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Redação

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SÃO PAULO/SP - A partir de segunda-feira, todos os alunos do Estado, de escolas públicas e particulares, terão de voltar obrigatoriamente às aulas presenciais, segundo determinação do governo estadual. O governador João Doria vai anunciar hoje, em coletiva à imprensa, que a presença deixa de ser facultativa. Além disso, a partir do dia 3 não será mais necessário o distanciamento de 1 metro entre estudantes, o que atualmente acaba levando ao revezamento de dias presenciais por falta de espaço nas salas.

“A regra é: criança na escola todos os dias e não alguns dias. A sociedade já voltou, as pessoas estão tendo convivência mais aberta e é preciso priorizar a educação, senão não vamos recuperar a aprendizagem”, disse ao Estadão o secretário estadual de Educação, Rossieli Soares. Apenas crianças e adolescentes com atestado médico que impeça a presença poderão ficar em casa.

Apesar de a maioria dos alunos nas escolas particulares estar presencialmente todos os dias, o mesmo não ocorre na rede pública. Na estadual, cerca de 70% voltaram, mesmo com o retorno autorizado desde fevereiro. Há casos de pais com medo, mas também adolescentes que preferem ficar no ensino online porque precisaram trabalhar para ajudar as famílias ou pela comodidade.

Os prefeitos têm ainda autonomia para decidir apenas se as redes municipais vão acompanhar as medidas, mas a estadual e a privada (com exceção das que têm só educação infantil) são reguladas pelo Estado. A capital tem acompanhado o governo nas últimas decisões sobre volta às aulas. Mas há municípios que nem permitiram abertura das escolas e podem questionar as decisões do Estado.

A frequência escolar é exigida por lei no Brasil, mas foi flexibilizada por pareceres dos conselhos de educação por causa da pandemia. Rossieli diz que agora serão feitas adaptações nessas regras e as escolas poderão voltar a acionar o Conselho Tutelar para informar quem não está indo presencialmente.

Outra questão é a capacidade das escolas para receber todos os alunos, já que até agora o governo exigia um distanciamento de 1 metro entre os alunos. Dessa forma, a maioria das turmas na rede pública foi dividida em grupos menores, com revezamento de dias no presencial. Um levantamento da Secretaria da Educação indica que 26% das 5,1 mil escolas da rede estadual têm capacidade física para receber todos os alunos, com distanciamento. Por isso, segundo governo, a decisão agora de acabar com a exigência. O restante do protocolo, como uso de máscaras e álcool em gel, continua a ser exigido.

 

Sem rotina

“Parece que as crianças das escolas públicas estão paradas, na espera. Isso não tem mais sentido”, diz Natália Espejo, de 32 anos, mãe de Sofia, de 9. A menina estuda em uma escola estadual e tem ido presencialmente apenas duas vezes por semana. Natália, por outro lado, é professora da rede particular e dá aulas todos os dias há alguns meses. “Ela não tem nenhuma rotina e a professora também não consegue acompanhar o desenvolvimento dela.” A desigualdade educacional tem sido uma das maiores preocupações de especialistas.

Segundo Rossieli, a volta total agora vai ajudar também a organizar o ano que vem. Ele diz que “não está sendo nem cogitado” retirar o uso de máscaras e as medidas foram aprovadas pelo comitê que assessora o Estado. “Estamos acompanhando tudo com a área médica. A pandemia ainda não acabou, mas não podemos continuar com a hipocrisia de que a covid só circula nas escolas. Isso não verdade.”

A decisão do retorno obrigatório havia sido adiantada pelo Estadão em julho. O secretário tinha dito que esperava apenas uma análise do comportamento da variante delta no Estado para exigir a obrigatoriedade. O número de casos e de mortes pela covid-19 registrados por dia em São Paulo tem baixado. Ontem, segundo o boletim estadual, foram 37 mortes, ante mais de 1.300 em abril. No total, mais de 150 mil pessoas já morreram no Estado vítimas do coronavírus. O Imperial College de Londres anunciou ontem que a taxa de transmissão da covid no Brasil é a menor desde abril do ano passado.

O governo também levou em conta o fato de todos os professores da educação básica já terem tomado as duas doses da vacina contra a covid. E ainda que 90% dos adolescentes de 12 a 17 anos tenham recebido a primeira dose em São Paulo.

Avaliações mostram que os alunos da rede estadual paulista devem demorar 11 anos para recuperar a aprendizagem de Matemática perdida durante a pandemia. E atualmente um aluno de 10 anos tem desempenho pior do que ele mesmo tinha aos 8 anos.

Estimativas de organismos internacionais, como Banco Mundial e a Unesco, falam em décadas de retrocesso na educação em países como o Brasil, por causa das escolas fechadas. O País foi uma das nações que mais demoraram para voltar ao ensino presencial. O primeiro Estado a determinar a volta obrigatória dos estudantes foi o Espírito Santo, no fim de julho, mas com presença apenas em dias alternados. A partir desta semana, o governo também acabou com o revezamento nas escolas e passou a exigir presença diária de todos os alunos. Lá, segundo o secretário Vitor De Angelo, mais de 90% dos estudantes voltaram ao presencial depois das medidas. O retorno às escolas ainda é lento em boa parte do País, principalmente em Estados do Norte e do Nordeste.

