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Radio Sanca Web TV - Sexta, 21 Julho 2023
Sábado, 22 Julho 2023 02:50

Andressa Urach entra na Privacy

"Vou mostrar uma Andressa que ninguém nunca viu. Vou compartilhar muitos conteúdos exclusivos que irão mexer com a imaginação do público", declarou a modelo

 

São Paulo/SP Andressa Urach, de 35 anos é solteira, gaúcha, natural de Juí - Rio Grande do Sul e uma figura conhecida na mídia. Conquistou o sucesso ao longo de sua trajetória como modelo, apresentadora de televisão, foi capa de revista masculina e participante do reality show “A Fazenda”. Com uma vida profissional marcada por polêmicas e muitos holofotes, ela agora escolheu a Privacy, a plataforma de monetização de conteúdo online mais utilizada da América Latina para explorar um novo caminho. 

Em entrevista exclusiva à plataforma, Andressa compartilhou suas motivações, planos e expectativas em relação à Privacy. Com uma personalidade intensa e determinada, ela busca proporcionar uma experiência impactante para seus seguidores, entregando conteúdos personalizados que vão além dos limites convencionais. 

“Gosto de ser desejada, de ver essa procura por mim, saber que os meus assinantes estarão lá por mim, então darei o meu melhor nos conteúdos para a plataforma. Eu tô muito feliz, quero causar muito, quero colocar muito conteúdo que vai chocar as pessoas, claro, tudo com moderação. Conteúdos exclusivos que irão mexer com a imaginação do público, tanto masculino quanto feminino”, declarou Urach. 

Ao ingressar na plataforma, Andressa reconhece a reputação da Privacy, ressaltando a seriedade e confiabilidade da empresa. Ela destaca a importância de ter um espaço que permita uma conexão mais próxima com o público: “Gostei muito da minha visita a empresa, muitas pessoas envolvidas no trabalho, equipes de profissionais, me passou confiança e credibilidade e isso é importante para a gente se manter segura, porque você está dentro de uma plataforma confiável”. 

 

Uma Andressa como ninguém nunca viu 

Ao abraçar essa nova empreitada, Andressa que se define como um verdadeiro furacão, sempre muito intensa, pretende produzir conteúdos que explorem sua sensualidade e permitam a realização de fetiches inusitados: “Sobre conteúdos personalizados, já disponibilizei alguns conteúdos exclusivos na plataforma e tentarei sempre fazer tudo que os meus assinantes quiserem, tudo é negociável. Quero fazer conteúdo sensual e moderadamente explícito. E estou estudando também a possibilidade de fazer collabs com criadores da plataforma”.  

Para esse novo momento, Andressa que confessou ter gastado mais de um milhão em procedimentos estéticos, disse que realizou outros procedimentos recentemente, tudo para estrear em grande estilo na plataforma: “Fiz uma lipoaspiração, um procedimento no nariz para deixá-lo mais empinado e quero aumentar os meus seios, algo bem grande mesmo, mas quero ganhar dinheiro primeiro, agora é momento de faturar”. 

Durante a entrevista, Andressa confessou uma novidade na sua carreira: “A partir de setembro eu vou estar abrindo a minha agenda de show de strip-tease pelo Brasil inteiro, já recebendo convites e irei estrear com muitos shows agendados. Estou organizando só o repertório e os looks que irei usar. E inclusive irei postar os bastidores desses shows no meu Privacy”. 

Além de uma carreira agitada, Andressa também é mãe de dois filhos, o Arthur de 18 anos que mora com ela, e o pequeno Leon de 1 ano e 4 meses que mora com o pai. Com o faturamento da plataforma, a modelo pretende dar uma vida ainda melhor para os seus filhos e como empresária, investir em imóveis.  

Acompanhe o conteúdo exclusivo da Andressa Urach na Privacy através do perfil: @Andressaurach, a assinatura mensal custa R$ 200 e há opções de planos de 3 ou 6 meses.  

