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Redação

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SÃO CARLOS/SP - Em celebração ao Dia das Mães, a Santa Casa de São Carlos recebeu uma ação especial repleta de carinho, emoção e música na Pediatria e na Maternidade Dona Francisca Cintra Silva. O cantor PH, acompanhado da esposa e voluntária Gabriela Rosa, esteve na instituição levando música e rosas para homenagear as mães e famílias presentes nos setores.

A ação contou ainda com o apoio de Vanessa Paschoal, do Centro Integrado de Humanização da Santa Casa, reforçando o compromisso da instituição em promover acolhimento e cuidado humanizado.

Durante a visita, PH destacou a emoção de participar de mais uma ação na instituição em uma data tão significativa. “Estar aqui hoje foi muito especial. Todas as ações que realizamos na Santa Casa têm um significado enorme para nós, mas essa teve um sentimento ainda mais forte por ser no Dia das Mães. A maternidade nos traz muitas lembranças, principalmente da minha mãe, e também da nossa própria história, já que nossos três filhos nasceram aqui. Hoje, inclusive, meu irmão estava aqui com a filha dele, a Helena. Foi emocionante demais”, afirmou o cantor.

PH também falou sobre o impacto da música e do gesto de carinho junto às mães. "A música leva histórias, lembranças e emoções. Trouxemos também as rosas para representar todo o amor e gratidão que sentimos pelas mães. Ver a emoção delas nos toca muito, mas nós também nos emocionamos junto com cada uma delas”, completou.

O provedor da Santa Casa, Antonio Valério Morillas Junior, ressaltou a importância de iniciativas que promovem acolhimento e tornam o ambiente hospitalar mais leve e humano. “Receber ações como essa faz toda a diferença no ambiente hospitalar. Levar música, carinho e atenção às mães e famílias é uma forma de fortalecer o cuidado humanizado que tanto valorizamos na Santa Casa. Somos muito gratos ao PH, à Gabriela e a todos os voluntários que dedicam tempo e amor para transformar momentos especiais em lembranças ainda mais marcantes”, destacou o provedor.

IBATÉ/SP - A Prefeitura de Ibaté, por meio da Secretaria Municipal de Esporte, Cultura e Turismo, realizará neste sábado, dia 9 de maio, às 14h, um aulão especial de Zumba e Ritbox em comemoração ao Dia das Mães.

O evento acontecerá em frente ao Centro Comunitário, ao lado do Campo Municipal, localizado na Rua Doutor Teixeira de Barros, no Centro.

A atividade promete reunir muita animação, música, diversão e incentivo à prática de atividades físicas, proporcionando um momento especial para as mães, famílias e toda a população ibateense.

A Prefeitura de Ibaté convida toda a comunidade para participar deste grande encontro, preparado com muito carinho em homenagem ao Dia das Mães.

SÃO CARLOS/SP - Um estudo publicado este ano no “Journal of Biophotonics” lança novas perspectivas para o tratamento das chamadas dores de crescimento, condição comum na infância e ainda cercada de incertezas clínicas.

A pesquisa, conduzida por cientistas da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e da Universidade de São Paulo (USP), investigou o uso combinado de laser de baixa intensidade e ultrassom terapêutico, apontando resultados promissores tanto em segurança quanto em eficácia.

As dores de crescimento afetam uma parcela significativa da população infantil, com estimativas que variam de 2,6% a 36,9%. O quadro costuma surgir entre os 3 e 12 anos de idade, caracterizando-se por dores musculares — especialmente nas pernas — que aparecem no final do dia ou durante a noite, podendo interromper o sono. Apesar de serem autolimitadas e desaparecerem com o tempo, essas dores impactam diretamente a qualidade de vida das crianças e de suas famílias.

Mesmo com sua alta incidência, o tratamento ainda é limitado. As abordagens mais comuns incluem analgésicos, alongamentos e massagens, mas nem sempre apresentam resultados satisfatórios. Além disso, a falta de compreensão sobre a origem da condição dificulta o desenvolvimento de terapias específicas e eficazes.

