MUNDO - O Brasil não tem mais representantes na chave de simples masculina do US Open. Nesta última terça-feira (01), os tenistas Thiago Monteiro e Thiago Wild se despediram na primeira rodada do aberto norte-americano, um dos quatro maiores torneios do circuito mundial, os Grand Slams. Eles foram superados, respectivamente, pelo canadense Félix Auger-Aliassime e pelo britânico Dan Evans.
Monteiro, número um do país e 83º do mundo, vendeu caro a derrota para Auger-Aliassime. Após perder o primeiro set por 6/3, o cearense resistiu ao jogo agressivo do rival, 20º do ranking da Associação de Tenistas Profissionais (ATP), e venceu a parcial seguinte por 7/6, com 9/7 no tie-break. O equilíbrio permaneceu nos sets seguintes, também definidos no tie-break, mas com o canadense (considerado uma das revelações da modalidade na atualidade) levando a melhor, marcando 7/6 (8/6) em ambos.
Esta foi a terceira participação de Monteiro no US Open, novamente caindo na primeira partida. O desempenho, porém, supera o de 2019, quando perdeu do norte-americano Bradley Klahn por 3 a 0. Tanto que no duelo desta terça, contra Auger-Aliassime, cabeça de chave número 15 do torneio, o brasileiro assinalou apenas um ponto a menos que o adversário (148 a 147).
Thiago Wild, por sua vez, fez sua estreia em Grand Slams adultos. Há dois anos, ele foi campeão do US Open na categoria juvenil. Número 113 da ATP, ele foi dominado nos dois primeiros sets por Evans, que ocupa a 28ª posição do ranking mundial e é o cabeça de chave número 23, perdendo por 6/2 e 6/1. O paranaense reagiu na terceira parcial, forçando o tie-break. O britânico, porém, abriu 2 a 0 e manteve a vantagem, fazendo 7/6 (7/5) no terceiro set e fechando o jogo em 3 sets a 0.
O US Open é o primeiro Grand Slam disputado em meio à pandemia do novo coronavírus (covid-19). Desde a chegada aos Estados Unidos, os atletas obedecem a um protocolo de saúde rígido. A competição ocorre sem a presença de torcedores. No caso das duplas, a chave foi reduzida de 64 para 32 parcerias. Alguns nomes importantes do circuito optaram por não disputar o torneio, como o espanhol Rafael Nadal e a canadense Bianca Andreescu, atuais campeões de simples.
Mais Brasil
Quatro tenistas do país seguem na competição, todos nas duplas. Três estreiam nesta quarta-feira (2). No masculino, Marcelo Melo e o polonês Lukazs Kubot, que dividem o sétimo lugar do ranking da ATP e são os cabeças de chave número dois, pegam os belgas Sander Gillé e Joran Vliegen, que ocupam, respectivamente, as posições 36 e 44 do mundo. Já Bruno Soares (27º do mundo) e o croata Mate Pavic (17º) medem forças com o argentino Horácio Zeballos (4º) e o espanhol Marcel Granollers (15º). A previsão é que as partidas iniciem por volta das 14h (de Brasília).
Na chave feminina, a representante brasileira é Luísa Stefani, 39º do ranking da Associação de Tênis Feminino (WTA, na sigla em inglês), que joga ao lado da norte-americana Hayley Carter, 36º do mundo. Por volta das 14h40 (de Brasília), elas encaram as irmãs ucranianas Lyudmyla e Nadiya Kichenok, que ocupam, respectivamente, as posições 35 e 38 da WTA.
A estreia de Marcelo Demoliner (49º do mundo), que forma dupla com o holandês Matwé Middelkoop (62º), será amanhã (3), sem horário definido. Eles terão pela frente o francês Nicolas Mahut (3º) e o alemão Jan-Lennard Struff (48º).
*Por Lincoln Chaves - Repórter da TV Brasil e da Rádio Nacional
MUNDO - O Lyon mostrou mais uma vez seu domínio no futebol feminino na Europa ao conquistar neste domingo pela sétima vez, a quinta consecutiva, a Liga dos Campeões, com uma vitória por 3 a 1 sobre o Wolfsburg, na final disputada na cidade espanhola de San Sebastián.
