Jornalista/Radialista
SÃO PAULO/SP - No quarto dia com distribuição de energia elétrica parcialmente interrompida na cidade de São Paulo, os prejuízos do Comércio e dos Serviços seguem se acumulando. Novos cálculos da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) mostram que, de sexta-feira (11) até o fim dessa terça (15), as perdas de faturamento bruto já somaram pelo menos R$ 1,82 bilhão.
O setor mais prejudicado é o de Serviços com uma perda de receitas estimada em R$ 1,23 bilhão [tabela]. Em média, são R$ 246 milhões perdidos a cada dia sem luz. Os prejuízos mais significativos foram contabilizados no Dia das Crianças (12), uma das datas mais relevantes do calendário sazonal do País e que se sucedeu ao temporal que afetou a rede elétrica na cidade. Na ocasião, as empresas de Serviços deixaram de faturar cerca de R$ 442,3 milhões. Foi também o dia com a maior quantidade de imóveis no escuro na cidade.
Já o Comércio paulistano, por sua vez, acumula perdas de R$ 589 milhões desde então. Da mesma forma, o Dia das Crianças foi o pior dia: R$ 211 milhões em vendas que não aconteceram por causa da falta de energia elétrica.
Prejuízos causados pelo apagão em São Paulo, em faturamento bruto (diárias)
Fonte: FecomercioSP

Na análise da FecomercioSP, os impactos negativos da falta de energia elétrica devem ser ainda maiores, já que não entraram na conta todos os prejuízos causados pelas perdas de estoques, por exemplo, ou os custos fixos que se mantiveram mesmo sem as receitas. No limite, as perdas totais do varejo e dos serviços devem aumentar conforme esses cálculos forem feitos – e cuja recuperação pode levar meses.
Até essa terça-feira, mais de 250 mil imóveis estavam sem energia elétrica na cidade e na sua região metropolitana, segundo dados da concessionária ENEL. No sábado – dia de mais perdas de faturamento –, esse número chegou a 1,45 milhão de unidades.
O que fazer?
Dialogando desde sábado (12) com autoridades e com a ENEL SP para resolver a situação o mais rápido possível, a FecomercioSP orienta que todos os afetados pela interrupção do fornecimento abram um chamado junto à distribuidora e registrem formalmente a reclamação antes de procurar as vias judiciais.
Além de servir como documento oficial da queixa, em uma eventual ação jurídica, a via administrativa pode fornecer respostas mais rápidas. Sem contar que os dados do atendimento devem ser usados, depois, para melhorar o serviço.
No caso de panes em aparelhos eletroeletrônicos causadas pela interrupção da energia, por exemplo, as regras estabelecidas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) preveem que a distribuidora do serviço – no caso, a ENEL SP – deve disponibilizar canais de atendimento aos consumidores para solucionar os problemas.
Se o atendimento da ENEL SP não tiver retorno, vale ainda reclamar junto à ouvidoria da empresa e, então, na falta de uma resolução da empresa, procurar a ANEEL com o número do protocolo da reclamação inicial em mãos.
Se, mesmo assim, nenhum canal funcionar, a solução, então, pode ser um órgão de defesa do consumidor – notadamente o Procon. Vale lembrar que, pela lei, quando o fornecimento de energia é interrompido por mais de 24 horas em áreas urbanas e 48 horas em regiões rurais, são Procons locais que intermedeiam as solicitações de indenizações por danos econômicos, por exemplo.
Nesse sentido, é importante ressaltar que os pedidos de ressarcimento – tanto pela via administrativa quanto judicial – devem ser acompanhados de provas dos danos apontados, como fotografias, registros, documentos, relatórios de perda de receitas etc.
Crise inaceitável
A Federação ressalta outra vez que é inaceitável ver a maior metrópole do Brasil e uma das maiores do mundo sofrer com cortes tão abruptos e amplos de energia elétrica. Da mesma forma, quanto episódios como esse acontecem, a cidade não pode ficar tanto tempo às escuras. Além das perdas econômicas, que impactam na dinâmica da economia do País, os efeitos são perversos para a população em geral.
SÃO CARLOS/SP - Na noite de quarta-feira (16), uma estudante de 20 anos registrou um boletim de ocorrência denunciando a prática de stalking, relatando que está sendo seguida por um desconhecido. O caso foi reportado via Delegacia Eletrônica, após a jovem ter sido abordada enquanto caminhava pela Avenida Trabalhador São-Carlense, em São Carlos.
De acordo com o relato feito à polícia, o homem desconhecido se aproximou da estudante e fez uma observação perturbadora: “ser bom saber o horário em que ela volta para casa”. Assustada, a jovem ainda informou que o homem costuma estar perto de sua residência e parece saber onde ela mora, o que a deixou extremamente apreensiva e temerosa pela própria segurança.