Foi nesse contexto que os pesquisadores decidiram explorar uma alternativa não farmacológica baseada em tecnologias já utilizadas em outras áreas da medicina. O laser de baixa intensidade atua estimulando processos celulares, aumentando a produção de energia nas células (ATP) e contribuindo para a regeneração dos tecidos e redução da inflamação. Já o ultrassom terapêutico promove alterações físicas nos tecidos, como aumento da permeabilidade celular e melhora da circulação sanguínea, o que favorece o alívio da dor.

Uma nova alternativa não farmacológica

A hipótese central do estudo era que a combinação dessas duas técnicas poderia potencializar seus efeitos, oferecendo um tratamento mais eficaz. Para testar essa ideia, foi realizado um estudo piloto com nove crianças diagnosticadas com dores de crescimento. Os participantes foram divididos em dois grupos: um recebeu a terapia ativa, enquanto o outro passou por um procedimento placebo, sem emissão real de energia.

A intervenção consistiu em uma única sessão de seis minutos, com aplicação do equipamento nas palmas das mãos e plantas dos pés. A escolha dessas regiões não foi aleatória: além de altamente vascularizadas, elas estão distantes das placas de crescimento ósseo, o que reduz riscos potenciais. Esse cuidado metodológico foi fundamental, já que o uso dessas tecnologias em crianças exige atenção especial para evitar interferências no desenvolvimento.

Os resultados foram acompanhados ao longo de 30 dias por meio de uma escala visual de dor e registros diários feitos pelos responsáveis. De forma geral, todas as crianças apresentaram melhora ou manutenção dos níveis de dor — sem agravamento em nenhum caso. No entanto, o grupo que recebeu o tratamento ativo apresentou redução mais significativa da dor, especialmente na primeira semana após a intervenção.

Outro dado relevante foi a ausência de efeitos colaterais. Nenhuma criança apresentou alterações físicas, lesões cutâneas, mudanças na mobilidade ou sinais de impacto no crescimento. Esse resultado reforça a segurança da técnica, um fator crucial em pesquisas com o público pediátrico.

Além dos dados quantitativos, os relatos qualitativos trouxeram informações importantes sobre o impacto do tratamento no cotidiano das crianças. Pais e responsáveis relataram melhora no sono, diminuição das queixas de dor noturna e maior disposição para atividades diárias, como brincar e frequentar a escola. Em alguns casos, também foi observada redução no uso de medicamentos e outras intervenções tradicionais.

Apesar dos resultados encorajadores, os autores destacam que o estudo tem limitações importantes, especialmente o número reduzido de participantes. Por se tratar de um estudo piloto, o principal objetivo foi avaliar a viabilidade e segurança da abordagem, além de gerar dados iniciais que possam orientar pesquisas futuras.

Uma abordagem combinada

Para a pesquisadora Drª Esther Angelica Luiz Ferreira (UFSCar), primeira autora deste estudo, a chamada “dor de crescimento” é um quadro comum e benigno na infância, que ocorre geralmente entre 3 e 10 anos. Apesar do nome, não está relacionada diretamente ao crescimento dos ossos. São episódios de dor nas pernas, que aparecem mais no fim do dia ou à noite, e costumam melhorar espontaneamente, sem deixar qualquer problema para a criança. “O estudo em questão é o primeiro no mundo a testar uma combinação de laser de baixa intensidade e ultrassom como uma possível forma de aliviar esse tipo de dor em crianças. Trata-se de um estudo inicial, com pequeno número de participantes, cujo principal objetivo foi avaliar se o método é seguro e se poderia ter algum efeito benéfico. Os resultados mostraram que a técnica foi segura, sem efeitos colaterais observados nas crianças. Em relação à dor, houve melhora em ambos os grupos (inclusive no grupo placebo), com uma tendência de uma maior melhora no grupo que recebeu a terapia ativa. Isso sugere um possível efeito positivo, mas ainda não permite concluir com certeza que o tratamento é eficaz”, sublinha a pesquisadora, salientado que, por esse motivo, este trabalho deve ser entendido como um primeiro passo importante. Ele mostra que a técnica é segura e abre caminho para pesquisas maiores, que vão confirmar se realmente funciona na prática. No momento, ainda não se trata de um tratamento estabelecido, mas sim de uma linha promissora de investigação dentro de abordagens não medicamentosas para a dor na infância”, salienta a pesquisadora da UFSCar.