Os gols da equipe francesa foram marcados por de Eugénie Sommer (25), Saki Kumagai (44) e Sara Björk Gunnarsdottir (88), enquanto Alexandra Popp (57) diminuiu para as alemães.
Essa foi a quarta vez que os dois times decidiram o torneio continental, com as francesas vencendo todas as anteriores (2012/13, 2015/16 e 2017/2018).
Sem poder contar na reta final da competição com a lesionada norueguesa Ada Hegerberg, eleita a melhor jogadora do mundo em 2018 e heroína da última final da Liga ao marcar três gols sobre o Barcelona (4-1), o Lyon não se intimidou e mostrou em campo porque detém tantos títulos da Liga dos Campeões.
Coube a Eugénie Le Sommer, Saki Kumagai e a recente contratação de Sara Björk Gunnarsdottir, que pertencia ao Wolfsburg, liderar as francesas nesta nova conquista.
"É muita alegria. Muitas vezes nos perguntam se não estamos cansadas de vencer. Não, não estamos cansadas. Olhe para a nossa alegria de novo hoje! Não há cansaço, queremos sempre vencer e hoje, mesmo que seja o sétimo título, o quinto consecutivo, a alegria continua, mesmo que seja um pouco diferente. E sempre há um sabor particular quando ganhamos a Liga dos Campeões", declarou à emissora francesa Canal+ a atacante Eugénie Le Sommer, acrescentando que este título foi um presente de casamento (ela casou recentemente).
Já a capitã da equipe, Wendie Renard, e suas companheiras Sarah Bouhaddi e Le Sommer fizeram história ao conquistar seu quinto título europeu consecutivo.
"Eu nunca estou cansada de vencer! Você pode contar comigo para estar lá (na final) no próximo ano. A gente celebra porque é difícil ganhar esta competição. Temos que lutar todos os anos por esse troféu e é lindo. Vamos levá-lo para casa e vamos festejá-lo com todos. Queremos deixar uma marca. Temos que ir para o sexto (título seguido) para superar o recorde que o igualamos hoje", declarou Wendie Renard, fazendo uma referência ao pentacampeonato consecutivo conquistado pela equipe masculina do Real Madrid na Liga dos Campeões, durante a década de 1950.
Para chegar a esta nova final e manter a hegemonia no continente, o Lyon passou pelo Fortuna Hjorring, da Dinamarca, (oitavas), Bayern de Munique (quartas) e PSG (semifinal). Já o Wolfsburg, que tem dois títulos do torneio europeu, superou o Twente, da Holanda (oitavas), Glasgow City, Escócia (quartas), e o Barcelona, Espanha (semifinal).
- Relação de equipes campeãs da Liga dos Campeões feminina desde 2002:
2002: Frankfurt (ALE)
2003: Umea IK (SUE)
2004: Umea IK (SUE)
2005: Turbine (ALE)
2006: Frankfurt (ALE)
2007: Arsenal (ING)
2008: Frankfurt (ALE)
2009: Duisburgo (ALE)
2010: Turbine (ALE)
2011: Lyon (FRA)
2012: Lyon (FRA)
2013: Wolfsburgo (GER)
2014: Wolfsburgo (GER)
2015: Frankfurt (ALE)
2016: Lyon (FRA)
2017: Lyon (FRA)
2018: Lyon (FRA)
2019: Lyon (FRA)
2020: Lyon (FRA)
*Por: AFP
SÃO PAULO/SP - Brenner, nos acréscimos do segundo tempo, garantiu a vitória por 2 a 1 do São Paulo sobre o Corinthians na manhã deste domingo, pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro. Antes do jovem são-paulino se tornar herói, Cássio e Tiago Volpi falharam nos gols de Hernanes e Ramiro.
O resultado levou o Tricolor à terceira vitória seguida. O tabu do São Paulo de não perder para o arquirrival no Morumbi desde 2010 pelo Brasileirão também foi mantido. Já o Corinthians conheceu sua primeira derrota em clássico na temporada 2020.
O placar levou o São Paulo à vice-liderança, com 13 pontos, e deixou o Corinthians em 13º, com apenas cinco pontos – com um jogo a menos.
