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Radio Sanca Web TV - Quinta, 08 Dezembro 2022
Obra contou com dados de pesquisas da UFSCar

 

SÃO CARLOS/SP - Foi publicado, pela editora Iya Omin, o livro-objeto "Expresso 2222", que celebra os 50 anos do álbum Expresso 2222, lançado pelo cantor e compositor Gilberto Gil logo após do exílio em Londres, na Inglaterra, em 1972. O livro é de autoria de Ana Oliveira, que se baseou, entre outros materiais, em uma pesquisa desenvolvida pelo professor Pedro Henrique Varoni de Carvalho, do Departamento de Letras (DL) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).
"O interesse da autora foi por conta do meu doutorado ter sido sobre a obra do Gilberto Gil, que resultou no livro ‘A voz que canta na Voz que fala: poética e política na trajetória de Gilberto Gil’, editado pela Ateliê (2015)", conta o docente da UFSCar, que prestou assessoria editorial e de pesquisa à autora. 
O professor explica que o livro foi desenvolvido durante o ano de 2022, quando se comemoram os 50 anos do álbum, e também utilizou, como fonte, as informações de um projeto de extensão e pesquisa da Universidade. "O estudante de Linguística da UFSCar, Guilherme Macedo, realizou uma extensa pesquisa sobre a recepção do álbum quando foi lançado, recorrendo aos acervos de jornais e revistas da época. Eu coordenei o trabalho de pesquisa junto com a Ana Oliveira, que é escritora e editora".

O livro
Segundo Pedro Varoni, o disco reflete a influência da cultura inglesa no cancioneiro de Gil e a forma como a experiência do exílio o fez olhar para a cultura popular nordestina. "Foi o primeiro disco em 16 canais gravado no Brasil, na época pela Polygram. São nove faixas em que Gil inova na composição e no violão. A introdução da música ‘Expresso 2222’ reproduz o fole da sanfona na batida do violão". O livro-objeto ainda apresenta muitas curiosidades sobre cada música (o contexto de gravação e composição) e a interpretação original que um time de artistas deu a cada uma delas. 
A autora entrevistou Gil sobre as lembranças do álbum e reuniu artistas, intelectuais e jornalistas que reinterpretam, faixa a faixa, o disco, que nasceu das influências do pop rock e da música brasileira tradicional, tornando-se um marco na história da MPB. Assim, Fernanda Torres, Arnaldo Antunes, Micheliny Verunschk, Moreno Veloso, Hermano Vianna, Lorena Calábria, Mila Burns, Patrícia Palumbo e Cláudio Leal desvendam a história por trás de cada canção.
Saiba mais sobre o livro-objeto "Expresso 2222" em www.iyaomin.com.br/expresso-2222.
Publicado em Educação

SÃO PAULO/SP - Um dos eventos mais aguardados do ano, a Farofa da Gkay não entregou o combinado. Após três dias de festas, encerradas na madrugada desta sexta (9/12), a conclusão é que a expulsão de Tirullipa por assédio foi o fato mais comentado, deixando claro que o evento de pegação, considerado um reality show sem estúdio ou produção, não rendeu o conteúdo que influenciadores e marcas esperavam apresentar aos seguidores.

De acordo com os internautas que buscaram as fofocas de bastidores, a festa de Gessica Kayane “perdeu a essência” após fechar acordo com a Multishow e o Globoplay. A transmissão ao vivo teria deixado os convidados engessados e demonstrou a diferença entre a versão do Instagram e a realidade.

“Foi um tiro no pé. A festa editada nas redes sociais é completamente diferente de uma transmissão. O ao vivo mostrou [que o evento é] um negócio vazio, sem graça, os artistas no palco dando o sangue e simplesmente não há público ou emoção”, disse uma usuária do Twitter.

O acordo com os canais do Grupo Globo deixou de fora o que o público gosta de ver, que são situações inusitadas e muita pegação. É este combustível que faz com que programas como “De Férias com o Ex” continuam a todo o vapor, repetindo o modelito ano após ano.