Publicado em Entretenimento
Interessados devem se inscrever entre 24 e 28 de julho

 

SÃO CARLOS/SP - O Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica (PPGEMec) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) estará com processo seletivo aberto, entre os dias 24 e 28 de julho, para pessoas interessadas em cursar disciplinas na condição de alunos especiais, neste segundo semestre de 2023. 
Os alunos especiais podem cursar disciplinas avulsas do PPGEMec, sendo que elas poderão ser reconhecidas posteriormente em caso de ingresso como aluno regular do mestrado. 
Podem cursar disciplinas como aluno especial os portadores de diploma de curso Superior ou estudantes de graduação que tenham concluído mais do que 80% de sua carga horária.
A lista de disciplinas oferecidas e demais informações podem ser consultadas no edital, disponível no site do Programa (www.ppgemec.ufscar.br).
Publicado em Educação

SÃO CARLOS/SP - O governador Tarcísio de Freitas anunciou na última quarta-feira (19/07), no Palácio dos Bandeirantes, a liberação de R$ 258,1 milhões do programa Casa Paulista – Crédito Imobiliário Individual, para viabilizar a compra de 20 mil moradias em 67 municípios.
O governador confirmou para São Carlos 315 unidades habitacionais (apartamentos), por meio da nova faixa do Casa Paulista, programa que agora vai beneficiar famílias com renda média de R$ 2,4 mil para conquista da casa própria.
 “Fizemos a inscrição do município e agora fomos contemplados com mais de 300 moradias, porém essas unidades não serão construídas em um conjunto habitacional, se tratando de Carta Crédito Imobiliário, com financiamento pela Caixa Econômica Federal e subsídio do Governo do Estado que pode variar entre R$ 10 mil e R$ 16 mil por moradia, dependendo da localização do imóvel, sendo que os compradores também poderão utilizar o FGTS no financiamento”, explicou o presidente da Prohab, Rodson.
O investimento estadual, utilizado como subsídio, vai possibilitar que famílias com renda mensal média de 1,8 salários mínimos (R$ 2,4 mil) realizem o sonho da casa própria. Sem esse aporte, apenas pessoas com renda média de três salários mínimos (R$ 4 mil) poderiam comprar esses imóveis nos mesmos empreendimentos.
O presidente da Prohab disse, ainda, que segundo o Governo do Estado, os apartamentos que serão oferecidas pelo programa foram ofertados por incorporadoras cadastradas na Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação no último mês de junho. Os empreendimentos também foram aprovados pela Caixa Econômica Federal.
“A Prefeitura, por meio da Prohab, não vai poder fazer as inscrições, os munícipes de São Carlos que se enquadrarem nos critérios do programa devem procurar diretamente a Caixa Econômica Federal, instituição que vai fazer o financiamento habitacional desses 315 apartamentos liberadas para São Carlos”, finalizou Rodson Magno.

Publicado em Política

IRAQUE - A embaixada sueca no Iraque foi temporariamente repatriada para Estocolmo por motivos de segurança, anunciou o Ministério das Relações Exteriores da Suécia na sexta-feira (21), um dia depois que a legação foi incendiada por manifestantes.

“A segurança é uma prioridade. O pessoal destacado chegou à Suécia em um voo comercial”, disse uma porta-voz do ministério em um e-mail à AFP.

Na quinta-feira, Salwan Momika, um iraquiano de 37 anos refugiado na Suécia, pisoteou um exemplar do Alcorão em frente à embaixada do Iraque em Estocolmo.

No final de junho, o mesmo homem queimou várias páginas do livro sagrado muçulmano em frente a uma mesquita na capital sueca.

Em resposta ao fato de a polícia sueca ter autorizado o ato, apoiadores do influente líder religioso iraquiano Moqtada Sadr se manifestaram em Bagdá na quinta-feira, invadindo a embaixada sueca e incendiando-a pouco antes do amanhecer.

