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Cantora se apresentará na premiação, que também contará com shows de Francinne e Gabi Martins.

 

SÃO CARLOS/SP - Além de concorrer ao BreakTudo Awards na categoria "Melhor Lançamento de Novo Artista", a cantora e compositora brasileira Nanda Loren anuncia sua performance na premiação. O evento, que acontecerá virtualmente no dia 24 de outubro, contará ainda com participações de outros nomes da música, como as cantoras Francinne e Elana Dara. 

Atualmente vivendo nos Estados Unidos, Nanda Loren fará uma participação direto do país. Os detalhes da apresentação e as faixas que serão apresentadas, no entanto, ainda não foram divulgados pela artista, que fará o anúncio em breve. 

O cantor e youtuber Escarião comandará a premiação, que ano passado foi comandada pelos youtubers Tiago Fabri e Alexandre Duarte, do canal Virou Festa. Além de ser apresentador, ele também está na lista de performers. 

Recorde de votos na premiação

A premiação independente do portal BreakTudo, traz tudo que o mundo pop quer ver, música, televisão, internet e seus derivados. Com apenas 5 edições, a premiação já se destaca como uma das maiores premiações do Brasil e os números não deixam dúvidas a respeito. Em 2019, a premiação bateu seu próprio recorde de votos, fora mais de 24 milhões de votos, agora em 2020 este recorde foi quebrado, no dia 23 de setembro, a organização do evento anunciou que a marca de 50 milhões de votos havia sido ultrapassada. 

Link do Tweet: https://twitter.com/breaktudoawards/status/1308694202113495042

Na última quinta-feira (01), a premiação acabou indo parar nos Trending Topics do Twitter em vários países. A hashtag #BreakTudoAwards foi parar no topo dos TTs do Twitter na Indonésia, foi parar nos Trending Topics do Twitter nas Filipinas, além de claro também ter ido parar nos TTs no Brasil também, o que marcou o início da votação via hashtags para as categorias Fandom Nacional e Fandom Internacional. Em 2017, a BreakTudo Awards se tornou a primeira premiação brasileira a incluir um grupo de k-pop na sua lista de indicados, na época indicando o BTS em duas categorias, em 2018 ela criou categorias especiais para o artistas de k-pop.

Quem serão os performers? 

Nanda Loren - A ex-The Voice Brasil está na lista de performers também, porém a faixa que ela irá cantar não foi divulgada. 

Francinne - A cantora contratada da Universal Music e dona de hits como "Tum Tum" e "Brincadeira" será artista responsável pela abertura do evento. Ainda não se sabe qual música ela irá cantar, mas tudo indica que será seu novo single "Atura ou Surta". 

Gabi Martins - Gabi Martins é uma das indicadas da premiação, ela é dona de vários hits sertanejos, sendo o maior deles "Neném" que tem 34 milhões de visualizações no YouTube, ela concorre na categoria Revelação Nacional. Ainda não foi divulgada a faixa de apresentação da artista. 

MTK - O trio dono hit "Idas e Vindas" irá se apresentar com o seu novo single: "Original MTK #2: Se Você Vier". 

Pedro Arcafra - O cantor que é destaque no YouTube com suas versões brasileiras de hits internacionais, irá fazer um medley de seus sucessos "Duvidei Me Esquecer" e "Vai Passar". 

RIELL - A cantora canadense irá cantar sua música "Redemption", a artista é dona dos hits "First" e "Slow" e acumula mais de 100 milhões de streams no Spotify. 

Gerf - O artista é um dos novos nomes da música brasileira e ele apresentar seu novo single. 

Ricking - O cantor brasiliense também irá se apresentar, mas ainda não sabe qual a faixa. 

Giovanna Bianco - Giovanna Bianco é a nova aposta do Rick Bonadio, ela irá cantar seu single de estreia "Me Leva". 

Escarião - Como já foi dito anteriormente, o apresentar também irá performar. 