A expulsão do humorista Tirullipa ainda abalou imagem da balada, que é divulgada com ênfase na azaração e passou a ter que lidar com assédio.

“O evento virou uma baderna tão grande, com tanta put*ria, que o Tirullipa não viu problema em tirar o biquíni das meninas”, disse uma empresária de influenciadores.

Para falar a verdade, o público não encontrou essa fuzarca toda na “Farofa da Gkay” e a maior prova disso foi o dark room, que historicamente era o auge do evento. De acordo com os fãs, o quartinho funciona “só para performances” e “ninguém fazia nada, de fato”.

Como o evento deixou de ser uma diversão carnavalesca para se tornar uma “competição de quem pega sapinho”, com disputa oficial de maior beijoqueira, sobraram subcelebridades em busca de holofotes, enquanto certos artistas se recusaram a participar.

Dentre os que recusaram convites para aparecer, estariam as apresentadoras Ana Hickmann, Ticiane Pinheiro e Adriane Galisteu, que abriram mão de hospedagem especial, transporte e outros privilégios.

A concorrência direta com a Copa do Mundo 2022 também foi outro ponto que chamou a atenção. No primeiro dia de “Farofa” teve jogo do Brasil e, obviamente, a população não abriu mão de torcer.

Ainda que o evento não tenha empolgado como no ano passado, os números apontam que a atração não foi um completo fracasso.

Segundo dados preliminares da Banca Digital, que reuniu 35 perfis de fofoca e realizou a cobertura in loco, a festa obteve mais de 300 milhões de impressões, sem calcular os milhares de posts dos participantes durante os três dias de evento. Mesmo assim, quase não teve repercussão nos grandes portais, apesar do grande investimento na produção.

A Farofa fechou patrocínios com grandes marcas como Avon, Latam, Vivara, XP Investimentos e Listerine, permitindo que seu orçamento passasse dos R$ 2 milhões no ano passado, supostamente bancados pela própria GKay, para R$ 8 milhões patrocinados neste ano. Mas há quem diga (colunistas) que a plateia cheia de subs e a concentração de estrelas apenas nos palcos, fazendo shows pagos, tenham desagradado anunciantes.

Para Gkay, porém, o evento foi um grande sucesso financeiro, mesmo sem que se saiba quanto ela ganhou por fechar contrato de transmissão com o grupo Globo.

 

 

PIPOCA MODERNA

Publicado em Celebridades

RÚSSIA - A guerra de Vladimir Putin na Ucrânia tem criado fatos inéditos na geopolítica e na economia global. Aqui vão três deles. O primeiro: uma guerra mundial não declarada, em que o Ocidente (leia-se Otan) dá dinheiro, treinamento e armamento para os ucranianos lutarem contra a poderosa Rússia. O segundo: um propósito de guerra nebuloso. Não está claro se o presidente russo quer incorporar o território vizinho, controlar o governo de Kiev ou supostamente libertar regiões de maioria russa, Donetsk e Luhansk, da opressão nazista (esse foi um dos argumentos para a invasão). O terceiro e mais recente fato: é o comprador que decide quanto pagar pelo petróleo da Rússia. Mais exatamente US$ 60 o barril. Desde a segunda-feira (5), esse é o teto que 27 países da União Europeia (UE), do G7 e da Austrália decidiram oferecer pelo óleo do país de Putin, segundo maior exportador mundial do combustível, atrás apenas da Arábia Saudita. O valor é bem abaixo do preço de mercado. Hoje, o tipo Brent é negociado acima de US$ 76.

O que isso significa? Na teoria, é mais uma arma financeira para estrangular a máquina de guerra da Rússia, pressionando o país a desistir da agressão ao vizinho. O governo russo, além de sofrer com sanções no comércio internacional, vai lucrar menos com sua principal fonte de receita. Por consequência, o presidente Putin terá menos dinheiro para gastar. Mas na prática não é bem assim. Os russos já rejeitaram a limitação do preço do petróleo e dizem que a estratégia militar contra a Ucrânia não será afetada. Segundo o porta-voz da presidência, Dmitri Peskov, o país analisa suspender a venda de combustíveis para mercados que façam parte do boicote, priorizando nações como China e Índia. “Não aceitaremos o teto. Estamos avaliando como reagir a essa provocação.”

