Jornalista/Radialista
BRASÍLIA/DF - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que a atuação do governo federal não deve ser voltada prioritariamente aos mais ricos e defendeu que o Estado garanta oportunidades, especialmente para quem não consegue “se virar sozinho”.
“Você não precisa governar para os ricos e para quem ganha bem e pode se virar sozinho”, disse o presidente. Em seguida, acrescentou: “Sou um cara comprometido com as políticas de inclusão social”.
Lula também afirmou que seus governos realizaram mais ações em diferentes áreas do que gestões anteriores e incentivou a população a comparar dados antes de formar opinião. “Não acredite em mim, pesquise”, declarou.
Na avaliação do presidente, a sociedade tende a se retrair diante de administrações mais rígidas, o que, segundo ele, dificulta a manifestação popular e o debate público. Ele acrescentou que, em contextos de governos autoritários, é necessário que a população se manifeste, enquanto, em ambientes democráticos, como o que atribui à sua gestão, há espaço para diálogo sem necessidade de paralisações.
As declarações foram feitas durante agenda em Salvador (BA), onde Lula visitou obras de mobilidade urbana financiadas pelo Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A principal atividade foi a vistoria das obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), na Praça Onze de Dezembro, projeto que reúne cerca de R$ 1,1 bilhão em investimentos.
A comitiva presidencial contou com a presença da ministra da Cultura, Margareth Menezes, do senador Jaques Wagner (PT-BA), do futuro ministro das Cidades, Vladimir Lima, do ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, e do presidente da Caixa Econômica Federal, Carlos Vieira.
por Estadao Conteudo
MÔNACO - Uma parceria inusitada venceu a votação promovida pelo ge sobre a pintura especial mais bonita da Fórmula 1. No GP de Mônaco de 2005, a Red Bull e a franquia Star Wars se uniram para divulgar um dos filmes da franquia. Mesmo mais de duas décadas depois, o resultado dessa união continua chamando atenção. O carro foi o preferido de 21,48% dos torcedores que participaram da enquete do ge e ficou à frente de outras 19 pinturas listadas.
O design vencedor foi desenvolvido para comemorar a estreia mundial de "Star Wars III: A Vingança dos Sith", terceiro filme da franquia, em 19 de maio de 2005, justamente na semana do GP de Mônaco. O evento de lançamento comemorou ainda o "Dia de Star Wars", celebrado em 4 de maio e inspirado pelo trocadilho em uma das frases marcantes da franquia: "May the force be with you" (Que a força esteja com você).
A parceria entre a empresa austríaca e a franquia representou a união de duas legiões de fãs apaixonados ao redor do mundo. Apesar da popularidade, o carro não cruzou a linha de chegada no principado. David Coulthard e Vitantonio Liuzzi, pilotos da Red Bull à época, abandonaram a prova.
O pódio na votação do ge também tem a homenagem da Racing Bulls à caligrafia shodô (2026) e a pintura especial da Ferrari para o GP número 1000 da equipe (2020).
Confira o ranking completo abaixo:
Qual é a pintura especial mais bonita da Fórmula 1
| Carro | GP/ano | Porcentagem |
| Red Bull "Star Wars" | Mônaco 2005 | 21,48% |
| Racing Bull Arte Japonesa | Japão 2026 | 15,45% |
| Ferrari "1000 GPs" | Toscana 2020 | 15,39% |
| McLaren Amarela | Portugal 1986 | 9,02% |
| Ligier "art car" | Japão 1993 | 7,61% |
| Haas "Godzilla" | Japão 2026 | 7,13% |
| Ferrari Azul | México 1964 | 4,83% |
| Mercedes "Wolf" | Japão 2026 | 3,3% |
| Red Bull "DisruptoBull" | Pré-temporada 2018 | 2,48% |
| Ferrari de Luto | Itália 2001 | 2,18% |
| McLaren/Alonso | Abu Dhabi 2018 | 2,18% |
| Red Bull "Superman" | Mônaco 2006 | 1,77% |
| Ferrari de Luto 2 | Bahrein 2005 | 1,71% |
| Red Bull "Carmo Bull" | Pré-temporada 2015 | 1,47% |
| Mercedes "125 anos" | Alemanha 2019 | 1,06% |
| Jaguar "Oceans Twelve" | Mônaco 2004 | 1% |
| Red Bull "Wings foi life 2" | Silverstone 2012 | 0,65% |
| Red Bull/David Coulthard | Brasil 2008 | 0,59% |
| Red Bull "Wings foi life" | Inglaterra 2007 | 0,41% |
| BAR 555 | China 2005 | 0,29% |
Após o GP do Japão, vencido por Kimi Antonelli, os pilotos terão um mês de folga antes de se reencontrarem nos Estados Unidos para o GP de Miami. A prova, quarta das 22 etapas previstas para a temporada de 2026, ocorrerá entre os dias 1 e 3 de maio, no Autódromo Internacional de Miami, e abrirá o tour pelo Ocidente.
