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SÃO CARLOS/SP - A Câmara Municipal realizou na manhã desta sexta-feira (11) a sessão solene de abertura da comemoração do centenário da Semana de Arte Moderna, evento oficializado por meio de projeto de resolução proposto pelo vereador Azuaite Martins de França e realizado em parceria com a Diretoria Regional de Ensino e Centro do Professorado Paulista (CPP).

Azuaite foi o orador oficial da solenidade, presidida pelo vereador Roselei Françoso e que contou com presenças da secretária do Trabalho, Emprego e Renda, Danieli Favoretto Valenti,que representou o prefeito Airton Garcia, da diretora regional de Ensino, Débora Gonzales Costa Blanco, de Daniela Monte Rosa, representando a diretora do Sesc Vilma de Marchi, e os vereadores Dé Alvim, Professora Neusa e Elton Carvalho.

Em sua fala, o vereador Azuaite França, que preside a Comissão de Educação e Cultura da Câmara e é vice-presidente do Centro do Professorado Paulista (CPP), acentuou a importância da chamada Semana de 22, ao esquadrinhar seus antecedentes, desdobramentos, impacto na cultura brasileira e até mesmo sua repercussão na cidade de São Carlos. A Semana de Arte Moderna aconteceu no Teatro Municipal de São Paulo entre os dias 13 e 17 de fevereiro, reunindo artistas de diversas áreas, exposição com cerca de 100 obras no saguão do teatro e três sessões lítero-musicais noturnas.

Azuaite disse que aquele acontecimento foi marcante por representar “uma  interpretação do mundo, do Brasil e da arte como forma de expressão e resistência social, política e estética”.

“Vivemos num mundo hoje em que temos que contestar os valores que nos colocam garganta abaixo como reais, buscando nos alienar de coisas importantes que acontecem ao redor”, declarou. “É preciso ver com olhos livres e fazer com que nossos alunos passem a ser mais críticos e a arranhar os vernizes das redes sociais e fake news”. Numa análise do contexto local relacionado à Semana de 22, o vereador reparou que os expoentes do movimento modernista não foram lembrados com a denominação de ruas da cidade, aspecto que a seu ver revela o conservadorismo da cidade. O parlamentar citou os nomes de Mario de Andrade, Oswald de Andrade, Anita Malfati, Di Cavalanti, Cândido Portinari, Vitor Brecheret, Villa Lobos, Menotti Del Picchia, Guilherme de Almeida, Graça Aranha e Plinio Salgado. “Estamos aqui para mergulhar na história e os reinventar”, declarou.

Em seu pronunciamento, a diretora regional de ensino Débora Costa Blanco informou sobre a programação da comemoração da Semana em São Carlos, que incluirá uma exposição de fotografias com releitura de obras de arte produzida por alunos e estudantes de escolas estaduais (que será realizada no shopping) e apresentações artísticas da comunidade escolar na semana de  21 a 25 de fevereiro na escadaria da Escola Estadual Dr. Álvaro Guião a partir das 17h.

Durante a sessão solene, o aluno Gustavo Ferragini, da Escola Estadual Professor Sebastião de Oliveira Rocha, fez a leitura de um poema de sua autoria fazendo menção à inauguração da sala de leitura Vinicius de Moraes, em sua escola. Gustavo destacou o papel dos estudantes na construção de uma educação melhor.

BRASÍLIA/DF - Sem líder no Senado desde dezembro do ano passado, a base de apoio ao governo do presidente Jair Bolsonaro espera resolver o impasse para o cargo na próxima semana. Convidado a assumir o posto, o senador Alexandre Silveira (PSD-MG) recusou o convite. A vaga, agora, está entre os senadores Marcos Rogério (PL-RO) e Eduardo Gomes (MDB-TO).

Recém-filiado ao PL, partido de Bolsonaro desde novembro do ano passado, Marcos Rogério foi um dos senadores atuantes na defesa do governo durante a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid-19. À época, ele ainda estava no DEM, partido do qual era líder.

O novo líder do PL no Senado, Carlos Portinho (RJ), avalia que o líder do governo na Casa deveria ser, idealmente, do mesmo partido de Bolsonaro. Com a ficha de filiação ao PL assinada em janeiro deste ano, Marcos Rogério ganha mais um ponto a seu favor para assumir a vaga.

O senador Eduardo Gomes, por sua vez, já é líder do governo no Congresso. A possibilidade levantada pelos aliados do presidente é a de que ele pudesse acumular as duas lideranças. Além de Gomes não ter demonstrado entusiasmo em assumir os dois cargos, integrantes da base governista avaliam que é necessário mais uma pessoa para reforçar as articulações no Congresso.

