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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - A Câmara Municipal de São Carlos realizou nesta quinta-feira, 28, uma audiência pública onde foi debatido o projeto de lei que estabelece o orçamento do município de São Carlos para o exercício financeiro de 2022, a Lei Orçamentária Anual (LOA).

A audiência que foi presidida pelo vereador e presidente da Câmara Municipal, Roselei Françoso contou com a participação da diretora do Departamento de Planejamento e Orçamento, Fabiana Tadeu Colmati, e dos vereadores Marquinho Amaral, Raquel Auxiliadora, Djalma Nery, Robertinho Mori, Lucão Fernandes, Ubirajara Teixeira, Sérgio Rocha, Professora Neusa e Rodson Magno.

Também participaram os secretários municipais, Luís Antônio Panone, da Secretaria de Planejamento e Gestão, Samir Antonio Gardini, da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social, Wilson Jorge Marques, da Secretaria de Habitação e Desenvolvimento Urbano, Wanda Aparecida Machado Hoffmann, da Secretaria de Educação, Mário Luís Duarte Antunes, da Secretaria de Fazenda, Helena Maria Cunha do Carmo Antunes, da Secretaria de Gestão de Pessoas.

Estiveram presentes ainda as conselheiras, Larissa Alves de Camargo Albino e Andrea Cadena Giberti, representando o Conselho Tutelar de São Carlos,  o diretor financeiro da PROHAB, Jorge Luis Negretto, e o vice-prefeito Edson Ferraz.

O orçamento estima a receita e fixa a despesa no período e se refere aos poderes do município, fundos especiais, órgãos e entidades da Administração direta e indireta. A estimativa de arrecadação para 2022 é de R$ 1.024.556.274,26. Entre a despesa fixada por funções de governo, as maiores dotações do orçamento fiscal de São Carlos para 2022 se destinam à Saúde (R$ 251.624.879,44), Educação (R$ 236.497.738,55), Administração (R$ 180.109.472,72) e Saneamento (R$ 130.517.300,00). 

No dia 30 de setembro, a proposta orçamentária foi entregue ao Legislativo pelos secretários municipais de Planejamento e Gestão, Luís Antônio Panone, e de Fazenda, Mário Antunes.

SÃO CARLOS/SP - O Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE São Carlos) comunica que a partir do próximo sábado (30/10) realizará o remanejamento da adutora do Ribeirão Feijão. Essa mudança será necessária devido às obras que estão sendo realizadas pela Concessionária RUMO na Praça Itália.

O remanejamento é um serviço de alta complexidade, porém, necessário para a execução do projeto de duplicação da passagem inferior da Praça, que passará ter 4 pistas. A captação de água do Ribeirão Feijão é responsável pelo abastecimento de aproximadamente 30% da população residente na cidade, atingindo diretamente a região central e todas as regiões dos bairros Cidade Aracy, Vila Prado, Vila Nery, Vila Monteiro, Vila Alpes e Cidade Jardim. O volume de água que deixará de ser tratado e distribuído à população é da ordem de 1.200.000 litros por hora.  

O remanejamento da adutora deve ser concluído no domingo (31/10), porém como os níveis dos reservatórios estarão baixos, a normalidade do abastecimento poderá ocorrer somente no início da noite de domingo. 

O SAAE solicita aos usuários que utilizem racionalmente a água, evitando ao máximo qualquer desperdício. Os serviços poderão ser adiados em função das condições climáticas. Outras informações podem ser obtidas no Serviço de Atendimento ao Usuário pelo telefone 08000-111-064.

PORTUGAL - Cristiano Ronaldo será pai novamente! O jogador de futebol anunciou na quinta-feira (28) que sua esposa, Georgina Rodríguez, está grávida de gêmeos. Em suas redes sociais, os dois compartilharam uma imagem com o ultrassom e confirmaram a chegada dos bebês.

Na publicação, o português celebrou a novidade e declarou o seu amor aos novos herdeiros. “É um prazer anunciar que estamos esperando gêmeos”, revelou Cristiano.

“Nossos corações estão cheios de amor – mal podemos esperar para conhecer vocês! Abençoados”, completou o famoso. A notícia já havia sido adiantada pela revista espanhola Hola que, segundo a publicação, havia revelado que a modelo estava na 12ª semana de gestação.

Vale lembrar que o jogador português e a esposa já são pais de Alana Martina, de 3 anos. Cristiano Ronaldo também é pai de Cristiano Ronaldo Jr e dos gêmeos Eva e Mateo, gerados por barriga de aluguel.