O problema é que a Rússia depende tanto do dinheiro do petróleo quanto o mundo depende do petróleo russo. A questão energética é fundamental para a Europa, dependente do combustível russo para abastecer carros, movimentar a indústria e até aquecer as casas durante o inverno. E o protagonismo da energia na guerra tem ficado evidente nas últimas semanas. Os mais recentes bombardeios russos contra as infraestruturas do setor de energia da Ucrânia deixaram milhões de famílias sem luz, água e calefação, em um momento de temperaturas baixas com a aproximação do inverno.

NEGOCIAÇÃO

A definição de um teto para o petróleo russo não foi capaz de barrar a guerra, mas movimentou as peças no tabuleiro da diplomacia. Na semana passada, Putin ligou para o chefe de governo da Alemanha, Olaf Scholz, para reclamar do apoio financeiro e militar da Otan à Ucrânia. Segundo agências internacionais, o presidente russo teria reconhecido que o exército russo sofreu derrotas humilhantes em território ucraniano, com as maiores baixas desde o fim da Segunda Guerra Mundial. Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia (e eleita a mulher mais poderosa do mundo em 2022 pela Forbes) também tem mantido firme a ideia de sustentar as retaliações financeiras aos russos.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, também entrou em cena. Ele afirmou que está disposto a conversar com Putin, mas condicionou a negociação a uma postura mais flexível do presidente russo e se houver disposição de acabar com a guerra e retirar as suas tropas da Ucrânia. No entanto, o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, reforçou que a Rússia rejeita as condições de Biden. “A operação militar vai continuar”, afirmou. Diante dos últimos acontecimentos, o petróleo entrou definitivamente para o centro da guerra, mas não há sinais de que o conflito irá esfriar.

 

 

por Jaqueline Mendes / ISTOÉ DINHEIRO

Publicado em Guerra na Ucrânia

ARARAQUARA/SP - Um idoso de 69 anos foi vítima de furto por duas vezes, na cidade de Rincão-SP. O segundo crime ocorreu nesta quinta-feira (8), no momento em que a vítima tinha se deslocado até a delegacia para reconhecer objetos recuperados pela Polícia Militar.

A vítima foi comunicada pela PM após os agentes deterem um homem de 37 anos na COHAB.

O suspeito estava em uma bicicleta pela Avenida João Sampaio e na garupa, carregava uma caixa com vários sacos.

Ele visualizou a viatura e tentou entrar em uma residência, porém, o portão estava fechado e ele foi detido.

Na revista, os PMS encontraram no bolso do suspeito seis munições de calibre 36, sendo duas deflagradas e quatro intactas. Em sua pochete, foi encontrada uma porção de maconha e vários produtos de procedência duvidosa.

Os PMs conduziram o indivíduo com todos os objetos e na delegacia, dentro de um pote de remédios que estava em um dos sacos, foi encontrado um documento com o nome de um idoso.

O sítio do mesmo idoso tinha sido furtado há alguns meses e então os policiais ligaram os fatos e fizeram diligências. A vítima compareceu então na delegacia e reconheceu os objetos de sua propriedade.

Diante da situação, o delegado Doutor Elton Hugo Negrini ratificou a prisão do indivíduo, e ele foi encaminhado para a Cadeia Pública de Santa Ernestina-SP.

Ao término da ocorrência, o idoso retornou para casa e teve uma infeliz surpresa ao perceber que seu sítio fora novamente alvo de algum criminoso.

A janela da entrada foi quebrada e a casa teve vários objetos levados. O fato deve ser investigado.

 

 

Por: Ed / PORTAL MORADA

Publicado em Araraquara

SÃO JOSÉ DO RIO PRETO/SP - Um bebê de 1 ano morreu ao ser esquecido dentro de um veículo, na cidade de São José do Rio Preto, na noite da última quarta-feira (7).