O nome, no entanto, não foi decidido em razão das articulações em torno de movimentações partidárias e por questões locais que poderiam influenciar no desempenho do cargo. No caso de Marcos Rogério, por exemplo, um dos fatores que pesam na decisão do senador é a intenção dele de disputar o governo de seu estado, Rondônia.

Apesar de o cargo de líder do governo lhe dar mais visibilidade, a campanha demandará atenção que deverá ser dividida com articulações dentro do Senado. Projetos defendidos pelo governo têm enfrentado mais resistência que na Câmara, o que demanda um trabalho de articulação mais intenso.

 

 

Isabella Macedo e Mariana Londres, do R7

SÃO PAULO/SP - Em meio ao aumento de tensões com o temor de uma invasão da Ucrânia por parte da Rússia, como acusam governos de potências ocidentais, o Kremlin voltou sua artilharia verbal na sexta-feira (11) contra o Reino Unido, que tem se alinhado aos Estados Unidos nesta crise.

O ministro da Defesa russo, Serguei Shoigu, disse nesta sexta em reunião com seu homólogo britânico, Ben Wallace, que as relações entre Moscou e Londres estão em seu ponto mais baixo, segundo as agências de notícias do país. "Infelizmente, o nível da nossa cooperação está perto de zero e prestes a cruzar o meridiano zero e se tornar negativo, o que não é desejável", afirmou.

Moscou já vinha zombando abertamente da ministra das Relações Exteriores britânica, Liz Truss, que cometeu uma gafe geográfica ao dizer que apoiaria "aliados do Báltico através do Mar Negro" --mar que fica a mais de mil quilômetros dos países bálticos.

Ao mesmo tempo, os Estados Unidos questionaram a movimentação do lado francês para apaziguar a crise. No começo da semana, o presidente da França, Emmanuel Macron, foi a Moscou se reunir com Vladimir Putin e anunciou que ouviu do russo a promessa de que não escalaria o conflito --na terça, o francês também se reuniu com Volodimir Zelenski, em Kiev, para negociar com o lado ucraniano.

Autoridades americanas expressaram em público dúvidas quanto aos resultados da viagem, em um momento em que a Rússia tem mais de 100 mil soldados, armas e outros equipamentos dispostos em diferentes pontos da fronteira com o país vizinho. "Certamente, se houvesse um progresso diplomático, agradeceríamos, mas acreditamos quando vemos com nossos próprios olhos na fronteira", disse na terça-feira (8) a secretária de imprensa da Casa Branca, Jen Psaki.

No dia seguinte à viagem de Macron, para minimizar qualquer promessa que Moscou poderia ter feito à França, o Pentágono disse que a Rússia continuava reforçando suas forças na fronteira.

Na quinta-feira, Moscou mobilizou seus tanques pela Belarus para realizar exercícios com fogo real, o que provocou advertência da Otan. Também enviou seis navios de guerra através do Bósforo para manobras navais planejadas no Mar Negro e no vizinho Mar de Azov.

A subsecretária de Estado, Wendy Sherman, disse em entrevista ao canal americano MSNBC na quinta-feira (10) que as manobras militares realizadas em Belarus por forças desse país e russas equivalem, "do nosso ponto de vista, a uma escalada, não uma desescalada" --como disse o presidente francês.

Macron se reúne na tarde desta sexta por telefone com os líderes dos Estados Unidos, Joe Biden, do Reino Unido, Boris Johnson, e da Alemanha, Olaf Scholz. A conversa inclui ainda o presidente polonês Andrzej Duda, o chefe de governo italiano, Mario Draghi, e o primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau. Na mesa também estarão o secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen e o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel.

Washington voltou a dizer, nesta sexta, que uma invasão pode acontecer a qualquer momento, talvez antes do final dos Jogos Olímpicos de Inverno, em Pequim, que terminam em 20 de fevereiro, e que a Rússia está concentrando ainda mais tropas perto da Ucrânia.

Imagens de satélite publicadas por uma empresa privada dos EUA mostraram novas unidades militares russas em vários locais próximos à fronteira da Ucrânia.

Biden voltou a pedir que os americanos que estão na Ucrânia deixem o país e, sob o trauma da desastrada retirada do Afeganistão, disse que não vai enviar tropas para resgatar cidadãos em caso de um ataque russo. "As coisas podem enlouquecer rapidamente", disse o presidente à rede americana NBC News.