 

 

*Por: JETSS

Estudo detecta comércio solidário em condomínios residenciais, com o uso da tecnologia, mas também aumento da precarização do trabalho

 

SÃO CARLOS/SP - Uma pesquisa desenvolvida na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) analisou o comércio e o consumo de mercadorias em condomínios residenciais, entre vizinhos, no contexto da pandemia de Covid-19. Neste cenário, a necessidade de distanciamento social levou à busca de alternativas para geração de renda, especialmente via aplicativos de comunicação, como o WhatsApp, evidenciando, segundo o estudo, a solidariedade entre as pessoas e, ao mesmo tempo, a precarização do trabalho na sociedade contemporânea.
O trabalho, realizado por Carlos Henrique Costa da Silva, docente do Departamento de Geografia, Turismo e Humanidades (DGTH-So) do Campus Sorocaba da UFSCar, e por Diego de Morais Benega, mestrando no Programa de Pós-Graduação em Geografia (PPGGeo-So) da Instituição, investigou a organização do comércio e do consumo em três condomínios residenciais, horizontais (casas) e verticais (prédios), de abril a novembro de 2020: Residencial Itahyê, em Santana de Parnaíba, com moradores de classe A, horizontal; Bela Cintra, em São Paulo, de classe B, vertical; e Residencial Parque Sicília, em Votorantim, classes C e D, também vertical.
Esta escolha foi feita com o intuito de compreender a extensão territorial dos impactos econômicos da pandemia em perfis socioeconômicos e municípios diferentes.
Para isso, os pesquisadores coletaram informações sobre venda de serviços e produtos postadas nos grupos de WhatsApp dos condomínios e entrevistaram 30 moradores comerciantes (10 de cada local).
Em relação às atividades comerciais exercidas, 76% são de alimentação, com a produção de bolos, tortas, brigadeiros, hambúrgueres, massas, dentre outros. Em segundo lugar - apenas 10% das respostas - está a prestação de serviços, como vendas de produtos artesanais como máscaras caseiras, assistência técnica em eletrodomésticos ou reparos em imóvel. Por fim, entram serviços como higiene pessoal e beleza (6%), vestiário (4%) e serviços para animais (4%).
Ao selecionarem dois principais meios de divulgação de seu comércio, 40% optaram pelo WhatsApp, e 31% acreditam na divulgação "boca a boca", por indicação. "A divulgação pelo WhatsApp ou redes sociais é considerada fundamental para a divulgação do comércio, mas os comentários e os compartilhamentos de avaliações dos produtos adquiridos pelos vizinhos-clientes geram engajamento e fidelização. Os dois se complementam", avalia Silva.

Comércio solidário
A análise das postagens nos grupos e das entrevistas mostra que a relação de vizinhança nos três condomínios permitiu o comércio solidário entre as pessoas. "Algumas faziam um alimento, outras se prontificavam a criar uma arte para divulgação, outras para tirar a foto... a solidariedade e a troca de produtos e serviços foram notáveis", registra o docente da UFSCar.
Silva resgata que a própria história do comércio mostra que o ser humano precisa das relações de troca. "O encontro e a interação social dão vida às cidades e garantem o compartilhamento de experiências. A quarentena transformou esta dinâmica social e as relações de proximidade foram valorizadas", avalia. "Ao mesmo tempo em que era imposto o distanciamento social, os moradores se aproximaram virtualmente e trocaram produtos, ainda que sem manter contato físico entre eles, fortalecendo o comércio local e maximizando as formas de gerar renda", completa o pesquisador.

Precarização do trabalho
Apesar do cenário de solidariedade entre os moradores, os resultados da pesquisa mostram, por outro lado, que o comércio e o consumo baseados nas relações de proximidade de moradia e de vizinhança cresceram durante a pandemia devido à crise econômica, decorrente da paralisação da produção e da circulação de pessoas. Isso ocasionou aumento do desemprego e da informalidade - a maior parte dos entrevistados relatou que as vendas são sua principal fonte de renda (36%) ou, pelo menos, de complementação (28%).
Silva lembra, no entanto, que a informalidade - uma forma de precarização do trabalho - é uma realidade há pelo menos 30 anos. "A economia da era digital tem apresentado formas de trabalho com vínculos frágeis ou inexistentes, abrindo uma nova era de exploração. Há perda de direitos sociais e trabalhistas e aumento da informalidade como uma alternativa ao desemprego, colocando os trabalhadores em situação de precariedade", descreve. "A pandemia escancarou o cenário e nos fez enxergar ainda mais a precarização do trabalho existente em nossa sociedade, bem como as formas de sobrevivência que as pessoas descobriram como alternativas para enfrentar a crise", expõe.
Os resultados da pesquisa estão no capítulo "O comércio e o consumo em condomínios residenciais horizontais e verticais durante a pandemia de Covid-19", publicado no livro "Espaços de consumo em tempos de Covid-19", organizado por Amalia Inés Geraiges de Lemos e Aparecido Pires de Moraes Sobrinho, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), da Universidade de São Paulo (USP). A obra está disponível para leitura em livrosabertos.sibi.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/645.

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