Tiago Nunes e Fernando Diniz iniciaram o clássico com novidades nas equipes. No Corinthians, Ramiro voltou a ser titular, enquanto o São Paulo teve Liziero na lateral esquerda.
O resumo do primeiro tempo foi um domínio completo dos mandantes. Apesar disso, o gol saiu em uma cobrança de falta de Hernanes. Cássio foi pego de surpresa, falhou e viu a bola entrar no meio do gol.
O Timão chegou ao empate depois da parada para hidratação. Cantillo teve tranquilidade para receber uma sobra de bola no meio de campo, girar e lançar para Ramiro. O chute mascado e cruzado do volante também contou com a colaboração de Tiago Volpi.
Na etapa final, com a temperatura na casa dos 29ºC, os espaços apareceram e as substituições deixaram a partida aberta e imprevisível. Tiago Nunes aproveitou para promover a estreia de Rómulo Otero.
No fim, quem se deu bem foi o São Paulo, que chegou ao gol da vitória aos 46 minutos. Brenner, livre dentro da área, cabeceou sem chances para Cássio.
Na próxima rodada, o Corinthians vai encarar o Goiás, na Serrinha, em Goiânia, às 19h15 da próxima quarta-feira. No dia seguinte, o São Paulo vai ao Mineirão para pegar o Atlético-MG às 20h.
*Por: GAZETA ESPORTIVA
SANTOS/SP - Quando o apito soar no gramado da Vila Belmiro, às 14h (horário de Brasília) desta quarta-feira (26), dando início à partida entre Santos e Audax, chegará ao fim uma espera de 164 dias, ou cinco meses e meio, pela volta da Série A1 (primeira divisão) do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino. A competição foi interrompida em 15 de março, durante a quinta rodada, em decorrência da pandemia do novo coronavírus (covid-19).
Como a doença ainda não está controlada no território nacional, o retorno do torneio terá de ser realizado sem a presença de público e sob rigoroso protocolo sanitário, com várias diretrizes para os jogos. Entre as normas estão o acesso restrito a campo e vestiários; a realização de exames da covid-19 custeados pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF); aferição da temperatura na chegada ao estádio, de todas as pessoas envolvidas na realização do jogo; o uso frequente de máscaras (com exceção dos atletas em campo); e a higienização com álcool em gel.
Os procedimentos são os mesmos adotados no Brasileirão masculino, incluindo as mudanças feitas após a primeira rodada da Série A, como testagem de todo o elenco 72 horas antes da partida, e entrega dos resultados dos testes à CBF até 24 horas antes do jogo pelo time mandante, e até 12 horas antes da viagem, no caso do visitante. "À princípio, vamos seguir o mesmo protocolo. À medida que as rodadas forem ocorrendo e os resultados aparecendo, ai sim, a gente vai verificar a necessidade ou não de mudança de programas de testagem", diz à Agência Brasil Jorge Pagura, o coordenador médico da entidade.
Além do jogo na Vila, outras duas partidas movimentam esta quarta (26) pela quinta rodada do Brasileiro feminino. Às 15h30, o Internacional recebe o Flamengo no Sesc Campestre. Já às 19h30, Corinthians e Ferroviária reeditam a final do ano passado no Parque São Jorge. A sexta rodada tem inicio no sábado (29) e vai até segunda-feira (31), com os seguintes duelos:
Sábado (29)
14h - Cruzeiro x Grêmio (Mineirão)
15h - Ponte Preta x Palmeiras (Moisés Lucarelli)
20h30 - Vitória x Iranduba (Barradão)
Domingo (30)
14h - São Paulo x Minas Icesp (CFA de Cotia)
15h - Avaí/Kindermann x Santos (Carlos Alberto Costa Neves)
15h - Ferroviária x Internacional (Fonte Luminosa)
15h - Audax x São José (José Liberatti)
Segunda-feira (31)
19h - Flamengo x Corinthians (a definir)
Caras novas
A pandemia da covid-19 impactou as equipes do Brasileiro Feminino de forma diversa. Santos e São Paulo, por exemplo, voltaram aos treinos com o mesmo grupo de antes da paralisação. Se por um lado o Palmeira perdeu Bia Zaneratto, atacante da seleção brasileira, que estava emprestada pelo Wuhan Xinjiyuan (China), por outro se reforçou com atletas que atuavam no exterior: a zagueira Janaína Queiroz, ex-Braga (Portugal) e a meia-campista Camilinha, ex-Orlando Pride (Estados Unidos). Esta última, também jogadora da seleção verde e amarela.