SÃO CARLOS/SP - O vereador Paraná Filho defendeu a realização em curto prazo de uma operação do Procon, órgão de defesa do consumidor,  para fiscalizar  o elevado preço dos combustíveis em São Carlos em relação aos praticados em municípios da região.Paraná afirmou que os preços da gasolina e do etanol em postos locais superam em cerca de 6%os valores praticados em Araraquara, Leme, Limeira, Matão, Rio Claro e São João da Boa Vista.

 Ao final de uma audiência pública realizada na Câmara Municipal na última quinta-feira, com participação online da diretora do Procon de São Carlos, Juliana Cortes, o parlamentar informou que para deflagrar a fiscalização será buscado apoio do diretor-executivo da Fundação Procon de São Paulo, Fernando Capez, do Cade (Conselho Administrativo de Defesa do Consumidor, autarquia do Ministério da Justiça) e da Agência Nacional de Petróleo.

A audiência pública contou também com participação do representante da Comissão de Defesa do Consumidor da OAB-São Carlos, Marcelo Renato Danin, do advogado especialista em Direito do Consumidor, Joner Nery e dos vereadores Professora Neusa, Robertinho Mori, Ubirajara Teixeira (Bira) e Lucão Fernandes. O vereador Paraná – que integra a Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara Municipal – disse que também será feito um encaminhamento ao Ministério Público do Estado de São Paulo para que também atue com relação ao caso.

SÃO CARLOS/SP - O presidente da Câmara Municipal de São Carlos, vereador Roselei Françoso (MDB) agradeceu ao secretário estadual de Saúde, Jeancarlo Gorinchteyn, pela disponibilização para São Carlos dos 13.840 novos kits de testes da Covid-19, enviados ao município através do Departamento Regional de Saúde (DRS III) e pela atenção que tem dado a São Carlos na área de Saúde, em especial na infraestrutura para o tratamento e recuperação de pacientes vítimas da Covid-19.

A chegada dos novos kits de testes da Covid-19 é um dos desdobramentos da reunião coordenada por Roselei Françoso com o secretário estadual de Saúde, Jeancarlo Gorinchteyn, na semana passada, em São Paulo. Também participaram da reunião o vice-prefeito Edson Ferraz, os secretários municipais, Luiz Antonio Panone (Planejamento), Marcos Palermo (Saúde), o vice-diretor da Santa Casa, Roberto Muniz Junior, e o secretário de Estado da Educação, Rossieli Soares, que agendou o encontro por solicitação do Roselei.

Roselei Françoso destacou ainda, que a chegada dos novos kits de testes possibilita o aumento da testagem contra a Covid-19 em São Carlos, uma importante conquista para o município, em um momento de escassez de testes em todo o país. “Classificam a chegada dos testes como um milagre, mas não existe milagre, o que existe é trabalho árduo em prol da cidade, com união política e em benefício da população que precisa ter um diagnóstico rápido de saúde, seguir as orientações médicas e se recuperar o mais rápido possível”, frisou Roselei Françoso.

Depois de receber os novos testes antígenos para fazer o diagnóstico da Covid-19 o Departamento de Vigilância em Saúde, da Prefeitura de São Carlos, informou que o município disponibiliza agora 21.130 kits para testagem, portanto já retomou o Plano de Contingência “A”, que estabelece testar pacientes, comunicantes e profissionais de saúde com quadro de Síndrome Gripal e Síndrome Respiratória Aguda Grave.

Agora com o recebimento de mais testes a expectativa é a de que o município volte a testar de 700 a 1.000 pessoas por dia. Em São Carlos os testes são realizados no Centro de Triagem do Ginásio Milton Olaio Filho com atendimento 24 horas.

SÃO CARLOS/SP - O Vereador Paraná Filho, que não tem medo de colocar o dedo na ferida, realizou na tarde de ontem 10/02, mais uma audiência pública, desta vez para tratar dos elevados preços dos combustíveis na cidade em relação as cidades vizinhas e com porte menor.

Podemos destacar que a audiência foi muito bem conduzida,  contando ainda com  a presença do Dr. Marcelo Damim, Presidente da Comissão de Direito do Consumidor da OAB São Carlos, do Dr. Joner José Nery, advogado especialista e reconhecido pela Defesa do Consumidor, além dos vereadores, Ubirajara Teixeira, Profª Neusa Golineli, Robertinho Mori,  Djalma Nery e claro, com a Diretora do PROCON São Carlos Juliana Cortes.