Anitta receberá homenagem

A cantora será homenageada com o prêmio de "Ícone Pop Brasileiro". 

Link para fotos: https://drive.google.com/drive/folders/1jh7u4a1mR_8IaZ-ymkIwIBqQtvQvCNUx?usp=sharing

WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi transferido para um hospital militar para tratamento depois de ser diagnosticado com Covid-19, informou a Casa Branca nesta última sexta-feira, enquanto o governo e a campanha eleitoral tentam se ajustar a mais uma turbulência em seu mandato.

Cerca de 17 horas depois de anunciar que tinha testado positivo para coronavírus, Trump caminhou lentamente da Casa Branca até um helicóptero que o aguardava para ser levado ao Centro Médico Militar Nacional Walter Reed em Bethesda, Maryland. Ele usava máscara e terno e não falou com os jornalistas.

“Acho que estou indo muito bem, mas vamos garantir que as coisas funcionem”, disse o presidente em um breve vídeo postado no Twitter.

Trump, de 74 anos, ficará em uma suíte especial no centro médico pelos próximos dias como medida de precaução, disse a secretária de imprensa da Casa Branca Kayleigh McEnany.

“Por excesso de cautela e por recomendação de seu médico e especialistas médicos, o presidente trabalhará nos escritórios presidenciais do Walter Reed nos próximos dias”, afirmou ela em um comunicado.

Trump está com febre baixa, de acordo com fonte familiarizada com o assunto. O médico da Casa Branca Sean P. Conley escreveu em um memorando que ele está “cansado, mas de bom humor”.

Este é o mais recente revés para o presidente republicano, que está atrás do rival democrata, Joe Biden, nas pesquisas de opinião antes da eleição presidencial de 3 de novembro.

Trump, que minimizou a ameaça da pandemia de coronavírus desde o início, escreveu no Twitter mais cedo nesta sexta-feira que ele e sua esposa, Melania, estavam entrando em quarentena após teste positivo para o vírus, que matou mais de 200.000 norte-americanos e afetou gravemente a economia dos EUA.

Trump é um paciente de alto risco por causa de sua idade e peso. Ele manteve-se aparentemente com boa saúde durante seu mandato, mas não é conhecido por fazer exercícios regularmente ou seguir uma dieta saudável.

Conley disse que Trump recebeu uma única dose do coquetel de anticorpos policlonais da Regeneron, uma técnica usada para tratar uma ampla gama de doenças. Os dados são limitados sobre sua eficácia para Covid-19, mas o chefe de doenças infecciosas dos EUA, dr. Anthony Fauci, está entre aqueles que afirmam que ela é promissora.

Trump também está tomando zinco, vitamina D, famotidina, melatonina e uma aspirina diária.

A doença do presidente afetou sua campanha de reeleição faltando apenas 31 dias para o dia da votação. Sua equipe eleitoral disse que irá adiar comícios e outros eventos que ele deveria participar, ou realizá-los online.

Biden retirou do ar os anúncios que atacavam Trump, mas, por outro lado, continuou sua campanha após um teste negativo para o vírus.

 

 

*Por: Steve Holland, Alexandra Alper / REUTERS

MUNDO - O primeiro debate eleitoral entre os candidatos a presidência dos Estados Unidos, na noite desta última terça-feira, 29, foi uma perfeita farofa. Sem compostura, Donald Trump (Republicano) interrompeu constantemente seu adversário Joe Biden (Democrata) que em determinado momento se cansou e o mandou calar a boca.

O debate foi marcado por diversos momentos de tensão entre os dois candidatos. Biden afirmou que Donald Trump é mentiroso. “O fato é que tudo o que ele disse até agora é apenas uma mentira. Não estou aqui para ouvir suas mentiras. Todo mundo sabe que ele é um mentiroso”, disse o candidato do partido Democrata.