Preocupada com a gravidade da situação, a estudante pediu que as autoridades policiais intervenham, temendo por sua integridade física e mental diante da frequência com que o suspeito aparece nas proximidades de sua casa.
Apesar do relato detalhado da jovem, a Polícia Civil classificou o caso como “não criminal”, optando por encerrar o registro sem abrir uma investigação formal. A decisão tem gerado questionamentos, uma vez que práticas de stalking — que envolvem perseguição persistente e assédio — são tipificadas como crime desde a promulgação da Lei 14.132, em 2021.
A estudante aguarda por uma nova análise do caso e espera que providências sejam tomadas pelas autoridades, uma vez que a situação persiste e afeta seu cotidiano. Enquanto isso, a sensação de insegurança continua a rondar a jovem e sua família.
Equipes infantis do Objetivo/Smec e São Carlos Clube farão o primeiro de dois confrontos de olho na final
SÃO CARLOS/SP - Um clássico são-carlense promete ‘apimentar’ uma das semifinais da categoria infantil feminina da Série Bronze do Campeonato da APV. Estarão frente a frente duas equipes tradicionais da cidade.
O finalista sairá após a realização de duas partidas e a primeira, às 18h desta quinta-feira, 17, no ginásio municipal de esportes José Eduardo Gregoracci, no Jardim Santa Felícia.
De um lado, o Objetivo/Smec, que reativou as escolinhas sociais e este ano, após 20 temporadas, retornou as atividades oficiais. Neste primeiro ano, mesmo com uma equipe bem jovem, se qualificou e terá pela frente o São Carlos Clube, comandado pela técnica Sandra Mara.
As duas equipes se equivalem tecnicamente e a perspectiva são de duas partidas bem disputadas.
“Nossa equipe está se preparando bem para a semifinal e durante os treinos ajustamos alguns fundamentos e sabemos que será um jogo difícil, clássico municipal e estaremos enfrentando uma ótima equipe. Então precisamos focar muito nesse jogo em casa”, disse Zé Sérgio, que comanda o Objetivo/Smec.
UNICEP receberá mais de 4.500 candidatos inscritos que farão provas em dois turnos, manhã e tarde, conforme a opção em que está inserida a atividade escolhida.
SÃO CARLOS/SP - O Centro Universitário Central Paulista – UNICEP, localizado na Rua Miguel Petroni, 5.111, no bairro Jardim Centenário, será o único local onde serão aplicadas as provas do concurso público do Serviço Autônomo de Água e Esgoto de São Carlos (SAAE) que será realizado no próximo domingo, 20/10. Os candidatos da opção I prestarão o exame no período da manhã e os candidatos da opção II no período da tarde. Pela manhã, os portões fecharão às 9h. Já à tarde, às 14h.
MANHÃ/CARGOS OPÇÃO I – Auxiliar de Manutenção Geral, Controlador Externo de Abastecimento, Encanador, Motorista, Assistente Administrativo, Fiscal Ambiental, Fiscal Leiturista, Técnico em Informática, Técnico em Eletrônica, Técnico em Eletrotécnica, Técnico em Mecânica, Técnico em Segurança do Trabalho, Técnico em Química e Operador de ETE.
TARDE/CARGOS OPÇÃO II – Eletricista de Manutenção, Operador de Máquinas Pesadas, Pedreiro, Aferidor de Hidrômetro, Fiscal de Instalações Hidráulicas, Operador de Automação, Operador de ETA, Analista Jurídico, Analista de Sistemas, Assistente Social, Engenheiro Ambiental, Engenheiro Civil, Engenheiro Mecânico e Jornalista.
O salários para as 36 vagas nas 28 funções, nos quatro níveis de escolaridade ( fundamental completo, médio, médio técnico e superior ) variam de R$ 2.546,00 a R$ 8.881,00. Conforme o edital, é recomendado que os candidatos cheguem ao local da prova com 30 minutos antes do horário estipulado para o fechamento dos portões, além de observar o item 5.5 do edital que fala especificamente sobre a realização da prova, que terá duração máxima de três horas, incluindo o tempo destinado ao preenchimento do cartão-resposta, bem como a realização da prova discursiva, específica para os candidatos ao emprego de jornalista.
A consulta dos locais de prova deve ser feita exclusivamente no site da empresa MSCONCURSOS: www.msconcursos.com.br. Dúvidas podem ser esclarecidas das 9h30 às 12h30, e das 14h às 18h (horário de Brasília), através do telefone (67) 3253-6683, ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
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