"Saí do Brasil tem quatro anos, para jogar no Orlando e, desde minha chegada, vejo grandes mudanças [de estrutura no futebol feminino]. No Palmeiras, isso é nítido. Acho que a gente, que está vindo de fora, pode somar e trazer uma experiência grande", destacou Camilinha, em entrevista coletiva.
Ex-clube da meia-campista no Brasil, o Corinthians também foi atrás de novidades durante a paralisação, acertando o retorno da lateral Yasmin, que estava no Benfica (Portugal). A lateral Daiane, que também estava no clube português, assinou com a Ferroviária, atual campeã e líder da competição nacional. A experiente jogadora, de 34 anos, foi capitã do time grená nos títulos da Copa do Brasil e do Brasileiro, em 2014, e da Libertadores, em 2015.
No Internacional, o reforço veio dos Emirados Árabes: a atacante Rafa Travalão, de 32 anos, que defendia o Abu Dhabi SC. Já o Flamengo foi outro a apostar na experiência ao trazer a zagueira Cida, de 34 anos. Ao mesmo tempo, promoveu quatro jovens da equipe sub-18. O Rubro-Negro Carioca também teve mudança no comando, pois o técnico Ricardo Abrantes assumiu a coordenação estratégica das modalidades de alto rendimento da Marinha, que é a parceira do clube no futebol. O substituto é Celso Silva, que era auxiliar de Ricardo desde 2015.
Realidades distintas
Se algumas equipes fizeram ajustes pontuais, o Audax, da cidade de Osasco (SP), teve que ir ao mercado para repor perdas da pandemia. A equipe iniciou o Brasileiro com um elenco jovem, formado com apoio de uma parceria com o Instituto Tiger, que fomenta o futebol feminino na comunidade de Heliópolis, na zona sul da capital paulista. Mas, segundo o técnico Wagner de Oliveira, a preocupação com a covid-19 levou muitos pais a tirarem as meninas menores de 18 anos do projeto. O jeito foi trazer seis caras novas - quatro delas, inclusive, já devem estrear hoje (26) diante do Santos.
"Voltamos a treinar mais forte na semana passada. Mas o retorno, quando se começa a trabalhar com intensidade, demora. O time estava se entendendo, encaixando. Todas as equipes perderam com a pandemia, mas o Audax certamente perdeu mais que todo mundo, por ser uma equipe nova. Será um jogo difícil contra o Santos. Teremos que ter paciência, cobrar só o que for necessário, fazer um trabalho de formiguinha para não lesionar as atletas e buscar sempre melhorar", descreve Oliveira à Agência Brasil.
O caso mais delicado é o do Iranduba. A equipe de Manaus afirma que a patrocinadora master, a empresa britânica VeganNation, não cumpriu o contrato firmado no fim de 2018 e que o caso está na Justiça. O clube receberia por meio de moedas virtuais, que entrariam no mercado em 2019 e seriam trocadas por dinheiro - o que não aconteceu. O time, inclusive, faz uma campanha online de financiamento coletivo para ajudar a pagar as despesas com o grupo. Até o momento, foram arrecadados cerca de R$ 4,9 mil.
Com a crise financeira, o Iranduba perdeu quase todas as jogadoras do elenco e corre risco de não conseguir entrar em campo no próximo sábado (29), contra o Vitória. "Hoje, 24 de agosto [dia da entrevista], o Iranduba não tem time. Estamos em busca de atletas para jogarmos no fim de semana. O tempo é curto. Estamos fazendo algumas consultas", reconhece o diretor Lauro Tentartini à Agência Brasil. A equipe tem até sexta-feira (28) para regularizar as novas jogadoras junto à CBF.
Confira AQUI a classificação da Série A1 do Brasileiro Feminino.
*Por: Lincoln Chaves - Repórter da TV Brasil e Rádio Nacional
SANTOS/SP - O Palmeiras venceu o Santos por 2 a 1 na tarde deste domingo, no Morumbi, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro. Os gols foram marcados por Luiz Adriano e Patrick de Paula. O Peixe fez com Ramires (contra).