Biden criticou Trump sobre sua postura desde o início da pandemia, inclusive em relação a China. Trump desconversou e respondeu que tomou uma atitude. ao proibir a entrada de pessoas vindas do país asiático, desde o início da pandemia. O candidato republicano ainda criticou Biden por seu partido ter se oposto a esta medida.

Trump disse que os EUA está perto de ter uma vacina contra o coronavírus. Biden então disse que Trump devia evitar o assunto, já que chegou a sugerir aplicação de desinfetante para tratar a covid-19. “Você sabe que eu não estava falando sério”, retrucou Trump desconversando.

Tenso desde o início, com interrupções repetidas vezes, Biden chegou ao ponto de dizer a Trump: “Você não vai calar a boca?”. O presidente dos EUA ignorou o protesto e continuou interrompendo o candidato democrata. O mediador, Chris Wallace tentou apaziguar repetidas vezes.

O debate foi realizado em Cleveland, Ohio e os candidatos discutiram temas como composição da Suprema Corte, pandemia de coronavírus e violência em protestos raciais.

Aqui no Brasil, o debate entre os candidatos a presidência dos Estados Unidos repercutiu

“Só espero que no próximo debate, o Biden se ligue e vá preparado para parar o Trump quanto ele tentar interromper. Tem q calar a boca e ouvir quem está com o direito de falar. Trump interrompe e nem tem nada sério a dizer. É só pra bagunçar”, disse um internauta.

“Trump é indigno. Foi para o debate disposto a impedir qualquer discussão. Interrompe, mente, fixa com picuinhas. Presidente do país mais rico do mundo. E não tem um pingo de seriedade”, afirmou a jornalista Vera Magalhães.

 

Confira a repercussão:

 

 

 

 

*Por: CATRACA LIVRE 

MUNDO - O TikTok conseguiu uma prorrogação de último minuto no domingo, quando um juiz federal dos Estados Unidos suspendeu o veto imposto pelo governo de Donald Trump aos downloads do popular aplicativo de vídeos, poucas horas antes da entrada em vigor da medida.

O juiz distrital Carl Nichols emitiu uma ordem judicial temporária para suspender o veto ao pedido do TikTok, que a Casa Branca considera uma ameaça para a segurança nacional, alegando que sua matriz chinesa espiona os usuários a favor do governo de Pequim.

A opinião do juiz não foi divulgada, então não foi possível saber o que motivou a decisão.

O governo Trump queria proibir novos downloads do aplicativo a partir de meia-noite (1h00 de Brasília, segunda-feira) e que os atuais usuários americanos tivessem acesso ao app apenas até 12 de novembro.

O juiz rejeitou o pedido do TikTok de suspender a proibição de 12 de novembro.

A decisão representa uma vitória temporária para o TikTok, que te, 100 milhões de usuários nos Estados Unidos. Mas o tribunal ainda precisa considerar os argumentos legais sobre se a rede social deve permanecer disponível para os americanos.

A plataforma alegou que um bloqueio dos downloads, inclusive temporário, provocaria um dano irreparável ao impedir seu crescimento e prejudicar sua reputação comercial.

Em uma audiência por telefone, algo incomum, o juiz Nichols ouviu no domingo os advogados do TikTok, que pertence à empresa chinesa ByteDance, que argumentaram sobre a liberdade de expressão e a segurança nacional.

Para o advogado John Hall, uma proibição seria "punitiva" e fecharia um fórum público utilizado por dezenas de milhões de americanos.

Em um documento apresentado antes da audiência, os advogados do TikTok consideraram que a proibição era "arbitrária e um capricho", que "abalaria a segurança dos dados" ao bloquear as atualizações e correções do aplicativo utilizado por quase 100 milhões de americanos.

A empresa também alegou que a proibição era desnecessária porque negociações estavam em curso para reestruturar a propriedade do TikTok com o objetivo de abordar as questões de segurança nacional citadas pelo governo.

