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Promovida pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos (MMFDH), a solenidade de assinatura ocorreu nesta sexta-feira (6), com a participação da ministra Cristiane Britto, autoridades do Governo Federal e representantes da sociedade civil

 

BRASÍLIA/DF - Com o intuito de fomentar a capacitação de produtoras rurais em boas práticas agrícolas para o cultivo de alimentos – visando a uma adequada nutrição materno-fetal –, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) assinaram Acordo de Cooperação Técnica (ACT) na sexta-feira (6), em Brasília (DF). A iniciativa é voltada à execução do curso Agricultura da Vida, que integra o Programa Mães do Brasil, do MMFDH. Para a capacitação, foram investidos R$ 350 mil do Governo Federal.

“O curso Agricultura da Vida é voltado ao cultivo pensando em alimentação saudável para mães e bebês. Já o Mães do Brasil é uma estratégia de proteção integral da dignidade e amparo no exercício da maternidade, desde a concepção até o cuidado com os filhos. São iniciativas como essas que exemplificam a importância que o Governo Federal dá às mães do nosso país”, celebrou a titular do MMFDH, ministra Cristiane Britto.

Ainda no evento, a ministra citou que os vínculos familiares integram a base das políticas públicas. “Quando falamos da mãe, nós estamos falando da família, já que 45% das nossas famílias são chefiadas por mulheres. Por isso investimos no cuidado das mulheres, seja com o combate à violência doméstica, seja quando trazemos capacitação, quando estamos cuidando da mulher-mãe de crianças autistas, de crianças com deficiência, com doenças raras. Quando cuidamos das mães de todo o país”, completou Britto.

Representante do Mapa na assinatura do ACT, a secretária executiva adjunta, Mara Papini, afirmou que “esse termo de cooperação é o primeiro de muitos que virão nesse sentido”. Durante o evento, ela também celebrou a data comemorativa com a leitura de um poema dedicado a todas as mães.

Pelo MMFDH, completaram a mesa de autoridades a titular da Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres (SNPM), Ana Muñoz dos Reis, que falou sobre a maternidade no equilíbrio trabalho-família; o secretário nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SNDPD), Cláudio Panoeiro, com a abordagem sobre os desafios da maternidade atípica; o diretor do Departamento de Desafios Sociais no Âmbito Familiar da Secretaria Nacional da Família, Daniel Celestino; e a presidente do Centro Reestruturação para a Vida de São Paulo (Cervi), Rosimeire Santiago, que relatou a experiência como mãe voluntária.

 

Adesão

O evento teve ainda a entrega de certificados de adesão ao Programa Mães do Brasil para três entidades civis e uma pública: Associação Santos Inocentes, representada pelo presidente Areolino Dias de França Neto; Centro de Reestruturação pela Vida – Brasília, por meio da presidente Claudia Costa Carazza; o Cervi de São Paulo, que contou com a participação da presidente Rosimeire Santiago; e a Prefeitura Municipal de Jauh (SP), representada pela secretária Municipal de Políticas Públicas para Mulheres, Cândida Cristina Coelho Ferreira Magalhães.

O programa pode ser implementado por municípios, organizações da sociedade civil e instituições federais. A solicitação de adesão é feita por meio do Sistema Nacional de Direitos Humanos (SNDH).

Faça a solicitação de adesão

Mães do Brasil

As primeiras ações desenvolvidas no âmbito do Mães do Brasil são os projetos Espaço Maternidade, Mães Unidas e Recanto. O Espaço Maternidade visa a incentivar gestores públicos e privados a disponibilizarem espaço adequado às servidoras, funcionárias, transeuntes e mães para amamentação, coleta e correto armazenamento do leite materno, para fins de consumo e doação. Os objetivos são valorizar o retorno e permanência da mãe no mercado de trabalho, prevenir o desmame precoce, abastecer bancos de leite e fortalecer os vínculos materno-filiais-familiares.

Já o projeto Mães Unidas tem a finalidade de criar uma rede de apoio local e nacional, além de oferecer o apoio relacional às gestantes e mães por meio do acompanhamento de mães voluntárias. Com isso, ocorrem a promoção do fortalecimento de vínculos familiares, a saúde e a cidadania dessas mulheres e crianças.

