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Redação

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 Jornalista/Radialista

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EUA - O grupo farmacêutico norte-americano Johnson & Johnson (J&J) prevê a venda de 2,5 bilhões de dólares em vacinas contra a covid-19 até 2021 e, aproveitando a retomada dos procedimentos médicos não urgentes, elevou suas projeções para o ano todo.

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A empresa, que vende o antiviral a preço de custo, vendeu doses de sua vacina contra a covid-19 pelo valor total de 164 milhões de dólares no segundo trimestre, superando os 100 milhões no primeiro trimestre, detalhou nesta quarta-feira um comunicado sobre seus resultados trimestrais.

Esses números são relativamente pequenos se comparados às vendas de vacinas contra o coronavírus das empresas Moderna ou Pfizer, esta última com planos em maio de faturar 26 bilhões de dólares em todo o mundo este ano.

Aprovada com urgência nos Estados Unidos em fevereiro, a vacina da J&J sofreu vários contratempos, incluindo uma suspensão de 10 dias em sua aplicação em abril, após relatos de que mulheres desenvolveram casos graves de coágulos sanguíneos, além de problemas de produção em uma fábrica em Baltimore.

No segundo trimestre, o grupo aproveitou as campanhas de vacinação contra a covid-19 nos Estados Unidos, o que permitiu a volta dos procedimentos clínicos não urgentes e a retomada das vendas de dispositivos médicos, como próteses. Esta última cresceu 62,7%.

O faturamento total da empresa, que inclui também a divisão farmacêutica (+ 17,2%) e a divisão de produtos de higiene pessoal e saúde como cremes e pensos (+ 13,3%), aumentou 27,1%.

Agora, a J&J espera vendas entre 91,3 bilhões e $ 92,1 bilhões de dólares em 2021 (93,8 bilhões a 94,6 bilhões, incluindo as vendas da vacina anticovid-19), acima de uma faixa anterior entre US$ 90,6 bilhões e US$ 91,6 bilhões.

 

 

*Por: AFP

BRASÍLIA/SP - O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou nesta quarta-feira (21) que as aulas já deveriam ter voltado anteriormente no país porque os alunos estão sendo prejudicados. Ele avalia que o avanço da vacinação e a redução de casos de covid-19 criaram um ambiente favorável ao retorno, mas que ele já poderia ter ocorrido.

"Acho que já devia ter voltado antes", disse. "Os nossos adolescentes estão sendo muito prejudicados. O mundo inteiro já voltou aula sem necessidade de vacinar professor. Oitenta por cento dos professores do ensino básico já estão vacinados com uma dose", afirmou.

Um protocolo está sendo finalizado pelo Ministério da Saúde para orientar como será o retorno às aulas. Segundo o ministro, será um reforço em nível nacional, já que muitos estados e municípios também elaboraram protocolos. "O que precisamos é um protocolo de segurança. Uso de máscara, testagem. Nós vamos fazer isso."

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O retorno às aulas é esperado para o mês de agosto.

 

 

*Por: R7

SÃO PAULO/SP - Entidades e associações que representam caminhoneiros avaliam a possibilidade de realizar uma paralisação nacional a partir de domingo (25), Dia do Motorista, que poderia crescer na segunda-feira (26). Há um descontentamento de parte da categoria com promessas não cumpridas pelo governo Jair Bolsonaro e com as altas recentes do preço do óleo diesel.

Entre as insatisfações também são citadas o fim da isenção do PIS/Cofins sobre o diesel, os preços elevados dos insumos para o transporte de cargas e a falta de fiscalização do piso mínimo do frete. Algumas entidades já decidiram apoiar a interrupção das atividades, mas reuniões ainda serão realizadas ao longo desta semana para definir a posição da categoria, segundo representantes dos grupos.

Uma das entidades que decidiu apoiar a paralisação é o CNTRC (Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas). Plínio Dias, presidente da entidade, disse que a mobilização começa no dia 25 e que a adesão pode crescer na segunda-feira e nos dias subsequentes.

