fbpx

Acesse sua conta de usuário

Nome de usuário *
Senha *
Lembrar de mim
Redação

Redação

 Jornalista/Radialista

URL do site: https://www.radiosanca.com.br/equipe/ivan-lucas E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Esportes de São Carlos realiza neste sábado, 15 de novembro, as finais da Série Ouro do Campeonato Municipal de Futebol Menor 2025. Os jogos acontecem no Estádio do Zuzão e reúnem as melhores equipes das categorias de base do município.

A programação começa às 7h30 com a partida da categoria Fraldinha entre Salesianos/Chuteira de Ouro A e C.E. Multi Esporte. Em seguida, às 8h30, Electrolux enfrenta Salesianos/Chuteira de Ouro A pela categoria Dentinho. Às 9h30, Salesianos/Chuteira de Ouro joga contra C.E. Multi Esporte B na categoria Dente de Leite. Encerrando a manhã, às 10h30, C.F.A Red Talents disputa o título da categoria Dentão contra Esportiva São Carlos.

O secretário de Esportes, Fernando Carvalho, destaca a importância da competição para o desenvolvimento esportivo da cidade. “As finais representam o esforço e a dedicação de nossos jovens atletas ao longo do ano. É um momento de celebração do esporte e da formação cidadã por meio do futebol”.

SÃO CARLOS/SP - O mês de outubro trouxe um novo alerta para a Vigilância em Saúde de São Carlos: após semanas de estabilidade, o município registrou 229 casos positivos de COVID-19, dentro de um total de 1.272 notificações. O aumento ocorre após meses consecutivos de números baixos e marca a confirmação do terceiro óbito pela doença em 2025 — uma mulher de 82 anos que apresentava comorbidades.

Os dados acumulados mostram forte discrepância ao longo do ano. Janeiro e fevereiro concentraram 1.065 casos positivos, enquanto março registrou 121. A queda continuou nos meses seguintes: abril somou 16 diagnósticos (e um óbito), maio 22, junho 17, julho 13, agosto 67 e setembro 75. Outubro, porém, representou o maior volume desde fevereiro.

Em perspectiva anual, 12.232 casos foram notificados até outubro. Embora o número de mortes seja menor do que o registrado em 2024 — quando 18 pessoas perderam a vida —, o comportamento irregular da transmissão mantém a preocupação entre especialistas, que recomendam atenção à vacinação e aos sintomas gripais.

A comparação com 2024 evidencia ciclos distintos da doença: naquele ano, fevereiro e março registraram juntos quase 3.700 casos, enquanto os meses intermediários mantiveram baixa circulação viral. Para a pasta da Saúde, o monitoramento constante segue sendo essencial para prevenir novos picos de transmissão.

SÃO CARLOS/SP - Um estudo conduzido por Mauro Santos, da Universidade Autônoma de Barcelona (Espanha), e José Fernando Fontanari, do Instituto de Física de São Carlos (USP), lança luz sobre um dos temas mais urgentes da biologia contemporânea: a capacidade das espécies de resistirem ao aumento das temperaturas. Publicado no “Journal of Thermal Biology”, o trabalho aponta falhas em análises estatísticas usadas há décadas e propõe um modelo mais preciso para entender quais animais estão realmente em risco diante do aquecimento global.

O foco dos pesquisadores é a hipótese da compensação entre tolerância e plasticidade térmica — a ideia de que espécies altamente tolerantes ao calor têm menos capacidade de se adaptar a temperaturas ainda mais altas. Isso cria uma “armadilha evolutiva”, ou seja, animais que já vivem perto de seu limite fisiológico podem não ter margem para resistir a um clima cada vez mais quente.

Espécies sob pressão térmica ao redor do mundo

Essa vulnerabilidade já é observada em várias regiões do planeta, especialmente nas zonas tropicais e costeiras.

Recifes de coral do Pacífico e do Caribe, por exemplo, têm sofrido com sucessivos episódios de branqueamento devido ao aumento da temperatura da água, levando à morte de colônias inteiras.

Em florestas tropicais da Amazônia e do Sudeste Asiático, anfíbios e insetos sensíveis ao calor enfrentam dificuldades para sobreviver quando pequenas variações de temperatura desorganizam seus ciclos reprodutivos e metabólicos.

Em áreas áridas da Austrália e do norte da África, répteis como lagartos e escorpiões já operam no limite térmico — e estudos mostram que, em dias de calor extremo, eles precisam restringir sua atividade, o que reduz alimentação e reprodução.

Até em ambientes montanhosos da América do Sul e da Europa, espécies adaptadas ao frio, como borboletas alpinas e anfíbios andinos, estão sendo forçadas a subir para altitudes mais elevadas, onde há menos alimento e espaço.

Esses exemplos demonstram que o fenômeno estudado pelos autores — a limitação da capacidade de adaptação térmica — não é apenas teórico, mas já afeta ecossistemas inteiros.