SÃO CARLOS/SP - No final da tarde de ontem, 12, um comerciante foi detido em posse de uma arma de fogo na Avenida Regit Arab, no bairro Cidade Aracy, em São Carlos.

Segundo consta, o COPOM (Centro de Operações da Polícia Militar), foi acionado informando que um homem estava andando livremente com a arma de fogo. Policiais de Força Tática foram ao local e abordaram o suspeito. Em revista corporal foi localizado a arma e 22 munições, já no veículo havia 17 frascos de lança perfume.

SÃO CARLOS/SP - A Câmara Municipal aprovou por unanimidade o requerimento No.1731, do vereador Gustavo Pozzi (PL) e agendou para a próxima quinta-feira (14), às 18h, a realização de uma audiência pública online para discutir assuntos relacionados à implantação do passaporte sanitário no município de São Carlos. 

Pozzi destacou que diversos municípios estudam a implantação do passaporte sanitário, documento que permite acesso a tipos de estabelecimentos a partir da comprovação da carteirinha de vacinação impressa ou digital contra a Covid-19. “Com o exemplo da capital paulista, o passaporte sanitário será exigido na entrada de congressos, jogos de futebol e outros eventos”, ressaltou, ao propor a discussão do tema  em São Carlos.

Objetivo é homenagear pessoas significativas por meio do plantio de árvores

 

SÃO CARLOS/SP - A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), em conjunto com o Rotary Club de São Carlos - Pinhal, está realizando a quinta edição do projeto de extensão de arborização urbana, por meio do plantio de 100 mudas de espécies nativas e frutíferas em São Carlos. O projeto, agora, está convidando pessoas que queiram homenagear alguém marcante em suas vidas para doarem o valor equivalente ao plantio e manutenção de uma muda. Cada árvore plantada representará um amigo. A área, indicada pela Prefeitura de São Carlos, está localizada no bairro Arnon de Mello, perto do Campus II da Universidade de São Paulo (USP).
"A recém-criada 'Praça dos Amigos' se localiza numa região periférica da cidade de São Carlos e, por ser uma área relativamente nova, sofreu a supressão de vegetação nativa, o que é comum em áreas de expansão urbana. Assim, a região dessa nova praça apresenta uma grande carência de árvores, tornando o local mais árido, com muita poeira e pouca sombra", explicam Andréa Lúcia Teixeira de Souza, professora do Departamento de Ciências Ambientais (DCAm) e coordenadora do projeto de extensão, e Gustavo Galetti, doutor em Ciências Ambientais pela UFSCar. "O plantio de árvores tende a amenizar essas condições adversas ocasionadas pela falta da vegetação e atrair aves e outros animais, o que, além de contribuir para a melhoria paisagística do local, tende a aumentar o bem-estar da população, especialmente para aqueles que vivem na vizinhança da praça", completam. 
De acordo com Andréa de Souza e Gustavo Galetti, das 100 mudas inicialmente plantadas, houve uma perda de cerca de 25 mudas, "provavelmente devido à seca histórica que nosso município passou este ano e que ainda perdura. No entanto, estamos aguardando a volta das chuvas para conduzirmos a reposição das mudas perdidas. As novas mudas serão fornecidas pelo Viveiro da UFSCar e replantadas nos mesmos locais. A manutenção está em dia, com as gramíneas bem aparadas e com o coroamento conduzido regularmente em todas as mudas". Para eles, "o maior desafio que a manutenção tem enfrentado é o controle de formigas cortadeiras, que têm causado muitos danos às mudas. Por outro lado, os parceiros do projeto estão trabalhando com muita dedicação e têm se mostrado muito atentos para contornar essas dificuldades. Com esses esforços, a equipe envolvida tem conseguido alcançar os objetivos propostos, que sempre foram de aumentar a quantidade de árvores e áreas verdes na região urbana de São Carlos, que trazem tantos benefícios para a população do nosso município".
Os parceiros planejam encerrar o projeto nos moldes atuais de captação de recursos. "Acreditamos que esta será a última versão do projeto na forma de captação de recursos por meio de doações individuais, pois ainda que todas as campanhas tenham sido bem recebidas, pretendemos criar novas formas de financiamento para não sobrecarregarmos a comunidade", analisa Celso Rizzo, sócio do Rotary Club de São Carlos - Pinhal. "Além disso, antes de lançarmos novas campanhas, queremos avaliar os projetos anteriores e prestar contas dos resultados obtidos até aqui, sempre lembrando que, ao todo, o projeto já plantou e promoveu a manutenção de 655 árvores, cada uma em homenagem a uma pessoa", completa Rizzo.

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