Jornalista/Radialista
Animal tinha desgaste irregular nas presas
PALMAS/TO - Uma onça-pintada ganhou uma prótese de porcelana na última segunda-feira (5), a partir de um projeto de conservação em Palmas, no Tocantins. A informação foi apurada pelo Portal G1 e confirmada pela Redação RedeTV.
O projeto de conservação irá ajudar todas as espécies ameaçadas de extinção no estado de Tocantins, a sortuda da vez foi uma onça-pintada encontrada em Palmas. O animal é macho e já possui quatro anos de idade, contudo, foi feito uma análise completa e foi constatado que o animal tinha deformação nos dentes, e isso, futuramente iria impedir a sobrevivência dele na natureza.
Para deixar o animal em estado confortável, a solução foi fazer um implante de porcelana. Esse procedimento é bem parecido com o que é feito em seres humanos, a pequena diferença é que o animal tem que ser completamente sedado, até a conclusão do procedimento.
A cirurgia foi feita no centro da Fauna (Cafeu), do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), que fica localizado em Palmas. Além disso, também participaram duas universidades, do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros (Cenap) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
"A presa é muito importante na hora de quebrar osso, de comer. Quando está em vida livre é importantíssimo para caçar e esse desgaste anormal estava fraturando o dente, ia levar a fratura completa das presas do animal, dos caninos", disse o médico veterinário Fernando Silveira ao G1.
A equipe que colaborou com o processo é de voluntários. A onça está bem e a evolução dela será feita pela equipe do Cafeu.
*Por: REDETV!
SÃO PAULO/SP - A nota do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) pode ser usada por estudantes na busca de uma vaga em universidades fora do Brasil. Atualmente, instituições em Portugal, Estados Unidos, Canada, Reino Unido, Irlanda e França recebem alunos com as notas do teste brasileiro.
Cada país e cada instituição tem uma forma especifica para selecionar alunos a partir das notas do Enem. Em comum, todos exigem a solicitação de um visto de estudante, que será valido pelo período do curso desejado.
Portugal é o país que oferece mais oportunidades. São 49 instituições de ensino superior, com cursos em diversas áreas. Além da possibilidade de morar na Europa, o idioma facilita a compreensão dos conteúdos e retira a necessidade de proficiência em outra língua. Nos demais países, e obrigatório entender o idioma para poder assistir as aulas.
Na lista de universidades portuguesas, há instituições públicas e privadas. Por se tratar de instituições que cobram, há uma série de valores que precisam ser observados pelos estudantes. Há taxas de matrícula, adesão e os valores das anuidades, que é, especificamente, o valor que se paga pelo curso escolhido.
“Os requisitos mínimos para estudar na Universidade de Lisboa podem depender de cada faculdade da Universidade, que estabelecem requisitos próprios para os estudantes internacionais”, explica Isabel França, diretora de Relações Externas e Internacionais da instituição.
Veja a lista completa das instituições e as exigências especificas das universidades
É possível cobrir os gastos anuais das universidades, ou parte deles, por meio de bolsas concedidas por algumas instituições. No Brasil, a Fundação Estudar e o banco Santander concedem bolsas parciais e integrais para estudos internacionais.
Muitas das instituições de ensino também oferecem bolsas integrais e parciais, algumas cobrem, inclusive, gastos com moradia e com materiais didáticos. Neste caso específico, é preciso consultar em cada instituição e encontrar aquelas que oferecem esse tipo de bolsa.
Também é possível conseguir apoio financeiro pelos editais da Capes e CNPq, do governo federal, que abrem frequentemente editais para financiar estudos da graduação ao doutorado em países parceiros.
Caso o estudante não consiga uma bolsa, há a possibilidade de financiar os estudos ou conseguir um empréstimo para pagar os custos. A empresa Remessa Online, em parceria com a financeira Creditas, por exemplo, oferece um financiamento para estudos no exterior.
Todos os países listados, com exceção da França, conseguiram conter o avanço do novo coronavírus por meio das diversas ações aplicadas, dentre elas a vacinação em massa. Por causa do momento estável que passam, os Estados Unidos e Reino Unido -dentre os listados, não aceitam, até o momento, voos do Brasil. Os demais aceitam com algumas restrições.
*Por: Kesley Pereira / PODER360
ALEMANHA - A Alemanha anunciou nesta quinta-feira (8) que quer discutir possíveis entregas do imunizante Sputnik V com Moscou, sem esperar pelo sinal verde da União Europeia (UE), onde a vacina anticovid russa continua gerando polêmica.
“Expliquei, em nome da Alemanha ao Conselho de Ministros da Saúde da UE, que discutiríamos bilateralmente com a Rússia, antes de mais nada, para saber quando e quais quantidades poderiam ser entregues”, indicou o ministro da Saúde Jens Spahn na rádio pública regional WDR nesta quinta-feira (8).
Ele justificou sua decisão com a recusa da Comissão Europeia, expressa, segundo ele, na noite de quarta-feira (7) aos Estados membros, em negociar em nome dos 27 a compra da vacina Sputnik V, ao contrário do que tem feito com outros imunizantes contra Covid -19.