Os advogados do governo argumentaram que o presidente tem o direito de adotar medidas de segurança nacional e que a proibição era necessária devido aos vínculos do TikTok com o governo chinês por meio da ByteDance.

Um relatório do governo classifica a ByteDance como "porta-voz" do Partido Comunista Chinês, alegando que a empresa está "comprometida a promover a agenda e as mensagens" do partido.

"O presidente determinou que a capacidade (da China) de controlar estes dados representa uma ameaça inaceitável para a segurança nacional e a política externa dos Estados Unidos", afirmou o governo.

Um porta-voz da diplomacia chinesa, Wang Wenbin, pediu nesta segunda-feira a Washington que proporcione um ambiente empresarial "justo e não discriminatório" nos Estados Unidos e criticou "a intimidação" contra suas empresas.

O TikTok se tornou o novo símbolo da batalha entre Estados Unidos e China pelo domínio o setor de tecnologia de ponta.

 

 

*Por: AFP

MUNDO - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicou neste sábado (26.set.2020) a juíza Amy Coney Barrett para uma cadeira na Suprema Corte do país. A vaga foi aberta depois da morte de Ruth Bader Ginsburg, 2ª juíza mais antiga do Tribunal, aos 87 anos. Nos EUA, o mandato é vitalício.

A escolha de Barrett, de 48 anos, já era esperada. Trump teria confirmado a aliados republicanos na 6ª feira (25.set.2020). A magistrada passará ainda pelo crivo do Senado, que é composto por maioria governista.

Os senadores estão divididos sobre a avaliação a 5 semanas da eleição presidencial entre Trump e o democrata Joe Biden. O líder da maioria na Casa, o republicano Mitch McConnell, afirmou que o Senado vai votar antes do pleito, atendendo a vontade do presidente.

Trump diz que é importante indicar antes das eleições para que a Suprema Corte não fique desfalcada em uma possível decisão sobre uma incongruência nas eleições. “Isto vai acabar na Suprema Corte, e acho muito importante termos 9 juízes”, declarou o mandatário na última semana.

A oposição contesta. Os democratas dizem que a indicação deve caber ao eleito em 3 de novembro. Em 2016, o então presidente Barack Obama, a meses de deixar o cargo, não teve sua indicação votada pelo Senado, já comandado por McConnell. Os republicanos atrasaram a sabatina de Merrick Garland. Na ocasião, 1 posto foi aberto devido à morte de Antonin Scalia.

Se confirmada pela Casa Alta do Capitólio, Amy Coney Barrett reforçará a maioria conservadora na Suprema Corte para 6, contra 3 liberais –indicados por democratas. Barrett integra desde 2017 o 7º Circuito do Tribunal de Apelações de Chicago. Antes, foi assistente de Scalia na Corte.

Barrett também é a 3ª indicação de Trump dentro da Suprema Corte em seu 1º mandato, iniciado em 2017. Obama fez só duas nos 8 anos em que comandou a Casa Branca. As indicações anteriores de Trump passaram no Senado em votação apertada. Eis os casos:

Neil Gorsuch – indicado em 2017 para a vaga de Antonin Scalia, morto em 2016. Aprovado no Senado por 54 a 45;

Brett Kavanaugh – indicado em 2018 para a vaga de Anthony Kennedy, que se aposentou. Aprovado no Senado por 50 a 48.

A aprovação de Gorsuch por 9 votos e de Kavanaugh por 2 votos apontam que Barrett também enfrentará uma votação difícil. Uma indicação disso foi a votação do impeachment de Trump em fevereiro deste ano, quando 52 senadores foram contrários e 48 a favor. Os republicanos têm 53 votos, mas o ex-candidato à Casa Branca Mitt Romney é 1 desafeto de Trump e pode votar contra.

Historicamente o tempo também pesa contra Trump. Desde a nomeação de Ginsburg, em 1993, que levou 42 dias para ser conduzida, as indicações têm demorado mais de 60 dias para serem concretizadas. Faltam 38 dias para o pleito de novembro.