Por Redação ge
EUA - Durante décadas, Plutão foi considerado o nono planeta do Sistema Solar. No entanto, em 2006, essa classificação mudou oficialmente após uma decisão da União Astronômica Internacional, entidade responsável por padronizar conceitos e nomenclaturas na astronomia.
A mudança ocorreu porque os cientistas perceberam que era necessário estabelecer critérios mais precisos para definir o que realmente é um planeta. Até então, não havia uma definição formal clara, o que gerava inconsistências à medida que novos corpos celestes eram descobertos.
A IAU passou a adotar três critérios principais para que um astro seja considerado planeta: ele precisa orbitar o Sol, ter massa suficiente para assumir forma aproximadamente esférica e “limpar” a vizinhança de sua órbita — ou seja, dominar gravitacionalmente a região ao seu redor.
Plutão cumpre os dois primeiros requisitos, mas falha no terceiro. Ele divide sua órbita com diversos outros objetos do Cinturão de Kuiper, uma área repleta de corpos gelados além de Netuno. Por isso, passou a ser classificado como “planeta anão”.
A nova categoria inclui também outros objetos semelhantes, como Éris, cuja descoberta foi um dos fatores que impulsionaram a revisão das definições. Se Plutão continuasse sendo considerado planeta, outros corpos de características parecidas também precisariam entrar na lista, ampliando significativamente o número de planetas.
Hoje, o Sistema Solar é oficialmente composto por oito planetas: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Já os planetas anões, como Plutão, ocupam uma categoria intermediária, com características próprias.
A reclassificação gerou debates e até resistência popular, mas reflete o avanço do conhecimento científico. Na prática, a astronomia evolui constantemente, e suas classificações acompanham novas descobertas, garantindo maior precisão na compreensão do universo.
EUA - O Programa Artemis, que pretende levar seres humanos de volta à Lua depois de um intervalo de mais de 50 anos, deve alcançar um custo total de US$ 100 bilhões (algo em torno de R$ 530 bilhões). A estimativa é baseada em relatório da própria Nasa, com previsões de orçamento até 2025, e de orçamentos anunciados pela Casa Branca até 2030.
O valor inclui o desenvolvimento do foguete Space Launch System (SLS), da cápsula Órion e de toda a infraestrutura dos lançamentos do programa. De acordo com as estimativas da Nasa, US$ 40 bilhões já haviam sido gastos até 2020 e outros US$ 53 bilhões estavam previstos para os cinco anos seguintes. Além disso, um pedido orçamentário da Casa Branca prevê para este ano um valor de US$ 8,3 bilhões para a área da exploração espacial relacionada à Lua e a Marte.
Entre 1969 e 1972, a Nasa levou 12 astronautas à Lua como parte do Programa Apollo. Segundo um artigo publicado na Space Next 50, a agência espacial teria gastado US$ 20 bilhões ao longo do programa - um total que, reajustado para valores atuais, ficaria em algo entre US$ 150 bilhões e US$ 170 bilhões. O alto valor do programa, aliás, foi um dos motivos que levaram a sua extinção.
Mas por que retomá-lo agora? Do ponto de vista científico, o objetivo é voltar à Lua para criar uma base espacial e, a partir de lá, enviar astronautas a Marte ainda na próxima década. Do ponto de vista econômico, entretanto, voltar à Lua agora faz mais sentido do que no passado, a partir da constatação da presença de muitos minerais raros no satélite terrestre e do desenvolvimento de tecnologia para minerá-los.
É o caso, por exemplo do Hélio 3, um isótopo raro na Terra, mas abundante na Lua. A substância é vista como o combustível do futuro devido ao seu potencial para reatores de fusão nuclear limpa, segura e praticamente ilimitada. A rigor, a Lua não pertence a ninguém, mas quem conseguir chegar por lá primeiro, certamente terá a primazia na exploração. Não por acaso, a China entrou na corrida espacial, prometendo levar um taikonauta ao satélite em 2030.
Mais do que levar o ser humano de volta ao satélite natural, as missões Artemis têm o objetivo de garantir a superioridade dos EUA na exploração espacial, em meio a uma disputa com a China.
'Era de ouro para a ciência e as descobertas'
Após o lançamento da missão Artemis II, o administrador da Nasa, Jared Isaacman, destacou que o objetivo da agência é testar os sistemas da espaçonave Órion e do foguete SLS de olho em futuras missões. "Nenhum ser humano jamais voou nesta nave. Estamos realizando testes rigorosos para garantir que tudo esteja em ordem. Ela abrirá caminho para missões subsequentes e uma era de ouro para a ciência e as descobertas", disse à Nasa TV.
por Estadao Conteudo
Este site utiliza cookies para proporcionar aos usuários uma melhor experiência de navegação.
Ao aceitar e continuar com a navegação, consideraremos que você concorda com esta utilização nos termos de nossa Política de Privacidade.