixa. Segundo o banco, a adaptação dos sistemas tecnológicos e dos beneficiários ao sistema de pagamento do auxílio emergencial permitiu o adiantamento do calendário.
O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.
Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante sete meses, prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.
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Pelas regras estabelecidas, o auxílio será pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não há nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.
O programa se encerraria com a quarta parcela, depositada em julho e sacada em agosto, mas foi prorrogado até outubro, com os mesmos valores para o benefício.
* Colaborou Andreia Verdélio
*Por: Welton Máximo - Repórter da Agência Brasil *
BRASÍLIA/DF - O STF (Supremo Tribunal Federal) deu 10 dias para que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) explique o bloqueio de jornalistas em redes sociais. O despacho com a decisão, publicado no domingo (1º), consta em ação impetrada na última semana pela Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo).
A associação quer impedir que Bolsonaro bloqueie jornalistas no Twitter. Levantamento da Abraji mostra que, desde setembro de 2020, foram 265 bloqueios realizados por autoridades públicas contra 133 jornalistas. Bolsonaro foi o responsável por 71 desses bloqueios.
A relatora da ação é a ministra Carmem Lúcia. Mas o prazo foi estipulado pela ministra Rosa Weber, que assumiu o plantão durante o recesso do judiciário.
“A ação chama atenção para o fato de que o presidente utiliza as redes sociais como canal de diálogo com a sociedade civil, divulgando ações do poder público como construção de obras, processos de desburocratização, monitoramento da pandemia de covid-19 e até mesmo a nomeação de ministros”, afirmou a Abraji em comunicado.
“O interesse público na conta do presidente reforça que bloqueios a jornalistas configuram restrição de acesso a informações públicas, direito garantido pela Constituição Federal”, diz.
Segundo a Abraji, o bloqueio dificulta a atuação dos jornalistas, uma vez que “impede o profissional de conseguir impressões e interagir com o político”.
Além disso, ressaltou a associação, o profissional deixa de ter “acesso à interação de outros usuários com a conta, o que funciona, na prática, como um controle exercido por um funcionário público sobre fontes de coleta de informação de jornalistas”.
De acordo com o levantamento da Abraji, os bloqueios realizados por Bolsonaro atingiram, além de jornalistas, 6 veículos de comunicação.
O presidente bloqueou, até 5 de julho (quando os dados foram divulgados), os veículos The Intercept Brasil, Diário do Centro do Mundo, Aos Fatos, Congresso em Foco, Repórter Brasil e O Antagonista. Os últimos 3 foram bloqueados em junho deste ano.
*Por: Poder360
SÃO PAULO/SP - A volta de Silvio Santos ao SBT, depois de mais de um ano afastado por conta pandemia, não passou batida. O nome do apresentador ficou entre os assuntos mais comentados do Twitter na noite de domingo, 1º. Tudo por conta da aparência diferente.
Aos 90 anos, o dono da emissora da Anhanguera apareceu com as bochechas com mais volume e a testa lisa. Mas os dentes do apresentador foram o que mais chamaram a atenção.
“Tem alguma coisa errada com o Silvio Santos. A boca dele tá estranha e a voz também”, publicou um internauta no microblog. “O Silvio Santos morreu e tem um sósia com deep fake no lugar”, comentou outro.
Alguns telespectadores chegaram a comparar a aparência do apresentador com a da imitação que o humorista Ceará faz dele.
Um dos tweets feito por outro internauta apontou o que poderia ter acontecido: “Ele só retirou as lentes, gente. Deve ter dado algum BO nos dentes e teve que retirar as lentes para consertar ou arrumar algo de errado na boca dele.”
Veja abaixo alguns dos comentários:
O que aconteceu com a boca do Silvio Santos? #ProgramaSilvioSantos pic.twitter.com/pqPPVyQ07M
— Juh Sarah (@JuhSarah) August 1, 2021
q isso gente… o silvio santos morreu e tem um sósia com deep fake no lugar, olha essa boca derretida D: pic.twitter.com/Ftm1P18rJS
— calaboca.co (@bisualvoy) August 1, 2021
Agora ficou igual pic.twitter.com/fl2K5tz8yC
— Torcedor do Corinthians (@Geandrade3) August 1, 2021
Silvio Santos ta a cara do Vingador da Caverna do Dragão. ? #ProgramaSilvioSantos pic.twitter.com/WAdDfHf9It
— Em busca dos 45 pontos ?? (@AlineLima_Cec) August 2, 2021
*Por: CATRACA LIVRE
JAPÃO - Um erro de Caio Souza fez com que o brasileiro caísse em sua apresentação na final do salto nesta segunda-feira nos Jogos Olímpicos de Tóquio e terminasse na oitava e última colocação. A queda tirou o ginasta da briga pelo pódio logo no início da prova, já que ele foi o segundo a se apresentar.
Após um bom primeiro salto, com nota 14,446, Caio acabou não conseguindo altura suficiente e ainda caiu sentado na segunda apresentação. Com a nota 12,900, a sua média final foi de apenas 13,683. Na classificatória, ele havia conseguido média 14,700 e tinha avançado para a final com a sétima colocação.
A final desta segunda-feira foi disputadíssima. Menos de um décimo separaram o primeiro do quinto colocado. A medalha de ouro foi o sul-coreano Shin Jeahwan. Ele e Denis Abiazin, do Comitê Olímpico Russo, receberam nota 14,783, mas o sul-coreano levou a melhor no critério de desempate. Artur Davtyan, da Armênia, fechou o pódio com nota 14.733.
Antes da decisão desta segunda-feira, Caio Souza havia participado da final do individual geral, quando acabou na 17.ª posição. Na mesma prova, o também brasileiro Diogo Soares foi o 20.º colocado.
O Brasil não teve um bom dia no Centro de Ginástica Ariake nesta segunda-feira. Rebeca Andrade terminou com um quinto lugar na final do solo ao pisar fora do tablado em sua apresentação. Já o sonho de Arthur Zanetti, 31 anos, de se tornar o primeiro ginasta do mundo a conquistar uma medalha nas argolas em três edições consecutivas dos Jogos Olímpicos acabou com uma queda com o rosto no chão ao final de sua apresentação.
*Por: RAPHAEL RAMOS / ESTADÃO
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