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Radio Sanca Web TV - Quarta, 04 Dezembro 2019

MUNDO - A Universal Pictures divulgou o primeiro trailer de 007 - Sem Tempo para Morrer. O longa marca a última aparição de Daniel Craig no papel do icônico agente James Bond. No vídeo, além de lidar com um novo inimigo, Bond precisará confrontar pessoas próximas a ele. Confira:

https://youtu.be/OqhECMyn7TA

Na trama, Bond já não é mais um agente do MI6 e está aproveitando a aposentadoria na Jamaica. Tudo muda quando seu velho amigo Felix Leiter, da CIA, aparece pedindo ajuda para resgatar um cientista sequestrado. A missão mostra-se muito mais traiçoeira do que o esperado, levando Bond a seguir um rastro de um vilão misterioso armado com uma nova tecnologia perigosa.

O filme contará com o retorno de Léa Seydoux, como Madeleine Swann, e Ben Whishaw, como Q. Além deles, o longa também marca a estreia de Ana de Armas e Lashana Lynch na franquia. Lynch pode também ser a atriz a assumir o posto de agente 007.

58 anos e 25 filmes

007 - Sem Tempo para Morrer será o 25º filme oficial da franquia. O famoso agente secreto britânico foi criado na década de 1950 pelo escritor Ian Fleming. Além de Craig, que está no papel desde 2006, outros seis atores já viveram James Bond nos cinemas: Sean Connery (1962 - 71; 1983), David Niven (1967), George Lazenby (1969), Roger Moore (1973 - 85), Timothy Dalton (1987 - 89) e Pierce Brosnan (1995 - 2002).

Dirigido por Cary Joji Fukunaga, o filme teve a contribuição da premiada atriz Phoebe Waller-Bridge (Fleabag) no roteiro. Ralph Fiennes, Rory Kinnear, Naomie Harris, Jeffrey Wright, Billy Magnussen e Christoph Waltz completam o elenco.

007 - Sem Tempo para Morrer estreia dia 9 de abril de 2020 nos cinemas brasileiros.

 

*Por: TECMUNDO.com.br

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SÃO CARLOS/SP - O segundo dia de votação nas eleições para a escolha dos membros da Diretoria Executiva, Diretoria de Departamentos, Conselho Fiscal e Consultivo e seus respectivos suplentes, para o mandato 2020/2024 do Sindicato dos Servidores Públicos e Autárquicos Municipais de Dourado e São Carlos, foi marcado por um momento emocionante.

Aos 89 anos o sócio fundador do sindicato, Alcides Gallucci, foi até a sede para votar. Seu Alcides que se aposentou a cerca de 20 anos, trabalhou no departamento de serviço social da Prefeitura. Ele é casado com a também servidora aposentada pelo SAAE, Alice Silva.

Ele estava presente no lançamento da pedra fundamental da ASPAM (Associação dos Servidores Públicos Municipais de São Carlos), antecessor do SINDSPAM. A fundação da ASPAM ocorreu em 28 de janeiro de 1965 e seu Alcides estava lá.

Seu Alcides enalteceu o trabalho desenvolvido pelo presidente Adail Alves de Toledo. “Achei muito bonito, a sede está uma maravilha, para quem viu tudo isso nascer e ver a estrutura de hoje é uma coisa fantástica”, disse o sócio fundador.

Falando com membros da diretoria do sindicato, ele contou algumas histórias da entidade e destacou os serviços que são prestados hoje pela entidade. “Vocês estão colhendo os frutos do que plantamos, é gratificante ver que o sindicato não parou de crescer desde aquela época, parabéns a toda diretoria”, finalizou seu Alcides.

O presidente do sindicato, Adail Alves de Toledo, enalteceu a participação do sócio fundador e adiantou que já está em estudo para o próximo ano, a realização de diversas atividades com servidores aposentados no salão social. “Iremos dar uma atenção especial a esses associados que tanto contribuíram no passado com o crescimento da cidade e também do SINDSPAM. A nossa diretoria, agradece a presença de seu sócio fundador no processo eleitoral deste ano. Obrigado, seu Alcides”, finalizou Adail.

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SÃO CARLOS/SP - Um morador da Vila Prado, em São Carlos, registrou imagens do hidrômetro de sua casa que ao faltar água no bairro, o registro não para de rodar. O problema foi verificado também em outras residências da região. Detalhe que o vídeo foi gravado nesta 5ª feira (05) e chove muito na cidade.

O morador do bairro que não quer se identificar, nos disse que ele e seus vizinhos convivem com a falta d’água e agora com outra dor de cabeça: a cobrança por ar, isso mesmo, ar. Não sai uma gota sequer das torneiras, mas o hidrômetro - aquele aparelho que registra o consumo de água continua girando e marcando um gasto que não existe. Parece até que nos canos corre uma espécie de "água invisível".

