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Redação

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 Jornalista/Radialista

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BRASÍLIA/DF - Beneficiários do Auxílio Brasil com Número de Inscrição Social (NIS) final 4 recebem hoje (15) o pagamento pela Caixa Econômica Federal. O valor mínimo do benefício é R$ 400 para cada família.

As datas de pagamento seguem o modelo do antigo Bolsa Família, com liberação dos recursos nos dez últimos dias úteis do mês. Em dezembro, em função do feriado de Natal, os pagamentos vão até o dia 23, com a antecipação de uma semana em relação ao calendário regular.

Confira o calendário:

NIS final 1 10 de dezembro
NIS final 2 13 de dezembro
NIS final 3 14 de dezembro
NIS final 4 15 de dezembro
NIS final 5 16 de dezembro
NIS final 6 17 de dezembro
NIS final 7 20 de dezembro
NIS final 8 21 de dezembro
NIS final 9 22 de dezembro
NIS final 0 23 de dezembro

O beneficiário pode consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas em dois aplicativos: Auxílio Brasil, desenvolvido para o programa social, e o aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

BRASÍLIA/DF - Os deputados aprovaram na terça-feira (14), em primeiro turno, o texto-base da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 46/21, que contém os trechos não promulgados da versão do Senado para a PEC dos Precatórios (PEC 23/21). Durante a votação de hoje, 327 parlamentares votaram a favor da PEC e 147 contra. 

A PEC 46/21 determina, para 2022, que a aplicação dos recursos que foram economizados com o limite estabelecido para o pagamento de precatórios seja destinado exclusivamente para as áreas de seguridade social e para o Auxílio Brasil, que passa a se tornar um programa permanente de transferência de renda.

Outros pontos de divergência, como as regras que definem o limite de pagamento dos precatórios,,serão votados em separado por meio de destaques apresentados pelos partidos. Os destaques e o segundo turno da PEC devem ser votados nesta quarta-feira (15).

EUA - O governo dos Estados Unidos anunciou na terça-feira (14) que destinará quase 9 bilhões de dólares para aumentar os empréstimos para empresas pertencentes a minorias e para os consumidores de baixa renda, especialmente atingidos pela crise de covid-19.

Com essa medida, a administração de Joe Biden, que fez da redução das desigualdades um dos pilares de sua gestão, busca beneficiar grupos como os latinos, que sofreram muito mais os efeitos econômicos da pandemia do que outros setores da população, segundo os números oficiais.

"Sabemos que as comunidades mais atingidas pela covid-19 são, muitas vezes, comunidades de pessoas de cor, e o Departamento do Tesouro implementou uma legislação de ajuda em prol da equidade", disse a secretária Janet Yellen.

"Hoje, estamos vendo um dos resultados desse esforço: o Tesouro, através do Programa de Investimento de Capital de Emergência, está injetando quase 9 bilhões de dólares em Instituições Financeiras de Desenvolvimento Comunitário e Instituições Depositárias de Minorias", assinalou a secretária, citada em um comunicado.

Concretamente, o Tesouro disse que investirá mais de 8,7 bilhões de dólares em instituições financeiras comunitárias para conceder empréstimos a comunidades que foram "desproporcionalmente afetadas pela pandemia de covid-19".

Os consumidores de baixa renda em comunidades desassistidas, como as áreas rurais, também serão beneficiados, afirmou Yellen.

"Quando você é um empresário afro-americano, latino, asiático ou indígena, sabemos que é mais difícil obter crédito para abrir um comércio, pagar contas de serviços públicos ou satisfazer a demanda dos clientes", declarou Yellen no evento Freedman's Bank Forum, que também contou com a presença da vice-presidente Kamala Harris. 

Além disso, a secretária do Tesouro citou uma pesquisa recente do Federal Reserve - o banco central americano - que mostra que cerca de 40% das empresas pertencentes a pessoas brancas relataram ter recebido todos os empréstimos não urgentes solicitados no ano passado, enquanto o mesmo índice em relação às empresas dirigidas por latinos foi de 21%, e de 13% para as companhias de propriedade de negros. 

Os estados com mais instituições que se beneficiarão dos investimentos anunciados ontem são Mississípi, Louisiana, Carolina do Norte, Califórnia e Texas. 

MOSCOU - O presidente da Rússia, Vladimir Putin, e o presidente da China, Xi Jinping, debaterão tensões na Europa e a retórica "agressiva" dos Estados Unidos e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) durante uma videochamada na quarta-feira, informou o Kremlin.

A conversa acontecerá em um momento de tensão alta nas relações dos dois países com o Ocidente: a China está sendo pressionada na seara dos direitos humanos e a Rússia devido à mobilização de soldados perto da fronteira com a Ucrânia.

"A situação das relações internacionais, especialmente no continente europeu, é muito, muito tensa agora e exige debate entre aliados", disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, referindo-se aos governos russo e chinês.

"Vemos uma retórica muito, muito agressiva do lado da Otan e dos EUA e isso exige debate entre nós e os chineses."

A Rússia cultiva laços mais próximos com a China à medida que suas relações com o Ocidente pioram e Putin usa a parceria como maneira de contrabalançar a influência dos EUA ao mesmo tempo em que fecha acordos lucrativos, especialmente de energia. Neste ano, ele e Xi concordaram em renovar um tratado de amizade e cooperação de 20 anos.

Peskov disse que eles terão uma conversa longa com uma pauta ampla, que incluirá também energia, comércio e investimento.

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