Segundo informações do boletim de ocorrência, o pai encontrou o menino morto no assoalho do carro.

À polícia, o homem disse que o filho dormiu. Por isso, esqueceu de levá-lo para a escola e seguiu para o trabalho. O veículo ficou estacionado em frente ao local e, ao sair, viu o bebê morto.

Ainda de acordo com o registro policial, ele perdeu o controle do carro e bateu em uma lixeira.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e a equipe constatou que o menino estava morto havia três horas.

O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) e o caso foi registrado como homicídio culposo na Central de Flagrantes.

 

Fonte: G1

Publicado em Outras Cidades

Com ele foram apreendidas porções de cocaína e maconha embaladas e prontas para comércio

 

LORENA/SP - Policiais militares do 23º Batalhão do Interior (BPM/I) apreenderam um adolescente, de 14 anos, em flagrante por tráfico de drogas, que estava com porções de cocaína e maconha. O fato ocorreu por volta das 18h, desta quarta-feira (07), na rua José Belini, em Lorena.

Os agentes foram acionados, via Copom, para atenderem ocorrência de furto em uma residência abandonada e ao chegarem no local ouviram três pessoas conversando. Ao notarem a presença dos policiais, dois conseguiram fugir pelo telhado, mas um foi capturado.

Durante revista pessoal no adolescente apreendido, foram encontradas 26 pedras de crack, 104 pequenas porções e seis tabletes de maconha, 36 eppendorfs de cocaína, um celular, uma balança de precisão, R$ 230 em dinheiro, 11 munições de calibre 38 e um prato marrom, com pedras de “crack” e uma lâmina de aço, utilizada para preparar a droga.

Exames periciais foram solicitados ao Instituto de Criminalística (IC) e o caso foi registrado como tráfico de drogas e porte ilegal de arma, pela Delegacia de Lorena.

Publicado em Outras Cidades

IBATÉ/SP - É Natal em Ibaté! O final de semana está repleto de atrações na Praça Central. 
A programação do "Natal de Luzes e Sons de Ibaté 2022", continua nesta sexta-feira (09), às 20h, com apresentação do Coral da Casa do Idoso de Ibaté, na sequência é a vez da Banda Marcial Municipal de Ibaté exibir um espetáculo em performance, e seu repertório diferenciado. Encerrando a noite, a animação fica por conta de Beloti & Viana, que prometem fazer um show dinâmico vindo do Sertanejo Clássico ao Universitário. A dupla vem se destacando com apresentações em Programas de TV em Rede Nacional, além do grande volume na agenda de shows em festas, no interior de São Paulo.
Dando continuidade, no sábado (10), Show com a Orquestra Torrinhense de Viola Caipira, executando clássicos da Viola Caipira. 

No domingo (11), às 20h, a programação segue com Show de Zé Ramalho Cover e Banda. O cover do cantor e compositor paraibano vai apresentar canções inesquecíveis. Estarão presentes no show sucessos como “Sinônimos”, “Entre a Serpente e a Estrela”, além de outros clássicos.

Além da iluminação e decoração, a Praça Central também conta de quinta a domingo com a presença do Papai Noel em sua Nova Casinha, e a Princesa na Carruagem iluminada.

Publicado em Ibaté

BRASÍLIA/DF - Interrompido desde meados de abril, o Sistema Valores a Receber (SVR) ainda tem R$ 4,6 bilhões esquecidos em instituições financeiras para serem devolvidos, divulgou hoje (8), em Brasília, o Banco Central (BC). Desse total, estão destinados R$ 3,6 bilhões a 32 milhões de pessoas físicas e R$ 1 bilhão a 2 milhões de empresas.

O BC também anunciou que voltará a receber dados das instituições em janeiro. A data de reabertura das consultas ao SVR ainda não está definida. No entanto, o órgão esclarece que uma instrução normativa editada em novembro obriga as instituições a encaminharem à autoridade monetária informações de valores esquecidos.