O Verdão abriu o placar no primeiro tempo com pênalti polêmico de Alison assinalado após consulta ao VAR. O volante tocou com o braço na bola em cobrança de falta de Bruno Henrique. Luiz Adriano converteu.
O Alvinegro empatou logo no segundo minuto da etapa final, com gol contra de Ramires em cruzamento de Carlos Sánchez. O Palmeiras, porém, não sentiu o gol, criou mais chances e desempatou com golaço de Patrick de Paula, aos 27.
O Verdão assume a quarta colocação, com oito pontos. O Peixe caiu para o sexto lugar do Brasileirão, com sete pontos conquistados.
O Palmeiras voltará a campo para enfrentar o Bahia, sábado, em Pituaçu. O Santos receberá o Flamengo, domingo, na Vila Belmiro.
O JOGO
O primeiro tempo foi equilibrado no Morumbi, mas o Palmeiras criou as principais chances e deu muito trabalho ao goleiro João Paulo.
O Verdão chegou logo aos quatro minutos, quando Lucas Lima cruzou e Luiz Adriano chutou para a primeira defesa do garoto João.
Quando o placar marcava 18 jogados, Luiz Adriano fez o pivô e Bruno Henrique bateu bonito. João Paulo, novamente, voou para defender. E logo depois, aos 22, o meio-campista palmeirense chutou de novo para outra intervenção decisiva do goleiro.
Aos 29, o Peixe respondeu. Marinho puxou contra-ataque, atravessou quase todo o campo e titubeou entre passar ou finalizar e acabou chutando torto.
E quando o clássico se encaminhava para o empate no intervalo, veio um lance polêmico. Bruno Henrique cobrou falta, Alison mexeu o braço e tocou com o cotovelo na bola. A arbitragem acionou o VAR, marcou pênalti e Luiz Adriano converteu nos acréscimos.
SEGUNDO TEMPO
Cuca fez alterações: tirou Diego Pituca e Kaio Jorge para as entradas de Jobson e Lucas Braga. E as mexidas não demoraram a funcionar.
Lucas Braga arrancou e sofreu a falta. Carlos Sánchez bateu, Jobson se antecipou e chegou a comemorar o gol do empate no segundo minuto da etapa final, mas a súmula mostrará gol contra de Ramires.
Aos 8, o Palmeiras reagiu. Patrick de Paula cobrou falta de longe a bola explodiu no travessão. Gabriel Menino, impedido, marcou no rebote. Lance invalidado.
No minuto 17, o Verdão chegou de novo. Lucas Lima lançou Luiz Adriano, que cruzou para Willian chegar de peixinho. A bola passou perto.
E depois de tanto insistir, o Palmeiras desempatou. Jobson errou na saída de bola e armou o ataque do adversário. Willian cruzou e Patrick de Paula fez o gol no minuto 27.
O Santos só ficou perto de empatar aos 35, quando Soteldo cobrou escanteio, Madson cabeceou e o goleiro Weverton salvou em linda defesa. O Palmeiras administrou nos minutos finais e venceu o clássico.
*Por: GAZETA ESPORTIVA
MUNDO - O Bayern de Munique é o mais novo campeão da Liga dos Campeões. Neste domingo, no Estádio da Luz, em Portugal, os alemães derrotaram o Paris Saint-Germain de Neymar por 1 a 0 e levantaram o taça da competição pela sexta vez em sua história.
A final começou bastante tensa e estudada, com as equipes se arriscando pouco. A primeira grande chance só apareceu aos 17 minutos, pelo lado dos franceses. Neymar foi lançado em velocidade por Mbappé e bateu por baixo de Neuer, mas o goleiro fez boa defesa.
Os Bávaros responderam quatro minutos depois. Em jogada pela esquerda, a bola chegou até Lewandowski na área, que recebeu de costas para o gol. O polonês girou, finalizou e acertou a trave de Keylor Navas.
Na parte final do primeiro tempo, o Bayern conseguiu neutralizar as ações do PSG e passou a comandar as ações do jogo. No entanto, não conseguiu balançar as redes do Paris e o placar permaneceu inalterado durante a etapa inicial.