Também está em andamento o Projeto Recanto, que tem como objetivo fortalecer os vínculos materno-filiais-familiares de mães em contexto de acolhimento social e privação de liberdade, bem como em situação de dependência química. O propósito é humanizar a execução da pena das mulheres presas e o tratamento das mulheres acolhidas.

Inicialmente, o projeto Recanto está capacitando cerca de dois mil profissionais de comunidades terapêuticas e servidores das penitenciárias femininas de todo o país. Uma das ações é o curso Amparo.

UFSCar tem pós-graduação na área com inscrições abertas. Aulas começam em março

 

SÃO CARLOS/SP - O fenômeno da violência, que permeia relações humanas ao longo da história, segue atingindo de forma contundente diferentes grupos sociais. Com indicadores epidemiológicos alarmantes em todo o mundo, a violência - seja física, psicológica, sexual, institucional ou estrutural - foi naturalizada e, muitas vezes, ainda é justificada e aceita socialmente. Estudos científicos realizados no Brasil e em outros países têm alertado que as vítimas correm mais risco de desenvolverem problemas psicológicos, como por exemplo, estresse pós-traumático, quadros de ansiedade e depressão, assim como problemas de adaptação social e dificuldade em se relacionar.
"Apesar dos seres humanos não apresentarem nenhum tipo de marcador genético que indique predisposição a comportamentos violentos, a violência está tão impregnada nas nossas relações que, de fato, acreditamos que ela é necessária para a própria organização da sociedade. Há discursos que legitimam essas situações e fortalecem o imaginário social para que elas permaneçam intactas. Mas a violência é algo que pode ser desconstruído, de forma que sejam estabelecidos relacionamentos interpessoais respeitosos, dialógicos e horizontalizados", explica o professor Alex Pessoa, do Departamento de Psicologia (DPsi) e pesquisador do Laboratório de Análise e Prevenção da Violência (LAPREV), ambos da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).
De uma forma geral, crianças, adolescentes, mulheres e idosos são os grupos mais vulneráveis. Mesmo não sendo algo natural, a violência está presente na vida de todos, seja na própria família, dentro de casa ou na sociedade. "Por exemplo, a violência ocorre contra crianças como uma suposta forma de educação. Quando uma criança leva uma palmada, ela não está sendo submetida a um processo educativo. Ela desenvolve medo. Ou seja, ela não se apropria ou aprende sobre uma conduta que é inadequada e deve ser corrigida", afirma Pessoa.
O professor da UFSCar diz que apesar da agressão física - um empurrão, um soco ou mesmo uma cena de homicídio -, vir a mente quando pensamos em violência, outros vários tipos de condutas, como o bullying, o abuso e a exploração sexual, também podem causar diversos tipos de problemas de saúde, físicos e mentais. Além disso, nem sempre a violência é notada de imediato. Ela pode ser um processo longo e naturalizado. "Muitas vezes as vítimas do machismo, de relacionamentos abusivos, de racismo, não se dão conta do que estão sofrendo quando estão sendo agredidas. É importante que práticas educativas sejam experimentadas para que pessoas de diferentes grupos sociais possam olhar para essa situação e entender que isso não é natural e que deve ser desconstruído", alerta o pesquisador.
De acordo com ele, o suporte social é fundamental para lidar com efeitos adversos provocados por situações de violência. Para isso, o professor da UFSCar defende a implementação de programas de prevenção e intervenção para que as vítimas tenham acesso a conhecimentos que as ajudem a compreender e desnaturalizar eventuais situações de violência a que estejam expostas. "Nós temos que intervir para que não ocorram mais. Na medida em que a pessoa tem a possibilidade de acessar um serviço de saúde, de assistência, ela também tem a possibilidade de refletir e diminuir os sintomas decorrente das situações abusivas", explica o especialista.
Segundo o pesquisador, nos últimos anos, foram conquistados diversos avanços no sentido de proteger as vítimas, porém, ainda há muito a ser feito em relação a estratégias efetivas que atendam às necessidades dessas pessoas. "Nós tivemos evoluções jurídicas importantes nas últimas duas décadas, mas sem dúvida nós ainda temos um caminho longo a percorrer. Existem ainda problemas estruturais no atendimento às vítimas como também de responsabilização dos agressores. O fato de haver uma mobilização social mais intensa levou muitas vítimas de violência a falarem sobre o que sofrem e a buscarem ajuda, mas é um desafio enorme", aponta.
Na visão do professor Alex Pessoa, a academia tem um papel fundamental na mudança dessa realidade, seja produzindo pesquisas científicas, conhecendo e analisando os dados disponíveis, mas também entendendo a demanda e promovendo cursos para capacitar profissionais. "Na UFSCar, historicamente, muitas pesquisas foram feitas para entender e avaliar como a violência se manifesta na sociedade brasileira em diferentes instâncias. Hoje, sabemos que para enfrentar esse fenômeno, ajudar a prevenir novos casos e conseguir atender as vítimas, todos os setores da sociedade precisam estar capacitados. Precisamos que o professor esteja qualificado para lidar com as vítimas de violência nas escolas, precisamos de psicólogos, dos funcionários que trabalham na rede de saúde, dentre outros. Quanto maior número de pessoas preparadas para lidar com as vítimas maior é a chance de uma intervenção precoce e menor são as sequelas", conclui ele.
O LAPREV da UFSCar, referência em todo o Brasil, oferece um curso de especialização de Atendimento Psicossocial a Vítimas de Violência, para formar e habilitar profissionais com o objetivo de prevenir casos e atender vítimas em diferentes espaços. Os alunos aprendem a desenvolver programas baseados na realidade psicológica e social das famílias brasileiras e a implementar ações de atendimento, para que essas vítimas se sintam fortalecidas, busquem uma rede de apoio e acabem com o ciclo de violência a que elas estão expostas. Profissionais de diferentes áreas do conhecimento que desejam trabalhar com a temática, sejam psicólogos, assistentes sociais, formados em Direito, profissionais da Educação, enfermeiros, médicos, dentre outros, podem participar. As inscrições da pós-graduação já estão abertas. Mais informações na plataforma Box UFSCar, em www.box.ufscar.br.