A audiência esclareceu muitos pontos e também deixou muito transparente a vulnerabilidade do PROCON São Carlos, que hoje conta com apenas dois fiscais concursados, o que para uma cidade do tamanho de São Carlos é muito pouco. Juliana Cortes expôs também a dificuldade em se ter fiscais, visto que em 2017 uma portaria estadual exige que o fiscal possua curso superior e na prefeitura de São Carlos um auxiliar administrativo não precisa desse nível de escolaridade ao prestar esse concurso.

A Diretora ainda destacou,  que o departamento tem grandes dificuldades com a Fundação PROCON, uma vez que foi relatado que o órgão estadual não responde aos questionamentos feitos pelo órgão municipal.

O Vereador Ubirajara questionou a diretora sobre a margem de lucros de postos de combustíveis, visto que isso faz com que o combustível tenha um valor elevado na cidade.  Em resposta Juliana explicou que não existe uma legislação específica e nem orientação da Fundação PROCON do Estado de São Paulo em relação a um tabelamento da margem de lucros dos donos de postos  e que isso dificulta ao lavrar uma multa por preço abusivo.

Já a vereadora Profª Neusa Golineli voltou a questionar que as pessoas que precisam do PROCON para denuncias ou até mesmo para resolver um problema e não conseguem atendimento, uma vez que todos os horários para agendamentos online já estão preenchidos, tornando o acesso do munícipe ao departamento  praticamente impossível e que isso precisa melhorar. Em resposta Juliana Cortes disse que além do agendamento online existe o whatasapp do PROCON, 3419-4510, para agendamento.

SÃO CARLOS/SP - O presidente da Câmara Municipal de São Carlos, vereador Roselei Françoso,  agendou uma série de audiências públicas no Legislativo nos meses de fevereiro, março e abril, para apresentação e avaliação dos trabalhos das secretarias municipais, coordenadorias, autarquias, fundações empresas públicas ou sociedade de economia mista com participação majoritária do município. A medida cumpre determinação da Lei Municipal Nº14.896, de 2009.

As audiências serão transmitidas ao vivo pelo canal 8 da Net, pela Rádio São Carlos AM 1450, Online via Facebook e canal do Youtube, por meio da página oficial da Câmara Municipal de São Carlos.

A série será aberta na próxima segunda-feira (14) às 15h, no Plenário da Câmara, quando deverão estar presentes o presidente da FESC (Fundação Educacional São Carlos) e o Secretário Municipal de Fazenda.

BRASÍLIA/DF - O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse na 5ª feira (10) que quer discutir o fim da reeleição no país. Segundo ele, o instrumento “não foi bem-sucedido” no Brasil.

“Temos que discutir de maneira muito séria o fim da reeleição no Brasil. Não que isso seja um ponto definitivo, mas eu considero que a experiência de reeleição no país não foi bem sucedida e essa é uma discussão que precisa ser feita no Congresso Nacional”, declarou.

Pacheco citou a possível mudança ao ser perguntado sobre um grupo de trabalho para debater o semipresidencialismo no Brasil. A ideia tem o apoio do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

De acordo com Lira, a ideia seria uma alteração de governo para 2030. “Sem perspectiva de votação antes da eleição. Para deixarmos qualquer texto que possa ser discutido, analisado e escolhido, para ser votado com o congresso novo”, disse.

EUA - O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, pediu ontem (10) aos cidadãos americanos que deixem imediatamente a Ucrânia, diante da ameaça de uma invasão russa. O país iniciou manobras militares conjuntas com o vizinho Belarus, apesar dos esforços diplomáticos dos europeus para diminuir a tensão entre os dois países.

"Os cidadãos americanos devem sair agora. As coisas podem acelerar rapidamente", declarou Biden durante uma entrevista para a rede NBC News, alertando sobre a força do exército russo, que tem mais de 100.000 soldados posicionados na fronteira ucraniana.

Biden descartou novamente o envio de soldados à Ucrânia, nem que seja para ajudar a evacuar os cidadãos americanos em caso de invasão. Isso seria "uma guerra mundial. Quando os americanos e os russos começam a atirar uns nos outros, entramos em um contexto bem diferente daquele que estamos vivendo agora", afirmou Biden.

A entrevista foi ao ar após o início de importantes manobras conjuntas entre os exércitos russo e bielorrusso na fronteira com a Ucrânia, diminuindo as esperanças de um apaziguamento das tensões após semanas de intensos esforços diplomáticos na Europa.