 

QUEM É AMY CONEY BARRETT

A indicada por Trump à Suprema Corte é católica, tem 48 anos e 7 filhos. Foi professora de Direito da Universidade de Notre Dame. Entre suas posições, ela é a favor de limitar as possibilidades de aborto, legalizado nos Estados Unidos em 1973.

Ela já foi cotada para ser indicada por Trump em 2018, quando foi preterida por Kavanaugh. À época, o presidente disse que Barrett seria guardada para substituir Ruth Bader Ginsburg, que já tinha 85 anos.

Barrett será a 2ª mulher indicada por 1 republicano para a mais importante Corte de Justiça da maior potência mundial. A outra foi Sandra Day O’Connor por Ronald Reagan em 1981. Ela se aposentou 2006 e hoje tem 90 anos.

Mais duas mulheres foram indicadas à Suprema Corte por governos democratas: Sonia Sotomayor, em 2009, e Elena Kagan, em 2010. Ambas foram escolhas de Obama e ainda fazem parte do quadro de juízes do Tribunal.

 

MORTE DE GINSBURG

A juíza Ruth Bader Ginsburg morreu em 18 de setembro aos 87 anos, vítima de câncer no pâncreas. Ela foi nomeada em 1993 pelo então presidente Bill Clinton e era a 2ª magistrada com mais tempo de atividade na Suprema Corte. Clarence Thomas, na Corte desde 1991, é o decano.

Ao longo dos 27 anos em que ocupou o posto, Ginsburg ficou marcada por votos pró-direitos civis e igualdade de gênero. A história da vida de Ginsburg inspirou o documentário “A Juíza” e o filme“Suprema”.

Ginsburg é 1 ícone pop entre progressistas norte-americanos. Ela é retratada em camisetas, canecas e até em bonecas.

 

 

*Por: IGHOR NOBREGA / PODER360

MUNDO - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste último sábado (19) que deu sua “benção” à parceria do TikTok, da ByteDance, pela Oracle e pelo Walmart nos Estados Unidos.

“A segurança será 100%. Conceitualmente, é 1 bom negócio para os Estados Unidos. Dei minha benção ao acordo”, afirmou o líder norte-americano a jornalistas na Casa Branca.

Segundo Trump, a parceria criará a TikTok Global, terá sede no Texas e contratará “pelo menos” 25.000 pessoas. Atualmente, a TikTok tem escritórios em Los Angeles. De acordo com a Bloomberg, Oracle e Walmart controlarão 20% da companhia.

A nova empresa deve contribuir com até US$ 5 bilhões para 1 fundo de educação a pedido do próprio presidente norte-americano. O governo receberia parte do pagamento.

“A parceria resolverá as preocupações de segurança da administração dos EUA e resolverá questões sobre o futuro da TikTok nos Estados Unidos”, disse 1 porta-voz da TikTok ao site The Verge.

O Departamento do Tesouro afirmou, em nota, que a aprovação está sujeita à entrega de documentação, ou seja, a formalização do acordo ao CFIUS (em português, Comitê de Investimentos Estrangeiros nos Estados Unidos).

 

O CASO

O governo Trump tem assumido postura mais dura em relação à China conforme as eleições norte-americanas se aproximam. Cita preocupações com a segurança nacional sobre dados que os cidadãos norte-americanos fornecem a apps chineses e o potencial de usá-los para fins de espionagem, por exemplo.

A pressão sobre o TikTok se arrasta há meses. Segundo o presidente dos EUA, comitê do Executivo concluiu que havia “evidências confiáveis” de que a ByteDance, controladora do aplicativo, poderia agir para prejudicar a segurança dos Estados Unidos.

O Departamento de Comércio dos EUA emitiu na 6ª feira (18) ordem para bloquear qualquer tipo de transação com TikTok, ByteDance e WeChat a partir de domingo (20.set.2020). O anúncio da aprovação de Trump sugere a suspensão dessa proibição.