Mesmo assim, segundo o pesquisador do IFSC/USP e um dos autores do citado estudo, Dr. Antonio Eduardo de Aquino Junior, o trabalho ganha relevância em um cenário em que a dor crônica infantil é frequentemente subdiagnosticada e subtratada. “Aqui se faz necessário o desenvolvimento de terapias eficazes de forma urgente, especialmente aquelas que não dependam do uso contínuo de medicamentos. A proposta de utilizar uma abordagem combinada, não invasiva e com baixo risco de efeitos adversos se alinha a uma tendência crescente na medicina, que é o uso de tecnologias que promovam o equilíbrio do organismo e estimulem seus próprios mecanismos de recuperação”, salienta o pesquisador do IFSC/USP.

Para os pesquisadores, os próximos passos incluem a realização de ensaios clínicos com amostras maiores e acompanhamento por períodos mais longos. Esses estudos serão essenciais para confirmar a eficácia da terapia e determinar protocolos ideais de aplicação.

Enquanto isso, os resultados iniciais já indicam que a combinação de laser e ultrassom pode representar um avanço significativo no cuidado com crianças que sofrem de dores de crescimento — oferecendo não apenas alívio da dor, mas também uma melhor qualidade de vida para pacientes e suas famílias.

Confira no link o estudo original publicado no “Journal of Biophotonics” - https://www2.ifsc.usp.br/portal-ifsc/wp-content/uploads/2026/05/Journal-of-Biophotonics-2026-Ferreira-Combined-LowE28090Level-Laser-and-Ultrasound-Therapy-for-Growing-Pains-in-Children.pdf

SÃO CARLOS/SP - Os vereadores Gustavo Pozzi (PP) e André Rebello (PSDB) estiveram na cúria diocesana na manhã desta quinta-feira (07) para entregar, em mãos, a moção de congratulação ao Bispo Diocesano da Diocese de São Carlos, Dom Luiz Carlos Dias pelos seus 10 anos de ordenação episcopal. A moção foi aprovada por unanimidade na última sessão ordinária da Câmara Municipal.

            No dia 07 de maio de 2016, Dom Luiz Carlos Dias foi ordenado Bispo em sua cidade natal, Caconde, pelo Arcebispo de São Paulo, Cardeal Dom Odilio Scherer tendo como lema episcopal “Vim para servir” (Mc 10,45), retirado do Evangelho de São Marcos demonstrando disposição de servir os mais necessitados bem como a conversão Pastoral para uma Igreja em saída. Em 20 de outubro de 2021, foi nomeado, pelo Papa Francisco, como 8° Bispo da Diocese de São Carlos, onde desde então, exerce seu episcopado com zelo e dedicação.

Mestre em Filosofia pela Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma, e com formação em Ética Social pela Adveniat na Alemanha, construiu seu ministério sacerdotal e episcopal pautado pela evangelização, formação e cuidado pastoral.

            Atualmente, Dom Luiz Carlos Dias é também vice-presidente da Regional Sul 1 da CNBB, que é composto por 7 arquidioceses, 36 dioceses e 6 regiões episcopais, divididas em 7 sub-regiões pastorais: Aparecida, Botucatu, Campinas, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, São Paulo e Sorocaba. Também é presidente da Comissão Episcopal de Pastoral do Laicato, Vida e Família da mesma Regional.

            Dom Luiz Carlos Dias governa a Diocese de São Carlos que é composta por 14 municípios e 06 distritos, 80 paróquias, 3 santuários, 3 seminários, além de uma escola de formação para diácono permanente. Além disso 117 padres diocesanos, 17 padres religiosos e 39 diáconos estão sob seu pastoreio.

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