Presidente da Câmara, Roselei, vice-prefeito, Edson Ferraz, e secretário estadual do Esporte lançaram programa na FESC

 

SÃO CARLOS/SP - São Carlos sedia até a próxima sexta-feira (21), nas instalações da Fundação Educacional de São Carlos (FESC), cursos de capacitação do Programa de Desenvolvimento Paralímpico desenvolvido pelo Governo do Estado de São Paulo através das secretarias estaduais de Esportes e Direitos da Pessoa com Deficiência em parceria com a Prefeitura de São Carlos/FESC.

 A abertura foi realizada na manhã desta terça (18) no campus da FESC da Vila Nery e contou com a presença do secretário estadual de Esportes, Aildo Rodrigues, do vice-prefeito Edson Ferraz, do presidente da Câmara Municipal de São Carlos Roselei Françoso, do secretário municipal de Esportes e Cultura, Luiz Henrique Lopes, do presidente da FESC, Fernando Carvalho, além de professores e alunos.

 O objetivo do programa é se tornar a base estrutural para o esporte paralímpico. O secretário estadual de Esportes anunciou que será realizado no segundo semestre deste ano os Jogos Paralímpicos do Estado de São Paulo (Paresp). “Vocês fazem parte deste momento histórico do Esporte no Estado de São Paulo, o esporte sendo tratado com inovação, com respeito, com qualidade e dedicação”, destacou Aildo Rodrigues.

 De acordo com o secretário, o governo do Estado tem recursos para a implantação de Centros de Formação Esportiva. “O município escolhe a sua modalidade e o Governo do Estado estabelece um convênio e transfere R$ 250 mil para que o município implante e execute o Centro”, anunciou. Em 2021 foram implantados 41 Centros e há programação para 100 novos em 2022.

 O vice-prefeito Edson Ferraz lembrou que essa é uma oportunidade única porque todos serão capacitados para poder trabalhar com o paradesporto. “O paradesporto é de extrema importância pela participação em olimpíadas, paralimpíadas, em jogos mundiais, regionais. Em São Carlos não é diferente. A Prefeitura disponibiliza 230 bolsas atletas, uma das poucas cidades que tem este programa. Estou muito feliz pelo Governo do Estado escolher a São Carlos para capacitar mais pessoas e oferecer novas oportunidades para todos”, frisou Edson Ferraz.