 

 

*Por: PODER360

MUNDO - O tribunal de falências do Distrito Sul de Nova York aprovou a proposta de financiamento feita pela Latam. Com isso, a companhia terá acesso a US$ 2,4 bilhões em empréstimos. A decisão foi comunicada nessa última 6ª feira (18) pela Latam.

O juiz James L. Garrity Jr., responsável pelo caso, havia rejeitado a proposta inicial da empresa em 11 de setembro. A Latam pediu financiamento baseado no modelo DIP (sigla em inglês para “devedor em posse”). A opção permite aos credores que viabilizassem o financiamento ter prioridade no pagamento das dívidas.

Na proposta da Latam, a Qatar Airways e as famílias Cueto e Amaro, controladoras da companhia, fariam investimento de US$ 900 milhões. Eles passariam a ter o direito de converter esse valor, com desconto de 20%, em mais ações da Latam. O restante do montante viria da Oaktree Capital Management.

Ao negar o pedido, o magistrado argumentou que a cláusula na qual se determina a opção de converter a dívida em ações com desconto concede tratamento diferenciado aos controladores em comparação com outros credores.

No comunicado emitido na 6ª feira (18), a Latam explicou que retirou essa cláusula e, com isso, conseguiu a aprovação para o empréstimo. “A aprovação do DIP é 1 passo muito significativo para a sustentabilidade do grupo e agradecemos o amplo interesse e confiança no que a Latam construiu e em nosso projeto de longo prazo. Agora começamos uma nova etapa, a de apresentar o nosso plano de reorganização”, disse o presidente da Latam, Roberto Alvo.

A Latam pediu recuperação judicial nos Estados Unidos em maio deste ano por conta da crise desencadeada pelo novo coronavírus. A operação também envolve filiadas do Chile, Peru, Colômbia e Equador. Em julho, a operação no Brasil também entrou com pedido de recuperação judicial nos EUA.

 

 

*Por: PODER360

MUNDO - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu ontem (15) os líderes dos Emirados Árabes Unidos e do Bahrein para a assinatura de acordos para a normalização das relações com Israel, se tornando os dois países árabes mais recentes a romperem com um tabu de longa data, em um realinhamento estratégico regional contra o Irã.

A cerimônia na Casa Branca coroou um mês em que primeiro os Emirados Árabes e depois o Bahrein concordaram em reverter décadas de desconfiança ante Israel, sem uma resolução da disputa de décadas dos israelenses com os palestinos.

Em uma sacada na qual Trump observava uma plateia de centenas de pessoas no gramado da Casa Branca, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, se colocou ao lado do ministro das Relações Exteriores dos Emirados, xeique Abdullah bin Zayed al-Nahyan, e do chanceler do Bahrein, Abdullatif Al Zayani.

Os acordos, rejeitados pelos palestinos, fazem dos países o terceiro e o quarto Estados árabes a adotarem tais medidas para normalizar os laços desde que Israel assinou tratados de paz com o Egito, em 1979, e a Jordânia, em 1994.

Ao se reunir com Netanyahu mais cedo no Salão Oval, Trump disse que "cinco ou seis países se juntarão muito rapidamente" para forjar seus próprios acordos com Israel. No entanto, ele não identificou nenhuma das nações envolvidas em tais conversas.

"Estamos aqui nesta tarde pelo curso da história", afirmou Trump, da sacada, dizendo se tratar de "um grande passo no qual pessoas de todas as crenças e formações vivem juntas em paz e prosperidade".

Ele disse que os três países do Oriente Médio "trabalharão juntos, eles são amigos".

Os acordos consecutivos marcam uma vitória diplomática improvável para Trump. Ele passou a presidência prevendo acordos para problemas intratáveis, como o programa nuclear da Coreia do Norte, cuja concretização se mostrou difícil de obter.