A questão do uso da Sputnik V é controversa na Europa. O ministro francês das Relações Exteriores criticou recentemente a Rússia por torná-la uma ferramenta de "propaganda" no mundo.
De acordo com Berlim, qualquer entrega da vacina russa permanece, no entanto, sujeita ao sinal verde da Agência Europeia de Medicamentos (EMA).
“As entregas russas devem ocorrer nos próximos dois a cinco meses para realmente fazer diferença na nossa situação atual em termos de número de doses", disse Jens Spahn, criticado pela lentidão da campanha de vacinação em seu país.
Por querer ser capaz de produzir o suficiente e desejar dedicar sua produção como uma prioridade à população russa, Moscou até agora apenas despachou pequenas quantidades de sua vacina para o exterior.
Desde a primeira vacinação, logo após o Natal de 2020, três imunizantes são atualmente utilizados na Alemanha: o da Pfizer/BioNTech, o da Astrazeneca, que ficou suspenso e agora é usado só para maiores de 60 anos, e o da Moderna. Um quarto, o da Johnson & Johnson, deve ser distribuído em toda a União Europeia nas próximas semanas.
Na Alemanha, a pressão pela vacina russa está aumentando. A Baviera, maior região do país, já anunciou quarta-feira (7) que negociou um "contrato preliminar" para receber 2,5 milhões de doses da vacina russa, sujeitas à autorização do regulador europeu.
As discussões foram realizadas em particular com o Fundo Soberano da Rússia, que financiou o desenvolvimento da vacina.
Mecklenburg-Vorpommern, uma região pouco povoada do nordeste, fez o mesmo nesta quinta-feira ao pré-encomendar um milhão de doses da Rússia.
“Atualmente ainda estamos na situação de grande dependência de poucos fabricantes de vacinas”, sublinhou o ministro regional da Saúde, Harry Glawe, citado pela agência DPA.
A EMA não estabeleceu um prazo para sua decisão sobre a Sputnik V. No entanto, para outros laboratórios que submeteram sua vacina contra a Covid-19 para aprovação, a agência examinou os dados fornecidos em dois a quatro meses.
O ministro da Saúde alemão insistiu na autorização para comercializar a Sputnik no mercado europeu antes de qualquer distribuição da vacina em seu país.
“Para isso, a Rússia deve fornecer dados como todos os outros [laboratórios] e, enquanto esses dados não forem fornecidos, não pode haver autorização”, disse.
As autoridades alemãs, profundamente preocupadas com a terceira onda de contaminações, estão sob pressão. Apenas 13% da população recebeu pelo menos uma injeção, mais de três meses após o lançamento da midiática campanha de vacinação.
As autoridades prometeram que qualquer pessoa que deseje ser vacinada receberá ao menos a primeira dose até o final de setembro.
A chanceler Angela Merkel e os líderes das 16 regiões devem se reunir novamente na próxima segunda-feira (12) para decidir sobre novas medidas de restrição. A líder alemã é favorável a um lockdown curto, mas rígido, a fim de conter a epidemia que está novamente colocando o sistema hospitalar do país em dificuldades.
(Com informações da AFP)
*Por: RFI
FRANÇA - O Tribunal Europeu de Direitos Humanos (TEDH) se pronunciou nesta quinta-feira (8) sobre a vacinação obrigatória, que considera "necessária em uma sociedade democrática". O anúncio foi feito depois de uma demanda apresentada por pais de crianças rejeitadas por creches na República Tcheca porque não estavam vacinadas.
Sediado em Estrasburgo, na França, o tribunal europeu concluiu que a política de saúde tcheca, que obriga a vacinação das crianças contra nove doenças - incluindo difteria, tétano, hepatite B e sarampo - "não viola a convenção europeia dos direitos humanos, nem o direito ao respeito da vida privada".
Estas medidas "podem ser vistas como necessárias em uma sociedade democrática", acrescentou o tribunal. "O objetivo tem que ser que cada criança esteja protegida contra doenças graves, por meio da vacinação ou graças à imunidade coletiva", sublinhou.
Essa foi a primeira vez que o TEDH se pronunciou sobre a vacinação obrigatória contra doenças infantis.
Nicolas Hervieu, especialista do TEDH, afirmou que "a decisão sustenta a possibilidade de uma vacinação obrigatória, com condições, na atual epidemia de Covid-19
Na opinião de Hervieu, o tribunal apoia um "princípio de solidariedade social que pode justificar a imposição de vacinação a todos, inclusive os que se sentem menos ameaçados pela doença, quando se trata de proteger as pessoas mais vulneráveis".
A necessidade de uma ampla imunidade coletiva para vencer a pandemia de Covid-19 provocou um forte debate sobre a necessidade da vacinação obrigatória.
Entre os países mais atingidos pela Covid-19, a República Tcheca é o que apresenta o maior número de mortes em relação à sua população, com 256 mortes por 100.000 habitantes, seguida pela Hungria (232), Bósnia e Herzegovina (217), Montenegro (212) e Bélgica (201).
(Com informações da AFP)
*Por: RFI
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