 “Essa capacitação e formação de professores e alunos é fundamental para incentivar a prática de esportes, principalmente no esporte paralímpico. Hoje o Governo do Estado dá um passo importante do ponto de vista do esporte e da educação, parabéns a todos”, ressaltou o presidente da Câmara Municipal de São Carlos vereador Roselei Françoso.

 O presidente da FESC, Fernando Carvalho, lembrou que o curso é uma oportunidade para que tenhamos a regra fazendo parte do esporte e não a exceção. “O Governo do Estado de São Paulo juntamente com a Prefeitura de São Carlos vão oferecer por meio deste programa, a igualdade para vocês fazerem a diferença”, ressaltou.

Já o secretário municipal de Esportes e Cultura, Luiz Lopes, agradeceu ao Governo do Estado. “É de fundamental importância capacitarmos os estudantes, professores e os técnicos para que possa fazer a diferença na vida das pessoas. Desejo a todos um bom curso”, disse. 

SÃO CARLOS/SP - A Guarda Municipal de São Carlos capacitou de 13 a 20 de setembro em curso realizado na Fundação Educacional São Carlos (FESC), 3 agentes para realizar a manutenção preventiva e corretiva no armamento institucional que utilizado pela corporação.

“O curso de armeiro, na verdade mecânico de armas, foi ministrado por uma empresa especializada com o objetivo de garantir maior segurança para os guardas municipais que utilizam as armas, e consequentemente com a preparação de agentes locais não será necessário que essa manutenção seja realizada em outro município”, explica Michel Yabuki, comandante da Guarda Municipal. 

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Trabalho, Emprego e Renda, junto ao SENAR firmaram uma importante parceria que traz novas oportunidades de cursos para a população de São Carlos.

Os cursos realizados pelo SENAR, são em diversas áreas como eletricista, pedreiro, artesanato, jardinagem, manipulação de carnes suínas, manipulação de Leite dentre outros, e serão voltados aos trabalhadores do nosso Município.

Para o Diretor Antonio Ribeiro, essas qualificações vêm numa hora em que muitas pessoas estão desempregadas por conta da pandemia e com esse conhecimento, elas poderão voltar ao mercado de trabalho ou até mesmo iniciar seu próprio negócio.

Para o Coordenador do SENAR e Vice-presidente do Sindicato Rural, Claudio Di Salvo, essa parceria é muito importante para nosso Município, pois o SENAR através de seus Instrutores capacitados, garantem que as pessoas saiam com conhecimento, além de um certificado reconhecido nacionalmente.” Temos relatos de pessoas que fizeram esses cursos e hoje sustentam a família”, concluiu.

Para o Secretário da pasta,  Nino Mengatti, essa parceria com a prefeitura vai fomentar ainda mais a preparação dos trabalhadores que passam pela Casa do Trabalhador e também os trabalhadores rurais que estão à procura de uma nova oportunidade no mercado, além disso, é um importante incentivo na geração de renda. 

As inscrições já estão abertas.

- PROCESSAMENTO ARTESANAL DE CARNE SUINA - TÉCNICAS:

19 a 23 de julho, das 18 às 22 horas.

- ARTEFATOS ARTESANAIS PARA DATAS COMEMORATIVAS - TÉCNICAS

30, 31 de agosto, 1, 2 e 3 setembro, das 8 às 17 horas.

- ELETRICISTA - instalações elétricas em baixa tensão:

21, 22, 23 e 24 de setembro, das 8 às 17 horas.

ARTESANATO COM CABACA - UTILITARIOS E DECORATIVOS – TECNICAS

04 a 08 de outubro das 8 às 17 horas.

- ELETRICISTA - instalações elétricas em baixa tensão:

22, 23, 24 e 25 de novembro das 8 às 17 horas.

- ARTESANATO COM GALHOS E TRONCOS DE CAFE - UTILITARIOS E DECORATIVOS – TECNICAS

22 a 26 de novembro das 8 às 17 horas.

Os cursos serão presenciais e são gratuitos, com turmas de no máximo 15 alunos.