“Vira e mexe amanhece sem água, e só volta pela madrugada, e quando vamos abrir a torneira conforme o vídeo o hidrômetro registra. Eu quero que a Saae resolva esse problema. Não vou pagar por uma água que eu não utilizei e não estou utilizando” afirmou munícipe.

A Rádio Sanca entrou em contato com o advogado Dr. Joner Nery, especialista no direito do consumidor e ele nos disse que o consumidor se sentir lesado pode registrar um BO contra autarquia.

“Se o consumidor se sentir prejudicado deve fazer o Boletim de Ocorrência (BO) contra o SAAE. Obviamente que se constar a tal cobrança o SAAE deve fazer abatimento na conta por conta do ar” afirmou o advogado.

Esperamos que a prefeitura e o SAAE expliquem o que ocorre quando falta água nos bairros e se o ar é ou não é cobrado de fato.

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BRASÍLIA/DF - A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) suspendeu temporariamente a venda de 39 planos de saúde de 12 operadoras, em todo o país, devido a reclamações feitas pelos consumidores no terceiro trimestre deste ano. Esses planos já atendem a 1,4 milhão de pessoas que não serão afetadas. A proibição da venda começa a valer a partir de 9 de dezembro.

A medida, divulgada hoje (5), faz parte do Monitoramento da Garantia de Atendimento da agência, que acompanha o desempenho do setor.

Além das suspensões, a ANS informou também que liberou a comercialização de 11 planos de saúde de sete operadoras. Eles haviam sido impedidos de serem vendidos anteriormente, mas melhoraram os resultados e, com isso, poderão voltar a ser vendidos para novos clientes a partir da próxima segunda-feira (9), desde que não estejam com a comercialização interrompida por outros motivos.

Veja aqui a lista dos planos com a comercialização suspensa. 

Acesse aqui a lista de planos reativados.

 

*Por Agência Brasil

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SÃO CARLOS/SP - A Escola Municipal Maria Consuelo Brandão Tolentino, localizada na Rua Reinaldo Pizani, no bairro Antenor Garcia, em São Carlos, sofreu hoje, 05, com as fortes chuvas que caíram em São Carlos.

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra as águas entrando pelo teto, onde telhas podem estar quebradas e calhas entupidas. Durante o vídeo a internauta mostra a dispensa onde ficam os alimentos alagada e os alimentos todos molhados, pela coifa uma enxurrada cai sobre o fogão, que inclusive as merendeiras estavam fazendo bolo para as crianças.

Segundo a interlocutora do vídeo, a sorte que as cozinheiras fizeram a merenda da tarde antes da chuva senão as crianças não teriam merenda a tarde. As salas do B1 e B2 ficaram todas alagadas e os alunos tiveram que ir pra uma sala que as águas não atingiram.

Ainda de acordo com informações, sempre que acontece uma chuva os funcionários e as crianças passam por está situação na escola.

E a prefeitura o que faz? Solta comercial em rádio e TV com o refrão: “Melhorou, melhorou, melhorou”....

Você concorda que melhorou?

 

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fotos:

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IBATÉ/SP - A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Ibaté, realiza nesta sexta-feira, 6, a partir das 20h, mais um evento para arrecadar donativos para ajudar na manutenção da escola.

Esta é a quinta edição do evento “Boteco Beneficente da Apae”, onde terá um cardápio de boteco, com bebidas, sobremesas da vó e música ao vivo com o Quarteto Samba.

Os convites estão sendo vendidos na própria Apae, localizada na Rua Nhonho Cardoso, 168, na Vila Tamoio , e o valor da adesão é de R$30,00. Vale lembrar que a adesão lhe da o direito de saborear os petiscos de boteco e ouvir uma excelente música de qualidade. A bebida é à parte.

SERVIÇO:

BOTECO BENEFICENTE DA APAE

Dia: 06/12/2019 (Sexta-feira)

Horário: 20h

Local: Júlio de Capuá, Nº 149 – Vila Tamoio, (Salão Roda Viva)

Maiores informações: (16) 3343-1640

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SÃO PAULO/SP - Núbia Oliiver chocou seus seguidores do Instagram ao postar uma foto bem à vontade, a celebridade de 46 anos publicou fotos ousadas em seu perfil.

Nos cliques, ela aparece completamente nua, cobrindo-se apenas com uma mão nos seios. Na legenda de uma das publicações, Núbia deixou uma enquete para os seguidores votarem: “Plena, gostosa ou sexy? Façam suas apostas”. Confira as fotos do ensaio:

https://www.instagram.com/p/B5gWzXPBgca/

https://www.instagram.com/p/B5jJV3LBEJ5/

Nos comentários, os seguidores da celebridade foram à loucura. “Todas as alternativas”, disse um. “Completa”, escreveu outro.

