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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO PAULO/SP - A ameaça está feita. O apresentador Neto, da TV Band, e o atacante Deyverson, do Palmeiras, estão tretados. Foi durante o programa “Os Donos da Bola” desta segunda-feira que o ex-jogador contou que o atacante apontou e fez sinais com o dedo na direção dele durante uma chamada de vídeo na despedida do goleiro Jailson.

Tudo isso aconteceu na festa de despedida do goleiro, que deixou o Alviverde e agora defenderá o Cruzeiro. Durante o programa, Neto elevou o nível da briga e foi muito mais além, ameaçando Deyverson para o caso de se encontrarem pessoalmente.

"Por sinal, Deyverson, deixa eu dar um recado para você. Teve a festa de despedida do Jailson - e eu dei um beijo na mãe dele no FaceTime. Quando você apontou o dedo do meio para mim, Deyverson, na próxima vez que vier na Band, vem aqui apontar o dedo para mim. Vem pessoalmente. Eu quebro seu dedo! Eu quebro seu dedo! Isso para não falar que você vai apanhar de mim quando eu te encontrar e onde eu te encontrar”, começou.

Detenção ocorreu durante uma operação deflagrada em todo o estado de São Paulo em conjunto como Ministério Público

 

SERRANA/SP - A Polícia Civil prendeu em flagrante um homem, de 27 anos, que armazenava grande quantidade de fotos e vídeos de pornografia envolvendo menores de idade, na cidade de Serrana, na região de Ribeirão Preto. A detenção ocorreu na última sexta-feira (10).

O autor foi preso em sua residência, no centro do município, durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão dentro da operação Debug, deflagrada para combater e prevenir a prática de pedofilia cibernética, coordenada pelo Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope) e pelo CyberGaeco, do Ministério Público de São Paulo.

Em Serrana, a ordem judicial foi cumprida por uma equipe da Delegacia Sede e resultou na apreensão de cinco celulares, dois computadores, um notebook, três pen drives, dois HDs internos e uma câmera fotográfica digital, os quais continham imagens que comprovaram o delito.  

IBATÉ/SP - Ibaté recebe na noite desta terça-feira, dia 14 de dezembro, as locomotivas e os vagões iluminados do “Natal nos Trilhos”. O trem partirá da cidade de Araraquara, às 19h.

O evento é organizado pela Rumo e ABPF (Associação Brasileira de Preservação Ferroviária), com apoio da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e MRS que apoiou na logística do trem. 

Neste ano, a composição não fará paradas para evitar aglomerações, aumentar a prevenção contra a Covid e elevar a segurança da população junto aos trilhos. Quando estiver passando próximo a áreas urbanas, a composição reduzirá a velocidade. 

A Rumo destaca, ainda, a importância de se respeitar os cuidados contra a disseminação do novo coronavírus. “É recomendável que a comunidade que for assistir presencialmente o trem reforce todos os cuidados necessários com a saúde. Com relação à Covid, é preciso usar máscaras de proteção, sempre deixar as mãos higienizadas com álcool e praticar o distanciamento social”, destaca.

BRASÍLIA/DF - Estimativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostra que o varejo brasileiro deverá movimentar, neste Natal, R$ 57,48 bilhões em vendas, com alta do faturamento de 9,8% em relação a igual período do ano passado. O economista sênior da CNC, Fabio Bentes, advertiu, entretanto, em entrevista à Agência Brasil na segunda-feira (13), que uma vez descontada a inflação, o volume de vendas sofrerá retração pelo segundo ano consecutivo, da ordem de 2,6% em 2021, comparativamente ao volume de vendas natalinas em 2020. 

Em 2019, as vendas do Natal tiveram expansão de 4,8%. O Natal é a principal data comemorativa do varejo brasileiro, tendo respondido por 22% do total das vendas de dezembro nos últimos dez anos.

Bentes destacou que o aumento no faturamento deverá ser corroído pela inflação alta de dois dígitos. “Isso fez toda a diferença, para fazer com que o comércio, pelo menos na nossa expectativa, chegasse ao segundo Natal seguido com retração no volume de vendas, o que não acontecia desde 2016”.

Apesar de o fluxo de consumidores estar voltando aos níveis pré-pandemia, Fabio Bentes observou que o bolso dos consumidores está diferente. De acordo com pesquisa do Google, realizada no fim da primeira semana de dezembro, pela primeira vez desde o início da pandemia, o fluxo de consumidores em estabelecimentos comerciais superou a quantidade observada de clientes ao fim de fevereiro de 2020, com alta de 1,9%. No mesmo período do ano passado, o fluxo de consumidores estava 13,4% abaixo do nível pré-pandemia.