As inscrições podem ser realizadas na Secretaria do Trabalho – Av. São Carlos, 1800 – Centro e  no Centro de Qualificação Profissional – Rua José Bonifácio, 889 - Centro

Maiores Informações pelo telefone 3374-1064 ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Em parceria com o projeto Empoderando Refugiadas, empresa emprega mulheres com deficiência, doenças crônicas, mais de 50 anos e LGBTQIA+, promovendo a interiorização voluntária de 38 pessoas

 

SÃO CARLOS/SP - Focada em trazer ainda mais diversidade para o quadro de colaboradores e aumentar a capacidade e a entrega de valor da Iguatemi, a rede de shoppings encontrou no projeto Empoderando Refugiadas a inclusão transversal que promove em seu Comitê de Equidade.  A iniciativa, em parceria com a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), Rede Brasil do Pacto Global e ONU Mulheres, formou em dezembro de 2020 uma turma inédita que incluiu mulheres refugiadas com deficiências, doenças crônicas e/ou com necessidades especiais. Participaram também outras refugiadas que possuem familiares com deficiências e são as únicas provedoras de renda da família, representantes dos pilares geracionais (50+) e LGBTQIA+. A Iguatemi, juntamente com o Facebook, foi patrocinadora e contratou onze participantes.

“Começamos a jornada de inclusão com a mobilização do Comitê de Equidade para olharmos para nossos indicadores internos: mulheres e negros em liderança, pessoas com deficiências, entre outros. Vimos que os pilares são interseccionados e não precisam estar separados porque a realidade não é assim. Então, decidimos trazer a diversidade de forma transversal, para aumentar nossas perspectivas com projetos de maiores impactos, como é o caso do Empoderando Refugiadas”, explica a diretora de Recursos Humanos da Iguatemi, Vivian Broge.

A Iguatemi apostou na iniciativa como forma de capacitar mulheres refugiadas que estavam vivendo em abrigos na cidade de Boa Vista, Roraima. A companhia contratou 10 participantes, além do esposo de uma refugiada que está no final da segunda gestação - e tem um filho de dois anos com múltiplas deficiências.

Com o apoio da Operação Acolhida (força-tarefa humanitária coordenada pelo Governo Federal com o apoio do ACNUR, de outras agências da ONU e de mais de 100 entidades da sociedade civil) no processo de documentação e traslado, o grupo de 38 pessoas, entre contratadas e familiares, chegou em São Paulo no dia 25 de fevereiro e foi recebido pela equipe do ACNUR. As famílias foram abrigadas nos centros de acolhida Aldeias Infantis e Madre Assunta e recebem desde então um auxílio financeiro mensal complementar do ACNUR para apoiar a mudança e adaptação na nova cidade. As famílias contarão ainda com o apoio do projeto Acolhidos por Meio do Trabalho, iniciativa da Associação Voluntários para o Serviço Internacional (AVSI), responsável por auxiliar a busca de casas, custeio e mobiliário da moradia por três meses e por prestar assistência social ao grupo.

A contratação não é a última etapa do projeto Empoderando Refugiadas. Quando a empresa confirma a aprovação das mulheres no processo seletivo, é preciso prepará-las para a mudança até a cidade de destino, neste caso, São Paulo. Ainda em Boa Vista, as participantes fizeram exames admissionais, abriram suas contas bancárias e atualizaram a documentação pessoal e da família para a interiorização.

Dennys del Valle Diaz, 34 anos, é mãe de duas adolescentes gêmeas de 17 anos que tiveram paralisia cerebral no nascimento. Dennys, por sua vez, teve que passar por uma operação em decorrência de um câncer. Elas deixaram a Venezuela pela dificuldade em seguir com os tratamentos de saúde. As três participaram da capacitação oferecida pelo Empoderando Refugiadas e receberam resultado positivo da entrevista que fizeram com o Iguatemi. Junto da avó, elas se mudaram para São Paulo. 

“Decidi participar do Empoderando Refugiadas porque considerei que teria uma nova oportunidade para avançar e assim recomeçar minha vida junto de minhas filhas e minha mãe. É um presente de Deus porque pensei que já não teria possibilidade de estar novamente no mercado de trabalho. Achava que seria difícil alguém me contratar pela minha condição de saúde. Também considero uma oportunidade para as minhas filhas que são muito novas e têm esperança de ter uma vida melhor. Quero vê-las na universidade”, planeja Dennys. 

