Jornalista/Radialista
IBATÉ/SP - A equipe de Basquete 3x3 de Ibaté participou, no último sábado, dia 09 de maio, da etapa dos Jogos Abertos da Juventude do Estado de São Paulo, realizada na cidade de Araraquara. Representando o município com muita garra, determinação e espírito esportivo, os atletas ibateenses tiveram grande destaque na competição.
A campanha da equipe foi marcada por partidas equilibradas e de alto nível técnico, incluindo um confronto decisivo contra a equipe de Itápolis, definido nos últimos segundos, demonstrando a entrega e o comprometimento dos jovens atletas durante toda a disputa.
Ao final da competição, Ibaté conquistou o 3º lugar geral da etapa, reforçando a evolução técnica da equipe e o crescimento da modalidade no município.
A classificação final ficou definida da seguinte forma:
? 1º lugar – Araraquara
? 2º lugar – Itápolis
? 3º lugar – Ibaté
Além do resultado positivo, a participação da equipe reforça o investimento realizado pela Secretaria Municipal de Esportes, Cultura e Turismo no esporte de base, incentivando os jovens atletas a participarem de competições regionais e estaduais.
O Basquete 3x3 vem crescendo cada vez mais como uma modalidade dinâmica, moderna e competitiva, proporcionando importantes experiências esportivas e contribuindo para o desenvolvimento físico, social e disciplinar dos participantes.
A experiência adquirida durante os Jogos Abertos da Juventude fortalece ainda mais a preparação da equipe de Ibaté para futuras disputas, mantendo o município comprometido com a valorização do esporte como ferramenta de inclusão, formação e desenvolvimento juvenil.
SÃO CARLOS/SP - Uma ação da Polícia Militar terminou com a prisão de um homem por tráfico de entorpecentes na madrugada desta quarta-feira (13), no cruzamento da Avenida Doutor Heitor José Reali com a Rua Georg Ptak, em São Carlos.
De acordo com o boletim da ocorrência, os policiais realizavam patrulhamento preventivo quando perceberam uma motocicleta seguindo pela contramão de direção. A equipe tentou realizar a abordagem, mas o motociclista perdeu o controle da moto e caiu durante a tentativa de fuga.
Na revista pessoal, os policiais encontraram uma bag utilizada para entregas por aplicativo contendo diversas porções de maconha. Já em uma pochete que estava com o suspeito, foram apreendidos outros tipos de drogas, dinheiro em espécie e um telefone celular.
Segundo a polícia, foram recolhidas porções de maconha, cocaína, dry e ice, além de R$ 120 em dinheiro.
O homem foi encaminhado ao Centro de Polícia Judiciária, onde a ocorrência foi registrada como tráfico de drogas pelo delegado responsável pelo plantão.
Depois do registro da ocorrência, o acusado permaneceu detido e ficou à disposição da Justiça.
SÃO CARLOS/SP - Uma ocorrência envolvendo um simulacro de arma de fogo mobilizou equipes policiais na manhã de quarta-feira (13) na Escola Estadual Professor Orlando Perez, localizada no bairro Cidade Aracy II, em São Carlos.
Segundo informações da Polícia Militar, a equipe foi acionada via COPOM após denúncias de que um adolescente de 16 anos estaria portando uma arma dentro da sala de aula.
Ao chegarem à unidade escolar, os policiais foram informados pela direção de que funcionários e estudantes relataram ter visto o jovem exibindo um objeto semelhante a uma arma de fogo dentro da escola. Ainda conforme o relato, o adolescente teria sido visto com o objeto preso à cintura.
Durante a intervenção da equipe gestora da escola, o estudante retirou o simulacro e o apontou em direção à vice-diretora, causando temor entre os presentes. Na sequência, o adolescente afirmou que o objeto não era uma arma verdadeira, mas sim um simulacro.
Com a chegada da polícia, o jovem já estava na diretoria da escola. Durante a abordagem, os agentes localizaram com ele um simulacro preto com características semelhantes a uma pistola semiautomática.
A Polícia Militar também informou que, após análise preliminar das imagens do sistema de monitoramento da escola, foi constatado que outro adolescente, de 15 anos, também teria manuseado o objeto anteriormente.
