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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO PAULO/SP - Os motoristas do estado de São Paulo já estão pagando R$ 6 pelo litro da gasolina em algumas regiões. De acordo com levantamento semanal da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), o valor do combustível na capital paulista varia entre R$ 4,989, no bairro Limoeiro, e R$ 6,299, no Jardim São Sebastião, ambos na zona leste.

De acordo com o último IPTL (Índice de Preços Ticket Log), com base nos abastecimentos realizados em 21 mil postos, o preço médio da gasolina no país avançou 2,28% em julho, na comparação com o fechamento do mês anterior. Esse novo aumento fez o valor médio por litro ultrapassar R$ 6.

Na primeira quinzena de fevereiro, o valor de R$ 5 foi alcançado pela primeira vez. Cinco meses depois, o combustível foi comercializado à média de R$ 6, 24, 7% acima do registrado no fechamento de janeiro, segundo a Ticket Log.

Pelo IPTL, a gasolina apresentou aumento nas cinco regiões brasileiras. No Nordeste, o maior deles, de 2,69% em relação a junho. Mas o combustível com preço médio mais alto foi encontrado no Centro-Oeste, a R$ 6,080. Na Região Sul, os postos registraram o combustível com menor valor médio por litro, a R$ 5,776. Já a menor alta foi registrada no Sudeste, de 1,53%.

O cenário continua de alta também para o etanol, embora o preço médio esteja bem próximo do registrado no mês anterior. O combustível foi encontrado em julho a R$ 5,042 o litro no território nacional, alta de 0,2%”, destaca Douglas Pina, da Edenred Brasil.

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Na primeira semana de agosto, de acordo com o levantamento da ANP, o preço do etanol na capital foi de R$ 3,699 a R$ 4,899. No Acre, o combustível chega a custar R$ 6,27.

 

 

*Por: Ana Paula Branco / FOLHA

Evento acontece nos dias 9 e 10 de novembro

 

SÃO CARLOS/SP - O Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF), com sede na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), promove, nos dias 9 e 10 de novembro, a segunda edição do Encontro Virtual de Materiais e Ciência (e-Mat&Sci2). O evento, que em sua primeira edição contou com a apresentação de quase 200 trabalhos, tem como objetivo proporcionar o diálogo entre pesquisadores e o compartilhamento de conhecimentos produzidos nas áreas de Ciência e Engenharia de Materiais, considerando o contexto de prolongamento da pandemia de Covid-19.

O e-Mat&Sci2 é destinado a pesquisadores em todos os níveis, desde a Iniciação Científica até o pós-doutorado, docentes, técnicos e quaisquer outras pessoas interessadas em conhecer melhor a área, assim como acontece no Simpósio de Pesquisa e Inovação em Materiais Funcionais (SPIMF), que se encontra suspenso devido às orientações sanitárias.

O encontro, com inscrição gratuita até o dia 20 de outubro, contará com palestras de pesquisadores renomados e sessões de apresentações de trabalhos nas áreas de Optoeletrônica; Catálise; Síntese de Materiais Funcionais; Educação e Difusão em Materiais; Teoria Computacional; Energia; Saúde; e Meio Ambiente. Os palestrantes confirmados para o evento são Anna Hankin, pesquisadora do Imperial College London; Lourdes Gracia, professora da Universitat de València; Jefferson Bettini e Mateus Borba Cardoso, pesquisadores do Laboratório Nacional de Nanotecnologia (LNNano-CNPEM); Daniel Corrêa, pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa); e Daniel Leiva, professor do Departamento de Engenharia de Materiais (DEMa) da UFSCar.

Os trabalhos, que serão apresentados em sessões virtuais, devem ser submetidos para uma das áreas específicas abordadas no evento e podem ser redigidos em Português ou Inglês, contendo no mínimo duas e no máximo três páginas, obedecendo o modelo (template) disponibilizado no site do Encontro (http://cdmf.org.br/e-meeting). Os manuscritos devem ser enviados no ato da inscrição de seus autores (apresentadores), também até o dia 20 de outubro.

Mais informações sobre o e-Mat&Sci e inscrições no evento estão disponíveis no site http://cdmf.org.br/e-meeting. O e-Mat&Sci2 tem o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

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CDMF

O CDMF é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepids) apoiados pela Fapesp e recebe também investimento do CNPq, a partir do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia dos Materiais em Nanotecnologia (INCTMN).

JAPÃO - Atual campeã e finalista das últimas quatro edições, a seleção brasileira masculina de vôlei ficou sem medalha nos Jogos de Tóquio. A medalha de bronze ficou com a Argentina, que venceu o Brasil por 3 sets a 2, com parciais de 25/23, 20/25, 20/25, 27/17 e 15/13, na decisão de terceiro e quarto lugares, na madrugada deste sábado, 7.

Os argentinos celebraram com enorme euforia a conquista, apenas a segunda medalha de sua história (a outra foi um bronze nos Jogos de Seul-1988). Facundo Conte foi o maior pontuador da partida, com 21 bolas no chão. Do lado brasileiro, Wallace marcou 17 pontos.

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A última vez que a seleção brasileira de vôlei havia ficado fora do pódio e também de uma final olímpica foi em Sidney-2000. Na ocasião, caiu nas quartas de final justamente para a Argentina, quarta colocada.

 

 

*Por: VEJA.com

TÓQUIO - O boxe brasileiro é campeão olímpico na categoria peso médio masculino. É o segundo ouro da história da modalidade para o país, o segundo da Bahia.

Hebert Conceição, 23, venceu neste sábado (7), na arena Kokugigan, o ucraniano Oleksandr Khyzhniak e conquistou o primeiro lugar no pódio.

Fã de Olodum, o pugilista entrou no ringue como fez durante toda a competição, ao som de "Madiba", música do grupo baiano que faz referência a um "nobre guerreiro".

"Sempre entro para lutar com esse grande hino porque no século 21 a gente ainda convive com casos de racismo", protestou o brasileiro.

Os Jogos de Tóquio já são históricos para o boxe do Brasil. Bia Ferreira luta neste domingo (8) e busca ser a primeira brasileira campeã olímpica no esporte.Nunca o país havia chegado em duas finais na mesma edição do evento.

O único ouro brasileiro no boxe olímpico até então era de Robson Conceição, na Rio-2016.

O campeão da Tóquio-2020 teve apoio de artistas ao longo da campanha no Japão.

"Grandes artistas da Bahia me gravaram vídeos, o que me incentivou muito e fez-me sentir muito especial."

A banda Olodum, o Denny, do Timbalada, o compadre Washington também. Ivete Sangalo também me seguiu no Instagram", contou o lutador, que agradeceu pelos recados.

Conceição é cria de um dos maiores nomes da modalidade, o ex-campeão mundial Luiz Dórea, fundador da Academia Champions, para quem "a Bahia é coração do boxe no Brasil".

Hebert Conceição foi o motivo de "rocambole" ter virado uma expressão na delegação.

Quando ganhou as quartas de final, saiu comemorando em direção à câmera de televisão.

"Eu sou medalhista olímpico, caralho! Eu mereço pra caralho! Nós trabalhamos pra caralho, porra!", disse.

Os palavrões, no entanto, geraram reclamações por parte do COI (Comitê Olímpico Internacional).

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A comissão técnica, então, escolheu outra palavra para substituir a palavra censurada. Decidiu usar "rocambol". Quando ganhou a semifinal, Bia Ferreira gritou: "É Brasil, rocambole!".

 

 

 

*Por: ALEX SABINO E CAMILA MATTOSO / FOLHA

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