Atualmente, Dennys trabalha no setor de limpeza do shopping JK Iguatemi, enquanto Deneida atua no fraldário e Denice é jovem aprendiz no Iguatemi São Paulo. A mãe conta que tem interesse em seguir no trabalho, buscar crescimento na empresa para conquistar estabilidade e oferecer uma vida com segurança à família. Além das gêmeas que a acompanham na jornada, Dennys tem uma filha de 19 anos que ficou na Venezuela.

O projeto Empoderando Refugiadas é um evidente exemplo de diálogo com o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente no Objetivo 5, que lida com a Igualdade de Gênero. “A igualdade de gênero é um direito humano fundamental e, além disso, é a base necessária para a construção de um mundo pacífico, de ideias propositivas e de relações sustentáveis. O esforço de alcance do ODS 5 é transversal à toda Agenda 2030 e requer que não somente as agências da ONU se engajem, assim como os setores públicos, privados e a academia para efetiva promoção do empoderamento de todas as mulheres e meninas, em todos os níveis”, afirma Maria Beatriz Nogueira, chefe do escritório do ACNUR de São Paulo.

A quinta edição do projeto ocorreu em Boa Vista entre setembro de 2020 a março de 2021. Foram oferecidas 70 vagas de formação para mulheres refugiadas em situação de vulnerabilidade. Deste total, 62 receberam o certificado do Senac Roraima pelo curso de Atendimento e Vendas e 32 foram contratadas pela Iguatemi, Lojas Renner, Unidas e Drogaria São Paulo. Mais de 180 pessoas foram interiorizadas para São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte. A edição conta com apoio de Facebook, Sodexo, Unidas, MRV, Uber, Iguatemi e Lojas Renner. O projeto é executado em parceria com a AVSI Brasil, Operação Acolhida, Círculos de Hospitalidade, ADRA, Cáritas, Programa de Apoio à Recolocação de Refugiados (PARR) e Foxtime. 

Para saber mais sobre a contratação da Iguatemi e como o setor privado pode assumir responsabilidade na promoção de conhecimentos e na contratação de pessoas refugiadas, acesse www.empresascomrefugiados.com.br

 

 

 

*Por Yana Lima

Ação é fruto da articulação entre a Secretaria Municipal de Saúde e o Hospital Universitário

 

SÃO CARLOS/SP - Desde a semana passada, o Hospital Universitário da Universidade Federal de São Carlos (HU-UFSCar/Ebserh) está promovendo capacitações para médicos que atuam nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do município e médicos residentes. As atividades são realizadas em encontros presenciais na Unidade de Simulação em Saúde (USS), que fica na área Norte do Campus São Carlos, seguindo todos os protocolos de segurança recomendados em virtude da pandemia de Covid-19.

As capacitações "Atuação médica na parada cardiorrespiratória" e "Acesso a vias aéreas superiores (intubação)" foram realizadas em cinco encontros com 33 médicos que atuam nas UPAs da cidade. Nas próximas duas semanas, outra turma de profissionais médicos e residentes participa de capacitações com a temática "Parada cardiorrespiratória e ventilação pulmonar". As capacitações consistem em aulas expositivas e práticas simuladas em manequins, orientadas por Paulo Ramacciotti, chefe da Unidade de Gerenciamento de Atividades de pós-graduação do HU, e Paulo de Oliveira Vasconcelos Filho, docente do Departamento de Medicina da UFSCar.

A organização e realização das atividades também contam com o apoio de Rafael Luporini, docente do DMed e coordenador da USS, e a colaboração de Flávia Cassemiro, técnica de Enfermagem da Unidade. 

Thiago Russo, gerente de Ensino e Pesquisa do HU e docente do Departamento de Fisioterapia da UFSCar, fala sobre o objetivo das capacitações: "Apoiar a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de São Carlos na capacitação dos profissionais médicos que atuam nas unidades de pronto atendimento da cidade. Trata-se de uma ação importante que mostra a articulação entre SMS e a UFSCar".