Os exercícios, concentrados principalmente na região bielorrussa de Brest, na fronteira com a Ucrânia, envolvem o envio de mísseis e armamento pesado e, segundo os Estados Unidos, de 30.000 soldados russos adicionais.

A Otan garantiu que o envio de mísseis, armamento pesado e soldados armados para Belarus, situado no norte da Ucrânia, era "perigoso para a segurança da Europa", que vive seu momento de maior tensão desde a Guerra Fria. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, acusou Moscou de exercer uma "pressão psicológica" sobre a ex-república soviética.

 

Manobras defensivas, segundo Moscou

Os líderes europeus estavam envolvidos nas últimas semanas em um "balé" diplomático na tentativa de evitar um conflito armado, incluindo visitas a Moscou do presidente da França, Emmanuel Macron, e do chanceler alemão, Olaf Scholz.

O mandatário alemão se reuniu com líderes dos países bálticos nesta quinta-feira (10) e alertou a Rússia para "não subestimar a união e a determinação do país como membro da União Europeia e aliando da Otan".

O chefe do Estado-Maior dos EUA, general Mark Milley, disse que queria evitar "incidentes desagradáveis" no início das manobras militares, e conversou por telefone com o colega bielorrusso, general Victor Goulevitch.

O ministro da Defesa russo insistiu que os exercícios focariam em "suprimir e afastar agressões externas" e o Kremlin prometeu que as tropas serão repatriadas no fim das manobras, que terminam em 20 de fevereiro. A Rússia também enviou seis navios de guerra através do Bósforo para a realização de exercícios navais no mar Negro e no mar de Azov.

SÃO PAULO/SP - O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou nesta quinta-feira (10) aumento de 20% no salário dos profissionais da Saúde e Segurança Pública.

As demais categorias de servidores do estado terão aumento de 10% nos vencimentos. O reajuste irá valer a partir do próximo dia 1º de março e será estendido aos aposentados.

Os reajustes serão formalizados em projeto de lei que será enviado para apreciação da Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo). "A expectativa é de que a Alesp discuta e aprove o projeto", disse o governador.

O presidente da Alesp, o deputado Carlão Pignatari (PSDB), esteve no Palácio dos Bandeirantes na manhã desta quinta-feira para tratar do projeto de lei.

O anúncio ocorre no momento em que Doria amarga baixos índices nas pesquisas eleitorais para a Presidência da República. A legislação eleitoral proíbe reajuste salariais acima da inflação até seis meses antes das eleições.

Os aumentos salariais terão impacto de R$ 5,6 bilhões na folha de pagamento estadual, que é de R$ 100 bilhões, aproximadamente. Segundo o vice-governador Rodrigo Garcia (PSDB), o estado teve superávit de R$ 5,9 bilhões em 2021. "Todo o superávit foi destinado a essas carreiras", disse o vice-governador.

Segundo Garcia, o piso da Segurança Pública vai de R$ 2.574 para R$ 3.088, no cargo de soldado de 2ª classe. Na saúde, o piso vai de R$ 1.023,28 para R$ 1.227,94, valores referentes ao salário de técnico de enfermagem.

O efetivo das forças policiais é de 276,6 mil funcionários. Na saúde pública, são 69,6 mil servidores. As demais categorias somam 195 mil pessoas. Os números incluem os aposentados.

Até a véspera do anúncio, a categoria dos policiais temia que o aumento ficasse em torno de 5%, como aconteceu em 2019, o que causou frustração. O reajuste de 20% surpreendeu os policiais.

O Sindpesp (Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo) afirmou em nota que o aumento de 20% "é um alento para a classe policial".

Os policiais civis, que somam 26 mil servidores, reclamaram do percentual que não cobre a inflação acumulada de 25,15% desde 2018, ano do último reajuste.

Segundo Doria, os aumentos foram possíveis graças à reforma fiscal aprovada pelos deputados estaduais que equilibrou as contas públicas. "Queria ter feito mais e mais cedo, mas o foco foi a busca pela vacina", disse o governador.

Doria afirmou que a economia da reforma, que incluiu o fechamento de dez órgãos estaduais, foi de R$ 7 bilhões em 2021.

Doria afirmou ainda que o aumento maior a policiais e profissionais da saúde pública foi uma forma de retribuir a dedicação dos servidores durante a pandemia.

Em dezembro do ano passado, o presidente Jair Bolsonaro (PL) prometeu reajuste salarial a policiais. O gasto com o projeto de reestruturação das carreiras da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) será de R$ 11 bilhões até 2024, segundo o Ministério da Justiça.

 

 

FOLHA

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