O segundo tempo da finalíssima começou com quente, com o tempo fechando logo aos seis minutos. Gnabry fez falta em Neymar e Paredes foi tomar as dores do brasileiro, o que gerou um princípio confusão no confronto.
Após a discussão, os alemães foram para cima e marcaram o gol da vitória aos 14 minutos. Kimmich recebeu de Muller na direita e cruzou com perfeição para Coman cabecear e mandar para as redes.
Atrás no placar, o PSG saiu mais para o jogo para tentar chegar ao empate, o que deixou a decisão bem movimentada com oportunidades para os dois lados. A principal chance dos franceses aconteceu aos 24, quando Di María deu um belo passe para Marquinhos chutar forte, mas Neuer fez mais outra boa defesa no duelo.
A equipe ainda teve outra oportunidade com Neymar no finalzinho. Aos 46, o brasileiro recebeu de Mbappé próximo da pequena e área e finalizou quase caindo. A bola passou na frente do gol alemão e Choupo-Moting não conseguiu desviar.
Com a vantagem, os Bávaros conseguiram administrar a situação e mantiveram o resultado até o apito final, para a festa do Bayern que alcançou o hexacampeonato da principal competição de clubes da Europa.
*Por: GAZETA ESPORTIVA
RECIFE/PE - O Santos venceu o Sport por 1 a 0 na noite desta quinta-feira, na Ilha do Retiro, pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro. Marinho fez um golaço aos 30 minutos do segundo tempo.
Marinho é o maior destaque do Peixe em 2020. Após se recuperar de fratura no pé, o camisa 11 participou dos últimos oito gols do Alvinegro: seis ele mesmo fez e duas assistências.
Com a segunda vitória consecutiva, o Santos de Cuca vai para a quinta colocação, com sete pontos, e embala antes do clássico contra o Palmeiras, domingo, no Morumbi.
O Sport vai para o 15º lugar, com quatro pontos, e voltará a campo para o São Paulo também no domingo, novamente em Recife.
O JOGO
O Santos teve 70% da posse de bola no primeiro tempo, mas foi o Sport quem criou as principais chances e fez João Paulo trabalhar diversas vezes.
Na melhor chance, João Paulo dividiu com Bruninho e a bola sobrou para Jonatan Gómez. O meia bateu colocado e a bola tinha endereço, mas bateu justamente em Bruninho, que estava deitado e impedido. A arbitragem ainda consultou o VAR, viu falta de Bruninho e deu cartão amarelo.
O Peixe só assustou no último lance da etapa inicial. Soteldo recebeu de Kaio Jorge e disparou, deixou Adryelson no chão e não bateu forte. Mailson salvou o Leão.
SEGUNDO TEMPO
O Santos voltou mais agressivo para os 45 minutos finais. Logo nos primeiros segundos, Marinho chutou de longe e fez Mailson trabalhar. Aos 6, Soteldo viu Mailson adiantado e quase fez um golaço da ponta esquerda.
Quando o placar marcava 17 minutos, Cuca colocou o Peixe no ataque. Tirou Jobson e Kaio Jorge para as entradas de Jean Mota e Lucas Braga.
Aos 23, Tailson fez boa jogada pela direita e cruzou. Jean chegou como elemento surpresa na marca do pênalti, mas isolou com a perna direita.
E no minuto 30, o Santos finalmente abriu o placar. Marinho recebeu de Lucas Braga na direita, ajeitou e colocou a bola no ângulo de Marinho. Um golaço.
O Peixe baixou a guarda e o Sport quase empatou aos 35, em cabeceio de Ronaldo para grande defesa de João Paulo, substituto de Vladimir.
Depois de abrir a equipe, Cuca colocou Alex na vaga de Marinho e ajudou o Santos a administrar a pressão do Sport nos minutos finais. Vitória do Peixe na Ilha do Retiro.
*Por: GAZETA ESPORTIVA
SÃO PAULO/SP - Nesta última quinta-feira, o São Paulo novamente apresentou um futebol pobre e empatou em 1 a 1 com o Bahia no Morumbi, em partida válida pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro. O Esquadrão de Aço saiu na frente na primeira etapa com Rossi e o Tricolor empatou com o estreante Luciano, aos 40 minutos do segundo tempo.
