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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - Um bandido não estava se preocupando com o frio que fazia na madruga de hoje, 13, em São Carlos, e resolveu agir, furtando a fiação de um semáforo na Avenida Comendador Alfredo Maffei, esquina com a Rua Visconde de Inhaúma.

Por volta as 3h20min, Policiais avistaram o individuo caminhando com uma mochila, o sujeito demonstrou ficar apreensivo com a presença da viatura, assim foi abordado. No interior da mochila foi localizado fios de eletricidade.

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Ao ser questionado o bandido teria informado o local onde foi feito a subtração. No local os PMs visualizaram o semáforo com fios cortados.

Desta forma, o bandido foi conduzido ao Plantão Policial, onde foi autuado em flagrante delito e preso.

Capacitação ofertada pela UFSCar recebe inscrições até o mês de junho

 

SÃO CARLOS/SP - Trabalhar o emocional de jovens e crianças nunca foi tão necessário, inclusive dentro da sala de aula. Para auxiliar educadores no desenvolvimento de aspectos psicológicos e sociais no processo de ensino-aprendizagem, estão abertas as inscrições para a segunda turma do Curso de Atualização "Competências socioemocionais docentes e currículo escolar: diálogos entre teoria e práticas", oferecido online pelo Departamento de Ciências da Natureza, Matemática e Educação (DCNME) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

Identificar as próprias emoções e a dos outros, saber lidar com frustrações e resolver problemas, evitar os impactos de sentimentos negativos e ter uma atitude positiva em relação à vida são algumas das chamadas competências socioemocionais. Ganhando cada vez mais espaço na educação infantil, essas habilidades auxiliam tanto no desenvolvimento profissional, fazendo com que o conhecimento ensinado seja absorvido de maneira mais eficiente, quanto na evolução pessoal.

Segundo o professor Estéfano Vizconde Veraszto, docente do DCNME da UFSCar e coordenador do Curso de Atualização, a evolução da tecnologia digital acelerou a comunicação, mudou a maneira de consumo da informação e reconfigurou os mais diferentes setores da sociedade. Porém, a maioria das escolas brasileiras não conseguiu acompanhar todas essas mudanças no mesmo ritmo. "De forma geral, a educação tradicional tem privilegiado o desenvolvimento do pensamento lógico e de habilidades cognitivas relacionadas a conteúdos como a matemática e o letramento", relata.

Dessa forma, características importantes para a formação de qualquer pessoa têm sido colocadas em segundo plano. Para o especialista, o grande desafio para a educação no século XXI tem sido manter o ensino de conteúdos históricos, valorizando a formação técnica, ao mesmo tempo em que se busca inserir essas competências e habilidades para a formação de um ser transformador na sociedade. "Precisamos preparar crianças e jovens para se tornarem indivíduos críticos, criativos, que consigam se relacionar consigo mesmo e com os outros de forma respeitosa, ao mesmo tempo que adquirem conhecimento. A formação de qualquer pessoa deve ser pautada não apenas no viés intelectual, mas precisa levar em conta também a moral e a ética. Os profissionais precisam se atualizar", explica o especialista.

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"Quem aprende a gerenciar as emoções ainda na infância e a identificar seus pontos fortes se torna um adulto melhor preparado para os desafios da vida", ressalta Estéfano. No Curso de Atualização "Competências socioemocionais docentes e currículo escolar: diálogos entre teoria e práticas", ofertado pela UFSCar, são abordados desde fundamentos teóricos até ferramentas práticas, passando por currículo escolar, plano de ensino - presencial, híbrido e a distância, gestão do tempo, avaliações e legislação.

As aulas ainda contam com espaços para discussões sobre o tema e relatos de experiências. Com atividades semanais em plataformas digitais, os alunos podem estudar de acordo com seus horários disponíveis. No total, são 96 horas. Os interessados podem se inscrever até o dia 21 de junho. Mais informações, como valor de investimento, em www.bit.ly/competenciasturma2.

BRASÍLIA/DF - Uma portaria publicada na 4ª feira (12) com as metas do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) não inclui a aplicação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) em 2021.

A portaria é assinada pelo presidente do Inep, Danilo Dupas Ribeiro e traça um planejamento das atividades a serem realizadas no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2021. 

O documento até cita o “planejamento e preparação técnica” para o Enem 2021, mas não fala em aplicação. Segundo a portaria, os objetivos foram elaborados a partir da análise do PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual) deste ano.

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Há outras provas entre as metas com a descrição de “exames realizados”. Eis a lista:

  • Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes);
  • Celpe-Bras (Certificado de Proficiência em Língua Portuguesa para Estrangeiros); e
  • Encceja (Exame Nacional de Competências de Jovens e Adultos).

Em nota enviado ao site G1, o Inep garantiu a realização do exame no 2º semestre. O órgão não explicou, no entanto, porque o Enem não consta entre as metas. Nos anos anteriores, a prova aparecia nos objetivos anuais do Inep.

“O Ministério da Educação e o Inep (Instiuto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) trabalham para realizar o Enem em 2021. O edital referente aos pedidos de isenção da taxa de inscrição já foi inclusive publicado. O sistema será aberto para solicitações de isenção na próxima semana, em 17 de maio”, afirmou o Inep.

O Poder360 procurou o Ministério da Educação e o Inep para verificar por qual motivo o Enem não aparece entre as metas anuais. Até a publicação desta reportagem, não houve retorno.

 

 

*Por: Poder360

EUA - Emissões de gases de efeito estufa estão encolhendo a estratosfera, de acordo com um estudo publicado pela revista cientifica online Environmental Reasearch Letters. Os pesquisadores chegaram á conclusão usando dados de observação de satélites datando desde 1980 e variados modelos climáticos.

A estratosfera, segunda maior camada da atmosfera, localizada há 50 quilômetros da superfície terrestre, entre a troposfera e a mesosfera, já está cerca de meio quilômetro mais fina. Se nada for feito para controlar a emissão de gases de efeito estufa, dizem os cientistas responsáveis pela pesquisa, a camada deverá encolher mais 1,3 quilômetros até 2080. As mudanças podem afetar operações de satélite, sistemas de navegação por GPS e as comunicações de rádio.

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A troposfera é a camada mais baixa, na qual vivemos. O dióxido de carbono lançado no ar todos os dias tem um efeito duplamente nocivo. Entre nós, as moléculas esquentam e expandem, empurrando o limite mais baixo da estratosfera. Quando o gás sobe, a molécula esfria e encolhe, fazendo com que a camada acima diminua ainda mais.

O estudo, que reúne especialistas e instituições da Europa e Estados Unidos, apenas comprova uma hipótese que vem sendo aventada desde 1980, com as primeiras medições de satélites. Emissão de gases e poluição estão aumentando a troposfera e diminuindo a estratosfera, com consequências que podem ser avassaladoras para a humanidade.

 

 

*Por: VEJA.com

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