Para Amanda Tobal Verro, médica de uma UPA de São Carlos que participou da primeira turma dessas capacitações, "o curso é de extrema excelência, fornecendo conteúdo teórico e prático, que não recebemos no nosso dia a dia. As aulas práticas tiveram conteúdo muito atualizado, tanto da Sociedade Brasileira de Anestesiologia, quanto de sites internacionais que fornecem o conteúdo mais novo que existe". Além das novidades, a médica ressaltou a oportunidade de colocar em prática as técnicas de intubação e acessos centrais dos pacientes e também destacou a qualidade do material disponibilizado no curso. 

De acordo com Russo, novas capacitações serão oferecidas para atender outras demandas da SMS de São Carlos e também para outros grupos de profissionais, como os enfermeiros.

Município realizou na quinta-feira (28) encontro virtual com cerca de 300 profissionais da rede municipal. Capacitação deve continuar em fevereiro

 

IBATÉ/SP - A Prefeitura de Ibaté, por meio da Secretaria de Promoção e Bem Estar Social, está oferecendo para os profissionais de vários setores da administração pública municipal um curso de capacitação à Rede de Proteção à Criança e Adolescente e adequação à Lei da Escuta Protegida (Lei n◦13.431/2017). Com essa capacitação, professores, assistentes, agentes comunitários, enfermeiros, médicos de Ibaté, entre outros, contarão com um protocolo de atuação padronizado para atendimento de crianças e adolescentes vítimas de violência.

Dentro da programação do curso, na quinta-feira (28) foi realizado um encontro virtual com a participação de funcionários públicos da Secretaria de Promoção e Bem Estar Social, Saúde, Educação, Cultura, Esporte, Conselho Tutelar, Guarda Municipal, Medidas Socioeducativa, Conselho Municipal de Direitos das Crianças e Adolescentes, além de outras entidades convidadas como APAE, ETEC, Drads Araraquara, Diretoria de Ensino, escolas estaduais e integrantes da sociedade civil.

A abertura do encontro contou a participação do promotor de Justiça de Ibaté,  Marco Aurélio Bernarde de Almeida; da juíza, Letícia Lemos Rossi e da vice-prefeita do município, Ivani Almeida da Silva, que na ocasião representou o prefeito José Luiz Parella. "Os vários setores públicos da cidade já costumam ter uma boa interação de trabalho, por isso temos tido muita adesão e sucesso nessa grande capacitação que Ibaté está realizando", destacou Ivani.

Na ocasião, o promotor Marco Aurélio agradeceu o convite e apresentou dados do Governo Federal, nos quais em 2019 dos 159 mil registros de violência aos direitos de pessoas com vulnerabilidade, 86,8 mil foram contra crianças e adolescentes. "Neste cenário, a Lei n◦13.431/2017 vem em bom momento, já que ela institui um sistema de garantia de direitos da criança e adolescente vítima ou testemunha de violência".

Já a juíza, Letícia Lemos Rossi, exaltou a iniciativa da Prefeitura de Ibaté.

"Eu acredito muito na importância desse projeto para Ibaté. Infelizmente durante a pandemia os casos de violência contra crianças e adolescentes cresceram muito e esses caso estão chegando até nós e sendo tratados com toda a atenção. É muito importante formar esse ambiente de acolhimento e de proteção a essas crianças e adolescentes. Tenho certeza que essa experiência irá mudar a perspectiva do nosso município sobre o assunto".

Adriana Adegas Martineli, responsável pela Assistência Social de Ibaté, destacou que em dois turnos, manhã e tarde, a capacitação reuniu nesta quinta-feira (28) cerca de 300 pessoas. "Alguns profissionais fizeram o treinamento home office, enquanto algumas equipes se reuniram em pequenos grupos nas escolas, secretarias ou departamentos para participarem juntos da capacitação, respeitando todos os protocolos sanitários de controle ao Coronavírus".

A primeira etapa do curso aconteceu de forma presencial nos dias 18 e 19 de janeiro, no auditório do Paço Municipal de Ibaté, com representantes dos setores da administração pública municipal envolvidos. A capacitação deve continuar em fevereiro com novos encontros e palestras ministradas pelo professor do Programa de Pós-graduação em Psicologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Alex Pessoa.

