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Redação

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 Jornalista/Radialista

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Novo método apresentado prevê a construção da obra sem causar impacto no tráfego de veículos

 

SÃO CARLOS/SP - Representantes de relações governamentais e institucionais da concessionária RUMO apresentaram na manhã desta terça-feira (09/02), ao prefeito Airton Garcia, o projeto de implantação da passagem de nível inferior do pontilhão Praça Itália. Diferente do método apresentado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), o novo modelo apresentado, além de prever mais agilidade na obra, causará menos impacto no tráfego de veículos, já que não prevê a demolição da passagem existente para a ampliação das 4 faixas de rodagem.

Além dos representantes da concessionária, Rodrigo Veradino, Bruno Madalena e Marcelo Rodrigues, também participaram da apresentação o chefe de gabinete da Prefeitura, José Pires (Carneirinho), os secretários José Galizia Tundisi (Meio Ambiente, Ciência, Tecnologia e Inovação), Júlio Cesar Alves Ferreira (Obras Públicas) e representantes de outras pastas.

Com previsão de início para o próximo semestre, o projeto apresentado pela RUMO prevê manter a passagem existente com a implantação de outra passagem ao lado, permitindo a duplicação das 4 vias de tráfego e faixas para pedestre. O novo método divide a obra em 7 fases:  desvio ferroviário; cravação de estacas; desmontagem da grade ferroviária; escavação e execução das vigas de travamento e laje de cobertura; escavação no interior da PI; execução da laje de fundo e das paredes da passagem inferior, e por último, a execução do pavimento viário.

Além de utilizar um método europeu de empuxe hidráulico, primeira vez a ser utilizado no Brasil, a nova proposta para a construção da passagem inferior do pontilhão da Praça Itália terá o tempo reduzido de 14 meses para 9 meses, sem a interrupção no tráfego de veículos durante a execução.

Para o prefeito Airton Garcia, o novo método realmente trará menos transtornos para a cidade e para os motoristas.

“A praça Itália é um dos lugares que mais passa carros por dia em São Carlos, então, tudo o que for feito naquele local tem que ser rápido e com o mínimo de transtorno possível. E esse novo procedimento de construção com certeza irá trazer agilidade e tranquilidade na tão esperada duplicação do pontilhão”, disse o prefeito.

De acordo com o chefe de gabinete do Prefeito, José Pires (Carneirinho), uma nova reunião será realizada com os representantes da RUMO para a apresentação final do projeto junto às secretarias municipais, para maior agilidade nos trâmites autorizativos para o início das obras. “É uma determinação do prefeito Airton Garcia que a Prefeitura e todas as secretarias façam uma força tarefa para solucionar tudo o que for burocrático, para que essa obra inicie o mais rápido possível”, concluiu José Pires.

Estão programadas três dias de apresentações com músicos da cidade

 

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria de Esportes e Cultura, por meio do Centro Municipal de Artes e Cultura (CEMAC), retoma neste próximo fim de semana o “Circuito Arena em Casa”, programa que tem como objetivo oferecer boa música, gratuitamente, aos finais de semana e com artistas locais.

Em virtude da pandemia do novo coronavírus, desde 18 de abril 2020, as apresentações deixaram de ser presencialmente em espaços públicos do município e sim de forma virtual, transmitidas pelas redes sociais do CEMAC.

As apresentações em 2021 começam na sexta-feira, dia 12 de fevereiro, a partir das 19h30, com apresentação de samba e samba-enredo com a participação de Gustavo (pandeiro), Vlad, Ricardo e Keila (percussão), Tiago (cavaco), Maurício (violão) e dos cantores Leme, Gustavo, Nara Dom, Leh Lopes, PH (Paulo Henrique), Jota, Du, Regininha e Giovana.

