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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura Municipal de São Carlos, em parceria com o Instituto Nosso Rumo, divulgou a retificação do edital 001/2024 do concurso público para a Guarda Municipal. As mudanças concentram-se na sexta fase do certame, que corresponde ao Curso de Formação Técnica de Guarda Municipal, além de ajustes importantes no cronograma de execução.

De acordo com o novo texto, os candidatos serão informados sobre o local e as regras específicas do curso por meio de edital de convocação publicado no Diário Oficial do Município. O currículo seguirá a Matriz Curricular Nacional para Guardas Municipais, estabelecida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, podendo receber acréscimos de disciplinas a critério do Departamento de Formação, em conjunto com o Comando, a Corregedoria e a Ouvidoria da GM.

Outro ponto relevante é a definição dos critérios de habilitação: será considerado aprovado o candidato que obtiver mínimo de 60% de acertos em cada disciplina da prova objetiva e 60% da nota total em cada prova prática, sem prejuízo do fator de observação. A responsabilidade pela realização do curso ficará com o Departamento de Formação da Secretaria Municipal de Segurança Pública e Mobilidade Urbana, com apoio da própria Guarda Municipal. O tempo de duração será estabelecido em edital específico de convocação.

O cronograma também foi atualizado. No dia 31 de março de 2026, às 15h, serão divulgadas as respostas aos recursos contra a entrega da documentação da quinta fase (investigação social e comportamental), além da publicação do resultado provisório. Entre 1º e 2 de abril de 2026, os candidatos poderão apresentar recursos contra esse resultado. Já em 18 de abril de 2026, às 15h, serão publicadas as respostas aos recursos interpostos, o resultado final da quinta fase e o edital de convocação para a sexta fase.

O período de inscrição no curso de formação técnica ocorrerá entre 18 e 20 de maio de 2026, com início das atividades marcado para 25 de maio de 2026. A data de divulgação do resultado final e da homologação ainda será definida.

EUA - O cofundador e CEO da OpenAI, Sam Altman, participou recentemente da conferência BlackRock Infrastructure Summit, em Washington, D.C., nos Estados Unidos, onde apresentou sua visão sobre o futuro da inteligência artificial.

Segundo Altman, a tendência é que a tecnologia passe a ser tratada como um serviço essencial, semelhante à eletricidade ou à água, com cobrança baseada no consumo. “Vemos um futuro em que a Inteligência Artificial é um serviço como eletricidade ou água, e as pessoas compram de nós por meio de um medidor e utilizam como quiserem”, afirmou, de acordo com o Business Insider.

Ele explicou que esse modelo de cobrança será baseado em “tokens”, unidades que medem a quantidade de dados processados sempre que um usuário interage com ferramentas como o ChatGPT.

Altman também comentou sobre o debate em torno do consumo de energia pela inteligência artificial, durante participação em um evento realizado em Nova Délhi, na Índia. Para ele, é legítima a preocupação com o gasto energético, mas o tema precisa ser analisado de forma mais ampla. “É justo estar preocupado com o consumo de energia dos modelos de Inteligência Artificial”, disse, defendendo que o mundo acelere a transição para fontes como energia nuclear, eólica e solar.

No entanto, o executivo criticou o que considera uma visão desequilibrada sobre o tema. “Também é necessária muita energia para treinar um humano”, afirmou. “Leva cerca de 20 anos de vida e toda a comida que você consome nesse período antes de se tornar inteligente. E não só isso, foi necessária a evolução de cerca de 100 bilhões de pessoas que já viveram, que aprenderam a não serem devoradas por predadores e a entender ciência e muitas outras coisas, para que você se tornasse quem é hoje”, completou.

 

 

por Notícias ao Minuto

ALEMANHA - O Banco Central Europeu (BCE) terá de responder de forma “enérgica” caso a inflação ameace ficar significativamente acima da meta por um período prolongado, como consequência da guerra no Oriente Médio, afirmou a presidente da instituição, Christine Lagarde, nesta quarta-feira (25).

Lagarde ressaltou, no entanto, que os juros da zona do euro não serão elevados até que haja informações “suficientes” para avaliar o impacto do conflito.

“Se esperarmos que a inflação se desvie de forma significativa e persistente da meta, a resposta deve ser adequadamente enérgica ou persistente”, disse a presidente do BCE.

Segundo ela, o cenário atual é de grande incerteza econômica, embora o choque nos preços de energia seja menor do que o registrado em 2022.

Lagarde também afirmou que ainda é “muito cedo” para definir quais medidas serão adotadas pelo BCE.

 

 

por Estadao Conteudo

EUA - A Justiça dos Estados Unidos concedeu um habeas corpus para o brasileiro Lucas de Souza Ferreira, detido pelo ICE, a agência migratória do país, desde junho de 2025.

O juiz federal Julien Xavier Neals afirmou que a detenção de Ferreira, que possui uma ordem de deportação em aberto, já ultrapassou os 90 dias previsto pela legislação para casos de remoção pendente, ao fim dos quais o detido deve ser solto pelas autoridades, segundo a decisão do juiz.

Procurado, o ICE não comentou a decisão até a publicação desta reportagem, que será atualizada quando a agência americana enviar posicionamento. A Folha de S.Paulo não localizou Ferreira ou sua defesa.

De acordo com a decisão do juiz Neals, Ferreira é alvo de uma ordem de deportação emitida em julho de 2017 e já foi deportado de volta para o Brasil em dezembro de 2018 -durante o primeiro governo de Donald Trump. Ele teria entrado ilegalmente nos EUA novamente desde então.

Em maio de 2022, já sob o governo de Joe Biden, o ICE emitiu a chamada ordem de supervisão, um mecanismo que permite que o imigrante em situação irregular não seja detido, fique e trabalhe nos EUA com restrições de viagem e a obrigação de se apresentar às autoridades regularmente e atualizar informações pessoais, como mudanças de endereço.

Ainda de acordo com a decisão, no dia 8 de junho de 2025, agora novamente sob a gestão Trump, o ICE revogou a ordem de supervisão e deteve Ferreira novamente. Um juiz de imigração, em agosto, chegou a barrar a deportação para o Brasil.

Em outubro, o ICE negou pedido feito por Ferreira de liberdade condicional por motivos humanitários, sob o argumento de que a deportação do brasileiro para um país terceiro "provavelmente ocorreria em um futuro razoavelmente próximo". Em dezembro, a agência decidiu mantê-lo detido pelo mesmo motivo, mesmo mês em que Ferreira voltou a acionar a Justiça para desafiar sua detenção.

O Departamento de Segurança Interna, pasta a cargo do ICE, afirmou no processo que o brasileiro não cooperou com os procedimentos para obtenção de documentos necessários para a deportação, argumento com o qual o juiz Neals não concordou.

Além disso, o ICE admitiu nos autos que "não possui informações adicionais ou documentação relativa aos esforços para facilitar a remoção para um país terceiro neste momento", algo destacado pelo juiz ao conceder o habeas corpus.

"Como os requeridos falharam em argumentar que estão de alguma maneira tentando conseguir um documento de viagem para um país terceiro, o tribunal entende que o requerente cumpriu o ônus inicial de mostrar que não é provável que, depois de nove meses de detenção, sua remoção ocorra em um futuro razoavelmente próximo", afirmou o juiz na decisão.

 

 

por Folhapress

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