Curso começou nesta semana e deve adequar o trabalho dos profissionais de vários setores do município à Lei da Escuta Protegida (Lei n◦ 13.431/2017)

 

IBATÉ/SP - Com o objetivo de se capacitar à Rede de Proteção à Criança e Adolescente e se adequar à Lei da Escuta Protegida (Lei n◦13.431/2017), a Prefeitura de Ibaté, por meio da Secretaria de Promoção e Bem Estar Social, iniciou nesta semana um curso presencial com representantes de vários setores da administração pública municipal.

Respeitando todos os protocolos sanitários no controle ao Coronavírus, como uso reduzido do espaço, distanciamento social entre os participantes e uso obrigatório de máscara, a primeira parte do curso aconteceu nesta segunda (18) e terça-feira (19), no auditório do Paço Municipal de Ibaté, com a participação de representantes das secretarias e contou com palestras ministradas pelo Professor do Programa de Pós-graduação em Psicologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Alex Pessoa. "Poucas cidades oferecem serviço de saúde psicológica municipal específico para crianças e adolescentes. Ibaté tem essa vantagem, o que está sendo um diferencial muito grande na capacitação e na elaboração do trabalho", explicou o professor.

As demais fases da capacitação serão realizadas nos próximos meses de forma virtual, para todos os profissionais da rede municipal envolvidos, como Promoção e Bem Estar Social, Saúde, Educação, Cultura, Esporte, Conselho Tutelar, Segurança e do Conselho Municipal de Direitos das Crianças e Adolescentes.

Adriana Adegas Martineli, responsável pela Assistência Social de Ibaté, explicou que, com essa capacitação, Ibaté contará com um protocolo de atuação padronizado para atendimento de crianças e adolescentes vítimas de violência. "Nesta primeira fase estamos construindo um fluxograma de atuação, formulários e organizando o trabalho, para depois poder orientar todos os profissionais. O mais importante dessa capacitação é que todos os profissionais do município, professores, assistentes, agentes comunitários, enfermeiros, médicos etc, estarão preparados para atuar e para garantir os direitos da criança e do adolescente, atendendo à Lei n◦13.431/2017, a Lei da Escuta Protegida", adiantou.

SÃO CARLOS/SP - Com o objetivo de ampliar a comunicação e o atendimento aos trabalhadores, empregadores, empreendedores e a população em geral, nos processos de Intermediação de Mão de Obra (IMO) e Requerimento do Seguro Desemprego, teve início em 26 de outubro a formação dos servidores terceirizados que realizam o atendimento na Casa do Trabalhador através do curso de comunicação básica em Libras - Língua Brasileira de Sinais.

A qualificação dos servidores foi viabilizada através de uma parceria entre a Secretaria Municipal de Trabalho, Emprego e Renda (SMTER), representada pelo secretário Walcinyr Bragatto, a empresa PROVAC, representada pelo supervisor Mauro Sigoli e a Associação dos Surdos de São Carlos “Jurandyra Ferh”, representada pela presidente Joyce Souza.

Toda a capacitação em linguagem de libras, com carga horária de 30 horas, está sendo ministrada pelo professor de libras Jason Nichols.

De acordo com Jason Nichols os servidores “aprenderam como se comunicar com clientes surdos, evita a barreira da língua entre os colegas de trabalho e a população de surdos. Os colegas de trabalho podem receber capacitação apropriada e sobre como tratar pessoas surdas da mesma forma que ouvintes. Libras é a chave para fornecer treinamento para eles se comunicarem”, frisou.

O secretário municipal de Trabalho, Emprego e Renda, Walcinyr Bragatto, ressaltou a importância de se colocar o atendimento ao público nas condições ideais, especialmente no que diz respeito à acessibilidade e a comunicação das pessoas com deficiência.

“Trabalhamos para garantir a oportunidade de formação profissional e acesso ao trabalho para as pessoas com deficiência. A capacitação dos servidores vai ajudar a melhorar a vida e comunicação com outras pessoas porque envolve também acessibilidade, sensibilização, entre outras ações, que visam facilitar o acesso aos diferentes serviços públicos e melhor relacionamento com a população” disse Bragatto.

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