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ITÁLIA - A morte de dois recém-nascidos prematuros no Hospital San Maurizio, em Bolzano, levou as autoridades sanitárias da Itália a abrir uma investigação urgente sobre um possível surto bacteriano. O que inicialmente se atribuía ao contato humano passou a ter outro foco: um produto de limpeza usado na unidade.

A bactéria Serratia, presente em diferentes ambientes, pode se tornar agressiva em pacientes com baixa imunidade, como bebês prematuros. Segundo o jornal Corriere Dell'Alto Adige, os investigadores chegaram a levantar a hipótese de que uma mãe teria levado o microrganismo para a UTI neonatal. Essa linha de apuração, porém, perdeu força após exames indicarem contaminação no detergente usado para lavar louças no hospital.

Diante da suspeita, o produto foi imediatamente retirado de circulação em todos os hospitais da província de Bolzano. Ainda de acordo com a imprensa italiana, o Núcleo de Antifraudes e Saúde (NAS) dos Carabinieri intensificou as inspeções em unidades médicas da região, enquanto análises laboratoriais buscam confirmar a relação entre o detergente e as infecções. A Procuradoria também estuda a abertura de inquérito por homicídio culposo.

Apesar da gravidade, dez prematuros internados permanecem em estado estável. Para reduzir riscos, gestantes com menos de 32 semanas estão sendo transferidas para o Hospital Santa Chiara, em Trento. Três já foram realocadas, e uma delas deu à luz sem complicações.

As autoridades seguem em alerta para rastrear a origem da contaminação e evitar novos casos.

 

 

 por Notícias ao Minuto

Estudo vai analisar habilidades funcionais e participação social de crianças de todo o Brasil

 

SÃO CARLOS/SP - Uma pesquisa de doutorado, desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), está realizando o e-FollowKids - projeto de avaliação remota das habilidades funcionais e da participação social em crianças a partir de 12 meses. Para isso, familiares e/ou cuidadores de crianças entre 10 e 13 meses podem participar do estudo que pretende identificar possíveis atrasos no desenvolvimento desses bebês e orientar as famílias conforme cada caso.
A pesquisa é conduzida pela doutoranda e fisioterapeuta Raissa Abreu, sob coordenação de Nelci Adriana Cicuto Ferreira Rocha, docente do Departamento de Fisioterapia da UFSCar, e tem participação de outros fisioterapeutas do Laboratório de Análise do Desenvolvimento Infantil (LADI) da Universidade, além da parceria de médicos e centros de acompanhamento de bebês e crianças no estado de São Paulo, Rio de Janeiro e Recife.
O projeto vai avaliar o desenvolvimento de crianças nas idades de 12, 18 e 24 meses, com o objetivo de identificar, o quanto antes, possíveis alertas para atraso no desenvolvimento. De acordo com os pesquisadores, o protocolo criado pela equipe tem a intenção de colocar a família como centro do cuidado da criança e identificar fatores externos que podem facilitar ou dificultar suas atividades e participação.
As crianças avaliadas no estudo podem ter apresentado, ou não, algum risco ao nascer, como prematuridade; baixo peso; internação em UTI; complicações como falta de oxigênio e necessidade de reanimação cardiorrespiratória ou convulsões. De acordo com os pesquisadores, "os estudos mostram que bebês que possuem esses tipos de risco podem ter atraso no desenvolvimento, e a fisioterapia nos primeiros dois anos de vida pode ajudar a diminuir esses atrasos, auxiliando no desenvolvimento do bebê, pois nessa fase as chances de recuperação são maiores".
Diante disso, as crianças participantes serão avaliadas, em formato online, aos 12, 18 e 24 meses, sendo que cada avaliação ocorre em duas etapas: preenchimento de formulários e entrevista telefônica com o cuidador principal. Para participar do estudo, as crianças não devem ter nenhuma deficiência. Interessados em se integrar à pesquisa devem preencher este formulário eletrônico (https://bit.ly/40iQ1Ij). Ao final da pesquisa, a equipe entregará às famílias um relatório com os resultados, sugestões e orientações com o objetivo de potencializar os resultados de habilidades funcionais e a participação da criança dentro dos contextos em que ela está inserida (casa, creche e comunidade). Pesquisa aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 60443522.5.0000.5504).

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