*Por: METROPOLITANA

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Evento marca o final do ano e fará arrecadação de brinquedos como troca do ingresso

 

SÃO CARLOS/SP - Reunindo responsabilidade social e atividades culturais, a Unimed São Carlos, em parceria com o Shopping Iguatemi, apresenta o show das bandas “Classical Queen” e “Baronesa”, respectivamente covers do Queen e do Barão Vermelho. O evento será no dia 17 de dezembro, às 19h, no estacionamento do Iguatemi São Carlos.

No ritmo da solidariedade, o público irá viver a magia de bandas ícones do rock nacional e internacional e ajudar a levar mais alegria a crianças de nossa cidade, trocando um brinquedo novo pelo convite. As doações serão encaminhadas a instituições do município.

Classical Queen

Considerada um dos melhores covers do Queen, a Classical Queen foi escolhida para tocar na pré-estreia do filme Bohemian Rhapsody, no Allianz Park, em São Paulo.

Com 15 anos de carreira, a banda é formada por Antonio Lobato, Fernando Gamba, Júlio Abrileri e Anderson Macedo e já realizou mais de 800 shows.

Banda Baronesa

Formada por Rinaldo Ferragini (vocal), Fernando Izé (violão), Juliano Bettoni (baixo), Ricardo Chuck (teclado) e Rodrigo Mendonça (bateria) a banda apresenta os grandes sucessos do poeta e artista Cazuza e do Barão Vermelho, relembrando temas que até hoje se fazem atuais.

Show beneficente com as bandas “Classical Queen” e “Baronesa”

Data: 17 de dezembro

Local: Estacionamento do Shopping Iguatemi

Horário: 19h às 22h

Pontos de Troca de convites:

Departamento de Vendas Unimed São Carlos - Av. Dr. Teixeira de Barros, 581

Relacionamento com o Cliente - Av. Dr. Carlos Botelho, 1055

Lorençoni Corretora - Av. São Carlos, 2534

Loja MMartan – Shopping Iguatemi São Carlos

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Estudos apontam ausência de regulação pública e ativação de ciclo vicioso de violência e reprodução de desigualdades

 