Um novo olhar estatístico sobre o problema

Segundo os pesquisadores, parte das conclusões anteriores sobre o tema pode ter sido distorcida por erros estatísticos. Muitos estudos usaram métodos que criam correlações “espúrias” — associações matemáticas que não refletem uma relação biológica real. Isso levou à falsa impressão de que algumas espécies conseguiriam se ajustar facilmente ao calor.

Para corrigir esse viés, os pesquisadores autores do estudo desenvolveram um novo modelo estatístico capaz de distinguir resultados artificiais de evidências reais de limitação adaptativa. Ao reanalisar dados de experimentos com lagartos tropicais — entre eles o Lampropholis coggeri, da Austrália —, eles mostraram que a hipótese da compensação é válida: espécies que já suportam altas temperaturas têm, de fato, menor capacidade de se aclimatar a novos aumentos térmicos.

Impactos para a conservação

O estudo reforça que erros de interpretação podem comprometer políticas de conservação. Se cientistas subestimam a vulnerabilidade de determinadas espécies, programas de proteção podem falhar. “Sem uma base estatística sólida, corremos o risco de superestimar a resiliência das espécies e subestimar as ameaças reais impostas pelo clima em transformação”, alertam os autores nesse estudo.

Ao oferecer um método mais confiável, o trabalho abre caminho para previsões mais realistas sobre a resposta da biodiversidade ao aquecimento global. Em um momento em que ondas de calor já se tornam mais longas e intensas em todas as regiões do planeta, compreender com precisão os limites térmicos das espécies é essencial para evitar perdas irreversíveis na vida selvagem.

Acesse o artigo científico publicado no “Journal of Thermal Biology”, em - https://www2.ifsc.usp.br/portal-ifsc/wp-content/uploads/2025/11/1-s2.0-S0306456525002050-main-fontanari.pdf

SÃO CARLOS/SP - Um projeto de lei de autoria dos vereadores Bruno Zancheta (REPUBLICANOS) e Gustavo Pozzi (PP) está em tramitação na Câmara Municipal de São Carlos e propõe alterações na Lei Municipal nº 19.145/2019, que trata da obrigatoriedade das empresas concessionárias de energia elétrica e outros serviços realizarem a retirada de fios inutilizados em vias públicas. O objetivo é regulamentar e disciplinar a ocupação da infraestrutura dos postes por empresas de energia, telecomunicações e demais prestadoras de serviços que utilizam esse espaço público.

Na manhã desta semana, foi realizada uma reunião com representantes das empresas de telefonia VIVO por meio da representante Débora Moreira, CLARO por meio do Representante Márcio, ALGAR por meio do representante Regis e da CPFL que foi representada pelo Júlio Cesar de Oliveira consultor de relacionamento e pelo Técnico de Obras Jeferson Mendonça, além dos vereadores André Rebello (PSDB), Bruno Zancheta (REPUBLICANOS), Júlio César (PL) e Gustavo Pozzi (PP). Durante o encontro, as empresas se comprometeram a realizar um mutirão em toda a cidade para retirada dos fios e cabos inutilizados, que atualmente causam transtornos, poluição visual e riscos à segurança da população.

Também foi definida a criação de uma comissão de trabalho que irá acompanhar e estudar as mudanças propostas no projeto de lei, garantindo que as medidas adotadas estejam alinhadas às normas técnicas e à legislação vigente.

Em conjunto, os vereadores destacaram que a iniciativa representa um avanço importante para a segurança urbana e o ordenamento da cidade: “Nosso objetivo é garantir uma cidade mais organizada, segura e com mais responsabilidade por parte das empresas que utilizam os postes públicos. Essa ação conjunta demonstra a união do Legislativo e das concessionárias para resolver um problema que afeta toda a população”, afirmaram os parlamentares.

O projeto segue em tramitação no Legislativo Municipal. Caso aprovado, permitirá ao Poder Público exercer maior controle e fiscalização sobre o uso dos postes, aplicando penalidades às empresas que descumprirem suas obrigações técnicas e legais, conforme previsto na justificativa da proposta.

A iniciativa busca, portanto, promover uma cidade mais segura, visualmente limpa e em conformidade com as normas técnicas e ambientais, garantindo que a ocupação do espaço público ocorra de forma ordenada e responsável.

Nosso Facebook

Calendário de Notícias

« Abril 2026 »
Seg. Ter Qua Qui Sex Sáb. Dom
    1 2 3 4 5
6 7 8 9 10 11 12
13 14 15 16 17 18 19
20 21 22 23 24 25 26
27 28 29 30      
Aviso de Privacidade

Este site utiliza cookies para proporcionar aos usuários uma melhor experiência de navegação.
Ao aceitar e continuar com a navegação, consideraremos que você concorda com esta utilização nos termos de nossa Política de Privacidade.