fbpx

Acesse sua conta de usuário

Nome de usuário *
Senha *
Lembrar de mim
Redação

Redação

 Jornalista/Radialista

URL do site: https://www.radiosanca.com.br/equipe/ivan-lucas E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Pesquisa subsidia a proposta de mobilidade urbana para um novo perfil de cidade

 

SÃO CARLOS/SP - Tornar a cidade de Araraquara (SP) mais segura do ponto de vista da mobilidade para todos os seus usuários, promovendo uma melhoria na qualidade de vida: esse é o resultado buscado pelo estudo de revisão do Plano de Mobilidade Urbana do município, elaborado pela equipe de pesquisadores da Programa de Pós-Graduação em Engenharia Urbana (PPGEU) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), cuja etapa de diagnóstico foi apresentada no último dia 11 de novembro, em audiência pública na Câmara Municipal de Araraquara.
Com início em junho de 2019, o projeto desenvolvido pela UFSCar teve como objetivo revisar o Plano de Mobilidade Urbana de Araraquara segundo exigências da Política Nacional de Mobilidade Urbana (PNMU), instituída em abril de 2012 pela Lei Federal n. 12.587. O Plano é um dos instrumentos de desenvolvimento urbano no Brasil e tem como finalidade priorizar os modos não motorizados (a pé e bicicleta) e o transporte público, promovendo a integração entre os diferentes modos de transporte e a melhoria da acessibilidade e da mobilidade de pessoas e cargas.
Como resultado do estudo, foi criado o MOBILIdados, um diagnóstico atual de Araraquara que subsidia a proposta de mobilidade urbana para um novo perfil de cidade. É composto pelos dados resultantes de levantamentos realizados nas vias públicas da cidade, considerando as principais entradas e saídas do município e os principais pontos de circulação interna, além dos resultados da pesquisa origem-destino, realizada via formulário web, com pessoas de todos os bairros (agrupados em Zonas de Tráfego), de várias faixas etárias, e incluindo usuários de transporte coletivo, de veículos motorizados e da mobilidade ativa, como ciclistas e pedestres.
Ao todo, a pesquisa foi dividida em 14 etapas, entre elas estão planejamento; treinamento e capacitação inicial da equipe; levantamento geral da base de dados e georreferenciamento; organização e realização de Audiência Pública; pesquisas de comportamento na circulação: pesquisas de origem e destino; pesquisas operacionais do transporte coletivo, entre outras.
"Finalizamos a etapa de diagnóstico e agora daremos início à etapa de prognóstico, que se refere à etapa de apresentação de propostas. Pretende-se com elas fomentar o deslocamento das viagens realizadas utilizando o transporte coletivo, a pé e de bicicleta, dando mais segurança para que a população utilize estes modos, seja através da criação de uma rede cicloviária segura e conectada, seja através da criação de áreas que assegurem que o pedestre consiga caminhar com segurança, bem como propostas que possibilitem que o transporte coletivo atenda a uma maior parcela da população. Destacamos o incentivo ao uso da bicicleta, proporcionando uma transformação da cidade para um modal mais sustentável, denominada cidade ciclável", finalizou Luciana Márcia Gonçalves, docente do Departamento de Engenharia Civil (DECiv) da UFSCar.

SÃO PAULO/SP - Pesquisa do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (Ibevar) aponta que a vendas da Black Friday deverão ser mais fracas que as do ano passado. Segundo o levantamento, divulgado na 3ª feira (23), apenas cinco categorias de produtos devem ter crescimento na intenção de compra do consumidor, em relação a 2020. 

O estudo acompanhou a intenção de compra em 28 grupos de produtos. Entre as categorias observadas, apenas jogos eletrônicos – Nintendo Switch (25,7%), bicicletas (18,1%), fones de ouvidos (20%), consoles de vídeo-game (0,8%) e calçados (0,5%) estão com crescimento previsto para o período. 