O economista da CNC lembrou que no Natal do ano passado, a inflação estava na casa dos 5% a 6%. “Hoje, a inflação é o dobro disso”. O país agora tem juros mais altos também, o que torna o crédito nada atraente para o consumidor. Em dezembro do ano passado, a taxa média de juros ao consumidor estava em 37% ao ano. Este ano, deverá ficar acima de 45% ao ano. “Isso faz diferença na hora do consumo a prazo”, diz Bentes.

Comércio com decoração de Natal na rua Teodoro Sampaio, em Pinheiros.

Comércio com decoração de Natal na rua Teodoro Sampaio, em Pi, por Rovena Rosa/Agência Brasil

Destaques

O ramo de supermercados deverá ser o destaque no Natal deste ano, respondendo por 38,5% (R$22,11 bilhões) do volume total, seguido pelos estabelecimentos de vestuário, calçados e acessórios (35,3% do total ou R$ 20,28 bilhões) e pelas lojas de artigos de usos pessoal e doméstico (13,2% ou R$ 7,60 bilhões).

Em termos regionais, os estados de São Paulo (R$ 18,01 bilhões), Minas Gerais (R$ 5,19 bilhões), Rio de Janeiro (R$ 4,93 bilhões) e Rio Grande do Sul (R$ 3,62 bilhões) concentrarão mais da metade (55%) da movimentação financeira prevista.

Importações

Como os preços no mercado interno têm subido muito para o varejo, acima dos praticados no exterior, isso acabou estimulando a importação de produtos tipicamente natalinos no trimestre que antecede a principal data comemorativa do comércio brasileiro. Dados da Secretaria de Comércio Exterior mostram que as importações de produtos natalinos efetuadas entre setembro e novembro de 2021 (US$ 436,1 milhões) cresceram 19% em relação ao mesmo período de 2020 (US$ 367,2 milhões), alcançando patamar ligeiramente inferior (-1%) àquele verificado no mesmo período de 2019 (US$ 439,6 milhões). A taxa média de câmbio entre setembro e novembro de 2021 (R$ 5,57) foi praticamente idêntica à do mesmo período de 2020 (R$ 5,58).

“Nós estamos sujeitos à inflação de custos aqui muito mais forte e significativa do que a desvalorização cambial que, praticamente, não houve. Tivemos períodos de oscilação este ano, mas quando a gente compara o pré-Natal deste ano com o do ano passado, a taxa de câmbio foi praticamente a mesma, o que colocou as importações do varejo em um patamar bem acima das do ano passado e um pouco abaixo das de 2019”. Os produtos importados com maiores aumentos comparativamente ao Natal de 2020 foram perfumes (+550%) e brinquedos (+60%).

Do ponto de vista do emprego, a expectativa da CNC é de que sejam criadas 89,4 mil vagas temporárias para o Natal deste ano, 31% maior do que as contratações para o atípico Natal de 2020, porém inferior às 91,6 mil vagas criadas para a data, em 2019. Há três meses, a entidade projetava abertura de 94,2 mil postos de trabalho temporários. A redução está atrelada à perspectiva de um Natal mais fraco, que acaba inibindo a contratação de temporários. “Vai existir, mas em um patamar menor do que de anos anteriores”.

Segundo a CNC, a maior oferta de vagas (63% do total ou 56,27 mil) ocorrerá nas lojas de vestuário, calçados e acessórios, seguidas pelos segmentos de hiper e supermercados (16,63 ou 19% do total) e lojas de artigos de uso pessoal e doméstico (11,08 mil ou 12% do total). Regionalmente, São Paulo (25,61 mil), Minas Gerais (9,63 mil), Paraná (7,09 mil) e Rio de Janeiro (6,63 mil) vão oferecer a maior parte das vagas.

A cesta de produtos mais demandados no Natal revela alta de 13,8% nos últimos 12 meses até dezembro, superior à inflação acumulada no mesmo período pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que ficou em 10,7%. O resultado é maior também que a variação de 15,1% registrada nos 12 meses até dezembro do ano passado. Artigos de maquiagem apresentaram a maior variação (16,4%), enquanto bacalhau e aparelho telefônico mostraram deflação de 2,6 e 1,4%, respectivamente.

Comércio com decoração de Natal na rua São Bento, no centro da capital.

Comércio com decoração de Natal na rua São Bento, no centro da capital. - Rovena Rosa/Agência Brasil

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