Jornalista/Radialista
SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria Municipal de Trabalho, Emprego e Renda, comunica a abertura de mais 60 vagas para cursos gratuitos de qualificação profissional com bolsa-auxílio de R$ 210,00 oferecidos em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Governo do Estado de São Paulo.
São 30 vagas para o curso de Marketing Digital em Redes Sociais e E-Commerce e 30 vagas para o curso de Recepção e Atendimento em Hospitalidade. Os cursos são de curta duração, totalmente gratuitos, disponíveis no formato remoto (EAD).
As vagas já estão disponíveis para inscrições, que podem ser realizadas pelo site www.cursosviarapida.sp.gov.br até o dia 17 de setembro.
Podem se inscrever pessoas com no mínimo 16 anos, alfabetizados e domiciliados no Estado de São Paulo. Caso o número de inscritos seja superior ao número de vagas, serão priorizadas as pessoas desempregadas, com baixa renda e com deficiência.
A convocação dos candidatos selecionados ocorrerá por e-mail. Para receber o certificado, o aluno deve ter ao menos 75% de presença nas aulas.
Bolsa-auxílio - Os estudantes matriculados nos cursos de qualificação do programa Via Rápida receberão uma bolsa única de R$ 210,00 para ajuda em suas despesas durante a realização da capacitação. O auxílio será disponibilizado aos alunos que cumpram os requisitos e estejam frequentes após dez dias de aula. O pagamento será feito por meio de código bancário, que o estudante usará para sacar em caixas eletrônicos do Banco do Brasil e da Rede 24 horas. O recurso valerá também para os cursos de 60 a 160 horas do SP Tech e SP Criativo e fica disponível por 30 dias após a comunicação oficial por e-mail de que o valor está liberado. Até o final de 2021 serão ofertadas 30 mil vagas de qualificação profissional com bolsa-auxílio.
Para receber a bolsa-auxílio, além de estar desempregado e ser frequente no curso, o estudante não pode estar recebendo seguro-desemprego ou outros auxílios da Secretaria de Desenvolvimento Econômico.
Outras informações podem ser obtidas no Departamento de Qualificação Profissional da Secretaria de Trabalho, Emprego e Renda, localizado na avenida São Carlos, nº 1.839, no centro ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou telefone 3374-1064. O horário de atendimento é das 8h às 17h.
CHINA - Celulares da Xiaomi importados de forma não oficial para regiões como Cuba, Irã, Crimeia, Coreia do Norte e Sudão foram bloqueados remotamente pela empresa. A número 2 no mercado global de smartphone ainda não possui representação legal nestes e em muitos outros países, como os Estados Unidos, por exemplo.
O embasamento legal para a decisão está nos “Termos e Condições” dos aparelhos, documento em que são relacionados países com venda proibida, conforme notou o site especializado XDA Developers.
Os bloqueios têm sido relatados em fóruns do Reddit e grupos do Facebook há meses, mas se acentuaram nas últimas semanas. A interrupção é comunicada ao consumidor com a seguinte mensagem: “A política da Xiaomi não permite a venda ou fornecimento do produto no território no qual você tentou ativá-lo. Entre em contato diretamente com os varejistas para obter informações adicionais.”
Pelos relatos, os aparelhos são inutilizados pouco tempo depois de serem ativados. A medida não parece afetar celulares que foram ativados em regiões liberadas e depois levados para as regiões proibidas. Modelos que receberam ROM personalizada também não foram atingidos até o momento.
Como noticiou o TechTudo em setembro de 2019, cerca de 60% dos celulares importados por meio de contrabando para o Brasil, naquela época, eram da Xiaomi. O levantamento não foi atualizado desde então. Tornou-se frequente ver produtos muito mais baratos ofertados por vendedores independentes em páginas de compra/venda e em market places.
Em outras ocasiões, representantes da Xiaomi declararam ao TechTudo que o foco está na busca de maior proximidade com os clientes locais. A empresa inaugurou uma loja no Rio de Janeiro na última semana e pretende seguir um plano de expansão com diversos pontos de venda.
Com informações de XDA Developers
*Por Pedro Cardoso, para o TechTudo
BRASÍLIA/DF - O número de pedidos de recuperação judicial aumentou 50% em agosto ao chegar aos 111, contra os 74 do mês anterior. De acordo com o Indicador de Falências e Recuperação Judicial da Serasa Experian, o mês de agosto foi o que registrou o maior número de pedidos desde o começo de 2021. A maior parte das requisições partiram do segmento do comércio (43,2%).
“O crescimento expressivo das requisições está ligado diretamente aos riscos econômicos que vêm se elevando desde o início de agosto no país. As questões políticas, a crise hídrica e o aumento da inflação passaram a afetar negativamente a saúde financeira dos consumidores, o que prejudica, principalmente, os negócios do segmento de comércio e as micro e pequenas empresas, que ainda estavam se reerguendo com o relaxamento das medidas restritivas referentes a pandemia”, disse o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi.
Segundo os dados, os pedidos de falência em agosto registraram queda de 0,5%, totalizando 95 solicitações ante as 100 registradas em julho. O destaque também ficou para as micro e pequenas empresas, com 60 requisições, seguidas pelos negócios de médio porte (19) e grande (16). O segmento que mais demandou pelo recurso foi o de serviços, que teve 60 pedidos no período. Em sequência estão a indústria (19), o comércio (16) e o setor primário, que não teve nenhuma solicitação.
*Por Flávia Albuquerque - Repórter da Agência Brasil
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