A entidade afirma já ter apresentado 387 ofícios ao governo desde o começo do ano com as reivindicações dos caminhoneiros, como o fim da política de PPI (Preço de Paridade de Importação) da Petrobras para combustíveis, maior fiscalização nas estradas para cumprimento do piso mínimo de frete e a aposentadoria especial para os motoristas. Segundo o representante, a pauta é a mesma da paralisação do início de 2021. "Até o presente momento, o governo e as pastas cabíveis não chamaram para conversar", disse Dias.

O descrédito do governo vem aumentando junto aos caminhoneiros em virtude de algumas promessas não cumpridas. Em maio, preocupado com movimentos grevistas e as constantes ameaças de paralisações, o governo anunciou um pacote de medidas para a categoria, o "Gigantes do Asfalto". Entre as medidas consta a criação do Documento Eletrônico de Transportes (Dt-e), uma das principais apostas do governo para o segmento autônomo.

O projeto foi aprovado na última quinta-feira (15), pela Câmara dos Deputados por meio da Medida Provisória nº 1051/21 e vai tramitar no Senado. Trata-se de um recurso que vai unificar os documentos exigidos para o transporte de cargas e que poderá ser usado pelo celular do motorista. Também foi visto pela categoria como tentativa de acalmar os ânimos.

A Abrava (Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores) vai decidir sobre a adesão no movimento em reunião com seus associados nesta quinta-feira (22). "Estamos conversando e orientando a categoria para seguirmos para termos os cumprimento das leis que conquistamos", disse o presidente da Abrava, Wallace Landim, conhecido como Chorão. A entidade vem cobrando o Executivo quanto à efetivação de uma série de medidas anunciadas para a categoria em manifestações frequentes.

O representante da ANTB (Associação Nacional de Transporte do Brasil), José Roberto Stringasci, disse que a entidade apoia a categoria na sua decisão, mas ponderou que os caminhoneiros ainda estão decidindo se vão parar ou não. Conforme Stringasci, várias reuniões de lideranças sindicais, de associações e cooperativas estão sendo realizadas no Brasil todo nesta semana. "Vamos ver a decisão da maioria da categoria. O que a maioria decidir estaremos junto e apoiando."

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Conforme Stringasci, a questão dos combustíveis é chave. "Não tem mais condições para o caminhoneiro, e nem para o povo brasileiro, de tanto reajuste. A categoria quer uma reforma na política de preço", disse o líder. Dias, do CNTRC, que participou de uma reunião em junho com o presidente da Petrobras, general Joaquim Silva e Luna, afirmou que até o momento os caminhoneiros não foram chamados à mesa para escutar a resposta da empresa aos seus pedidos.

Segundo os líderes, há possibilidade de maior adesão agora do que na paralisação de fevereiro, em virtude dos reajustes no diesel de lá para cá. Conforme o representante da ANTB, alguns motoristas e entidades que a princípio eram contra, por achar que era um movimento contra o governo, agora acreditam ser "uma questão de necessidade" a paralisação para reivindicar seus "direitos". "Entenderam as pautas, principalmente a do combustível", disse. "Agora o caminhoneiro está com a corda no pescoço e viu que o combustível subiu e que, se a gente não se mexer, vai subir de novo", afirmou Dias.

 

 

*Por Agência Estado 

R7

SÃO CARLOS/SP - Uma motorista compareceu ao Plantão Policial visivelmente assustada para registrar uma ocorrência de trânsito na tarde de ontem, 20, em São Carlos.

Segundo o relato da motorista, ela transitava pela Rua Raimundo Corrêa, sentido centro/rodovia, quando uma mulher em um Corsa atrás buzinava querendo passagem. A motorista deixou passar, mas a mulher que dirigia o Corsa teria jogado o carro para cima da depoente, onde quase causou um acidente, assustando-a (motorista) e suas filhas que estavam no carro.

Não contente a motorista do Corsa acelerava e freava, quando na rotatória da avenida Getúlio Vargas, que adentra a rodovia Washington Luís, a mulher que dirigia o Corsa teria parado, descido do veículo e com uma barra de ferro e desceu pancadas no VW/Gol da vítima. Após tudo isso a mulher foi embora.

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A Polícia Civil vai investigar o caso.

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