As instituições repassarão ao BC três tipos de valores esquecidos por correntistas:
• contas de pagamento pré-paga e pós-paga encerradas com saldo disponível;
• contas de registro mantidas por sociedades corretoras de títulos e valores mobiliários e por sociedades distribuidoras de títulos e valores mobiliários para registro de operações de clientes encerradas com saldo disponível; e
• outras situações que ensejam valores a devolver reconhecidas pelas instituições.

Novidades

Segundo o Banco Central, os dados recebidos das instituições financeiras serão processados e oferecidos aos correntistas assim que o SVR for reaberto. O órgão informou que também trabalha em melhorias no sistema, como a inclusão de novos tipos de valores e o saque por herdeiros e representantes legais de falecidos.

Assim que o sistema for reaberto, informou o BC, herdeiros, testamentários, inventariantes ou representantes legais da pessoa falecida poderão consultar a existência de valores esquecidos e receberem instruções sobre como resgatar o dinheiro. Eles terão de aceitar um termo de responsabilidade antes de fazer a consulta.

A abertura do SVR a pessoas falecidas chegou a ser anunciada pelo BC no início do ano, mas foi paralisada por causa da greve no órgão, que durou de abril a julho.

Outra novidade será a adoção de uma fila de espera virtual para acessar o SVR. A ferramenta substituirá a lógica de acesso programado (com dia e hora definidos) que vigorou na primeira versão do sistema.

Valor total

Atualmente, os valores esquecidos no sistema financeiro estão distribuídos nas seguintes faixas: 23,58 milhões de correntistas (68%) até R$ 10; 7,94 milhões (23%) entre R$ 10,01 e R$ 100; 2,86 milhões (8%) de R$ 100,01 e R$ 1 mil; e 476,5 mil (1%) acima de R$ 1 mil. Com o reenvio dos dados pelas instituições financeiras, o estoque de R$ 4,6 bilhões a serem devolvidos pode aumentar.

A devolução de valores esquecidos ocorreu de fevereiro a abril deste ano. Nesse período, informou o BC, as instituições devolveram R$ 2,36 bilhões para 7,2 milhões de pessoas físicas e 300 mil pessoas jurídicas.

Desse total, R$ 321 milhões foram devolvidos via PIX a 3,7 milhões de beneficiários que clicaram diretamente no sistema para pedir os valores. O restante foi devolvido por meio de contato do beneficiário com a instituição (telefone, e-mail, ida à agência ou outros canais de atendimento).

Inicialmente, estava prevista uma segunda fase de consultas e saques no SVR para maio. Essa etapa incluiria mais fontes de recursos esquecidos, como cobranças indevidas de tarifas ou obrigações de crédito não previstas em termo de compromisso, contas de pagamento pré-paga e pós-paga encerradas e contas encerradas em corretoras e distribuidoras. No entanto, o processo foi interrompido por causa da greve dos servidores do BC, que durou três meses e paralisou o desenvolvimento de projetos dentro do órgão.

 

 

Por Welton Máximo - Repórter da Agência Brasil

Publicado em Economia

BRASÍLIA/DF - O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva definiu na quinta-feira, dia 8, os nomes dos próximos comandantes das Forças Armadas. Os nomes foram escolhidos em conversa com o futuro ministro da Defesa, José Múcio, que será anunciado nesta sexta-feira, dia 9, por Lula.

O próximo comandante-geral do Exército será o general Júlio César Arruda. O comando da Força Aérea Brasileira (FAB) será exercido pelo brigadeiro Marcelo Damasceno. Ambos eram os mais antigos da tropa. Na Marinha, Lula optou por indicar o almirante Marcos Olsen para o comando-geral. Ele era o segundo na lista de antiguidade.

Apesar de escolhidos internamente, ainda não é certo que o presidente antecipe a indicação dos comandantes-gerais nesta sexta-feira. Eles, no entanto, poderão iniciar as passagens de comando nas respectivas forças, diante do indicativo de que os atuais comandantes desejam deixar o cargo antes da posse de Lula.