Já o sábado (13/02) será de muito Axé e Forró com a Banda Vinil 78, Banda Doce Veneno e Tempero Brazuca,  com a primeira apresentação às 18h e a segunda a partir das 21h. Participam das duas apresentações os cantores Andréia, Ricardinho, Verônica, Maria, Mih, Rinaldo, Laís, André e Jéssica, Tinho, Veridiana, Thiago Branco, Pedro Vitor e Mariana, Danilo, Pedro Henrique, Aline Braga, Gaby e Rud. Os músicos Izé, Bruninho, Vlad e Binão também participam.

No domingo, dia 14 de fevereiro, O Circuito Arena em Casa começa mais cedo, logo às 17h com a apresentação do Grupo Sambanda, com apresentação de muitas marchinhas de carnaval.

De acordo com o diretor de Cultura, Carlos Alberto Caromano, a retomada do programa já estava programada para esse ano. “Resolvemos fazer nesse fim de semana que seria de carnaval, adiado esse ano em virtude do avanço da COVID-19 em todo o país, para levar diversão e cultura para a população, porém com total segurança. Como sempre acontece todos os músicos convidados são da cidade”, ressalta Caromano.

Para participar do Circuito Arena em Casa basta acessar o FACEBOOK.COM/CEMAC.SAOCARLOS e curtir as apresentações.

Segundo o IBOPE, 77% dos brasileiros acreditam que ação humana é a maior responsável pelo aquecimento global

 

SÃO PAULO/SP - Na última quinta-feira (4), o instituto de pesquisas IBOPE Inteligência divulgou o relatório Mudanças climáticas na percepção dos brasileiros, encomendado pelo Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS-Rio) em parceria com a Universidade de Yale dos EUA. A pesquisa de opinião se baseou em entrevistas feitas entrevistas com 2,6 mil pessoas entre setembro e outubro de 2020, com margem de erro de dois pontos percentuais. Os resultados revelam que a maioria dos cidadãos brasileiros se preocupa com as mudanças climáticas e com o meio ambiente.

Para 77% dos entrevistados, a proteção ao meio ambiente é mais importante do que o desenvolvimento econômico. Quase a totalidade dos participantes (98%) afirmou já ter ouvido falar das queimadas na Amazônia e, para 84%, elas prejudicam a imagem do Brasil no exterior.

A maioria esmagadora dos entrevistados (92%) acredita que o aquecimento global está de fato acontecendo e 78% consideram a questão muito importante. A ação humana é apontada como a principal causa do fenômeno por 77% dos brasileiros.

Além disso, 61% dos participantes se dizem muito preocupados com o meio ambiente atualmente. No entanto, apenas 25% afirmaram saber profundamente sobre as mudanças climáticas. Somente 17% já chegaram a participar de manifestações ou abaixo-assinados sobre o tema. Por outro lado, a maioria dos entrevistados (88%%) acredita que que o aquecimento global pode prejudicar muito as gerações futuras.

A pesquisa foi realizada pelo IBOPE Inteligência com 2.600 entrevistados, maiores de 18 anos, das cinco regiões do Brasil, entre os dias 24 de setembro a 16 de outubro de 2020. As entrevistas foram realizadas por telefone com apoio de questionário eletrônico, no sistema C.A.T.I (Computer Assisted Telephone Interview).

A amostra da pesquisa é representativa da população brasileira com 18 anos ou mais e garante a leitura independente dos resultados por região geográfica do Brasil. A margem de erro do estudo é de 2 pontos percentuais para os resultados pelo total da amostra, considerando um nível de confiança de 95%.

 

 

Fonte: Mudanças climáticas na percepção dos brasileiros

*Por: Equipe eCycle

Falta de IFAs expõe a dependência do Brasil em insumos e tecnologia importados

 

SÃO PAULO/SP - Hoje, o Brasil fabrica apenas 5% de todos os insumos necessários para a produção de seus medicamentos, importando a maior parte da China e da Índia, responsáveis pela fabricação de 40% dos insumos utilizados no mundo inteiro.