“Sem o mesmo incentivo financeiro que ocorreu no ano passado, inflação de dois dígitos, deterioração do poder real de compra do consumidor e, considerando que muitos produtos comprados em um dado ano só serão recomprados depois de um longo período, 2021 dificilmente poderia quebrar recordes”, destacou o economista e presidente do Ibevar, Claudio Felisoni de Angelo.

BRASÍLIA/DF - A Câmara dos Deputados aprovou na noite de ontem (23) um projeto de lei que aumenta a pena dos crimes de calúnia, difamação e injúria cometidos em contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher. No caso desses crimes, a pena atual prevista pelo Código Penal é de um mês a dois anos a depender do crime. Pelo projeto, essa pena sofreria um agravante e seria aumentada em um terço. Texto segue para análise do Senado.

O projeto estabelece que os crimes de calúnia, difamação e injúria cometidos no contexto de violência contra a mulher não dependerão mais exclusivamente da queixa da ofendida, podendo o Ministério Público oferecer a denúncia e também não será permitida isenção de pena para os acusados que se retratarem antes da sentença condenatória quando o crime ocorrer nesta situação específica.

Para o crime de ameaça, também abrangida pelo projeto, a pena atual de detenção de um a seis meses ou multa passa para detenção de seis meses a dois anos e multa quando ocorrer no contexto de violência contra a mulher.

O projeto ainda muda o Código do Processo Penal para prever que o juiz determine ao agente preso em flagrante o uso de tornozeleira eletrônica, sem prejuízo de outras medidas cautelares, quando da audiência posterior à prisão em flagrante, quando o crime envolver a prática de violência doméstica e familiar contra a mulher.

MOSCOU - A Rússia exigiu que 13 empresas estrangeiras, em grande parte de tecnologia dos Estados Unidos, sejam oficialmente representadas em solo russo até o final de 2021 ou enfrentarão possíveis restrições ou proibições definitivas.

A exigência do regulador estadual de comunicações Roskomnadzor, na noite de segunda-feira, deu poucos detalhes sobre o que exatamente as empresas serão obrigadas a fazer e tinha como alvo algumas empresas que já possuem escritórios na Rússia.

Os gigantes das mídias sociais estrangeiras, com mais de 500 mil usuários diários, foram obrigados a abrir escritórios na Rússia desde que uma nova lei entrou em vigor em 1º de julho. A lista publicada na segunda-feira menciona as empresas pela primeira vez.

O documento lista o Google, da Alphabet, o Facebook, o Twitter, o TikTok e o aplicativo de mensagens Telegram, que a Rússia multou este ano por não excluir conteúdo considerado ilegal.

A Apple, alvo no país por suposto abuso de sua posição dominante no mercado de aplicativos móveis, também estava na lista.

O Roskomnadzor disse que as empresas que violarem a legislação podem enfrentar restrições à publicidade, coleta de dados e transferência de dinheiro, ou proibição total.

Mas, o tipo de representação que as empresas precisam ter na Rússia não está claro, disse Karen Kazaryan, chefe da empresa de análise Internet Research Institute.

"Não há explicação na lei, nenhum esclarecimento sobre qual deve ser a forma legal de representação da organização", disse Kazaryan à Reuters nesta terça-feira.

O Roskomnadzor, quando questionado por mais detalhes, citou seu comunicado.

Além de ter representação na Rússia, as empresas devem abrir uma conta no site do regulador e ter um formulário de feedback para interagir com os usuários russos, disse o Roskomnadzor.

"As entidades estrangeiras são obrigadas a limitar o acesso a informações que violam a legislação russa", disse o Roskomnadzor, sem fornecer mais detalhes.

Nosso Facebook

Calendário de Notícias

« Junho 2026 »
Seg. Ter Qua Qui Sex Sáb. Dom
1 2 3 4 5 6 7
8 9 10 11 12 13 14
15 16 17 18 19 20 21
22 23 24 25 26 27 28
29 30          
Aviso de Privacidade

Este site utiliza cookies para proporcionar aos usuários uma melhor experiência de navegação.
Ao aceitar e continuar com a navegação, consideraremos que você concorda com esta utilização nos termos de nossa Política de Privacidade.