O governo iraquiano ordenou a expulsão do embaixador sueco e anunciou a suspensão da licença da gigante sueca das telecomunicações Ericsson no país.

O ministério informou que o embaixador já está na Suécia. “Estamos em contato com as autoridades iraquianas e continuamos conversando”, acrescentou.

Na quinta-feira, o chanceler sueco Tobias Billström chamou o ataque de “inaceitável” e considerou que as autoridades iraquianas “falharam em [sua] obrigação” de proteger a missão diplomática sueca. Referindo-se à profanação do Alcorão, Billström condenou um “ato ofensivo e desrespeitoso”.

 

 

ISTOÉ

AFP

Publicado em Política

Cidade do interior de São Paulo conta agora com loja da rede de brechó e outlet infantil

 

SOROCABA/SP - A Arena Baby, rede de franquias de brechó e outlet infantil, abre as portas da sua primeira unidade em Sorocaba, São Paulo, neste dia 22 de julho (sábado). Amanda Alves Ferreira Bueno Bruzadin, 38 anos, empreendedora que traz a novidade para a cidade, conta como o formato de negócio da marca era o que ele procurava: "Resolvi mudar de ares e voltar a trabalhar em família e a Arena Baby me proporcionou um modelo de negócio que faltava aqui na cidade", declara.

Pioneira no consumo consciente de roupas de bebês e crianças, a rede Arena Baby, criada em 2015, entrou para o franchising no final de 2016. A marca traz um conceito onde o cliente leva os produtos que as crianças já não usam mais para vendê-los ou trocá-los por créditos para aquisições na loja. Além de encontrar peças quase novas e nunca usadas, os produtos são, em média, 80% mais baratos do que em lojas convencionais.

Amanda ressalta que o suporte da franqueadora é fundamental para o sucesso da inauguração. "A expertise da Arena Baby faz toda a diferença para uma inauguração de sucesso. A organização, o planejamento e uma equipe estruturada são fundamentais para lidar com os desafios iniciais. Além disso, a importância da parceria entre os franqueados, que possibilita a troca de conhecimentos e experiências valiosas”, comenta.

Com grandes expectativas para 2023, a franqueada está confiante. “Quero fazer a diferença pela qualidade das peças e atendimento diferenciado, nossa meta é que as famílias se sintam acolhidas em nossa loja e saiam satisfeitas com suas compras”, conclui Amanda.

A nova unidade fica na Rua Itavuvu, 1.030 – Jardim Nair – Sorocaba/SP e o telefone para contato é (15) 99250-0280. A loja tem também uma conta no Instagram @arenababy.sorocaba para ficar mais próxima e divulgar suas novidades aos seus clientes.

Publicado em Outras Cidades

ESPANHA - Se pedirem a um espanhol que avalie a situação econômica de seu país, certamente ele dirá que a economia vai mal, apesar de alguns indicadores mostrarem o contrário. Por que existe essa dissonância entre percepção e dados?

Com o Produto Interno Bruto (PIB) em alta e a inflação e o desemprego em baixa, os institutos e especialistas consultados pela BBC News Mundo (serviço em espanhol da BBC) avaliam de forma positiva a situação da economia espanhola em termos gerais.

No entanto, na recente pesquisa de junho do Centro de Investigação Sociológica (CIS) de Espanha, 43,1% dos cidadãos qualificaram a situação econômica geral como “ruim” e 13,8% como “muito ruim”.

Essa discrepância entre a percepção e a realidade está sendo ampliada durante a campanha para as eleições gerais neste domingo (23/7), em que diferentes partidos políticos manipulam os números a seu favor, destacando os indicadores que lhes são mais convenientes.

Enquanto o presidente do governo e líder do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), Pedro Sánchez, afirma que a economia espanhola “está andando como se fosse uma moto", o presidente do conservador Partido Popular (PP) e líder da oposição, Alberto Núñez Feijóo, diz que o país "está estagnado."