A vice-diretora relatou aos policiais que acreditou inicialmente tratar-se de uma arma real devido à aparência do simulacro e à atitude do estudante no momento da ocorrência.
O objeto foi apreendido e os adolescentes foram encaminhados ao Plantão Policial acompanhados de seus responsáveis legais. Após serem ouvidos pela autoridade policial, as partes foram liberadas.
BRASÍLIA/DF - O CNE (Conselho Nacional de Educação) aprovou, em votação inicial nesta segunda-feira (11), um parecer que estabelece diretrizes para o uso da IA (inteligência artificial) na educação básica e superior.
A proposta orienta escolas e redes a adotar a tecnologia como ferramenta de apoio, sob supervisão humana, e ainda depende de novas discussões antes de eventual homologação do MEC (Ministério da Educação).
O uso da IA passa a ser classificado por nível de risco. Ferramentas de apoio, como organização de materiais e acessibilidade, entram na categoria de baixo risco. Já sistemas de correção automatizada de avaliações, monitoramento biométrico e seleção de benefícios são considerados de alto risco e exigem supervisão contínua.
Aplicações como vigilância emocional, pontuação social e decisões totalmente automatizadas sobre aprovação, retenção ou desligamento de alunos ficam proibidas.
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Nível de risco - O que é - Exemplos - Regras e exigências
Baixo risco - Uso de apoio, sem impacto relevante sobre decisões acadêmicas ou direitos dos alunos - Organização de materiais; acessibilidade; revisão de texto sem avaliação; planejamento de aulas - Transparência básica, segurança da informação e responsabilidade da instituição
Risco moderado - Ferramentas com interação com alunos ou recomendações, sem decisão automática - Tutores virtuais; feedback formativo; assistentes institucionais; apoio à escrita - Informar uso; registrar sistemas; revisão humana obrigatória; monitoramento; restrição ao uso de dados
Alto risco - Sistemas que afetam diretamente a vida acadêmica ou direitos - Correção automática de provas; monitoramento biométrico; perfilização de alunos; seleção e certificação - Avaliação prévia de impacto; relatório de dados; supervisão contínua; auditoria; direito de contestação
Risco excessivo (proibido) - Aplicações incompatíveis com princípios educacionais - Pontuação social; vigilância emocional; perfilização para punição; decisões automáticas sobre aprovação ou expulsão - Uso vedado
As diretrizes estabelecem que decisões pedagógicas devem permanecer sob responsabilidade de professores. A tecnologia pode auxiliar na personalização do ensino, no acesso a conteúdos e no acompanhamento do desempenho, mas não substitui a mediação em sala de aula.
Também há regras de transparência e governança. Escolas e universidades deverão informar quando sistemas automatizados estiverem em uso, documentar decisões de adoção e garantir revisão humana de conteúdos e resultados, para evitar erros e vieses.
O uso da tecnologia deverá respeitar a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), além de princípios de segurança da informação e transparência algorítmica.
Outro eixo é a redução de desigualdades. A recomendação é ampliar políticas de inclusão digital e acesso equitativo, para evitar que a adoção da IA aprofunde diferenças entre redes de ensino.
As diretrizes preveem ainda a inclusão progressiva de conteúdos sobre IA nos currículos. A proposta é que estudantes aprendam não apenas a usar ferramentas, mas a compreender como funcionam, seus limites e riscos, com foco no desenvolvimento do pensamento crítico.
Na educação básica, a implementação deve ser gradual e considerar o desenvolvimento dos alunos, com foco em autonomia e uso equilibrado da tecnologia. No ensino superior, o foco recai sobre a preparação profissional e o uso da IA em contextos complexos, com respeito à integridade acadêmica.
Como a Folha de S.Paulo mostrou, três das principais universidades do país (USP, Unicamp e Unesp) estão criando protocolos para o uso da IA cuja principal regra é a transparência. A utilização deve ser combinada entre professores e alunos e declarada nas pesquisas e nos demais trabalhos acadêmicos.
No parecer do CNE, a formação de professores aparece como condição para a implementação, com incentivo à capacitação contínua e ao desenvolvimento de competências digitais.
O conselho reconhece que a adoção ocorre em um momento de desigualdades estruturais e orienta que redes de ensino adaptem a implementação às suas condições, em regime de cooperação federativa.
por Folhapress
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