Aproximar Israel, os Emirados e o Bahrein reflete sua preocupação com a influência crescente do Irã na região e com desenvolvimento de mísseis balísticos pelo país. O Irã critica os dois pactos.

Como Trump busca a reeleição no dia 3 de novembro, os acordos podem ajudar a angariar o apoio de eleitores cristãos evangélicos pró-Israel, uma parte importante de sua base política.

 

 

*Por Steve Holland e Matt Spetalnick - Repórteres da Reuters

MUNDO - O proprietário do aplicativo chinês TikTok firmou no útlimo domingo (13) parceria com a Oracle para suas operações nos EUA depois de rejeitar uma oferta da Microsoft para assumir o controle das operações da empresa no país. As informações são do New York Times e do Washington Post.

Os termos da parceria firmada entre o app chinês e a multinacional norte-americana ainda não foram definidos. Mas o acordo foi acertado para acalmar os reguladores dos EUA. A ByteDance, empresa que controla o TikTok, indicou que a Oracle seria sua “parceira de tecnologia”, mas não há informações se isso significa que a companhia também terá participação majoritária no aplicativo, como deseja o governo norte-americano.

“ByteDance nos informou hoje que não venderia as operações do TikTok’s nos EUA para a Microsoft […] Estamos confiantes de que nossa proposta teria sido boa para os usuários do TikTok, ao mesmo tempo que protegia os interesses da segurança nacional”, disse a Microsoft em comunicado.

O presidente norte-americano Donald Trump determinou em 14 de agosto que a empresa chinesa ByteDance, proprietária do TikTok, se desfizesse das operações no país em 90 dias. De acordo com Trump, o Cfius (Comitê de Investimento Estrangeiro nos EUA) concluiu que havia “evidências confiáveis” de que a ByteDance poderia agir para prejudicar a segurança dos Estados Unidos.

 

 

*Por: PODER360

MUNDO - Os Estados Unidos decidiram suspender a restrição dos voos saídos do Brasil. O Departamento de Segurança Interna (DHS) dos EUA anunciou a suspensão, que valerá a partir desta segunda-feira (14). Além do Brasil, também foram incluídos na decisão a China (excluindo as regiões administrativas de Hong Kong e Macau), Irã, região Schengen da Europa, Reino Unido (excluindo territórios estrangeiros fora da Europa) e Irlanda do Norte.

A região Schengen da Europa é composta por Alemanha, Áustria, Bélgica, República Checa, Dinamarca, Estônia, Grécia, Espanha, França, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Liechtenstein, Hungria, Malta, Países Baixos, Polônia, Portugal, Eslovênia, Eslováquia, Finlândia, Islândia, Noruega, Suécia e Suíça.

A restrição de voos saídos do Brasil teve início em 28 de maio. Outros países tiveram a restrição imposta antes. O governo dos EUA informou que está mudando sua estratégia em relação à prevenção da covid-19 e “priorizando outras medidas de saúde pública” para reduzir o risco de transmissões relacionadas a viagens. Segundo o governo, há um melhor entendimento sobre as formas de transmissão do vírus.

“Hoje temos um melhor entendimento sobre a transmissão da covid-19, que indica que sintomas baseados em processos de triagem tem eficácia limitada porque pessoas com covid-19 podem não ter sintomas ou febre no momento da triagem, ou apenas sintomas leves”, informou a embaixada dos EUA no Brasil.

Dentre as ações a serem adotadas pelos Estados Unidos a partir de agora estão a prestação de informações sobre saúde para passageiros antes, durante e depois do voo; a possibilidade de testagem para reduzir o risco de transmissões do vírus, a ampliação dos treinamentos e informações para parceiros do setor de transporte e portos para garantir o reconhecimento da doença e imediata notificação ao Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC); recomendações depois da chegada de passageiros para que monitorem a si mesmos e tomem precauções, incluindo ficar em casa por até 14 dias, dentre outras medidas.

 

 

*Por Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil

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