A economia é um tema central no pleito. Segundo as sondagens, o direitista PP passaria a ser o partido mais votado, seguido do governista PSOE. Quem chegar em terceiro pode ser decisivo para o resultado da eleição: o Vox de extrema-direita — que tudo indica que governaria com o PP — ou a recém-lançada coalizão de esquerda espanhola Sumar — que se tornaria parceira do PSOE em um governo de coalizão.

 

Verdades absolutas

“Cada um vê o que lhe convém. Um diz que estamos crescendo muito rápido e o outro diz que sim, mas que caímos ainda mais rápido (durante a pandemia) ”, explica à BBC News Mundo Javier Quesada, especialista do Instituto Valenciano de Pesquisas Econômicas (IVIE).

“Enquanto um fala em PIB (o conjunto das riquezas da economia), outro fala em PIB per capita (essa riqueza dividida pela população do país). Isso faz parte do jogo."

“Não há dúvida de que, se a economia vai bem, isso é bom para que os que estão no poder consigam renovar o mandato. E que quem quer chegar ao poder tem que procurar fazer com que a população perceba a necessidade de mudar”, diz.

“Isso significa que a opinião pública neste momento está altamente contaminada por notícias favoráveis ​​ou desfavoráveis.”

A mesma opinião é compartilhada por Martí Parellada, professor de economia da Universidade de Barcelona e presidente do Instituto de Economia de Barcelona (IEB). Ele explica que, para entender a visão negativa que os espanhóis têm da economia, é preciso levar em consideração “a batalha eleitoral” em jogo.

"Logicamente, se a alternativa ao atual governo usar como argumento substancial contra o governo que a situação econômica está ruim, provavelmente isso acabará afetando as pesquisas de opinião dos espanhóis", disse Parellada à BBC News Mundo.

 

O crescimento da economia espanhola

Em 2022, a Espanha registou um crescimento do PIB de 5,5% — o sétimo maior da União Europeia, segundo dados do Eurostat (Escritório Europeu de Estatística), à frente de outras grandes economias europeias como a Holanda (4,3% ), Itália (3,7%), França (2,5%) e Alemanha (1,8%).

Da mesma forma, o Banco da Espanha melhorou sua previsão para este ano e estimou que o PIB crescerá a uma taxa de 2,3%, enquanto a inflação continuará moderada e fechará 2023 em uma média de 3,2%, ante 8,4% registrados em 2022.

“Na minha opinião, não acho que a situação da economia espanhola possa ser avaliada de outra forma que não seja positiva. Os indicadores são bons sob qualquer ponto de vista”, avalia Parellada, embora reconheça que há problemas de produtividade e renda per capita abaixo da média da União Europeia.

A pujança das exportações, o dinamismo do emprego e a flexibilização dos preços da energia são algumas das principais razões para a melhoria das previsões do Banco de Espanha.

“O momento atual da economia espanhola é muito positivo. Mas também é verdade que se colocarmos num contexto mais geral a médio prazo, a economia espanhola foi a última a recuperar a queda do PIB sofrida durante a covid”, analisa Omar Rachedi, professor associado do Departamento de Economia, Finanças e Contabilidade na Escola Superior de Administração e Gestão de Empresas (ESADE).

A essa lenta recuperação se soma a elevada dívida pública espanhola, que voltou a bater um novo recorde histórico em maio, ultrapassando os 1,54 biliões de euros devido ao enorme impacto da pandemia na economia. Esse é um dos pontos fracos da economia espanhola.

 

Inflação

A inflação fechou junho em 1,9%. O número é inferior aos de França (5,3%) e Alemanha (6,8%). No entanto, a inflação de alimentos continua acima dos 10%, pesando muito no orçamento das famílias.

"Quando você vai ao supermercado, tende a levar mais em conta a variação de preços de um produto que talvez compre com mais frequência ou que seja mais importante para você, portanto, embora talvez apenas alguns produtos subam, a sua sensação é de aumento generalizado da inflação, embora isso não seja verdade”, explica Rachedi à BBC Mundo.