SÃO CARLOS/SP - No Brasil, as economias ilícitas são uma realidade com diversos efeitos sociais, se configurando como um problema público. Segundo Gabriel Feltran, docente do Departamento de Sociologia (DS) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e atual coordenador do Programação de Pós-Graduação em Sociologia (PPGS) da Universidade, além de pesquisador do Centro de Estudos da Metrópole (CEM), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepids) apoiados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e sediado na Universidade de São Paulo (USP), este cenário não é novo na história do País. "No Brasil, sempre tivemos grupos fortemente marginalizados e que, portanto, sempre precisaram contornar a ordem dominante para seguir tocando suas vidas cotidianas. As elites criaram normas, leis, um Estado em suas diferentes dimensões, justamente para regular esses contornamentos", relata ele. Nas últimas décadas, entretanto, chegaram ao País economias ilegais transnacionais, mais pujantes e muitas vezes violentas. É a partir dessas mudanças que vêm à tona os estudos sobre as relações entre economias ilegais, violência e política.
Por meio de análises bibliográficas e pesquisas empíricas com ênfase etnográfica, Feltran acompanhou a trajetória de um jovem trabalhador de mercados ilegais nas periferias de São Paulo e, também, de uma Toyota Hilux roubada por ele. Com os estudos, o pesquisador detectou que o dinheiro ilegal rapidamente se transforma em legal, principalmente via consumo. "O dinheiro considerado 'sujo', que o jovem obtinha de mercados ilegais, como tráfico de drogas, é, em segundos, transformado em 'limpo', com a compra de mercadorias em marcas globais, por exemplo", reflete o pesquisador. Nesse sentido, a fronteira legal-ilegal produz, ao mesmo tempo, grandes empresários, pequenos bandidos e facções criminais. A guerra entre polícias e bandidos produz muita violência, mas não interfere nesses mercados. "O pequeno ladrão preso hoje é substituído amanhã, porque ele ocupa um posto de entrada do veículo em um mercado enorme, que seguirá sem ele", afirma Feltran. O pesquisador observou que, no Brasil, veículos roubados têm três principais nichos: desmontagem para venda de autopeças, revendas de veículos usados e troca por drogas e armas, sobretudo nas fronteiras nacionais, gerando, portanto, lucro em diversas esferas.
De acordo com Feltran, a economia ilegal faz parte de um jogo político-administrativo e da própria lógica de mercado. É possível, inclusive, afirmar que os mercados legais e ilegais estimulam um ao outro, conforme detalha o pesquisador: "O dinheiro que um jovem traficante de favela ganha com o tráfico é gasto no consumo popular, local, ou no telefone celular, economia transnacional. O valor produzido pelos mercados ilegais circula rapidamente para os mercados legais e, também, se converte em desenvolvimento. Os mercados ilegais são relevantes para a economia como um todo; por isso, não interessa para muita gente de bem que eles terminem".
Nesse sentido, Feltran explica que não existe um meio desse ciclo vicioso acabar, mas há formas de regulação possíveis - pelo próprio mercado, pelo Estado e por comunidades -, que têm sido testadas em mercados ilegais pelo mundo e dado bons resultados. "A bibliografia sobre o tema nos ensina, de Durkheim a Foote Whyte, dele a Michel Foucault ou Veena Das, que ações dos governos voltadas para regular ilegalidades não têm nunca o efeito de apagá-las por completo, mas de mantê-las sob taxas controláveis. Isso porque há produtividade nas ilegalidades, já que o sistema de justiça, as polícias, as cadeias e muitos outros espaços vivem delas. Mantendo-as sob controle, a face estatal da legalidade se justifica ainda melhor", relata.
O docente esclarece, também, as diferenças entre ilegalidade e violência. "Na Europa, foram roubados mais de 600 mil veículos em 2016. Há um mercado pujante de autopeças por lá, mas a violência é zero - esses carros foram furtados, não roubados à mão armada como no Brasil - que tem cerca de 500 mil veículos roubados ou furtados todos os anos, sendo que quase a metade ocorre no estado de São Paulo -, já que o seguro em países europeus é obrigatório. Sociedades que sabem reparar suas perdas e têm menos conflitos distributivos tendem a ser menos violentas. As formas de policiamento lá tampouco focam no pequeno operador desses mercados - elas focam em inteligência, investigação, reparação, e formas de reinserção nos mercados formais. Aqui, optamos pelo contrário", destaca. Nesse sentido, o Brasil segue na direção oposta, sobretudo pela ausência de regulação pública das economias ilícitas nas últimas décadas, algo que impede contrapartidas sociais e ativa um ciclo vicioso de violência e reprodução de desigualdades. "Um contexto com privação, desigualdade e polarização social permite que, no plano da população como um todo, sempre haja oferta de mão de obra para integrar esses mercados ilegais", reflete Feltran.
Para o docente, existem meios de alterar este cenário no Brasil, que passam por rever nosso modelo de segurança pública focada na repressão ao pequeno operador desses mercados. "O primeiro passo é a mudança do modelo de segurança pública centrado na guerra, porque ele não só não resolve, como aumenta o problema. Temos que agir com inteligência, esclarecer homicídios, entregar justiça à população, para que o Estado se legitime entre os grupos hoje marginalizados. Isso não se faz à força. O passo seguinte seria mudarmos as formas de regulação das economias ilegais. Esses mercados precisam ser regulados. O terceiro, que já deveríamos ter começado agora para colhermos frutos lá na frente, seria diminuir as desigualdades abissais do País, universalizando educação e saúde de qualidade, produzindo oportunidades reais para os mais pobres terem renda digna", defende o pesquisador.
Seu estudo sobre economias ilícitas no Brasil - intitulado "Economias (i)lícitas no Brasil: uma perspectiva etnográfica" - foi publicado em uma edição especial (http://bit.ly/2PeyOx5) do Journal of Illicit Economies and Development, que também apresenta artigos de demais pesquisadores do CEM sobre esta temática. O texto completo pode ser acessado em http://bit.ly/361Dhdb.
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SÃO CARLOS/SP - A Câmara Municipal realizará nesta sexta-feira (6) uma sessão solene comemorativa aos 40 anos do Grupo Escoteiro São Carlos 251-SP. A solenidade, aberta ao público em geral, será realizada no Auditório “Professor Sérgio Mascarenhas”, localizado no Instituto de Física de São Carlos na USP, Av. Trabalhador São-carlense, nº 400, a partir das 19h30. A homenagem reconhece a destacada atuação do Grupo na formação de jovens engajados em construir um mundo melhor, mais justo e mais fraterno.

O Grupo Escoteiro São Carlos 251SP foi fundado em 2 de dezembro de 1979 como nome de Grupo Escoteiro Padre João Carlos. Seminaristas que atuavam com jovens e crianças da Catedral de São Carlos, juntamente com algumas pessoas da sociedade de São Carlos, se reuniram e fundaram o Grupo Escoteiro, que inicialmente utilizava a dependência da Catedral para as atividades semanais e reuniões com os pais.

Com a grande procura de pessoas de outras religiões, o Grupo conseguiu um novo espaço e teve seu nome alterado em 1983. As seções do grupo são mistas e hoje possui 2 Alcateias (6,5 e 10 anos), 2 Tropas Escoteiras (11 a 14 anos), 1 Tropa Sênior (15 a 17 anos) e 1 Clã Pioneiro (18 a 21 anos completo).

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