Mesmo com o empate, a situação de Fernando Diniz ainda é instável no clube do Morumbi. Apesar de ter sido bancado pelos dirigentes do Tricolor nos últimos revezes, a falta de reação da equipe dentro de campo e o mal desempenho frequentemente apresentado podem fazer com que a cúpula diretiva repense sobre a continuidade do trabalho do treinador.
Com o empate, o São Paulo chegou aos quatro pontos, na 13ª colocação do campeonato. Na próxima rodada, a equipe terá pela frente o Sport, no domingo, às 19h, na Ilha do Retiro. Enquanto isso, o Bahia foi aos sete pontos e permaneceu na quarta posição. O próximo compromisso do Esquadrão do Aço será contra o Ceará, no domingo, às 20h, no Castelão.
O jogo - O São Paulo iniciou a partida pressionando a saída de bola do Bahia e, logo aos quatro minutos, teve uma grande chance de marcar. Igor Vinícius cruzou pela direita e, após bate e rebate na área, a bola ficou oferecida para Pablo, que se atrapalhou com a bola e finalizou para fora, perdendo grande chance.
O Bahia também buscava chegar ao ataque e teve pênalti marcado aos 16 minutos. Após consultar o VAR, o árbitro assinalou a infração de Igor Vinícius em Rodriguinho dentro da área. Na cobrança, Gilberto bateu no canto direito e Volpi saltou no canto direito, fazendo grande defesa e impedindo o gol.
No entanto, cinco minutos depois, o Bahia abriu o placar no Morumbi. Rodriguinho recebeu pela esquerda e fez belo lançamento nas costas da zaga encontrando Rossi. O atacante saiu na cara de Volpi e tirou com categoria do goleiro do Tricolor.
Antes do intervalo, o São Paulo até ensaiou uma pressão, porém sem efetividade. As duas melhores chances foram com Pablo, que cabeceou para fora e depois finalizou de fora da área acima do travessão.
No intervalo, Diniz promoveu a entrada de Luciano, que fez sua estreia pelo São Paulo. Mesmo com uma equipe mais ofensiva, foi o Bahia que chegou com mais perigo. Primeiro, Gilberto exigiu boa defesa de Volpi em chute rasteiro e cruzado. Na sequência, Elber quase marcou um gol olímpico em escanteio batido pela esquerda.
Reinaldo, em cruzamento que tomou direção do gol, e Vitor Bueno, que finalizou de esquerda de fora da área, obrigaram o goleiro Anderson, que havia entrado no lugar do lesionado Anderson, a fazer boas defesas. O Bahia respondeu no contra-ataque, com Élber saindo na cara do Volpi e finalizando em cima do arqueiro.
Mesmo não jogando bem, o São Paulo conseguiu chegar ao gol de empate aos 40 minutos. Após cruzamento de Reinaldo pela esquerda, Carneiro desviou de cabeça na primeira trave e Luciano mostrou oportunismo na segunda trave para deixar tudo igual. No último lance do jogo, Elber ainda acertou a trave em chute que contou com desvio de Daniel Alves.
*Por: GAZETA ESPORTIVA
SÃO PAULO/SP - A primeira vitória do Corinthians no Campeonato Brasileiro veio na estreia da equipe dentro de casa. Contra o Coritiba, nesta quarta-feira, o Timão fez 3 a 1 na Arena, pela quarta rodada da competição.
A missão corintiana foi facilitada por Yan Sasse, que acertou o braço no rosto de Araos logo aos 17 minutos de jogo. Aliás, o chileno foi a aposta de Tiago Nunes na vaga do badalado Luan, que perdeu seu espaço entre os titulares.
Pouco depois, aos 25, quem deu uma força ao Corinthians foi o árbitro Braulio da Silva Machado, que viu pênalti de Patrick em Léo Natel em uma disputa dentro da área.
Jô tentou no canto esquerdo e parou em Wilson. O árbitro mandou repetiu a cobrança e Jô tentou no canto direito. Nada feito. Wilson pegou, de novo.