Para entender por que a sociedade percebe que as coisas estão piores do que dizem os indicadores macro, é preciso olhar para o micro. O que as pessoas percebem não é o quanto o PIB cresceu, mas sim o preço da gasolina, os produtos da cesta de compras ou a conta de luz.

“Se você olhar os dados macroeconômicos, parece que está tudo bem. Empregos foram gerados, a inflação está diminuindo, tudo isso é favorável. Agora, se você conversar com as pessoas, elas podem ter uma percepção diferente”, diz Quesada.

“A vida ficou muito cara e o que as pessoas percebem mais diretamente é como a comida ficou mais cara. As pessoas veem que está cada vez mais difícil chegar ao final do mês porque a inflação corrói as melhorias salariais que ocorreram, mas elas ficam atrás do crescimento dos preços."

A inflação é um dos principais temores da população e o principal inimigo dos governos.

“Os dados macroeconômicos são muito bons, sim, mas existe uma palavra mágica, que se chama inflação. A inflação que continua alta em toda a Europa e que está matando os governos. Essa é uma lição que a história da Europa nos dá”, explica Cristina Monge, cientista política e professora da Universidade de Zaragoza, à BBC Mundo.

“Você pode ter ótimos dados macro, mas vê que seu empréstimo imobiliário subiu 200 euros por mês ou que vai ao supermercado e que o dinheiro não compra tanto como antes. Portanto, a percepção em microeconomia não é a mesma que em macroeconomia”, aponta o especialista.

 

Narrativa

O caso da percepção negativa da economia não é exclusivo da Espanha. De acordo com uma pesquisa publicada recentemente pelo Pew Research Center, a maioria dos adultos em 18 dos 24 países pesquisados ​​classificou a situação econômica em seus países como “ruim”.

Na Espanha, 72% dos pesquisados ​​o avaliaram negativamente, dentro da média do estudo em que apenas México, Índia, Indonésia e Holanda registraram uma maioria que o descreveu como "boa”.

“Você pode ter um crescimento concentrado em algumas parcelas da população, então nem todos podem se beneficiar desse crescimento”, diz Rachedi. "Os dados de emprego e parte da política fiscal me fazem pensar que, de maneira geral, a situação não é tão negativa quanto percebida pela população."

“Essa discrepância não é apenas algo que acontece na Espanha. Exatamente o mesmo debate existe agora nos Estados Unidos, onde novamente há níveis recordes de emprego, mas as pessoas continuam tendo a ideia de que há quase uma recessão e uma crise que continua sendo anunciada e nunca aparece.”

Em sua opinião, essa discrepância pode ser, em parte, um legado dos últimos 20 anos de crescimento, em que parte da população se beneficiou de uma renda maior. Mas também se deve, em parte, ao que o Prêmio Nobel Robert J. Shiller chamou de "narrativa econômica".

"Uma narrativa econômica é uma história contagiante que tem o potencial de mudar a forma como as pessoas tomam decisões econômicas." Essa teoria explica como a história pode moldar nossa percepção da realidade e, na opinião de Rachedi, pode ser o que está acontecendo na Espanha.

“Se a mesma história se repetir, pode ter um efeito muito importante na população, principalmente em um momento como agora em que as redes sociais são tão importantes”, aponta.

“Acho que também em parte pelas características dessa recuperação com crescimento do PIB que também vem com inflação alta. Por exemplo, isso é muito interessante quando se observa a forte correlação nos EUA entre as pesquisas favoráveis ​​ao presidente e o preço da gasolina. Aí você vê como cada vez que o preço da gasolina sobe, há uma queda no apoio ao presidente.”

Nas eleições deste domingo na Espanha, veremos qual das "narrativas econômicas" mais convenceu os eleitores ou se a percepção de muitos cidadãos de que é cada vez mais difícil sobreviver é motivo suficiente para mudar o governo.

 

 

por Almudena de Cabo - BBC News Mundo

Publicado em Economia

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