É importante salientar que nas últimas três décadas, não somente o Brasil como também países desenvolvidos transferiram suas produções de insumos para países asiáticos, de modo a reduzirem seus custos. Isso fez com que China e Índia investissem massivamente em tecnologia, subsídios para exportação e produção, entre outros, o que as tornou hegemonias e potências mundiais na produção de insumos farmacêuticos.” – explica Norberto Prestes, presidente da Abiquifi – Associação Brasileira da Indústria de Insumos  Farmacêuticos.

Atingindo seu ápice na década de 80, com um crescimento de 8% ao ano, a indústria farmacêutica brasileira deixou seu posto de autossuficiência, quando fabricava 55% de seus insumos, e passou por um processo de “especialização regressiva” na década seguinte. Com a abertura comercial dos anos 90, tornou-se mais barato importar medicamentos e insumos do que os fabricar, o que desestimulou a produção local de farmoquímicos, fazendo a indústria farmacêutica nacional chegar à impressionante porcentagem de 90% de Insumos Farmacêuticos Ativos (IFAs) importados. “Se por um lado reforçaram a capacitação técnica e financeira das empresas produtoras de medicamentos, pouco ou nada fizeram para a redução da dependência dos insumos. Isso rapidamente transformou a cadeia farmacêutica em um grande importador, tanto de IFA’s quanto de medicamentos prontos.” - declara Prestes.

Embora essa quase total dependência de insumos venha de longa data, foi a pandemia que chamou a atenção para esse problema, alertando sobre os perigos da ruptura de fornecimento para a saúde pública. Segundo Norberto, a Covid-19 abriu os olhos do mundo para a saúde como ativo estratégico. 

“Somos uma das dez maiores indústrias farmacêuticas do mundo e, mesmo assim, totalmente dependentes das importações dos insumosClaro que não deixaremos de importar, todos os países o fazem devido ao baixíssimo custo, o que não podemos aceitar mais é sermos um país sem capacidade tecnológica para reagir a um problema como esse e não entrar em colapso. É preciso estruturar a cadeia de produtores e prestadores de serviços para insumos em parceria com a indústria farmacêutica afim de alcançarmos melhores resultados.”, afirma o executivo.

Ainda de acordo com o presidente da associação, o Brasil tem capacidade tanto tecnológica quanto científica para desenvolver vacinas.

“Talvez o que faltou para o Brasil foi a permanência ou medidas perenes e contínuas para que o incentivo à pesquisa, o desenvolvimento de vacinas, ou de medicamentos e insumos, nunca fossem interrompidos.”

Dos vários entraves gerados durante esses últimos trinta anos, a falta de investimentos em inovação e tecnologia, ausência de isonomia regulatória, tributária entre outros impediram que o Brasil passasse a fabricar parte dos seus insumos e, com isso, diminuir os constantes riscos de colapso da saúde pública. “Assistimos nesta pandemia os Governos das grandes democracias da Europa e os Estados Unidos destinarem dezenas de bilhões de dólares e se associarem com as empresas que estão pesquisando tanto vacinas como medicamentos, testes de diagnósticos, insumos e tudo o mais que seja relevante para o combate à pandemia. Esta postura é fundamental ser tomada e o Brasil reagir rapidamente.” – observa.

Norberto ainda ressalta que será necessário um grande esforço do Governo, juntamente com a iniciativa privada, para que o Brasil seja colocado no mapa como uma alternativa mundial para compra de insumos farmacêuticos, tamanha a necessidade de grandes investimentos nas áreas de inovação tecnológica e desenvolvimento, assim como mecanismos que possibilitem competitividade nesse mercado.

 

Sobre a Abiquif

Abiquifi – Associação Brasileira da Indústria de Insumos Farmacêuticos foi fundada em 1983. A associação congrega empresas dos setores farmoquímico e de insumos farmacêuticos, produtoras de matérias-primas para medicamentos e seu objetivo maior é o estímulo à produção de farmoquímicos e insumos farmacêuticos no país, visando o atendimento da indústria farmacêutica brasileira e participando do esforço exportador nacional. Para mais informações, acesse: www.abiquifi.org.br.

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