O gol alvinegro saiu dos pés de Léo Natel, que estreou como titular do Corinthians, graças a um desvio no meio do caminho e depois de ter muito espaço para arriscar da entrada da área.
A atuação muito fraca do Corinthians, comandado a beira do campo pelo auxiliar Evandro Fornari devido a suspensão de Tiago Nunes, foi castigada antes do intervalo. Mesmo com um jogador a menos, o Coxa saiu bem no contra-ataque e Sassá apareceu nas costas de Sidcley, livre, para empatar.
Na etapa final, Gabriel e Ramiro deixaram o jogo e o Corinthians conseguiu se impor. Não demorou e Jô, de cabeça, colocou os mandantes em vantagem e se redimiu pelos pênaltis perdidos.
Na sequência, os paranaenses viram Wilson ser exigido em três finalizações seguidas. Uma delas foi salva pela zaga em cima da linha.
O ritmo forte e de pressão, no entanto, não durou muito tempo. Ainda assim, o Corinthians chegou ao terceiro gol em jogada que começou com um escorregão de Patrick. Jô e Piton trabalharam bem para a bola chegar limpa para Gustavo Mosquito, que empurrou para as redes.
A vitória levou o Corinthians aos quatro pontos. O Coxa segue zerado e na lanterna
Na próxima rodada, o time do Paraná enfrentará o Red Bull Bragantino, domingo, às 16h. O Timão volta a campo só na quarta-feira, contra o Fortaleza, às 21h30, de novo na Arena de Itaquera.
*Por: GAZETA ESPORTIVA
CURITIBA/PR - O Palmeiras enfim desencantou no Campeonato Brasileiro durante a noite desta quarta-feira. Em um jogo de poucas emoções e com raras oportunidades claras de gol, o time alviverde contou com um gol nos acréscimos de Raphael Veiga para ganhar do Athletico-PR por 1 a 0, na Arena da Baixada.
Após a esperada primeira vitória pelo torneio nacional, o time comandado por Vanderlei Luxemburgo contabiliza cinco pontos ganhos e sobe para o oitavo lugar da tabela de classificação. O Athletico-PR, por sua vez, tem seis pontos e detém o quinto posto.
Pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro, às 16 horas (de Brasília) deste sábado, o Athletico-PR volta a campo para enfrentar o Fluminense, novamente na Arena da Baixada. Já o Palmeiras disputa um clássico paulista contra o Santos às 16 horas de domingo, no Estádio do Morumbi.
O Jogo - Athletico-PR e Palmeiras disputaram um primeiro tempo de poucas emoções na Arena da Baixada. Em uma rara aproximação do gol adversário, após cobrança de falta pelo lado direito, Lucas Halter subiu sozinho para cabecear no meio da área e mandou por cima.
O Palmeiras, com o meia Lucas Lima escalado como titular, novamente sofreu com a falta de criatividade. De volta à Arena da Baixada, Rony recebeu pela esquerda, puxou para o meio e bateu. Gustavo Gomez, em posição de impedimento, tentou completar de cabeça, sem sucesso.
Dos respectivos bancos de reservas, Lucas Silvestre, substituto do pai Dorival Júnior, e Vanderlei Luxemburgo viram um primeiro tempo sem oportunidades claras de gol. Diante da falta de criatividade de seus times, os goleiros Santos e Weverton pouco trabalharam.
Logo no começo da etapa complementar, Léo Cittadini sofreu encontrão de Patrick de Paula do lado direito da grande área e caiu. O Athletico-PR imediatamente pediu pênalti, mas o árbitro Caio Max Augusto Vieira viu lance normal e mandou a partida seguir.
O Palmeiras chegou a colocar a bola nas redes adversárias aos 16 minutos do primeiro tempo, quando Rony dominou lançamento de Weverton e pisou para Lucas Lima marcar. No entanto, a arbitragem marcou impedimento do atacante de maneira correta.
Na melhor chance do Athletico-PR, após espanada de Weverton, Pedrinho invadiu a área pela esquerda e acertou a trave. Aos 46 minutos, após cobrança de lateral pela direita, Gomez ajeitou de cabeça e Zé Rafael chegou batendo. A bola explodiu em Thiago Heleno e sobrou para chute certeiro de Raphael Veiga.
*Por: GAZETA ESPORTIVA
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