Lula seguiu o critério de antiguidade no Exército e na Aeronáutica sem surpresas, mas fez uma ligeira mudança na Marinha, porque tinha dois postos relevantes a indicar na Força Naval.

O mais antigo, almirante Aguiar Freire, será o próximo chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA), um cargo importante na estrutura do Ministério da Defesa. Ele trabalhará direto com Múcio e fará a ligação entre os comandos nas operações comuns às três forças.

Os comandos, no entanto, subordinam-se apenas ao ministro, e não ao Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas. O órgão é de assessoramento ao ministro da Defesa, sendo considerado um dos três da alta administração da pasta.

No rodízio do cargo entre as três Forças Armadas, era a vez de o ministério indicar um oficial-general da Marinha para a chefia do EMCFA. O atual chefe é o general Laerte de Souza Santos, do Exército. Antes dele, o cargo era do brigadeiro da FAB Raul Botelho.

Lula vinha sendo orientado a seguir o critério de antiguidade para prestigiar os oficiais-generais com mais tempo de caserna e não criar mais “perturbações desnecessárias” com as Forças Armadas. A relação do petista com as cúpulas militares é tensa, e o gabinete de transição nem sequer consegui montar um grupo técnico de trabalho para fazer um raio-x do setor.

O general de quatro-estrelas da Arma de Engenharia, Julio Cesar Arruda se aposentaria em março e encabeçava a lista tríplice do Exército. Ele chefia o Departamento de Engenharia e Construção do Exército. Por ser oficial de Forças Especiais, um grupo de elite de onde saíram vários dos generais da ativa e da reserva que integraram a cúpula política do governo Jair Bolsonaro, Arruda chegou a ser visto como nome não recomendado por aliados de Lula. Eles preferiam a indicação do comandante militar do Sudeste, general Tomás Paiva.

O brigadeiro Marcelo Damasceno havia passado à reserva no fim de novembro, por ter atingido o período máximo na ativa. Os oficiais, porém, ainda permanecem por até 45 dias à disposição do serviço militar ativo. Ele exercia a chefia do Estado-Maior da Aeronáutica e era o mais cotado. A situação é semelhante à do almirante Renato Aguiar Freire, transferido à reserva em 25 de novembro. Ele exercia antes a chefia do Estado-Maior da Armada. Múcio optou por levá-lo para sua equipe no ministério.

Assim, a única mudança foi a escolha do almirante Marcos Olsen, atual chefe do Comando de Operações Navais, que ocupava a segunda posição na lista tríplice na Marinha. Olsen é um ano mais moderno que Aguiar Freire. O terceiro nome era o almirante Marcelo Campos, secretário-geral da Marinha.

 

 

por Felipe Frazão / ESTADÃO

Publicado em Política

BUENOS AIRES - O ministro da Economia da Argentina, Sergio Massa, anunciou na quinta-feira, 08, que o governo reduzirá a quantidade de contribuintes do Imposto de Renda em janeiro, em meio a demandas sindicais por uma taxa sobre os salários médios e altos.

Em uma série de publicações em sua conta no Twitter, Massa indicou que o aumento do piso salarial a partir do qual o imposto é pago beneficiará 312.864 trabalhadores, que deixarão de pagar o imposto a partir de janeiro, mas não indicou qual será o custo da medida fiscal.

“Com esta desoneração em 2023, nenhum trabalhador que ganhe menos de 404.062 pesos (cerca de 2.378 dólares) o pagará, mantendo também a progressividade na entrada para evitar saltos nas tabelas de impostos”, anunciou Massa.

Com esta atualização, menos de 600.000 assalariados do país pagarão o imposto, menos de 10% de todos os trabalhadores, acrescentou.

A medida certamente será bem-vinda em um momento em que a inflação prevista para 2022 gira em torno de 100%, o que corrói fortemente o poder de compra.

A inflação alta e os desequilíbrios da economia geram desconforto entre os trabalhadores devido à deterioração da renda e levam quase 40% da população à pobreza, o que gera mais protestos nas ruas.

 

 

Reportagem de Lucila Sigal / REUTERS

Publicado em Economia

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